Quando um cara diz que você é uma garota legal

Black psycho - morte subita (historia original)

2020.10.02 05:18 proxy019 Black psycho - morte subita (historia original)

-oi , meu nome é Even atualmente tenho 19 anos, mas vim aqui para contar a minha historia, entao..tudo começou quando eu tinha 11 anos ...
Eu tenho heterocromia e uma doença desconhecida que faz meu olho sangrar, tinha acabado de entrar em uma escola nova e realmente naquela escola não tinha nada de diferente ..professores, alunos e como sempre pessoas para fazer bulling comigo , essas pessoas se chamavam : Mark , Kevin e James eles nunca me deixavam em paz.
"-Hey diferentona , porque não arranca esse olho de uma vez ?! Você é uma aberração ! Nunca deveria ter existido, seus pais devem estar completamente deprimidos por voce ter nascido , ah é verdade você não tem pais hahaha"
Pois é , meus pais tinham morrido em um acidente e eu fui morar com a minha tia. Ela era muito liberal sempre me deixava sair a hora que eu quisesse , então basicamente enquanto eu estou fora significa que ela tinha "se livrado" de mim eu não me importava com isso obviamente. Eu sempre pensei que na minha vida nada iria mudar ate eu me formar e arrumar um emprego , mas pelo visto me Enganei, no 7° ano (14 anos) eu conheci um garoto legal e gentil ficar perto dele me fazia me sentir viva e eu não entendia o porque , ele sempre me apoiou, mesmo sendo julgado por andar comigo , sim...pela primeira vez eu tinha um amigo (o que era raro pra mim já que eu não me enturmava muito bem)....
lembranças
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
(James) -kevin, quem é aquele cara com a esquisita ?!
(Kevin) -não faço a menor ideia , mas não gostei dele. Mark , De um jeito naquele cara !
(Mark) -sim.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~
(Mark) -Ei , você !! VEM AQUI !
(Eu) -Timothy não vá ! Ele vai te machucar
(Tim) -vai ficar tudo bem
(Mark) * tenta dar um soco * Timothy desvia e ele acaba acertando a parede , enquanto isso tim segura seu pulso e soca a sua barriga .
(Tim) -Volte e fale para seus "amiguinhos" que eu cheguei na escola e que enquanto eu viver esta garota não vai ser o saco de pancadas de vocês ! (Ele sussurra no ouvido de Mark )
(Kevin) -QUE ?!! QUEM ELE PENSA QUE É PARA FALAR ASSIM COM A GENTE ??
(James) -temos que dar um jeito de separar ele da even e por um fim nisso !
(Kevin) -primeiro , eu que mando aqui ! Segundo , esqueçam a Even nosso problema e com aquele "tim"
os outros 2 apenas concordam balançando a cabeça
enquanto tim batia no mark eu o observei sem entender nada do porque ele estava protegendo uma pessoa que acabou de conhecer ..no fim do dia nos conversamos bastante para nos conhecermos melhor
(Tim) -me diz, oque é isso no seu olho ? sempre foi assim ?
(eu) -na verdade nao , ele começou a sangrar quando eu tinha 5 anos
(Tim) -e tem cura ?
(eu) -nao....
(Tim) -ouh....desculpa
(eu) -tudo bem , mas eu presciso ir para minha casa agora
(Tim) -a, ok
(eu/pensamento) -acho que foi grosseiro ter ido embora e deixado o tim sozinho logo apos ele ter me ajudado.. bem , agora é tarde acho que ele vai perceber com quem esta andando e vai me iguinorar como todos os outros
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(na minha casa , 10:00 da noite)
(eu/pensamento) -nao ...sera que ele realmente vai me abandonar um dia ?? eu ....NAO é melhor eu parar de falar besteiras e ir dormir ! ele nunca faria isso nao é ?! ....se bem que nos conhecemos hoje ..nao ! eu vou dormir !
apago as luzes
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(2 messes depois do tim ter entrado na escola ninguem mais fazia bulling comigo)
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(james) -tem certeza que vamos ter que fazer isso ?
(kevin) -nao questione ! vamos fazer como eu falei
(mark) -isso esta indo longe demais ...
(kevin) -eu nao te perguntei
(mark) -sim!
mark e kevin tentaram ajudar james mas quando viram era tarde demais , kevin deu um soco no rosto de tim o fazendo cair no chao , e logo apos os 2 correram .
Fiquei paralizada por 1 minuto e quando vi o tim se aproximar completamente sujo de sangue eu tentei me afastar de la mas ele segurou meu braço falando :
"-nao tenha medo , nao vou te machucar e voce sabe disso", eu ainda estava em choque pelo oque avia acontecido , mas ele me abracou e eu pude sentir o coraçao dele, prometi nunca contar nada pra ninguem e manter tudo em segredo , com o passar dos anos ele me ensinou a me defender para evitar os "ataques" daquele "grupinho" .
(3 anos depois) (17 anos)
ambos tinham se tornado mais fortes como se estivessem prontos para uma guerra. kevin deixou bem claro que queria "falar" com gente as 3 horas , como eu sei disso ? ele jogou uma pedra na minha janela escrito isso , e com "falar" provavelmente é com os punhos ...se ele acha que vai ser tao facil assim ele esta enganado hehe....
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(as 3h em um Bosque no meu bairro)
(tim) -tem certeza que é aqui ?
(eu) -era essa a localizacao escrita na pedra -w-
(tim) -rsrrssrsr
(kevin) -EI , OTARIOS !!
(eu) -olha quem finalmente chegou * me viro para olhar para o ele *
(kevin) -VAO !!!!!!!!!!
cada um deles estava armado, eu levei um tiro no ombro mais chutei o braço de um deles e peguei as armas , sai atirando contra tudo que eu vi pela frente , devo ter matado 4 deles enquanto tim matou 5 , (kevin tinha levado 2 tiros na perna e Mark 1 no braço ) o ultimo "capanga" que estava vivo tentou atacar tim por tras ele desviou e eu o matei so que esse homem era uma distraçao e por um momento eu so escutei o tiro e o corpo caindo ,me virei e....vi o corpo do tim no chao eles aviam o cercado e deram 2 tiros na cabeça dele ,eu nao aguentei ver meu amigo morto e desmaiei ..quando acordei estava em um hospital os medicos falaram que sobrevivi por muito pouco , tentei saber oque havia acontecido com o tim e eles falaram que o corpo nao foi encontrado , eu fiquei em panico como ele nao viram o corpo ?? estava muito bem exposto ! ...antes que eu pudesse falar algo eles disseram que eu tinha que passar por uma ultima cirurgia para tirar a bala que tinha ficado no meu ombro ...
(1 semana depois)
eu recebi alta e a primeira e unica coisa que eu fiz foi correr ate o local da briga e realmente nao tinha sinais do corpo do tim, continuei procurando mas sem sucesso, completamente triste pelo oque aconteceu eu resolvi passar pelo lago que eu e ele treinavamos..... e olhando para aquele lago pude ver la no fundo o corpo do tim ,eu finalmente entendi ,para eles nao serem pegos jogaram o corpo dele no lago e me incriminaram ...presciso fugir daqui rapido , mas perante o seu corpo tim eu juro, EU VOU TE VINGAR !
andando pelo bosque eu escontrei uma caverna em que eu podia me abrigar ...
5 dias se passaram....
eu sequestrei o kevin e o levei para a caverna , nesta altura de como as coisas estavam eu ja nao tinha mais sanidade mental , eu o amarrei em uma arvore (perto da caverna) , peguei minha faca , tapei a boca dele com um pano e começei a rasgar sua pele ...abri os seus 2 braços e arranquei um osso de cada um deles , com os seus proprios ossos furei os olhos e abri a barriga dele e arranquei o seu rim , tirei o pano da sua boca e coloquei o rim nela, desamarrei ele da arvore e quebrei suas pernas e comecei a descrever a situaçao do seu amigo para kevin ja que ele estava cego , Mark estava esquartejado e com seu cerebro retirado do seu corpo...minhas ultimas façanhas com kevin foram retirar suas tripas e o inforcar com elas, quando estavam completamente mortos os joguei um pouco longe de mim para os animas selvagens devorar os corpos, quando achei que iria passar a morar naquela caverna , uma figura alta e sem face apareceu atras de mim e me teletransportou para um lugar cheio de assasinos onde me mandou chamar de "lar".
(Eu/pensamento) bem...vinguei a morte de tim , fugi do meu sofrimento , e ganhei uma nova vida com pessoas que me entendem , acho que não presciso de mais nada ...mas daria de tudo para Timothy ainda estar aqui comigo....
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2020.09.18 03:55 MEIXXMO Isso ta desnecessariamente longo hein

Vou falar várias coisas sobre mim nesse desabafo, não é nada interessante então é... só avisando.
Porra, 3 vez escrevendo essa merda hein... é realmente difícil escrever sobre si, porque eu quero anotar tudo o que se passa, mas são tantas coisas... sinceramente seria legal se eu parasse de complicar tudo, porque eu sei que sou eu quem está impondo muros e sendo uma merdinha, saca. Mas fazer o que, to na adolescência, e dizem que é uma fase conturbada mesmo, não?
"Por que você é tão estranha?" "Sua depressivazinha" "seus bostinhas" kkkk, ela provavelmente nem se lembra, mas eu fico aqui remoendo isso, e porra, por que que quando eu me sinto triste e choro, eu fico rindo????? VAI SE FODEEEER ISSO E BIZARROOO
Detalhe: desculpem pelas palvras de baixo calão, normalmente sou muito quieta, mas sei lá, eu sou "doente da cabeça" de acordo com ela, né? Kk porra, to fazendo muito drama sobre isso.... eu realmente queria ser calma do jeito que aparento por fora sabe, conseguir silenciar minha mente enquanto ouço lofi ou sei lá, mas fico lembrando das merdas que já fiz e isso me deixa tão, sei lá, é uma mistura de nervosismo com raiva e tristeza e arrependimento sabe, porque tipo, PRA QUE?! Eu SABIA que aquilo era algo extremamente burro, então POR QUE?!
Caara, sabe, foi com uns 11 anos que comecei a me afastar das minhas amigas, essa época foi uma merda. Eu adorava descontar minha raiva na minha pele, e consequentemente acabei usando moletom todos os dias quando ia pra escola~ kkk, minha mãe tinha vergonha de mim, odiava que que eu deixasse minha franja na frente do olho, mas adivinha, eu não deixava, ela que caía por eu sempre estar olhando pra baixo, e eu também acabei ficando cansada de colocar atrás da orelha. E sabe, até hoje isso é bem conveniente, porque quando eu acabo chorando na sala a franja esconde, na maioria das vezes, NA MAIORIA ESSA MERDAAA
A garota que sei la, eu gosto? Nao? Eu realmente não sei, só sei que quero estar com ela, ou sei la, pelo menos saber que ela está bem, as vezes percebe isso. "Você está bem?" Ela diz "sim" e ela sabe que eu minto, mas como? Eu sou tão mal mentirosa assim vey? Uma vez isso aconteceu num amigo secreto que eu deicidi de forma impulsiva ir, e quando vi como todos eram tão próximos, eu chorei... ela foi, perguntou sobre e eu menti, ae ela chamou o professor ;-; poxa, aquele dia me deixou triste, tipo, sei lá, eu fui muito estranha?? Quando ele tirou minha franja da frente e viu minha cara eu me senti humilhada, nao isso, mas tipo, envergonhada sabe? Ahhh sei laaaa
Minha relação com a minha classe não é das melhores, e por minha culpa. Lá todos são muito gentis, e eu acabo afastando todo mundo ao ponto de ja terem falado que sou "macumbeira" ou "satanista", mas sinceramente eu acho que mereço... antes dos 11 anos, quando eu tinha amigas, eu era mentirosa com minhas amigas, sempre exagerando verdades ou contando mentiras absurdas, me sentia superior a todos, disfarçava minha inveja por ódio e sei lá, quando notei isso eu realmente fiquei em choque... tipo, eu era muito amigável com elas e tudo mas quando eu sentia raiva eu acabava descontando nelas, ao ponto de ja ter deixado uma com dor de cabeça por causa da porra de um jogo. Até hoje me amaldiçoo por isso...
Sabe, eu nem duvido que seja só eu pensando nessas coisas, mas ainda assim... sei lá, me sinto mal perto das pessoas, nunca sei o que falar e acabo sempre mudando a conversa pra um rumo estranho ou desagradável. Eu prefiro muito mais me expressar agindo, tipo, eu já cozinhei doces para uma garota que não sei se gosto no sentido romântico, talvez eu só esteja confundindl porque sou uma virjona solitária ;-; mas ainda assim, adoraria poder conversar normalmente com ela... Enfim, agir é tão melhor, tipo, eu realmente queria chamar alguém pra ficar deitada comigo ouvindo lofi ou sei lá, cozinhando (amooo fazer doce, só sei fazer isso, comida de verdade é saudável demais pro meu gosto Ò ^ Ó kk mas eu ja disse isso né? Hum, acontece) mas é...
Foda que mesmo antes da quarentena, eu não posso sair de casa. Eu realmente odeio esse fato, sei la, queria poder ir no shopping mesmo que sozinha, saca. E deve ser muito reclamação de burguesa, mas ainda assim, odeio, ODEIO o fato de que eu sou atrasada, no sentido de só ter tido permissão pra lavar a própria louça com uns 12 anos ou até mesmo cortar minha própria comida. Ou sei lá, só participar de modinhas adolescentes de forma atrasada e vergonhosa. Eu só faço merda cara...
Sabe, agora eu tenho aquela coisa de controle dos pais porque eu não quis mostrar meu whats pra minha mãe (porque tipo, qualquer coisinha pra minhha mãe já é algo grande) e ela acabou explodindo. Odeio isso, não posso nem mais ter amigos online, e nem conversar com o Italo, um cara que realmente era um amigo foda que conheci por uns 1 ano e meio sabe, era tão hilário passar a madrugada com ele, E DROGAAAAA EU TO CHORANDO AGORA serio eu tenho tanta saudade dele :( mas sei lá, já se passaram uns anos e agora conversar com ele não tem mais aquele clima sabe, de tipo, eu poder falar abertamente sobre qualquer coisa. E se alguém começar com o papo de "ah ele pode ser perigoso e blablabla" primeiro: ele tinha namorada. Segundo: a gente só zoava vey, eu mal falava da minha vida mesmo, a nossa coonversa só fluía...
Bom, sei lá, é inútil ficar pensando nessas coisas mas ainda assim, não dá pra evitar, que hoje as coisas estão tão, tipo, chatas? Não é isso, talvez sem graça? Eu realmente não sei explicar... mas é, dá pra entender o que uma idiota introvertida e rude pensa nessa quarentena né? Eu não duvido que esteja enlouquecendo aos poucos, porque tipo, tá tudo tão perfeito, a gente vai se mudar agora pra uma casa muito melhor, eu tenho uma cachorrinha linda, agora posso mexer no fogao pra fazer minhas coisa mas sei la, eu teimo em ser a bosta que sou, hein, MERDAAAA Sabe Sempre que to sozinha eu acabo aprofundando esses e outros pensamentos, Eu sempre acabo chorando. Ae eu sempre repito: "Acontece" Isso realmente me deprime. Era pra acontecer? É normal isso? Tipo, deve ser, mas ainda assim, é tão doloroso, é tão irritante não poder mais sentir que posso me salvar. Tipo, eu não consigo imaginar meu futuro saca, eu sempre me vejo indo pra sacada aos 18 anos ou indo trabalhar pra uma empresa qualquer e ter uma vida qualquer. Talvez seja algo muito futuro, mas ainda assim, eu TENHO que pensar sobre isso.
Eu sei de todas as minhas falhas, sou chata, orgulhosa, feia, burra, lenta, desonesta e etc. E é por isso que eu me odeio... odeio tirar fotos, odeio fazer provas, odeio ter que me levantar e me esforçar pra qualquer coisa, porque no fim das coisas, nada disso vale o esforço. Eu vou morrer de qualquer jeito, então pra que me importar? Sabe, isso é um pensamento constante que inclusive uso para me acalmar. Eu cochicho um "eu vou morrer amanhã", e surpreendentemente, dá certo! Olha que legal, nossa! ;-;
Enfim, é, também não sei qual o objetivo desse texto, só acabei fazendo mesmo... nah, acontece.
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2020.09.04 18:33 DanteStonecross Senta que la vem história

Eu to a algum tempo lendo e comentando coisas nesse /, e eu sempre quis dizer varias coisas aqui, porque de algum jeito eu me sinto confortável de ver essas coisas e todos vocês, mesmo discordando com algumas pessoas aqui e ali ta tudo bem, discordar é normal, faz a gente mais humano.
Mas eu queria muito contar uma história aqui hoje, é uma jornada importante pra mim, e eu espero que vocês gostem de me ver aprendendo uma coisa muito complicada. Nessa história, todos os nomes serão fictícios, e será um resumo muito resumido, então a grande maioria dos fatos não está aqui, mas o que isso tudo me ensinou, você vai poder ver com certeza.
Eu sempre fui um Romântico, e quando eu digo Romântico, eu falo da escola literária, eu não uso aquele português difícil, mas eu enxergo o mundo de uma maneira similar, eu vivo os momentos com as pessoas com intensidade, com muito sentimento, e os momentos seguintes a esses vem a melancolia.
A primeira vez que eu me apaixonei quando tinha 11 anos, o mundo se tornou diferente pra mim, era como se de repente todo o resto fosse preto e branco, e apenas aquela garota fosse colorida(eu tenho essa história contada em um texto, que é o ponto inicial da minha depressão, escrito exatamente como aquela criança enxergava o mundo, se ao final alguém se interessar eu mando sem problemas).
E, perto se fazer 14, em 2013, eu conheci uma garota muito mais do que bonita, ela era simplesmente divina aos meus olhos, ela era tão incrível, ela tinha absolutamente tudo que eu gostava. Eu conheci a Ágata dando aulas de matemática(o que mais um nerd faz?) e algo me chamou muita atenção: mesmo com 13 anos eu já tinha dado muitas aulas pra muitas pessoas e todo mundo tem um limite, todo mundo desiste(pede uma pausa) depois de X questões, mas ela não, mesmo sem entender muitas coisas ela persistia até o fim tentando entender tudo, até o horario dela ir embora ela continuou la, com o caderno e a caneta fazendo de tudo pra conseguir entender.
Bons meses depois Ágata se tornou minha melhor amiga(embora no início ela respondia minhas mensagens a cada 3 semanas, sem exagero!), e mais um tempo depois e muitos conflitos com a família dela, a gente começo a namorar.
Eu ainda não posso explicar o que era a sensação de namorar com ela, ela era literalmente o que todo garoto sempre sonhou: baixinha, cabelo cacheado, um rosto muito agradável, um sorriso lindíssimo, peitos e bunda enormes(ENORMES), cantava feito um anjo, era popular, divertida, extrovertida, dedicada, esforçada... É uma lista de qualidades que, na época, transbordava.
De 2014 até 2019, nós tivemos 3 anos de relacionamento e 5 anos de amizade, e eu aprendi muito mesmo em todos esses anos. O motivo do término do relacionamento(numa versão em resumo do resumo do resumo) foi, principalmente, possessão. Eu tenho um pai que é extremamente possessivo e eu levei 14 anos pra sair das garras deles(ou seja, ainda era recente quando eu conheci ela), e 1 ano depois do namoro ela começou a querer cada vez mais a minha atenção, onde eu não sentia mais liberdade pra fazer coisas que eu queria, porque eu tinha que ficar 3 horas falando no telefone com ela(e eu nem gosto de falar no telefone).
Não me entendam mal, eu não estou dizendo que fui perfeito, que não tive defeitos ou que só eu que estava passando por problemas, acabou porque precisava acabar. Inclusive se você, Ágata, por algum motivo descobriu o reddit e se reconhecer nesse post, saiba que mesmo não mais falando com você e não conseguindo mais olhar na sua cara(história pra outro dia), você pra sempre terá minha gratidão e meu respeito, nós vivemos muitas coisas juntos e, se hoje eu sou um homem, foi você que o moldou, muito obrigado.
Quando isso terminou, eu comecei a conversar mais com uma outra garota que eu conhecia, estudava na mesma escola que a gente, e conforme eu a conheci, ela começou a conquistar cada vez mais espaço no meu coração.
Carol era uma mulher interessante de várias maneiras, ela era extremamente extrovertida, cantava muito bem, tinha muitas histórias pra contar, era uma das pessoas que mais tinham ficado com gente na escola, e principalmente, ela tinha acabado de ganhar uma filinha. O jeito que a Carol olhava pra filha dela me fazia querer estar por perto, não porque ela parecia uma mãe incrível, mas porque havia uma dualidade dentro dela: aquela criança foi concebida de um estupro, onde foi muito difícil aceitar conceber a criança, quando ela nasceu era completamente visível que ela não sabia o que fazer, ela amava mais do que tudo aquela criança, ao mesmo tempo que ela via o homem que fez isso quando olhava pra ela(graças a deus, isso mudou bem rápido).
O tempo passou e eu e Carol começamos a nos dar muito bem, e em meados de 2019 a gente se beijou pela primeira vez, essa foi oficialmente a segunda pessoa que eu beijei na vida e cara, que coisa mais estranha, eu não sabia nem como descrever o que tinha sido aquilo de tão estranho... Até que ela me beijou uma segunda vez, e ai oficialmente, aquele era o melhor beijo do mundo.
Eu e Carol ficamos mais algumas vezes, e a gente se dava muito bem em tudo, até na cama era muuuuito diferente do que era com a minha ex, e a gente fazia tantas coisas juntos, viamos animes, conversavamos sobre varias pessoas, saíamos pra comprar roupas...
Cada dia que passava o meu sentimento só aumentava, e quanto mais ele aumentava, mais coisas que eu achava incríveis aconteciam, como a gente ver as coisas abraçadinhos, ficar de mãos dadas, varias dessas coisas de casal.
O meu erro? Carol desde o inicio falou "Não se apaixona por mim, eu não me apaixono por ninguém". Eu segui essas instruções o quanto foi possível, mas cara, talvez fosse loucura minha, mas parecia muito que ela também estava apaixonada, não com palavras porque toda vez que eu mencionava ela mudava a expressão e o jeito por um tempinho, mas as atitudes dela, os nossos momentos...
Depois de um tempo, no inicio desse ano, eu tentei cortar a Carol da minha vida torcendo pra que resolvesse meu problema, e deu certo por 1 mês até que ela me mandou mensagem perguntando quanto tempo isso levaria. Eu dei o meu melhor e coloquei todos os meus sentimentos em um texto, cada palavra continha tudo que eu sentia por ela, e ela também fez um texto de volta pra mim, e eu pude sentir o que ela sentia também, ela queria ser só minha amiga, e nada mais.
Nós ficamos mais 3 ou 4 meses sem nos falar até que, por intermédio de uma amiga em comum, a gente voltou a se falar e, desde então eu vi Carol mais umas 3 ou 4 vezes, mas é tudo muito estranho, a gente troca mensagens uma vez por semana e olhe la, eu nem acredito que um dia a nossa amizade volte, quanto mais a gente ficar ou coisas do tipo.
Mesmo com tudo isso, ela sempre viveu no meu coração.
Porem aqui vem a lição, meus amigos.
Há semanas atrás, eu consegui contato com uma garota que a gente não se via a muitos, muitos anos. Sabe aquela história de primeiro amor a gente nunca esquece? Esse foi meu segundo, e o que eu verdadeiramente nunca esqueci, eu sempre vou me lembrar do meu primeiro dia de aula numa escola completamente nova, e no fim do dia eu ainda todo perdido uma garota me puxa, me olha nos olhos e a primeira coisa que ela diz pra mim é: "Você namoraria comigo?". A resposta pra essa pergunta era não, obviamente, foi muito aleatório, mas eu estava tão nervoso que saiu "sim", ela deu um sorrisinho e voltou ao que tava fazendo. Desde aquele dia, Livia se aproximou cada vez mais de mim, e ela tentou me conquistar todos os dias, e acreditem em 2012/13 eu não era naada fácil.
E quando eu consegui falar com ela novamente, alguma coisa dentro de mim estalou, a gente voltou a conversar e era como se nada tivesse mudado, a gente conseguia desenvolver do mesmo jeito que a gente sempre fez, nem parecia que tinham 7 anos sem contato. A gente se viu algumas vezes(sim, eu sei que a gente ta de quarentena, todas as medidas de seguranças foram tomadas pra gente conseguir) e, cara, eu tinha me esquecido o que é olhar pra alguém que te olha como se você fosse uma obra prima, aquele olhar de quando éramos crianças não mudou nem um pouquinho, ela ainda olha pra mim como se eu fosse a pessoa mais legal do mundo.
Eu, com todos os meus defeitos, com todas as minha chatisses e meu jeito ""inteligente"" de ser, onde a lista de qualidades é exatamente igual a lista de defeitos, ela me vê como se fosse alguém muito mais do que incrível.
E eu olho pra ela assim também, e quando eu a olho, eu quero que ela sinta a pessoa incrível que eu vejo, uma pessoa que passou por inúmeros problemas pelo mundo afora e ainda passa, alguém que realmente foi a raiz do meu gosto pelas mulheres, que me ensinou que atitude é a melhor caracteristica possível em alguém, e que eu quero alguém com isso na minha vida, alguém que tenha coragem de me puxar pelo braço e dizer que me quer, alguém que queira os meus toques, alguém que querias os meus carinhos, as minhas massagens, os meus abraços, as minhas implicações, assistir animes ou séries comigo, beber comigo, aprender e viver todo tipo de experiências e situações. É isso que eu quero com ela também!
Esse é um pedacinho da minha odisseia, eu pedi a Deus, ao universo, a seja la o que for que estiver ai fora por nós, pra que 2020 seja um ano de apredizados e conquistas, 2020 foi o ano mais difícil da minha vida, onde por conta de um treinamento pra competição, da pandemia(home office) e tambem por causa de ter a Carol na minha cabeça, eu passei pela pior fase da minha vida, mas eu consegui correr atrás de ajuda a tempo(onde eu devo a minha vida a minha hipnoterapeuta, que mulher excepcional) e, no final dessa jornada, eu cresci muito e me tornei bem mais forte.
Muito obrigado, eu deixo aqui os meus agradecimentos a todas essas garotas, que me mostraram quem eu quero junto a mim e quem eu quero ser, a minha mãe que é a melhor mãe do mundo e, mesmo a gente se desentendendo as vezes, eu não resistiria sem ela, a minha hipnoterapeuta que consegue a façanha de me colocar em transe(hipnose ericsoniana é a melhor, sem dúvidas!) e que me ensinou muuuito mais lições do que eu teria aprendido em 20 anos da minha vida.
E principalmente, muito obrigado a mim mesmo, por ter aguentado até aqui, por nunca ter parado de ir pra frente mesmo pensando todos os dias em desistir, em jogar tudo pro ar, pensando até em coisas muuito, mas muuuuito mais escuras nos dias mais dificeis, mesmo assim nós estamos aqui, prontos para a proxima jornada, onde a gente vai sofrer, mas a gente vai aprender algo a respeito disso no final.
Se você chegou até aqui, meu caro amigo, eu só queria te contar a história de como eu descobrir o que, pra mim, é o amor. Amor é o que eu sinto quando olho pra alguém que também me devora com o olhar e as atitudes, amor não é toda a intensidade, todo o fogo, toda a loucura, não! Pode ser um pouco disso, mas principalmente, amor é reciprocidade, é você não ter que se esforçar em mudar 1001 coisas só pra agradar a pessoa, quem você ama e quem te ama de verdade gosta de você por ser quem você é, e é isso que eu quero pra minha vida, amar e ser amado!
Eu não sei se eu e Livia vamos ficar juntos, a gente deve descobrir mais a frente, mas eu sei que eu quero isso, e se o destino(ou o universo, ou deus...) não permitir que a gente fique junto, tudo bem, eu sei agora o que procurar, e que vai existir mais alguém que olhe pra mim do jeito que eu olho pra ela.
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2020.08.19 17:00 fabioassuncao Uma tragédia de três cavaleiros

O texto abaixo é uma tradução da teoria bem conhecida, de mesmo nome, elaborada por u/M_J_Crakehall.
………………………………………………...
Os Ventos do Inverno tem muitos fios de enredo soltos, muitos dos quais são difíceis de adivinhar o resultado. Mas um com muito potencial, mas poucas previsões, é o enredo de Coração de Pedra, que está ligado à história de Brienne, Jaime, Irmandade, Freys de Correrrio e das Gêmeas, Terras Ocidentais e Terras Fluviais. Há tanta coisa acontecendo nesta pequena porção de terra que é difícil apontar o que exatamente acontecerá. Muitos personagens afetam uns aos outros de tantas maneiras que é difícil dizer o que poderia acontecer com todos eles. Hoje, vamos nos concentrar apenas em três, no entanto, e um único evento. Vamos conversar com Senhora Brienne, Sor Jaime e Sor Hyle Hunt.
Em primeiro lugar, um lembrete de onde esses personagens estão atualmente na história. Senhora Coração de Pedra capturou Brienne de Tarth, Podrick Payne e Hyle Hunt. Sob a ameaça da morte dos dois últimos, Senhora Coração de Pedra envia Brienne para encontrar Jaime e trazê-lo para ela. No capítulo de Jaime I em A Dana dos Dragões, Brienne encontrou Jaime e disse a ele que o Cão de Caça está com Sansa e eles devem ir procurá-los. Parece bastante óbvio que Brienne está atraindo Jaime para uma armadilha.
– A garota. Você a encontrou?
– Encontrei – disse Brienne, a Donzela de Tarth.
– Onde ela está?
– A um dia daqui. Posso levá-lo até ela, sor... mas você precisa vir sozinho. Caso contrário, o Cão de Caça a matará.
Agora, podemos debater se Brienne contaria a Jaime sobre o que está por vir. Eu consigo ver que ela contaria a ele e eles se preparariam durante a viagem, mas também pude vê-la mentindo para proteger Podrick e Hyle Hunt. No entanto, acredito que Jaime Lannister ficaria desconfiado e cauteloso no caminho. Claro, quando eles enotrarem Coração de Pedra, haverá algumas discussões entre todos os personagens e um grande diálogo, mas isso seria material para outro tópico. Vamos ao Julgamento de Jaime Lannister. O trunfo de Jaime seria colocar tudo em um julgamento por combate, como é normla entre os seguidores dos Sete e os próprios rebentos de Lannister. Eu considero altamente provável que Thoros de Myr concordasse em fazer um julgamento por combate, pois é o tipo de julgamento praticado pela Irmandade, e assim Coração de Pedra pode não ter opção a não ser concordar, talvez esperando que a justiça divina finamente recaia sobre os Lannisters.
Mas Lady Coração de Pedra não vai deixar isso seguir tão facilmente. Ela tem Jaime Lannister em suas mãos. A traição dele está olhando diretamente para ela. Então ela vai querer um campeão que sabidamente ganhará. E ela se lembra de Brienne e de seu juramento. Senhora Coração de Pedra poderia nomear Brienne como sua campeã, tanto para matar Jaime quanto punir Brienne por sua traição a Senhora Catelyn Stark.
– Não compreendo. O que foi que ela disse?
– Perguntou como se chama essa sua lâmina – respondeu o jovem nortenho com o justilho de pele de ovelha.
– Cumpridora de Promessas – Brienne respondeu.
A mulher de cinza silvou por entre os dedos. Seus olhos eram dois poços rubros ardendo nas sombras. Voltou a falar.
– Não, ela disse. Chame-a de Quebradora de Promessas. Foi feita para a traição e o assassínio. Ela a batiza como Falsa Amiga. Como você.
– Para quem fui falsa?
– Para ela – disse o nortenho. – Poderá a senhora ter se esquecido de que um dia jurou se pôr ao seu serviço?
E agora ... podemos finalmente falar sobre a estrela deste show: Sor Hyle Hunt. Sor Hyle está (ou melhor, estava) a serviço de Lorde Randyll Tarly e era o capitão do portão. Ele deixa Lorde Randyll Tarl. Em parte porque está cansado de Tarly, mas provavelmente para ficar com Brienne e tentar cortejá-la. Diga o que quiser de Hyle Hunt, mas há duas coisas verdadeiras sobre ele: ele é um cuzão e se preocupa com Brienne até certo ponto. Ele é bem aberto sobre querer a mão dela em casamento ou mesmo sobre ir para a cama dela à noite para provar seu valor.
– Deixe a porta do seu quarto destrancada esta noite, e eu me esgueirarei para sua cama para lhe demonstrar a verdade do que digo.
– Se o fizer, será um eunuco quando for embora – Brienne levantou-se e se afastou dele.
Um fato interessante é que quando Brienne lhe diz não, ele escuta e respeita que ela não queira que ele faça isso. Então, ele claramente a respeita. Até certo ponto. Já que fica ambíguo se ele apenas a quer por conta de suas terras. Ele até menciona isso, como uma possível forma de se provar digno dela.
– O que quero ganhar é você, a única descendente viva de Lorde Selwyn. Sei de homens que se casaram com desmioladas e bebês de peito por propriedades com um décimo do tamanho de Tarth. Não sou Renly Baratheon, confesso, mas tenho a virtude de ainda estar entre os vivos. Há quem diga que esta é a minha única virtude. O casamento seria útil para ambos. Terras para mim, e um castelo cheio disto para você – indicou as crianças com um movimento de mão. – Eu sou capaz, asseguro-lhe. Gerei pelo menos uma bastarda, que eu saiba. Não tenha medo, não a obrigarei a acolhê-la. Da última vez que fui vê-la, a mãe me deu um banho com uma panela de sopa.
Veja, eu estou dando bastante destaque ao lado mais leve desse personagem, mas isso é ASOIAF, portanto deve haver um equilíbrio. Hyle Hunt não é um exemplo perfeito de consorte. Longe disso. A primeira vez que ouvimos falar dele é quando Brienne nos conta do jogo que ele inventou para que algum cavaleiro a seduzisse.
Tinham feito uma aposta.
Dissera-lhe que tinha nascido entre três dos cavaleiros mais novos: Ambrose, Bushy e Hyle Hunt, de seu próprio pessoal. Mas à medida que a notícia se espalhava pelo acampamento, outros tinham se juntado ao jogo. Cada homem tinha de comprar a entrada na competição com um dragão de ouro, e a soma total iria para aquele que conseguisse desvirginá-la.
Não era o mais legal dos caras, mas parece que está melhorando. Se não completamente, pelo menos um pouco. Mas o jogo teve um grande impacto em Brienne, como era de se esperar. Então é claro que ela proibiu seus avanços, como deveria. Porém, Hyle Hunt é persistente, como mostrado pelas outras citações acima.
Sabendo que Sor Hyle Hunt é um homem persistente e inteligente, acho que seria provável que se Senhora Coração de Pedra nomeasse Brienne de Tarth como sua campeã, ele se ofereceria para lutar pela Donzela de Tarth. Porém, se ele lutasse contra Sor Jaime Lannister, acredito que perderia e morreria dizendo algo sincero para Brienne ou algumas palavras duras para Jaime.
Em primeiro lugar, acredito que existem algumas razões pelas quais acho que Hyle tentaria lutar contra Jaime Lannister e, no fim, perderia. Uma delas é que ele poderia fazer isso para provar a Brienne que ele se importa com ela e mostrar sua perícia. É algo que ela pode ter visto em sua luta com Rorge, mas Brienne estava um pouco ocupada naquele momento. Outra razão é que quando Jaime e Brienne retornam e interagem com Coração de Pedra, Hyle pode ver o relacionamento deles através de como eles falam e agem e presume o pior. A pior parte de Hyle pode aparecer aqui, enquanto ele desafia Jaime para um duelo não pela liberdade, mas pela mão de Brienne e para irritar o regicida.
Hyle parece ser um bom lutador, se mantendo firme na luta contra Rorge e Dentadas, embora não tenhamos detalhes de suas próprias proezas. Ele tem inteligência e muita autoconfiança, como Bronn.
Sabemos que Hyle pode sentir um certo ciúme de Jaime Lannister e ele não é o tipo de pessoa que desiste de pedir a mão de uma certa mulher em casamento. Como afirmado acima, ele pede diversas vezes, de muitas maneiras diferentes. Também sabemos sobre seu estilo de luta e como ele é observador, podendo até a desafiar Jaime Lannister agora que ele perdeu sua mão em espada. Então, como ele perderia para Jaime? Como Sor Hyle Hunt cairia depois de fazer uma reinvidicação tão grande e ter mostrado alguma destreza na luta contra Rorge e Dentadas?
Bem, temos algumas coisas em jogo aqui. A primeira é que ninguém sabe que Jaime tem treinado sua mão esquerda com Sor Ilyn Payne em segredo. É possível que Jaime tenha aprendido um pouco, e poderíamos ver em uma luta como essa alguma recompensa narrativa para este seu treinamento. Mas isso não quer dizer que Jaime esteja de volta ao que era. Longe disso, ele provavelmente está, no máximo, no nível de esgrima de Balon Swann. Mas só isso não o coloca em pé de igualdade contra Hyle Hunt. Não, Hyle Hunt tem complicadores que ele pode subestimar ou superestimar.
Hyle Hunt tinha sido espancado com tanta violência, que seu rosto estava inchado quase até deixar de ser reconhecível. Tropeçou quando o empurraram, e quase caiu. Podrick o agarrou pelo braço.
– Sor – disse o garoto com ar infeliz quando viu Brienne. – Quero dizer, senhora. Lamento.
Como mostrado acima, Hyle foi espancado até ficar quase irreconhecível. No tempo do duelo, ele poderia ter se curado um pouco, mas quem sabe como isso poderia alterar sua visão, audição ou capacidade de pensamento. Ele ainda poderia estar cansado, sem treinar por algum tempo. Coração de Pedra parece tê-lo mantido acorrentado esperando o retorno de Brienne. Ele estaria fora de forma e exausto, e todos nós sabemos como George joga com o realismo de seu mundo. Isso, combinado com a probabilidade de seu desafio ser feito apenas por despeito, poderia diminuir suas chances contra Jaime imensamente. Ficar fisicamente e emocionalmente exausto depois de muitas surras e esperar que Brienne traga de volta o homem que ela realmente ama pode ter um grande impacto sobre ele em tal luta. Então eu acredito que ele perderia e acabaria morto na lama ou morrendo lentamente,
Mas por que Lady Coração de Pedra deixaria Hyle Hunt lutar no lugar de Brienne? Vamos deixar o motivo óbvio fora do caminho e apontar que ninguém sabe que Jaime conseguiu progredir de volta a uma habilidade mediana com a espada, e sua vitória seria um choque para todos. Assim como a vitória de Sandor contra Beric chocou Arya Stark, a vitória de Jaime chocaria Catelyn morta-viva. Mas há mais do que isso. Alguns membros da Irmandade podem ver algo de poético em Hyle lutando em nome de Brienne e apoiar a decisão. Acho que isso é menos provável, mas pode pesar na escolha de Hyle. Lady Coração de Pedra também pode deixar Hyle participar porque ela não se importa necessariamente com quem mata Jaime, só quer que isso seja feito, e pode pensar que Brienne poderia poupar Jaime, já que ela se importa com ele.
Senhora Coração de Pedra podia até vislumbrar a truculência implícita na oferta de Hyle Hunt e presumir que ele venceria. Afinal, ele trabalhava para Randyll Tarly e uma das poucas qualidades de Tarly é que ele é um bom comandante de batalha. Ela pode assumir que Hyle é um lutador talentoso ou ao menos bom o suficiente para vencer Jaime.
Portanto, analisamos Hyle Hunt e suas motivações, o resultado provável e as razões para Senhora Coração de Pedra concordar com isso. Mas há um motivo pelo qual chamo isso de “Uma Tragédia de Três Cavaleiros”. Seria muito temático e adequado para a história como um todo. O título, é claro, está relacionado à Senhora Brienne, Sor Jaime, Sor Hyle e seus respectivos arcos de cavalaria. Acredito que este capítulo seria da perspectiva de Brienne, para torná-lo ambíguo quanto à verdadeira natureza de Hyle e romantizar parcialmente o momento enquanto ainda se aprofunda naquele realismo que George R. R. Martin ama. Afinal, ele não joga apenas com o lado áspero das coisas. Ele tem uma mão em ambos os mundos. E os outros dois personagens se pareceriam com as diferentes da mesma moeda.
Jaime Lannister veria o lado romântico, o lado do homem lutando pela mulher que ama. Ele pode até ser grato a Hyle por se oferecer no lugar de Brienne. Duvido muito que Jaime queira matar Brienne, e é muito provável que a história de Jaime não termine aqui. Não, ele derrotaria Hyle com prazer aqui se isso significar que ele está seguro e Brienne também. Salvar Podrick também é bom, mas não sabemos bem os sentimentos de Jaime por ele.
Hyle Hunt, no entanto, permaneceria rancoroso da mesma forma que Petyr Baelish. Ele se pareceria com aquele realismo áspero de que fazer algo motivado por malevolência e ciúme se voltaria contra ele. Eu diria que vimos Hyle Hunt como suas melhores intenções durante as viagens com Brienne. Idiota como fosse, ele nunca a forçou ou foi longe demais. E sabemos que George R. R. Martin adora nos mostrar os dois lados de cada personagem. E a última vez que Hyle Hunt esteve em sua pior fase foi no passado.
Acredito que neste momento, em uma explosão de peso emocional, ele viraria a pior versão de si mesmo. Tendo esperado por Brienne sabe-se lá por quanto tempo, apenas para perceber que ela nunca ficaria com ele. Em vez disso, seria trocado por este homem que não apenas quebrou seus juramentos, mas não podia nem mesmo lutar ou proteger sua mulher. Parte de Hyle acreditaria que suas virtudes de cavaleiro implorariam a ele para lutar por ela como qualquer cavaleiro faria. E o que seria mais cavalheiresco do que dois homens adultos lutando na lama por sua liberdade e por uma mulher que ambos amam?
TL; DR - Eu acredito que Jaime exigirá um julgamento por combate, e quando o fizer, Senhora Coração de Pedra irá nomear Brienne de Tarth, mas Hyle Hunt toma seu lugar como campeão por sentir rancor pelo afeto entre Jaime e Brienne. Hyle Hunt luta contra Jaime, mas perde devido ao seu estado de exaustão e ao novo treinamento de Jaime, e morre lá na lama. Uma batalha pela liberdade de muitos e pelo amor de uma mulher, embelezando ainda mais os temas da cavalaria que abrange cada um dos três personagens.
………………………………………….
E vocês, acham que acontecerá assim? Acham que quem será o POV do julgamento de Jaime?
Comentem =)
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2020.08.03 07:10 soncauan Estou interessado em uma garota mas sou um bosta

É o seguinte, senta que lá vem história:
Vou contextualizar vocês
Gostei por muito tempo de uma certa garota, achava ela muito bonita e tals, nunca tive chance com ela e fiquei preso nesse amor platônico por anos, cheguei até a perder chances com outras meninas por conta dela.
Quando senti que havia superado decidi não perder mais tempo com bobagens, se eu me interessasse por alguém iria tentar e se tomasse um fora esqueceria a mina e seguiria minha vida. Ok, consegui fazer isso, tomei muitos foras. Gostei de várias garotas legais e tals.
Sou bv, até aí nada demais, porém quanto mais o tempo passa bate um certo tipo de "desespero" maior, vocês sabem como é, porém nada que eu não consiga lidar.
O que nos leva à garota do título, conheci ela a mais ou menos 1 mês, fomos apresentados por um amigo em comum, ela trabalha em um lugar que eu vou lá só pra ver ela, (sei que estamos em quarentena, mas é bem rápido, as vezes esse amigo em comum também está lá e conversamos um pouco mais, porém com cuidado). Enfim ela começou a me seguir no Instagram logo de cara, trocamos umas mensagens, tentei ir pelo caminho do humor, fiz umas piadas e tals, achei o twitter dela, segui e ela me seguiu de volta, pedi o whatsapp dela (jogando verde sabe? tentando não deixar muito na cara, ela entendeu e me passou na hora).
Até aqui vocês ficaram com a parte boa, vamos aos delírios adolescentes agora, prossiga por sua conta e risco.
Como diz o título, sou um bosta, um cara muito tímido e inseguro, tenho medo das pessoas não gostarem do que faço ou falo e me acharem chato, incoveniente ou algo do tipo, mas tento ignorar esses sentimentos, tenho poucos amigos e nenhum deles é aquele amigão que fica sempre junto e trocando mensagem nem nada do tipo, o que me faz sentir sozinho as vezes, mas aí já é assunto pra outro tópico.
Essa garota é legal, quando conheci não achei ela muito bonita então achei que eu nem tentaria nada, mas conversamos e tal e acabei me interessando por ela, ela curte e comenta meus tweets e eu faço o mesmo com ela, pode ser pouco mas é a maior interação que tenho com alguém em muito tempo.
Agora depois de um tempo vejo que ela tem uma vida bem agitada, diferente de mim que sou cara que fica a maior parte do dia no vídeo-game.
Não sei se devo dar em cima dela, ela parece ter vários ficantes(o que é normal), e caso ela não queira ficar comigo nossa relação ficaria estranha, pelo menos pra mim, penso isso pq se eu não der em cima dela ela passaria a ser uma amiga em potencial, ela é legal, parece que ela me acha legal, talvez ela se torne essa "amigona" que seria legal ter e eu não ficasse tão sozinho mais.
Além do mais eu não sei dar em cima de garotas, talvez eu seja tão rejeitado pelo modo como eu faço, ainda mais pq sou muito tímido, nem sei como seria falar com ela.
Enfim, só estou escrevendo isso aqui pq é melhor que diário, pelo menos sei que alguém deve ler. Não vejo muito conselho pra essa situação, mas se você quiser falar alguma coisa fique à vontade, seria de grande ajuda.
Muito obrigado por ler até aqui e T+
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2020.06.03 19:22 dustobbop FUDIDÃO VOCÊ

FUDIDÃO VOCÊ NÉ CAMARADA? SONSO TONTO BURRO DESPREZADO JEGUE FUDIDO ESTUPIDO CARCARÁ SEM FAMÍLIA SEM AMIGOS DOIDO ESQUIZOFRÊNICO LEPROSO CARA DE MINGAU FIMOSE CAGADA DONA PEIDA CHUPADOR DE MIKE TYSON PERNINHA DE SARACURA FÃ DE GUNS N ROSES GAY GAY GAY GAY GAY TIM MAIA SÍNDICO ESPANTALHO DO FANDANGOS VARETA DE ARVORE VELHA PROSTITUTO DOIDO NARCISISTA LOUCO PERTURBADO AIDÉTICO DESFAMILIAR BOÇAL FEIOSO HOMEM DE INTELECTO LILIPUTIANO BAITOLA BEBUM DEBILOIDE FUDIDO DEFUNTO COCÔ OVO COZIDO FEDORENTO HOMOSSEXUAL ESCROTO IDIOTA IMBECIL MOCORONGO OTÁRIO PASPALHO RIDÍCULO VAGABUNDO XOXO PROSTITUTO PEDERASTA INFANTIL PENTELHO NOJENTO PEIDO DE VELHO DIABÉTICO NOJENTO MODRONGO LADRÃOZINHO GOSMENTO GAIATO FEIOSO DEFUNTO ENDEMONIADO SERVO DE BELZEBU CORRUPTO CHIBUMBO GOGOBOY DE VELHA NA MENOPAUSA CAGALHÃO DIARREICO BICHENTO VIADO BABACA CABELUDO BIFE DE RATO CHORUMENTO BAFO DE BUNDA JOELMA PELADA TIGRE DO CEREAL BUCETA MAGRA PEITER DO EI NERD EPISÓDIO PERDIDO DO CHAVES ACAPULCO QUICO NEGRO MASSAGEM NO SACO PAQUIDERME TREMENDO VACILÃO CHEIRA PEIDO MASSAROCA PAUZINHO DE VELHO BALANÇA BALANÇA DRIFT RODELA DE SALAME DIRETAMENTE NO RATINHONHO ESTUPIDO SAMBA CANÇÃO DE PAPAI PIROQUINHA CHEIROSA(?) OLHEIRO DO THE VOICE KIDS BANHEIRA DO GUGU AIAI TIRE O DEDO DO MEU CU BAIXISTA DA BANDA MALTA EX INTEGRANTE DO CARROSSEL CÉREBRO DE GAFANHOTO CHIP DA TIM MAMADORA DE DESENHISTA MARTELINHO DE QUEBRAR COFRE MC CAROL CHEIRINHO DE SEXO ELE ARREBENTOU MEU BOGA EU DISSE OPA AMIGÃO ÁLCOOL EM GEL PRETO DANIEL MOLO CARRINHO DOS SIMPSONS MARCOS CASTRO DE REGATA PIROCA ESTRANHA BURRA BOBA ARROZ QUEIMADO NO FUNDO HOLYFIELD OLIVER TREE DO CACETE SUA MÃE TA AQUI FALA COM ELE ALO ALO TO MAMANDO TUDO TA MÓ ZUAÇÃO TEU PAI FAZ PROGRAMA DE NOITE BOBÃO ADEUS BOÇA DE MERDA BOCETINHA DE COCÔ MOZAR ESTEVE AQUI PORRA MORDE A CABEÇA DA MINHA PICA BOBALHÃO ROBÔ DO BILSONERO RODO DE PIA ZÉ PILINTRA VENDEDOR DE BALA CEO DO SHOPPING TREM LEITOR DE OLAVO DE CARVALHO ESTRUME PEDERASTA FORAGIDO PIZZA DE ABACAXI CAGADOR SILENCIOSO JACA QUE ENVIARAM O PÉ BESTA-FERA PUTREFATA MACARTHISTA LAMBE BOTA ISSO NÃO É UMA COPYPASTA ENGRAÇADA EU CHORO CONSTANTEMENTE PANACEIA ERRADA BISCATE ARROMBADO MIL VEZES ENCOXADOR DE IDOSAS PACHOLA NARIGUDO FEDIDO A QUEIJO LAMBEDOR DE TELEFONE MENTECAPTO POLICIA DO ZAP CUZINHO LUBRIFICADO PALHAÇO PAGLIACCI MAL DIAGRAMADO SALSICHÃO DO ZORRA TRANCREVEREI O VÍDEO DO BONITO BOLO EU TENHO UM PRESENTE PRA VOCÊ UAU QUE? QUE BONITO BOLO QUE BONITAS VELAS COM A MINHA IDADE! COMPREI PRA VOCÊ, PENA QUE NÃO POSSO COMPRAR UMA COISA MAIS CARA... É QUE EU SOU UM GAROTO POBRE NÉ NÃO NÃO NÃO É O SUFICIENTE, EU TENHO UMA IDEIA QUE PODE SER UM PRESENTE DE GRAÇA EU POSSO FAZER O QUE VOCÊ QUISER DE GRAÇA... UMA PICA VAMO FUDÊ? VOCÊ É INTELIGENTE, COM CERTEZA, VAMO TRANSAR E A CENA QUE SE SEGUE É A DANCINHA DO VAQUEIRO QUE É DO CARALHOOOOOO BESTA DESALMADA FÚTIL ARROMBADA ABOBADA SEM PAI DESNATURADA PINGO DE MIJO CURVA DE PAU TORTO ADVOGADO DA GRETCHEN APATRIADO DOIDO CUIDADOR DE IDOSOS MAL AMADO LAMBE BOTA DE PM SOMELLIER DE DECEPÇÕES YOUTUBER SAPATILHA JEZEBEL TONTO DESVIADO CABELO DO THIE ROCK NA ERA LOIRA INFELIZ SATANÁS ENVIADO PRA DESTRUIR IGREJAS MORADOR DE SODOMA GLANDE FEIA CÁLICE DE PORRA CHORAM AS ROSAS BRUNO E MARRONE GORDO SAFADO MAMUTE DA TETA SUADA DESEMBESTADO JEGUE DANÇARINO DANADÃO SONIA ABRAÃO SEM MORAL EXIBICIONISTA ANCAP MISERÁVEL FARISEU PRAGA DO EGITO CRACUDO DOIDO FILHO DO ALEXANDRE FROTA ARTISTA DE FURRY POETA DA BOCA DE LIXO GALO GORDO IMPURO FILHO PRODIGO POSSUIDOR DE TRANSTORNOS SÉRIOS VÔMITO DA LOLLY PARA MENINAS BICHONA EMO BAIANO CAGA GROSSO CU DE FOSSA ORELHINHA DE JUMENTA COMEDOR DE ANÃO CUECA BOXER PEQUENOS ESPIÕES 3 BURRO CASCA FINA SACO MOLHADO BUNDA ROSA UNHA PINTADA DE VERDE DADO DOLABELLA COALA DO CARALHO JACARÉ DO É O TCHAN CARIOCA BOQUINHA DE VELUDO MOCRÉIA DEPRESSIVO FADA SENSATA CAPOEIRA MATA UM ZUM ZUM ZUM ATAQUE DOS PALHAÇO LOCO MEXILHÃO FEIO AQUI É SUA TIA QUERIDO! SE LEU ATÉ AQUI SAIBA QUE TITIA TE AMA! SACO DE MERDA COM VÔMITO DESMORALIZADO COROINHA DO QUINTO DOS INFERNOS PSICÓTICO INSONIOMANÍACO PAPETE DA M4NU G*SSAVI INFÉRTIL MEU SACO MURCHO NO FRIO IMPURO BUCETA FEDIDA DE GORDA MAL AMADA BRIOCO MAL LAVADO ÁGUA DE CHUCA DE UM VIADO COM DIARREIA CHIBUMBA CHIFRUDO DO TAMANHO DO BURJ KHALIFA TEU PAI É O ARTHUR MAMAEFALEI SEU POUCA-VALIA SEU FRALDA GERIATRICA BACURA FILHO DE UMA PISTOLA SEM BALA DESFORNICADOR EMPATA FODA GONORREIENTE DESVIADO DO CAMINHO DO SENHOR IMPIO MACHORRA MOCORONGO CEGO SURDOMUDO ANALFABETO EM LINGUAGEM DE LIBRAS PASPALHO POSTULENTO *RESPIRA MAL AMADO SULISTINHA FUDIDO JURADO DO SILVIO SANTOS PUNHETEIRO FANTASMA CHEIRADOR DESCABELADO EMPATA FODA TCHOLINHA SEM CULTURA POESIA PRA VOCÊ VIA MESTRE SKYLAB: DEDO, LÍNGUA, CU E BOCETA, DEDO, BOCETA, LÍNGUA E CU. DEDO NA LÍNGUA, LÍNGUA NO DEDO, CU NA BOCETA, BOCETA NO CU. DEDO NA BOCETA, LÍNGUA NO CU, LINGUA NA BOCETA, DEDO NO CU, DEDO, LÍNGUA, CU, BOCETA TAMBÉM, BOCETA VEZES DEDOS, NOVES FORA CÚ. LÍNGUA, LÍNGUA, LÍNGUA, DEDO NO CU, DEDO DE BOCETA, LÍNGUA DO CU. DEDO, LÍNGUA, CU E BOCETA, DEDO, BOCETA, LÍNGUA E CU. GOSTOU NÉ? GOSTOU PORQUE VOCÊ É UM DESCARADO MALDITO SEM PAI MOLESTADOR DE TRAVESSEIRO INFELIZ E DIGO MAIS: SEU CARLOS BOLSONARO IMBECIL REMELENTO ROLINHA MILIMETRICA PAUZINHO MICROSCOPICO TETUDO SUA BUNDA PARECE UMA BUCETA SEU XEXEQUENTO MAU CARÁTER GOLPISTA CLONADOR DE CARTÃO SEM FUTURO SACANA RETARDADÃO NEM SUA MÃE GOSTA DE VOCE SEU CAMINHÃO DE LIXO QUE PASSA AS SETE DA MANHÃ DE DOMINGO COM OS GARIS GRITANDO CAMINHÃO DO LIXOOOOOOOOOO E TE ACORDA PARTICIPANTE DE CULTO SATANISTA PACTEIRO DE BELZEBU SUA NAMORADA TE ABANDONOU PELO SEU VÍCIO EM FILMES RUSSOS CULT SEU ZERO A ESQUERDA CURTIDOR DE KPOP U DO URUBU ABANDONADO NA FRENTE DO ORFANATO SACOLA DE MERCADO CHEIA DE BARRINHA DE CEREAL SEXTA FEIRA MUITO LOUCA POCT POCT POCT PÓ FICA DE 4 NOIS BOTA SEM (???) TREPA TREPA TREPA TREPA TREPA VIGÉSIMA SINFONIA DE BEETHOVEN FILHOTE DE HITLER BROXADÃO CRIADO POR RATOS MOGLI O MENINO BROXA SEU DROGADINHO DO CARALHO SEU PAI FUMA PRENSADO COM PÉ DE INSETO DENTRO JACK FUDIDO BOCA DE PELO SEU REVIEWER DE LETTERBOXD DINGO BEL DINGO BEL SEU PAU É MURCHO QUE NEM MEL ESQUIZOFREUD SEU TEXTOS CRUEIS DEMAIS PRA LER RAPIDAMENTE AMANTE DA POESIA DE RUPI KAPUR FÃ DO FILME HER POIS É AMIGO EXISTE UMA RAZÃO PRA SUA FAMÍLIA NÃO TE CHAMAR PRO CHURRASCO NO DOMINGO E O MOTIVO É ESSE SEU CHEIRO DE MIJO COM CEBOLA SEM PAU MURCHÃO INCEL FUDIDO ATÉ O TALO UMBIGO SALTADO PRA FORA OUVINTE DA JOVEM PAN CAUBÓI CHORÃO TU GOSTA É DE PESQUISAR POR ROLA BONITA E VERDE NO GOOGLE MAMADOR DE SHREK FUDIDO TU NÃO TEM AMOR PELA SUA PRÓPRIA INTEGRIDADE COMO HUMANO VERMEZINHO DO INFERNO EU ESPERO QUE MORRA DA FORMA MAIS INFELIZ POSSÍVEL SEU LIXO DO CARALHO VOCE VAI COMPRAR COCAINA ATRÁS DA ESCOLA E TE VENDEM MAIZENA POR 100 REAIS SEU BURRÃO BEBEDOR DE PORRA DO CARALHO SUA MÃE OUVIU BTS UMA VEZ E FALOU QUE PREFERIA QUE VOCE FOSSE QUE NEM ELES SEU DESMAMADO TETA DE VACA PIERCING NO CU VOCE CHEIRA A SALGADINHO DE PIMENTA COM PRESUNTO SEUS PAIS CHORAM NO BANHO QUANDO LEMBRAM QUE VOCE GOZOU QUANDO SUA PRIMA TE DEU UM BEIJO NA BOCHECHA VOCÊ ACHA QUE É ENGRAÇADÃO NÃO É? POIS É AMIGO NINGUÉM NUM RAIO DE 200 KM TE SUPORTA SEU ASPIRANTE A TOALHEIRO VOCÊ MERECE CASAR COM UM CACHORRO COM SARNA PRA APRENDER OS PRAZERES NÃO ESCRITOS DA VIDA, VOCÊ PENSA NISSO E FICA EXCITADO SEU DEGENERADO, VOCÊ PENSA NAS NUANCES DA NOBRE ROLA DE UM CACHORRO E NÃO MEDE ESFORÇOS PRA AGARRAR ESSE SEU PINTO MIXURUCA E COMEÇAR A SE DIVERTIR COM AS MAIORES ATROCIDADES DESSA MENTE DOENTIA, FURRO MERDA VOCÊ CORTA CARNE COM TESOURA ESCOLAR E VOCE COME O RESTO DE COMIDA QUE FICA NO RALO DA PIA SEU ESQUIZODOIDO ASPIRANTE A JACK NICHOLSON EM O ILUMINADO APOIADOR DO CHRIS BROWN ESCARNECEDOR IMPIO CAVALO DA CARROÇA DO FARAÓ FILHO PRÓDIGO MÃEFODEDOR BUNDABURACO SEU CLIENTE DA NEXTEL ANARCOCAPITALISTA IMITADOR DO PAULO KOGOS QUANDO VOCE FALA DEUS VULT SUA MÃE EVANGELICA TE METE O CHINELO SEU NAZIPARDO FUDIDO AO QUE PARECE A DEDADA NO CU QUE O PADRE SÉRGIO TE DEU 7 ANOS ATRÁS NÃO FOI SUFICIENTE POIS VOCÊ AINDA PENSA NAQUELA ENORME SALSICHA QUE ERA O DEDO ANELAR DO VELHO HOMEM, AINDA FICA FELIZ PENSANDO NO ATO REPUDIÁVEL E NOJENTO QUE ESTE CONSUMOU, VOCÊ PARECE TRAUMATIZADO E NO FUNDO SABE QUE A SOCIEDADE TE JULGARÁ INEVITAVELMENTE, TAL QUAL FAÇO NESSE EXATO MOMENTO. A MENTE DOS HOMENS É UM MISTÉRIO PRA TODA A ETERNIDADE E VOCÊ SABE DISSO MELHOR QUE QUALQUER UM; QUANTAS FORAM AS NOITES ÍNSONES QUE PASSOU ATÉ PODER SE SENTIR MINIMAMENTE BEM CONSIGO? POBRE GAROTO, VOCÊ AINDA SERÁ CHAMADO DE PODRE POR MUITOS! NÃO SE ACANHE, CÁ ESTOU PRA TE DESGRAMAR SEU MALDITO TEU PAI É GOGOBOY E SUA VÓ É STRIPPER BANANÃO QUANDO UMA MULHER TE VÊ ELA LIGA PRA POLICIA ACHANDO QUE VIU O CTULHU SUA MENTE É PERTURBADA VOCÊ VÊ FANART DE FURRY E SE MASTURBA ENQUANTO IMAGINA UMA VELHA GORDA PISANDO EM VOCÊ COM O PÉZÃO 48 DELA SEU ESCUTADOR DE MUSICAS QUE TOCAM NA C&A DOIDO BURRO SUA CARA É UMA MISTURA DE VOLDEMORT COM SMEAGOL SEU ROMANTIZADOR DE LOLITA SUA ALMA É PODRE NEM TOMANDO MIL E QUINHETAS BOMBAS VOCE IRIA FICAR FORTE MAGRELO FUDIDO FRACO MOMENTO MELHOR CENA DO HUMOR MUNDIAL E O QUE FEZ O GATO ANTES DE SAIR PRA RUA? O MORDEU E 2 MINUTOS DEPOIS? VOLTOU A MORDE-LO E 5 MINUTOS DEPOIS? VOLTOU A MORDE-LO E 10 MINUTOS DEPOIS? VOLTOU A MORDE-LO E 20 MINUTOS DEPOIS? VOLTOU A MORDE-LO COMO SE CHAMA ISSO? REMORDIMENTO HAHAHAHAHAHAHA GOSTOU PILANTRA? NÃO CONSEGUE LEVANTAR NEM UMA FOLHA DE PAPEL SEU HITLERZINHO AFINAL ÉS TÃO HORRÍVEL QUE PARECE UMA MISTURA DE HITLER MUSSOLINI IMPERADOR HIROITO VLAD O EMPALADOR GENGHIS KHAN E AS FADAS SENSATAS SEU NOJENTO ESCUTA AQUI SEU BORBOLETINHA NA COZINHA QUE FAZ PORRA QUENTE PRA MADRINHA SEU ESCRAVOCETA FAZENDO AS COISAS POR MULHER INGRATA SEU PERNA DE PAU OLHO DE VIDRO E NARIZ DE PIKA DURA NENHUM DOS SEUS FAMILIARES QUER SER ASSOCIADO COM SUA EXISTÊNCIA MISERÁVEL E ESTÚPIDA, SEU DESCONTROLADINHO QUE BATE PUNHETA PRA RULE 34 DE AVIÃO DA BOEING QUE SOFREU ACIDENTE E AS VÍTIMAS NUNCA FORAM ACHADAS JÁ QUE ELAS ESTÃO NO OCEAN, SEU LIXO POUCA BOSTA. QUANDO VOCE VAI CAGAR A BOSTA OLHA PRA SI MESMA COM DESGOSTO POR TER SAÍDO DESSE BURACO ONDE JÁ ENTROU A BONECA BARBIE DA SUA IRMÃ MAIS NOVA, SEU PERVERTIDO DESGRAÇADO O PLANO DA NASA DE COLONIZAR MARTE NÃO É ATOA NÃO PARCEIRO, NINGUÉM AGUENTA MAIS LEMBRAR QUE VIVE NO MESMO PLANETA QUE VOCÊ, SEU CACHORRO BILLYZINHO FUGIU DE CASA E SE JOGOU NA FRENTE DE UM CAMINHÃO PRA ACABAR COM O SOFRIMENTO QUE ERA TER UM ULTRA FARO E SENTIR SEU CHEIRO DE EGIRL IMPREGNADO EM TUDO QUE É CANTO SEUS PAIS SÓ NÃO TE TROCARAM POR UM PEIXE PALHAÇO PORQUE VOCÊ NÃO VALIA NEM UM TERÇO DO NECESSARIO, E OLHA QUE ELES TENTARAM PASSAR A PERNA NO VENDEDOR, IMUNDO MERDALHEIRO ALA PERA PERA PERA LIGUEI AQUI PRA CÂMARA DOS DEPUTADOS ELES TÃO QUASE APROVANDO A LEI QUE TORNA CRIME SUA APARIÇÃO EM PUBLICO PORRA QUE LINDO VAI VIRAR CRIME VOCÊ MOSTRAR PRA ESSA CARNE CRUA MASTIGADA QUE VOCÊ CHAMA DE FACE E EU TO EXTREMAMENTE FELIZ, SÓ DE PENSAR NO CONCEITO DA EXISTÊNCIA DESSE SEU NARIGÃO DE BATATA EU ME VOMITO TODO SABIA? CHORUMOSO CAGALHADO, VOMITO A COZINHA, A SALA, OS QUARTOS, O SÓTÃO E OPA MINHA CASA TA TODA REDECORADA SÓ POR EU TER ME AVENTURADO EM PENSAR NA DESGRAÇA QUE VOCÊ É, AMALDIÇOADO DE OITO ANOS MENTAIS PIRIRIMPIRIRIMPIRIRIM ALGUÉM LIGOU PRA MIM ADVINHA QUEM É? É ISSO MESMO É O BOLA DE GOZO ELE TA VINDO TE ARREGAÇAR FILHA DA PUTA SORO POSITIVO DO CARALHO TU PEGOU AIDS COM UM ANÃO CALVO E EU SINTO PENA DO PEQUENO HOMEM POR TER QUE COMPARTILHAR ALGO TÃO ESPECIAL COM ALGUÉM TÃO ESBAGAÇADO QUE NEM VOCÊ SEU TRAFICANTE DE VIBRADOR SEM FAMÍLIA MACACO PREGO DESGRAÇADO EU ESPERO QUE VOCÊ TROPECE E ARREGACE A CABEÇA NO MEIO FIO PRA ACORDAR DE UM COMA EM 21 ANOS E DESCOBRIR QUE TODOS OS SEUS PARENTES MORRERAM CARALHOOOOO VOCÊ VAI CHORAR DIA E NOITE ENQUANTO EU TOCO O PUNHETÃO MAIS GOSTOSO NA SEPULTURA DA SUA MÃE E RIO MUITO COM ESSA LEITADA TÃO RADICAL PIOR QUE TU É GORDO NÉ MANO, MAS GORDO MEMO SEU FUDIDO FUI TE DAR UM ABRAÇO TIVE QUE ALUGAR 14 JOGADORES DE BASQUETE PRA FAZER UMA CIRANDA E CONSEGUIR FECHAR ESSA SUA CIRCUNFERÊNCIA DE PURO DESGOSTO E GORDURA ELA NUNCA VAI TE NOTAR CAMARADA, VOCÊ VAI CONTINUAR GOZANDO PRA MENININHAS ANIME E O ELA VAI TA SENDO TORADA PELO TALLL DO MANDRÁÁÀĂKĶƏ DAS QUEBRADA PENSANDO NA SORTE QUE ELA TEM DE TER ALGUÉM ASSIM ENQUANTO VOCÊ CHORA SE AFIRMANDO UM CARA LEGAL, CADA VEZ MAIS PATÉTICO AOOOOO POTENCIAL DE DAR O CU DESGRAÇADO BAITOLÃO BRINCA AQUI COM MEU SACO FILHO DE UMA CONCUBINA, QUER BRIGAS FODA? QUE TAL SUA MÃE VS DIETA? LOL AQUELA IMENSA OU SERÁ TEU PAI VS RUSSIA AQUELE BAITOLA?????? TENHO MUITO MAIS A DIZER: VOCÊ É TÃO NOJENTO QUE SEU MAIOR VÍCIO É CHEIRAR GOZO EM PÓ ENQUANTO BEBE O CÁLICE DE PORRA, SEU BEBEDOR DE GOZO DO CARALHO. MAS SABE O PIOR? É QUE É A SUA PORRA, JÁ QUE NENHUM HOMEM DEIXARIA VOCÊ MAMAR A PICA DELE CONSENSUALMENTE, SEU FUDIDO CARA DE BALÃO DO CARALHO. SUA CARA É TÃO FEIA QUE PARECE UMA ARGAMASSA DE BUCETA, LEROY MERLINZINHO DE MERDA, PARECE UM BONECO DE CERA COM ESSA MERDA DE CARA ESPINHENTA NOJENTA QUE NEM 500 LITROS DE ROACUTAN CONSEGUEM MELHORAR ESSA SUA SITUAÇÃO, ANÊMICO FILHO DA PUTA. FALANDO EM ANEMIA, PARECE VOCÊ, SEU MAGRELO ZÉ PALITINHO DE ENFIAR NO DENTE DO CARALHO, GINA COM PÊNIS SNIF SNIF MINHA NOSSA QUE CHEIRO DE IDOSO MORTO HÁ MAIS DE 3 SEMANAS DE QUEM SERÁ QUE- AH SIM! SEU SUVACO DESGRAÇADO E ESSA PIZZA DE 2 MESES QUE TU CARREGA SEU DESALMADO COMO PODE LEMBRAR DE JOGAR LOL O DIA INTEIRO E FINGIR QUE ESSE ABORTO ESMERDALHADO NÃO DORME NA SUA AXILA? NÃO EXISTE PESSOA SÃ NESSE PLANETA QUE NÃO CONCORDARIA EM TE PRENDER NUM ZOOLÓGICO. OS BABUÍNOS TE TEMEM SÓ PELO CHEIRO SEU BUCETADO QUE DESFEITA UOPA UOPA QUE ANIMAL DE TETA É ESSE QUE ESTOU VENDO? AH É, É VOCÊ SEU PORCO DO CARALHO, VOU ATÉ TE CHAMAR DE POLICIAL, FILHO DA PUTA BACON DO CARALHO. BACONZITOS. É ISSO QUE VOCE É! ALIÁS, VOCÊ TEM CHEIRO DE BACON MESMO. BACON DE UM PORCO TORTURADO DEBAIXO DO PORÃO DO CHARLES MANSON E QUE FICOU PODRE, SEU ARREGAÇADO ARGENTINO ARREGÃO. BIP BIP ALERTA DE CU BIZARRO REPITO ALERTA DE CU BIZARRO AMIGÃO VOCÊ TA PRESO DE ACORDO COM O ARTÍCULO DOZE DA MINHA PICA ALVEJANDO SUA MÃE SEU CU PARECE TANTO SUA CARA QUE EU FICO CONFUSO DE ONDE OLHAR NA HORA QUE VOU CONVERSAR CONTIGO (MEU GUILTY PLEASURE) EU TE ODEIO MAIS DO QUE ODEIO A TAYLOR SWIFT E OLHA QUE ELA ESQUARTEJA BEBÊS PRO CULTO DELA DE SWIFTERS SEU COCÔZÃO NINGUÉM TE LEVA A SÉRIO VOCÊ SE ACHA O REI DA IRONIA, BABACÃO CABEÇA DE NÓS TODOS TETA DE VÉIA FAGOTEZINHO HAHAHAHA MAS VOCÊ AINDA TA LENDO ESSA COPYPASTA??? MAS VÁ SE FUDER AMIGO TU ACHA QUE TA FAZENDO O QUE? ABSORVENDO CONTEÚDO? GASTANDO TEMPO? AMIGO INDEPENDENTE DO QUE VOCÊ ACHA, A RESPOSTA É QUE VOSSA SENHORIA É EXAGERADAMENTE BICHONA E SÓ CONSEGUE SORRIR QUANDO ENFIA UM PACOTE INTEIRO DE SALAMITOS NO CU. O TIÃO DO TRATAMENTO DE ESGOTO AINDA QUESTIONA O MOTIVO DOS TOROÇOS ANDAREM VINDO QUE NEM O PINHEAD COM OS GUERREIROS DE SALAME QUE SOBREVIVERAM AO OCRE QUE É ESSE SEU BURACÃO SEM AMOR, FALAÍ, CHUPETINHA DE COCÔ, ESSE TEU BAFO AÍ É DE QUÊ? DE BOSTA QUE VOCÊ COMEU PELO SEU FETICHE EM SCAT? DE PORRA? DE PELO DO CARALHO DO TEU PAI? AH, DEVE SER DAQUELE CADAVER DE UMA CRIANÇA QUE VOCÊ COMEU SEM NEM ESQUENTAR, SEU PSICOPATA PERTURBADO XUPISCO WHEY PROTEIN DE PIROCA. VOCÊ NÃO PASSA DE UM VIADINHO QUE AMA SENTAR NUM CANAVIAL DE ROLA E ASSISTIR FILMES PSEUDO CULT PRA IMPRESSIONAR A GAROTA DA SUA SALA QUE TEM HORROR A VOCÊ E FOGE DE TI SEMPRE QUE TE VÊ, COM MEDO DE ACABAR MORTA NUMA VALA PELO SEU OLHAR DE QUEM NUNCA VIU UMA BUCETINHA GOSTOSA NA VIDA, FRACASSADO NERDÃO. VASELINA DE ACENDER CUZINHO DE VELHO GORDO ESQUIZOFRENICO GORDO QUILOS MORTAIS DO CARALHO, URUBU LIXO. VOCÊ NÃO É NADA MAIS NADA MENOS QUE UM GRANDE TOLETÃO DE BOSTA, UM ENORME TOLETÃO DE ESTERCO, DE COCÔ, DE MERDA, DE FEZES, SEU TROGLODITA IRRESPONSÁVEL, NEM PRA SER UM OGRO DO CARALHO. PERDÃO AOS OGROS, JÁ QUE ELES SÃO LEGAIS, SHREK TÁ AÍ. VOCÊ É SÓ UM TOSCO, UM SAPO DO OLHO COSTURADO. BOM DIA PRA VOCÊ, MOTIVO DA CRIAÇÃO DESTA LEI QUE PREVÊ COMO CRIME O ATENTADO AO PUDOR, COMO VAI? ANDA SE SENTINDO BEM COM O ENORME PESO DE SER A DEFICIÊNCIA DA NOSSA SOCIEDADE? O BASTARDINHO RODELA DE FURICO COM ESPINHA? EU ESTOU AQUI PARA TE AJUDAR MEU RAPAZ, ACREDITE. VEJA POR EXEMPLO MEU DEDÃO DO PÉ DIRETAMENTE NO SEU OLHO SEU TERATOMA EM FASE ADULTA CURIÓ DO BICO AMARGO PIERCING NA TETA DA DAMARES UIUI PASSIVO AGRESSIVO UIUI PRIMEIRAMENTE VADIA DE BERMUDA, QUEM PASSA AQUI É SUA NAMORADA PASSA MAL VENDO O PEPINO DO PAPAI A AGRESSÃO FICA POR CONTA DO RABÃO DELA QUE JÁ TA ROXO DEPOIS DE ENTRAR EM CONTATO COM MINHA PÉLVIS FURIOSA MLK, FICA ESPERTO AÍ SOMMELIER DE PIROCA TORTA, JÁ QUE O DESEMPREGO TÁ AUMENTANDO E NINGUÉM VAI QUERER CONTRATAR UM XUPINGA PICA MOLE MICROSCÓPICA QUE NEM TU, SIRIGAITO DO CARALHO. VOCÊ DEVIA PARAR DE BATER PUNHETA PRA HENTAI DE CARRO TETUDO E SAIR DO SEU QUARTO, BICHO PREGUIÇA DA PORRA. AH, ESQUECI QUE VOCÊ É TÃO, MAS TÃO TOSCO QUE NEM SUA MÃE QUER OLHAR PRA TUA CARA DE RESTO DE ABORTO. LEMBRA DO SEU PARTO? NÃO NÉ SEU FILHO DA PUTA, MAS QUANDO SUA MÃE GRITOU DURANTE A CIRURGIA NÃO FOI POR DOR E SIM POR SENTIR QUE ESTAVA DANDO LUZ A UM RASCUNHO DO DIABO MAL FEITO CAGADO ESPIRRADO CHUTADO CHORADO E MIJADO. SUA CABEÇA PARECE UMA RASPADINHA DE CASPA, JÁ QUE VOCÊ NÃO LAVA ESSA IMUNDICE FAZ CINCO ANOS, CHEGA CRIOU NINHO DE RATO AÍ NESSA MERDA. QUASÍMODO FILHO DA PUTA, ESSAS COSTAS TODA TORTA VOCÊ ANDA DEITADO POR ESSA INCLINAÇÃO FUDIDA, SEU DESCOMUNGADO. AH, ME DISSERAM (COM LAUDOS MÉDICOS CONFIRMANDO) QUE VOCÊ É PORTADOR DA SÍNDROME DO BUMBUM GORDO GULOSO NECESSITADO DE PIROCA, ESSA BUNDA É UM PORTA-VIBRADOR, SÓ LEVA PIROCADA DE PLÁSTICO JÁ QUE NINGUÉM OUSA ENTRAR NESSA CAVERNA DO DRAGÃO, FEDIDA ESCURA E INFINITA. A INSPIRAÇÃO AÍKKKKKKKKK: "FILHO DA PUTA, VOU COMER SEU CU. ARROMBADO DO CARALHO, SUA MÃE ALUGA A BUCETA PRA COMPRAR FIXADOR DE DENTADURA PRO SEU PAI, AQUELE CORNO BROXA. CHIFRUDO, VOU ENFIAR MEU BRAÇO NO SEU ÂNUS E ARRANCAR SEU INTESTINO. LOGO DEPOIS VOU ENFORCAR SUA AVÓ COM ELE, AQUELA VELHA BISCATE QUE FAZ CROCHÊ PRA FORA EM TROCA DE PICA. SUAS TIAS TÊM PÊLO NO DENTE E SUA IRMÃ TEM POLENGUINHO NA VIRILHA, SEU GRANDE FILHO DA PRÊULA. SUA MÃE DAVA LEITE DA CABEÇA DO PAU DO SEU PAI PRA VOCÊ BEBER, FILHO DA PUTA. ISSO MESMO, VOCÊ TOMAVA MAMADEIRA DE PORRA DESDE CRIANÇA. POR ISSO É O RETARDADO MENTAL QUE É HOJE, SEU ZÉ BEBEDOR DE SUCO DE CARALHO. O PADRE TE BENZEU COM ÁGUA PARADA, HOJE VOCÊ SOFRE OS EFEITOS RETARDADOS DO AEDES AEGYPT QUE SE ALOJA DENTRO DO SEU OUVIDO, SEU MONTE DE ESTERCO. SEU AVÔ ARROMBADO USA FRALDA E TE OBRIGA A LIMPAR OS CAGÕES DELE COM UMA COLHER DE DANONINHO, SEU CAPACHO DO CARALHO. SUA MÃE TE FAZ DORMIR COM O REX, AQUELE CHIUAUA FILHO DA PUTA E CHEIO DE SARNA. E DURANTE A MADRUGADA O REX ABUSA SEXUALMENTE DE VOCÊ, ATÓLA A PATINHA DENTRO DESSE SEU CU PELÚDO, SEU FRACASSADO. LEMBRA DA JANDIRA, AQUELA SUA PRIMA MONOTETA ? POIS É, ENFIEI UM TACO DE BASEBALL NO CU DELA. A MÃE DELA DEU O FLAGRANTE NA GENTE E AO INVÉS DE FICAR BRAVA, PEDIU O TACO EMPRESTADO. VADIA DO CARALHO ESSA SUA TIA, SÓ PODE TER APRENDIDO COM SUA MÃE, AQUELA BISCATE. QUE ALIÁS, CONTINUA CHUPANDO O CARALHO DO ZÉ DO PACOTE, O TRAFICANTE QUE MORA AÍ DO LADO DA SUA CASA DE BARRO, SEU FILHO DUMA MACONHEIRA VAGABUNDA. O CABELO DA SUA MÃE É TÃO RUIM QUE ELA FAZ CHAPINHA NOS PÊLOS DO SOVACO E USA UM DESODORANTE COM CONDICIONADOR CAPILAR, AQUELA VELHA CARCOMIDA DESGRAÇADA. VOCÊ FOI ENCONTRADO NO LIXO, SEU MERDA. E ATÉ HOJE SUA MÃE PEDE DESCULPAS PRA DEUS PELO PEDAÇO DE MERDA QUE PARIU. ATÉ TE EMBALOU NUM SACO PRETO ANTES DE JOGAR NO LIXO, MAS VOCÊ É TÃO HORRÍVEL QUE UM MENDIGO TE ENCONTROU E QUASE TE COMEU ACHANDO QUE TU ERA UMA LAZANHA, SEU ESCROTO FILHO DA PUTA. SEU PAI VENDE CARTA DE MAGIC ROUBADA PRA JOGAR UMA HORA NA LAN HOUSE E ENTRAR EM SITE PORNÔ. DEPOIS ELE SE MASTURBA E GOZA DENTRO DO SEU TRAVESSEIRO. ISSO MESMO, AQUELA MANCHA BRANCA QUE INSISTE EM APARECER TODA VEZ QUE VOCÊ ACORDA NÃO É SUA SALíVA, SEU FILHO DA PUTA. VOCÊ SEMPRE FOI O MAIS ALOPRADO DA CLASSE. LEMBRA QUANDO ENFIARAM UM GIZ NO SEU CU ? VOCÊ FICOU UMA SEMANA CAGANDO BRANCO, PARECIA GESSO. E QUANDO VOCÊ IA RECLAMAR COM A PROFESSORA, ELA TE MANDAVA CALAR A BOCA. AQUELA VELHA SEMPRE SOUBE QUE VOCÊ TEM PROBLEMAS MENTAIS, SEU RETARDADO. AÍ VOCÊ TINHA QUE CALAR ESSA SUA BOCA ENQUANTO O GIZ DERRETIA DENTRO DO SEU INTESTINO, HAHA. FRACASSADO, VÊ SE PASSA UMA GILLETTE NESSE SEU BIGODINHO RIDÍCULO. TU PARECE O MANO BROWN, PORRA. E DÁ UM JEITO NESSAS SUAS TETINHAS DE BRIGADEIRO, ELAS ESTÃO COMEÇANDO A FEDER. TODA VEZ QUE EU PASSO DO SEU LADO, SINTO CHEIRO DE CACHORRO MORTO. QUE ALIÁS, SE ASSEMELHA AO CHEIRO DA XAVASCA DA SUA MÃE, AQUELA LEITOA MALDITA. DIZ PRA ELA CONGELAR O FEIJÃO QUE HOJE EU VOU CHEGAR TARDE, SEU PUTO. SEU FILHO DUMA PUTA DO CARALHO SE ENXERGA PORRA… VAI TOMAR NO MEIO DA ÍRIS DO OLHO DO TEU CÚ SEU FILHO DUMA VENDEDORA DE PIROCÓPTERO! SEU PAI VENDE BILHETE DE LOTERIA ESPORTIVA NA FRENTE DA SAPATARIA SEU FILHO DUMA PUTA DO CARALHO.! TOMARA Q SUA VÓ ESCORREGUE NO BOX ENQTO TIVER TOMANDO BANHO E CAIA DE TESTA NA SABONETEIRA SEU CORNO DO CARALHO.! QUERO MAIS EH QUE VC SE FODA JUNTO COM TODA A SUA FAMÍLIA AKELE BANDO DE CATADOR DE GARRAFA DO CENTRO COMUNITÁRIO.! SUA MÃE DA AULA DE MAMULENGO PROS PRESIDIÁRIOS DO CARANDIRÚ SEU FILHO DA PUTA.! SEU PAI ANDA PUXANDO UMA CARROÇA PELA CIDADE CATANDO PAPELÃO PRA DEPOIS FAZER UM PACOTÃO E VENDER TUDO POR 1 REAL! SUA MÃE ENCAPA SEUS LIVROS E CADERNOS COM SACO DE ARROZ TIO JOÃO SEU FILHO DUMA LAVADERA DO CARALHO.! SEU PAI VENDE REDE NO FAROL SEU FILHO DA PUTA.! SEU AVÔ CONSERTA PANELA DE PRESSÃO E AMOLA FACA DE PORTA EM PORTA SEU FILHU DUM PÉ DE AIPIM.! SEU PAI FAZ CARRETO DE KOMBI PORRA… CARALHO.! VAI TOMA NO CÚ SEU FILHO DA PUTA EH ESSA PORRA DESSE CARALHO ESPACIAL VUANU ATRÁS DE VOCÊ PORRA VAI TOMA NO CÚ CARALHO.! QUERO MAIS EH Q VC SE FODA E QUE A TOWNER Q SEU PAI USA PRA TRABALHAR (PERUEIRO FILHO DA PUTA) PEGUE FOGO COM VC, SUA MÃE, SUA IRMÃ, SUA VÓ E MAIS 3 CLIENTES… SEM CONTAR TBM Q QUERO Q TENHA INFILTRAÇÃO NO SEU BARRACO TODO.! QUERO Q SUA FAMÍLIA TODA SEJA VÍTIMA DUMA EPIDEMIA DE MALÁRIA E FEBRE AMARELA.! E DIGO MAIS! DESEJO QUE VOCÊ TENHA CANCER NO CÉREBRO E QUE SUA MÃE CAIA COM O CÚ NA QUINA DA MESA DA SALA.! SUA MÃE GUARDA PÉ DE MOLEQUE E SUSPIRO QUE ELA FAZ PRA VENDE EM PACOTE DE MANTEIGA CAMPESINA SEU FILHO DUMA BISCATE RAMPEIRA E SEM DONO DO CARALHO QUERO MAIS EH Q VC MORRA JUNTO COM TODA SUA FAMÍLIA PORRA CARALHO VAI TOMA NO CÚ MERDA VAI SE FUDER… FILHO DUM SACO DE ADUBO MANAH…! SEU PAI FAZ GLOBO DA MORTE DE BARRAFORTE COM SUA MÃE NA GARUPA FILHO DA PUTA.! SUA MÃE AGUENTA A TORCIDA TODA DO CORINTHIANS E DO FLAMENGO SOZINHA E AINDA PEDE BIS SEU CORNO DO CARALHO, FILHO DA PUTA! SEU PAI É FEIRANTE AQUELE CORNO VENDEDOR DE ALFACE! SUA MÃE PEDE ESMOLA JUNTO COM TEUS TIOS NA FAROL AQUELA MULAMBA DO CARALHO!…SEU MÃE VENDE AMENDOIM SEM CAMISA NO ESTADIO DE FUTEBOL SEU FILHO DUMA VAGABUNDA VADIA! SEU PAI É GAY IGUAL A VOCE SEU FILHO DUMA CADELA SARNENTA, PEGUEI ELE NA GRAVAÇÃO DO PROGRAMA DO LEÃO LOBO PARTICIPANDO DE UMA SURUBA JUNTO COM O CLODOVIL SUA BICHA ENRUSTIDA DO CARALHO!… SUA MÃE É UMA PISTOLEIRA, (E DAS BOAS) FEZ SERVIÇO COMPLETO PRA MIM E PRA MINHA GALERA, SEU FILHO DE UMA VERDADEIRA PUTA MALDITA!…SEU PAI AQUELE CORNO DO CACETE É GARI, E SUA MÃE É VARREDORA DE RUA SEU FILHO DO CAPETA!… ESPERO QUE VOCE SE FODA, MAS QUE SE FODA MESMO, E QUE VOCE SEJA ATROPELADO POR UM TREM, E QUANDO SEUS PEDAÇOS CHEGAREM NO IML, O LEGISTA AINDA COMA SEU CU HAHAHAHA, ATÉ MORTO SE TA DANDO O RABO RAPAZ… SE FODE FILHO DE UMA RAPARIGA DO MATO…SUA MÃE DIRIGI CAMINHÃO COM AS TETAS DE FORA, AQUELA VACA GORDA FILHA DA PUTA! …SEU PAI TEM CARTEIRINHA VIP NO GALA GAY AQUELE TRANSFORMISTA DO CARALHO…PORRA! VAI SE FUDE SEU NERD DO CARALHO!… VOCE NÃO NASCEU, VOCE FOI CAGADO SEU MONTE DE MERDA DO CARALHO" SÃO MITOS DA COPYPASTA AO VIVÃO SEU PASSARALHO DE MERDA, SEU CANTO É COMO O ARROTO DE UM DRAGÃO DEFICIENTE QUE FICOU PRESO TRÊS MIL ANOS DEBAIXO DO CENTRO DA TERRA E QUE SONHA EM DESTRUIR SUA ALMA, SEU ANTICRISTO LEVA-PIROCADA. ALÉM DE TUDO, É UM PAU-MOLÊNCIO QUE OUVE ANAVITÓRIA ENQUANTO SE MASTURBA PRA FOTO DE CADÁVERES RUSSOS MEQUETREFE ABESTADO PÉ FEIO RUIM TIFE CÃO SATANAS DOS INFERNOS BOBONICA FEB PRETA TAPINHA NÃO DÓI ÉÉÉÉ MEU AMIGO É ISSO AÍ EU VOU COLOCAR A LETRA INTEIRA DE SORRIZO RONALDO E VOCÊ FIQUE BEM QUIETINHO PORRA SORRI, SORRI SORRI, SORRI SORRI, SORRI SORRI, SORRI WE WILL, WE WILL ROCK YOU (É O SORRIZO RONALDO) WE WILL, WE WILL ROCK YOU (SORRI, SORRIZO RONALDO) É O SORRIZO RONALDO SORRIZO RONALDO ESSE É O SORRIZO RONALDO ESSE É O SORRIZO RONALDO QUEM VAI TE TACAR A PIROCA O SORRIZO RONALDO CONVOCOU, CONVOCOU (OI) CONVOCOU (OI, OI) AÊ, GAROTO (OI, OI) É A VEZ DAS PIRANHA CARALHO! SORRIZO RONALDO SORRIZO RONALDO CARALHO! É O PICA DO YOUTUBE, ELE TÁ EMBRAZADO GERAL JÁ TÁ SABENDO QUE É O SORRIZO RONALDO PU TA QUE PA RIU TACRACATACARACATACARACATATATATATATACARACATACARACATACARACATATATATATA TATATATA TA TA DE VOLTA É O SORRIZO RONALDO SORRIZO RONALDO, ISSO NÃO É LEGAL É O SORRIZO RONALDO QUE CHEGOU QUANDO VÊ O SORRI, SORRI, SORRI, SORRI, SORRIZO RONALDO ESSE É O SORRIZO RONALDO DO YOUTUBE, O MAIS PICA DO BAGULHO LÁ VEM, LÁ VEM ELAS PODE SOLTAR, PODE SOLTAR VEM MULHER, VAI QUINHENTAS FOTOS POR MINUTO PODE SOLTAR, PODE SOLTAR FUDEU! É O SORRIZO RONALDO SORRIZO RONALDO ESSE É O SORRIZO RONALDO ESSE É O SORRIZO RONALDO QUEM VAI TE TACAR A PIROCA O SORRIZO RONALDO CONVOCOU, CONVOCOU (OI) CONVOCOU (OI, OI) AÊ, GAROTO (OI, OI) É A VEZ DAS PIRANHA CARALHO! SORRIZO RONALDO SORRIZO RONALDO CARALHO! É O PICA DO YOUTUBE, ELE TÁ EMBRAZADO GERAL JÁ TÁ SABENDO QUE É O SORRIZO RONALDO KMKMKKKJJJKJMEU TU NÃO SABE O QUE ACONTECEU OS CARAS DO CHARLIE BROWN INVADIRAM SUA MÃE ESTÚPIDA DE DOIS NEURONIOS CADEIRANTES ESSA ÉGUA BEBE ÁGUA USANDO UM GARFO É REALMENTE UM VEGETAL AMBULANTE FUI PERGUNTAR SE ELA TAVA GOSTANDO DA PIROCADA ELA FALOU ABLUBLÉBLUBLÉBLUUUUUUUUUU CARALHOOOOOO ELA NÃO GEME ELA SÓ U U UUUU FUI BRINCAR DE HE MAN COM SEU VÔ E ELE TAVA COM A ESPADA DE PLÁSTICO NO CU GRITANDO QUE TINHA A FORÇAKKKKKKKKK BRINCADEIRA! ENFIEI LÁ E AMEACEI ELE COM UMA FACA DE CORTAR PÃO, GRITOU QUE FOI UMA BELEZA QUANDO EU GOZEI NO OUVIDO DELE POOOOORRAAAAAAA TAPINHA NÃO DÓI VAI LATINO ESMAGUE MINHA BUNDINHA COMO FAZIA COM SUAS ITALIANAS NA FESTA NO APÊ VAMOS LATINO EU QUERO TAPÃO DE QUALIDADE LEVANTA AÍ MACACO
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2019.07.24 21:12 GattoAzulado Sou feio, gamer e namoro uma mulher perfeita. Alguém me belisca por favor?

Eu conheci minha namorada em um jogo online. Há 3 anos atras. No começo eu nem tinha certeza se ela era realmente uma garota, ou não, só achava que era uma pessoa legal que eu gostava de jogar junto, conversar. Com o passar do tempo eu gostava muito de jogar com ela, e eu vi nela uma pessoa muito empática, inteligente, alegre e etc. Ela é aquele tipo de pessoa que tem uma luz sabe. Enfim. Me lembro da primeira vez que ela sugeriu jogarmos e fazer ligação ao mesmo tempo. Gente, eu tive que fingir q meu microfone não funcionava. Porque ouvir a voz dela pela primeira vez, eu definitivamente não estava esperando. Eu tive um treco quase. Acho que me apaixonei de verdade naquele momento. A voz dela era tao linda, tao linda.. O negocio ficou pior quando eu vi a foto dela. Ela era linda, e eu sou um cara muito feio. Eu jamais imaginava ter chances com ela. (serio gente, as meninas da minha sala um dia fizeram uma votação e eu ganhei como o menino mais feio da sala) Mas o grande problema é q sentimentos por ela só foram crescendo, crescendo e isso me assustou muito. Eu tinha medo de confiar (já fui traído meus amigos, e não foi nada fácil), já estava quase achando q todas as mulheres são iguais e me achando tolo por acreditar no amor. Mas a gente conversava todo dia, jogava junto todo dia. E ela parecia muito feliz em jogar comigo, e sempre me chamava quando eu me sentia inseguro em chamar. Mas o sentimento falou mais forte meus amigos e eu me declarei pra ela. Ela ficou totalmente sem saber oq me responder, e eu não pressionei. Com o tempo ela foi demonstrando alguma coisa.. mas percebia q ela tb estava um pouco insegura. Ate o dia que ela aceitou me encontrar pessoalmente (por sorte moramos ate que perto, da pra se ver de trem) Gente, eu no inicio me senti como um escravo na presença de uma rainha. Minha auto estima era um lixo, e ela era linda de tirar o folego. Gente, eu nao sei oq aconteceu mas ela começou a gostar de mim, depois de um tempo nos beijamos e eu pedi ela em namoro e ela aceitou. Gente.. faz 2 anos que a gente namora. E nos nunca brigamos. Ela e tao legal, confia em mim, me passa confiança, adora jogar comigo, ela é literalmente minha melhor amiga. Conto tudo pra ela, e é tudo reciproco. Somos muito íntimos em todos os aspectos. Mas as vezes eu me sinto em um sonho. Com medo de acordar e pensar q eu fui idiota em acreditar nisso tudo. Eu ate falei com ela sobre casamento e ela ficou feliz, diz que me ama e pensa em levar a coisa a serio também. Gente, mulher perfeita existe e eu não sei se consigo acreditar nisso.
ps. eu não sou rico (bem longe disso), nem faculdade eu tenho ps2 : eu sou o primeiro namorado dela (ela tem 24 anos, e eu 21)
vlw gente por ler meu desabafo. Me perdoa por ser desconexo, não sou mto bom em explicar coisas
e ai. o que vocês acham?
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2019.07.20 05:16 Luruisa Oi, então isso é meio que o inicio de um livro que estou tentando escrever o nome dele é, Por Onde Andou?

PROLOGO
O encontro estava seguindo bem, Nathan nem havia percebido o tamanho desconforto de Melissa, afinal era uma boa atriz, ria das piadas sem graça e conversava como se estivesse na companhia de uma das amigas. Já estava cansada de fingir, quando ele se levanta para ir ao banheiro, no mesmo instante que lhe da às costas, colocou a cabeça entre as mãos por um reflexo, se perguntava o que fazia ali? Nesse momento a única coisa passava pela sua cabeça era que precisava encontrar uma desculpa para ir embora sem ter que dar mais explicações, queria dizer algo a ele se levantar e ir em direção da porta sozinha e desaparecer, ao menos até no dia seguinte... Desde o começo desse encontro estava se perguntando em que momento pensou que fosse uma boa ideia vir até ali, como poderia ter pensado que seria divertido, alias divertido era o exato oposto do que esse encontro estava se tornando.
– Melissa... Está tudo bem com você? – A pergunta surpreende, ela não ouviu ninguém se aproximar da mesa, mas aquela voz... Não podia ser... À voz era de Thomas, o que ele estaria fazendo ali, ela estava ficando louca, devia ser um delírio, mas ao erguer a cabeça...
– Thomas? - De onde ele saiu? Fazia tempo que a estava observando? E o mais importante porque ele está parado ali, a encarando tão profundamente que parecia mergulhar em sua alma a procura de respostas que ela desconhecia.
– Você está bem? – Ele repete a pergunta para tirá-la do amontoado de pensamentos que rodeavam sua mente.
– Sim, estou... – falou perdida ao olhar dentro de seus olhos, ele parecia preocupado. – E você, como está? – Ela pergunta tentando sorrir e ignorar tudo que pulsava em seu peito.
– Eu estou bem. – Ele coloca a mão no ombro de Melissa, o que a fez se contrair. – Ei, o que houve?
– Nada vou ficar bem... – diz sem conseguir olhar nos olhos de Thomas, ela estava mentindo e não sabia como, mas ele a conhecia tão bem ao ponto de saber quando não insistir mais.
Ele passa a mão em seu braço enquanto a observa, ela nunca conseguia esconder o que sentia, pelo menos, nunca conseguia esconder dele, ele a conhecia não a tanto tempo, mas o suficiente para reconhecer que os olhos dela sempre explodiam de sentimento, quando estava triste seus olhos eram vazios e distantes, no entanto quando estava feliz ela sorria com os olhos.
Quando Thomas a viu aquela noite sentada em uma mesa com um rapaz que ele desconhecia, para qualquer outro ela aparentava estar confortável e feliz, mas não para ele.
Quando teve a chance de cumprimenta-la a primeira coisa que viu foi devastador o olhar dela estava tão triste quanto no dia que se despediram, ela não chorou aquele dia, mas seu olhar era de alguém que estava em frente a um cruzamento e não faz ideia para onde ir, ela estava tão perdida quanto naquele dia, mas dessa vez ele estava ali e não iria partir não a deixaria a própria sorte. Thomas a pegou pela mão e a fez levantar, colocou uma quantia de dinheiro sobre a mesa que pagaria pelo jantar e ainda sobraria para uma gorjeta generosa, Melissa o olhava sem saber como reagir ou o que dizer.
– Vamos. – ele não estava perguntando, ela o encara, parecia intrigada, mas ele já havia decidido que explicaria tudo que ela perguntasse depois, em um movimento a pegou pela mão e a levou, sem que ela oferecesse a menor resistência.
Ela não fazia ideia do que dizer a ele, queria perguntar como ele estava, quando voltou, mas seu primeiro objetivo era em sair dali. Com ele, sem questionamentos, só queria ir para um lugar longe de tudo aquilo. Eles se aproximaram de um carro e ele sinalizou para que ela embarcasse na porta do passageiro, e ela o fez. Duas quadras depois ela finalmente conseguiu formar palavras, sem pensar deixo sair às duas palavras que mais a afligiam.
– Quando volto? – falou assim de supetão, estava curiosa, mas tinha um fundo de raiva em sua voz, ela encarava a rua a sua frente, mas percebeu quando ele sorriu antes de responder. – Faz uma semana.

CAPITULO I
A cidade de Medusan nunca foi muito movimentada, mas nessa noite ela estava totalmente parada. Melissa podia contar nos dedos os carros que passaram por eles até que chegassem, ela não sabia exatamente onde mas chegaram. Thomas desceu mas não apagou os faróis, foi até a frente do carro e se encostou no capo. Ele estava esperando, esperava que ela fosse até ele, que ela se aproximasse por conta própria e isso não demorou muito. Ele quase sorriu quando ouviu o barulho da porta abrindo.
Ela não sentou ao lado de Thomas, ficou parada na sua frente de braços cruzados ela o encarava, devia ter muitas perguntas mas por algum motivo não falava nada.
– Como você está?– Thomas perguntou, ele queria que ela falasse, queria mesmo saber como ela estava. Mas ela não estava disposta a responder nada.
– Nem passou pela sua cabeça me avisar que iria voltar? Ou então me procurar antes?– Ela faz suas perguntas mas não queria que ele respondesse, não tinha uma justificativa para isso, ela queria que ele pedisse desculpa, mas ela sabia que ele nunca faria isso. – Lisa amanhã vai fazer uma semana que voltei, não...– Ele continuaria se fosse outra pessoa ou se eles estivessem em outros tempos, era a Melissa, sua melhor amiga que ele sempre adorou incomodar, aquela pessoa que ele irritava, só pra ver ela com raiva, ela nunca conseguia ficar brava com ele por muito tempo. – Foi mal eu deveria...
Ela não deu tempo para que ele pedisse desculpas, e o abraçou assim sem dizer nada a saudade que ela sentiu, era maior que a raiva ao saber que ele não a procurou antes.
– Você não devia ter feito isso, eu te odeio, mas senti tanto sua falta...– a respiração dela já estava irregular e a voz embargada, não queria o soltar nunca mais, e ele a abraçava com tanta força que parecia ter medo que ela fosse roubada de seus braços.
Depois de algum tempo ele afrouxou os braços que rodeava ela, com muito esforço se afastaram um do outro, como sentiu falta daquele abraço, como sentiu falta de estar na companhia dela.
– Fui um idiota, devia ter ido atrás de você...– Ele começou a falar mas logo foi interrompido, ela balançou a cabeça e sorriu de um jeito estranho, ela estava com vergonha.
– Você foi realmente um idiota, mas tudo bem,– ela estava começando a corar – faz uma semana, você devia estar ocupado – depois de uma pausa a expressão dela muda, e essa ele conhecia muito bem, ela fez um beicinho e forçou uma carinha de cachorro abandonado– Você nem devia lembrar que eu existia, quando me viu deve ter se assustado, deve ter pensado: Nossa aquela garota ali eu conheço de algum lugar, vou sequestrar ela para tentar lembrar da onde...– Ela caiu na gargalhada e não conseguiu mais fingir que estava magoada.
– Ei, eu não te sequestrei...– Thomas rebate, antes de cair na risada, ele a olhou sorrindo e percebeu o quanto ela havia mudado, mas apesar de tudo ela continuava sendo a sua Lisa que ele não trocaria por nada, e naquele instante tinha apenas uma certeza; nunca mais iria a deixar para trás.
Eles tinham muitos assuntos para colocar em dia, conversa vai conversa vem, Thomas tomou coragem de perguntar quem era o desconhecido do restaurante, Melissa sorriu amarga antes de responder.
– O nome dele é Nathan, e ele é novo aqui, se mudou com os pais. Essa semana deve ter ido umas 4 vezes no laboratório, na ultima ele me convidou para sair, não sei porque, mas aceitei. – Ele parece um cara legal.
– Ele é...– Melissa fica distante.
–O que aconteceu?
–Nada, acho que eu não devia ter saído daquele jeito...
–Desculpa– Thomas fala ao perceber que a culpa afinal era dele também, no entanto não resistiu em brincar – Você nunca suportou caras assim, eu fiquei tanto tempo assim fora?
Ela ri e gesticula com a cabeça em afirmativa.
–Eu devo ter enlouquecido... Ou talvez não seja eu, você já pensou na possibilidade de que enquanto você esteve fora eu possa ter sido abduzida por Et's e eles podem ter feito experiências com meu cérebro.
–Os Et's nunca iriam te abduzir, eles têm medo de que sua loucura seja contagiosa.– Thomas falou sério, mas não conseguiu manter-se assim por muito tempo, logo que olhou para ela e viu a expressão de quem parecia estar chocada, ela atuava como ninguém, ele teve que rir, como sentiu falta daquela garota.
–Senti falta do seu humor irritantemente sarcástico. –disse Melissa.
–Não tema, pois seu cavalheiro está de volta – disse Thomas fazendo uma pequena reverência.
Já estava tarde quando Thomas levou Melissa para casa, quando chegaram a mãe dela abriu a porta e comprimento Thomas, enquanto Lisa entrava.
– Boa noite Sra. Dantas –Boa noite Thomas, como está sua mãe? –Bem e a senhora?
–Estou bem, até mais Thomas. -disse ela adentrando a casa.
–Até– ele disse pra a Sra. Dantas.
– Boa noite Lisa.
–Boa noite Thomas.

CAPITULO II
Depois de colocar o pijama e se enterrar na cobertas, Lisa pegou o celular e lá estavam três mensagens:
Nathan, para Melissa às 19:36; "O que aconteceu? Para onde você foi?"
Nathan, para Melissa às 20:03; "Está tudo bem?"
A ultima mensagem era a unica que a deixava feliz era de Thomas:
Thomas, para Melissa às 00:24; "Oi, te vejo amanhã?"
Ela não sabia o que dizer, escreveu a unica verdade que poderia dizer a eles:
Melissa, para Nathan às 00:48; "Oi, desculpa. Estou bem, mas precisei ir embora."
Melissa, para Thomas às 00:50; "Oi, eu vou trabalhar amanhã."
Um instante depois o celular vibra,
Thomas, para Melissa às 00:51; "Te vejo amanhã, agora descansa, beijo."
Melissa, para Thomas às 00:52; "Ok, beijo."
Ela nem se deu ao trabalho de perguntar ele já havia ficado off, ela desligou o celular, fechou os olhos e dormiu rapidamente.

CAPITULO III

Já era quase cinco horas, o expediente de Melissa estava prestes a acabar, quando alguém entra no laboratório.
– Olá – que droga, Melissa não queria ter que dar explicações, não hoje, mas não havia para onde fugir, então depois de respirar fundo, sai de trás do balcão e vai de encontro com Nathan. – Oi.
– Olha você ai, está tudo bem? – Nathan pergunta, ele não parece bravo, tão pouco preocupado com o estado emocional dela.
– Estou, me desculpe por ontem, eu não devia ter indo embora daquele jeito.
– Não devia, o que diabos aconteceu?
Melissa não poderia dizer que o encontro foi um total desastre, não era culpa dele, era dela, que aceitou um encontro predestinado ao desastre.
– Eu não me senti bem, sinto muito mesmo.– ela se sentia péssima por mentir, mas isso era melhor que dizer a verdade, ao menos naquele momento.
Ele fez uma cara de incrédulo, mas não contestou as desculpas dela, foi interrompido antes, um cliente entrou no laboratório, Melissa sinalizou e disse:
– Preciso atender, – já se distanciando de Nathan, mas antes que conseguisse ir muito longe, ele a segurou pelo pulso e lhe disse:
– Quer sair hoje?
– Não posso,– ela disse ao se lembrar que Thomas havia dito que a veria hoje, e até aquele momento ele não havia aparecido, mas quando Thomas marcava algo com ela, ele sempre dava um jeito de aparecer.
Nathan soltou o braço dela sem saber o que dizer, Melissa não esperou que ele formulasse outra pergunta que ela não queria responder e foi em direção do cliente, logo depois o viu saindo do laboratório. Assim que acabou de atender ela fechou tudo, pegou seu casaco e saiu.

CAPITULO IV (inacabado)

Quando dobrou a esquina viu Thomas escorado no morro do outro lado da rua, ela atravessou e foi até ele. – E ai – ela cumprimentou, ele sorriu antes de responder. – Como vai princesa?– Ela riu, nunca gostou desse apelido, mas não se deu a trabalho de discutir, ele ofereceu o braço e ela aceito, e colocaram-se a andar na direção da casa de Melissa. Desde sua súbita chagada no dia anterior, ele não havia lhe dito por que voltou, o que o trouxe de volta, mas ela sentia que ele contaria para ela assim que estivesse reparado apesar de tamanha curiosidade que ela tinha, decidiu deixar que o amigo tomasse coragem por conta própria. Os assuntos eram tantos, falavam de como as pessoas mudaram, de seus antigos amigos, que por algum motivo acabaram se distanciando apesar de morarem na mesma cidade. – E Camile? - Thomas indaga depois de conversarem sobre alguns amigos. Melissa não entende o porque do nome naquele momento, elas nunca se deram bem, os pai de Camile eram vizinhos de Thomas antes de se mudarem para um bairro nobre da cidade, os pais dela eram ambos advogados e queria que a filha estudasse direito, mas para desgosto deles ela optou por estudar arte em uma cidade vizinha. No entanto ela volta e meia está pela cidade para a infelicidade de Melissa.

[...]
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2018.11.05 06:31 throwawaytoruntorun Ex e o choque de realidade

Conta "jogar fora" por motivos óbvios.
To aqui, 3 da manhã, bêbado, considerando (levemente) suicídio. Vamo lá, pra quem quer uma história merda de domingo (segunda?) à noite. Aquela velha história de "Strangers. Friends. Best Friends. Lovers. Strangers"

TLDR: Antes de qualquer coisa, eu sou sim um idiota, burro, fiz merda. Ela também fez merda. Todos erramos. Eu nem devia tá mal (nem ela, isso era pra ter terminado faz tempo, talvez...). Mas vou jogar fora essa parada mesmo, então só desabafar pra dar um "cooldown" nesse cérebro merda. Foi mal, eu te entendo se você ficar com raiva, te entendo se você me mandar à merda, eu mereço...

Tive uma namorada, a gente tem certo grau de parentesco (primos de segundo grau), mas nunca convivemos juntos. Nos "conhecemos" quando eu tinha uns 17, época de Orkut. Nos vimos numa festa (eu bêbado, ela tanto quanto), ficamos mais por uma besteira de adolescentes.

Ficamos amigos, muito amigos, dividíamos tudo. Houve traição depois de uns anos por parte dela, ficou com um amigo meu (época difícil da vida dela, tenho que dar o braço a torcer), nos separamos por pouquíssimo tempo (aê corno manso e burro que eu sou). Ficamos juntos mais um tempo, tudo indo certo. Fiz uma cagada de ir onde não devia (não, não fiz nada de "mais"), menti. Brigamos, continuamos juntos.

Tudo tava certo, tudo tava estável. Passou-se alguns anos (4 depois da onda de caos). Tava construindo meu AP, as coisas tinham se ajeitado, a gente tava junto um do outro. As coisas se acetaram na real, mas ela tem depressão e eu também (distimia, na real)

Terminamos. Ficamos 1 ano separados. Doeu? Pra caralho. Gosto dela? Bastante. Acabei ficando com uma amiga dela que era minha amiga faz tempo.

Voltamos um ano depois, eu não contei essa história da amiga, não tive coragem. Ficamos mais um ano juntos, mas eu nunca botei "namorando" nem nada no facebook (em partes porque odeio rede social, cheguei a excluir por um tempo, não consigo tirar foto da minha cara), em partes porque sou cagão e um bosta.

Ficamos um ano saindo juntos, era legal. No último mês não rolou sexo, eu tava numas bad vibes fodidas, depressão pegando foda, remédio não me ajudava. Comecei a ir num tratamento.

Ela fala que "não rola mais, nossos objetivos são diferentes", saímos mais umas duas vezes juntos. Eu tava tentando melhorar, não deu. Ela falou "Não dá mais". Pensei que seria como da outra vez, a gente se separaria, a saudade bateria, a gente voltaria. Eu aceitei a "separação" porque seria melhor pra ela, não ter que conviver com um bosta como eu.

Ficamos um mês separados. Um cara "famosinho" começou a curtir as fotos dela (eu suspeitava)... Hoje ela começou a namorar com esse cara. Não sei se eu tava ligado à ela ainda, tendia à não sair com outras garotas (em parte porque prefiro amizade primeiro, em parte porque odeio Tinder, maldito cardápio de pessoas).

Ver ela namorando doeu. Doeu pra caralho. Ela fez merda no passado, eu fiz, mas alguma coisa me dizia que tinha chance... Sei lá, você convive tanto tempo (8~9 anos no total?) com uma pessoa. Bloqueei ela em todas as redes sociais, em tudo.

Doeu, doeu pra caralho. Uma amiga (namorada de amigo) me ajudou a superar a noite, devo muito à ela. Vou tentar dormir pra ver se esqueço.
A gente deveria ter terminado há muito tempo. Eu sei. Meu lado racional diz isso, mas o lado emocional é que é difícil de controlar.

Desculpa tá importunando vocês. :/

Espero que as coisas um dia melhorem. Espero que essas dores passem. A gente não foi feito pra terminar junto, mas o ponto que você "cai na real" da separação é foda.

Boa noite, desculpa por tudo aí, galera :(
Só precisava desabafar. Boa sorte pra vocês.


P.S: Se alguém já passou por um término ou algo assim, é normal sentir como se fosse uma "competição"? Se ela tá pegando alguém e eu não to, eu me sinto mal. Se eu pego alguém, tem um "balanceamento de karma".

Parece que é um "jogo" o tempo todo, onde você se sente um merda se tá fazendo menos que ela...
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2018.05.08 16:08 virtual_core1 Steins;Gate e pessoas trans

Assisti S;G quando era adolescente, anos depois estou assistindo S;G 0, obviamente já tenho uma visão de mundo bem mais ampla do que quando vi o primeiro e, consequentemente, a consciência pesou. Tirando essa luta de YuYu, Steins;Gate é o anime que mais desrespeita trans que eu já vi.
Todo mundo sabe que a Ruka é trans, se identifica como garota e quer ser tratada como uma. No entanto, os "amigos" a tratam como um garoto. Aí vem o arco dela onde ela é abusada na frente de todo mundo, e os "amigos" só acham errado pq naquela linha do tempo ela é uma garota cis. Mas "felizmente" o Okabe diz que vai aceitar a Ruka independente dela ter nascido homem ou mulher, apesar de soltar essa pérola (para quem tem disforia de gênero isso importa, importa demais).
Maaaaaas, S;G 0 começou e jogamos todo o desenvolvimento no lixo. O Okabe, que se lembra de tudo, continua expondo o sexo biológico dela com preconceito para estranhos. E as "amigas"... ahh, as "amigas" estão piorando: "Nada vai impedir essas garotas hoje!" "Garotas?" "Mas ele é um cara!". Na boa, isso foi horrível. É tipo você sair com os seus amigos e quando um deles diz "hoje os amigos vão sair para curtir!" alguém alegremente diz "mas aquele ali não é nosso amigo" com você e ninguém diz nada. Impossível não se sentir excluído e tratado como um lixo depois disso.
Levando em conta que quem é trans quase sempre também tem depressão por motivos mais que óbvios, se você conhece alguém que é trans, na internet ou fora dela, amigo ou não, não seja "legal" como os "amigos" de Steins;Gate são.
É um textão, mas achei que aqui seria o melhor lugar p postar, levando em conta que uma galera participou do clube do mangá de The Bride was a Boy e curitu o mangá.
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2018.02.25 16:01 desafiodos7anos A Autobiografia de um Búfalo Marrom.

Bobbi me apresentou prum baixinho retaco de botas, rostinho simpático. Havia uma gentileza nos olhos verdes de Miller, uma calmaria na sua voz que me desarmou imediatamente. Devolvi sua garota e nunca mais tive pensamentos impuros envolvendo ela. O outro cara era alto, começando a perder os cabelos. Estava usando bermudas, um boné de marinheiro da L.L. Bean virado pra trás e uma faca embainhada pendurada na cintura. Ele olhou pro outro lado quando Bobbi me apresentou para Miller e disse que eu tinha estado em Ketchum.
“Esse é o King,” Miller disse. “Ele é amigo do turco.”
Cristo, pensei, outro motoqueiro de Chicago! Ele se virou, me deu uma olhada de soslaio e disse, “Você é de San Fransico, também?”
“Nah, sou de Riverbank”
“Eu pensei que o turco estava em San Francisco,” disse o baixinho.
“Estava da última vez que o vi. Ainda guiando sua moto.”
“Guiando a moto? Eu pensei que o filhadaputa tava todo quebrado. A perna dele não tava quebrada?” A voz de King vinha pelos cantos. Ele falava rápido. Queria respostas rápidas.
“Tava. Mas de alguma forma ele encontrou um jeito de pilotar.”
O cara alto se virou para o Miller. “Sabe, aposto que o puto tava mentindo pra mim. Pela sua carta eu pensei que ele tava totalmente fudido.”
“Ah, não se procupe, King. O turco não vai te processar. Ele tava só brincando, aposto,” disse Bobbi, para acalmar o homem.
“Eu não estou preocupado com isso. Ele duro demais até pra pensar em contratar um advogado. Mas ele fica me escrevendo essas cartas compridas, complicadas, tentando me fazer sentir culpado.”
“Se você está falando sobre o seu acidente, ele foi mesmo ver um advogado.” Eu disse.
“Ah, ele foi, é? Então esse é o seu jogo.” Ele semicerrou seus olhos e balançou a cabeça careca. “Ele vai fazer esse joguinho agora.”
“King estava dirigindo a moto quando Tibeau quebrou a perna,” Miller me disse.
“Eu sei.” Agora eu lembro do pirado de quem o John falou. John Tibeau tinha esse grande defeito - sempre falava pra todos nós no JJ’s sobre os Grandes-Homens-Que-Conhecera. Ele se mantinha viajando constantemente de Nova York a San Francisco, indo em todas as festas de gente famosa pra levar as boas notícias pra outra ponta da mesa. Ele nos aborrecia com nomes e títulos e associações. Mas ele o fazia bem. Então quando ele me mostrou uma cópia autografada do livro de King e me pediu para pagar uma cerveja enquanto folheava algumas páginas, o diabo estava me preparando para esse confronto com o caipira alto e careca do Tennessee.
“Tibeau me contou tudo sobre o acidente,” Eu lhe disse.
“Ele está falando sério sobre o processo?”
“Eu ainda não preenchi a queixa. Mas se o seguro não cobrir as despesas médicas…”
“Ainda não preencheu? Qual é o seu interesse nisso?” Ele estava claramente agitado. Com o dedo indicador ele chamou Phil para servir os quatro.
“Nenhum, na verdade. Eu o aconselhei a não processá-lo. Ele assumiu o risco quando te deixou dirigir a moto sabendo que você estava bêbado”
Miller perguntou, “Você é um advogado, Oscar?”
“Eu era até uns dias atrás.”
“Quer dizer que você está interditado?” o caipira sorriu.
“Bem…eu deixei em suspenso.”
“Então você está só me sacaneando?”
“Como assim?”
“Quer dizer, você não tem uma intimação ou algo assim?”
“Jesus, King, você é tão paranóico,” Miller interrompeu.
“Bem, Cristo, como é que eu sei? O cara chega e fala que é o advogado do turco…de Riverbank, você disse?”
Dei um gole na cerveja e a deixei na boca por um momento. “Você não estava me escutando. Eu não represento Tibeau. Eu só lhe dei alguns conselhos.”
“Onde diabos é Riverbank? Não é perto de LA?”
“Nah, perto de Oakdale.”
“Mas o que o Tibeau está fazendo por lá?”
“Como eu disse, cara, você não está me escutando. Eu não disse que o Tibeau estava em Riverbank.”
“É, King, ele disse que ele era de Riverbank.” Miller explicou.
“Jesus, alguém deu um nó na cabeça de alguém por aqui. E tu, seu puto,” ele gritou pro garçom, “traz mais um pouco de whiskey pra cá.”
Eu me voltei pro scotch e ficamos em silêncio por um minuto. Eu me aqueci e comecei de novo. “Tibeau disse que você era um dos Hell’s Angels.”
“Deixei minha licença em suspenso, também”
“Eles te chutaram, você quer dizer,” disse Miller.
“Você é um escritor profissional?” Perguntei.
“Você entendeu tudo errado, Oscar,” Disse Miller, “King é fazendeiro. Ele cria Dobbermans. Você não viu a contracapa do livro dele?”
“Não, eu não leio muito.”
“Você provavelmente não conseguiria uma cópia em Riverbank. O livro é em inglês,” o caipira disse.
“Bem, me diga,” eu disse, “Os Hell’s Angels realmente carregam correntes e chicotes?”
“Quando estão numa briga, sim,” ele disse.
“Era isso que você e turco estavam fazendo quando ele detonou a perna?”
King deu um sorriso afinando os lábios e me olhou direto nos olhos. “Não… nós estávamos procurando por greasers*”
“Presumo que vocês não encontraram nenhum.”
Miller disse, “Merda, eles não saberiam o que fazer com os caras se encontrassem algum. King provavelmente tentaria entrevistá-los enquanto eles cortam fora suas bolas.”
“É,” ele balançou a cabeça, “Seria provavelmente o que eu faria, se tivesse um intérprete.”
“Então você é um escritor profissional?” Perguntei.
“Ele é só um picareta,” Miller disse.
“Ah, vamos, garotos,” Bobbi disse, “Eu acho que o King é um bom escritor.”
Nós todos rimos. “Isso, riam, seus filhosdaputa! Eu acho que sou tão escritor quanto você é advogado,” ele me disse.
Os três riram de mim. Miller mudou de lado com um sorriso. “Ei, cara. Eu já ouvi falar de advogados chicaneiros, mas o que um advogado mexicano faz?”
“Eles deslisam pra dentro do tribunal em seu próprio óleo,” disse King com o rosto sério.
“Óleo?” Bobbi perguntou. “Do que vocês estão falando?”
“Sim. Óleo. Isso é o que os mexicanos usam pra cozinhar gringos,” eu disse.
“Cara, vocês são mesmo demais,” Bobbi disse.
“Tem muito gringo em Riverbank, Oscar?” Miller perguntou.
“Tinha. Eu não vou lá faz uns quinze anos.”
“Aposto que agora a cidade está cheia de meixcanos do jeito que esses putos se multiplicam hoje em dia,” King disse.
“Você esteve lá, King?” Miller perguntou.
“Nós não permitimos caipiras em motocicletas,” eu disse.
“Eles só tem estradas sujas pros seus burros lá,” disse King.
“E muitos restaurantes,” eu disse.
“E por que isso?” Miller assistiu.
“No caso de pegarmos um gringo… nós gostamos de comê-los enquanto o sangue ainda está quente,” eu disse.
“Vocês astecas ainda praticam esses rituais nativos?” King perguntou.
“Você é asteca?” Bobbi perguntou.
“Pelo amor de Deus, Bobbi, olhe pra ele,” Miller disse.
A garotinha observou meu corpo inteiro. “Ah, você está me sacaneando. Ele não parece um asteca.”
“Claro que pareço,” protestei. “Dê uma boa olhada.”
“Eu pensei que eles estavam todos mortos,” ela disse.
“Eu sou o último. Minha família é a última família asteca.”
“Eu não acredito em você,” ela disse. “Além do mais, eu acho que você disse que era mexicano.”
“Não, ele disse que era cozinheiro de frituras” disse o King.
“Ah, vocês estão ficando bêbados!” Ela levantou e foi atender diversos fregueses que recém haviam entrado.
Começamos a baixar as bebidas com a fúria de homens em uma corrida, a disputa pela taça, um centavo pra cada colher cheia de chilli. A hora estava se aproximando. A música explodia em rock and roll enquanto continuávamos.
King me perguntou, “Você está só de passagem ou o quê?”
“Provavelmente só o fim de semana. Estou esperando por um telegrama.”
“Você não conhece um advogado chamado Pierce, conhece? Ele é amigo do Tibeau. De Richmond.”
“Não tenho certeza. Tibeau levou algumas pessoas famosas lá mas eu não sei.”
“Ele é o ex-prefeito de Richmond,” Miller disse.
“Tem mais ou menos a nossa idade,” King disse. “Ele largou o ofício também.”
“A última vez que ouvi falar dele, estava indo pro Tibet,” Miller disse.
“Ele vai virar um monge,” King acrescentou.
“Ah, porra, eu não agüento mais isso!” King levantou e engoliu sua bebida. “Bem, vamos ver se você vai ter saído da cidade na segunda de manhã. Vejo vocês malucos mais tarde.”
Ele engalfinhou-se contra a porta e me deixou sozinho com Miller.
“É um cara muito legal,” Miller disse. “Ele só é meio paranóico porque todos os seus amigos vêm aqui e enchem a cara quando estão de passagem. Ele diz que isso interefere na sua escrita.”
“É, ele pareceu legal. Parece que anda tomando umas anfetaminas.”
“Por Deus, se anda… por falar nisso, você é chegado numa coisinha?”
(Tradução de André Czarnobai).
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2017.11.29 20:20 tombombadil_uk Today I fucked up: a estranha sensação de reencontrar um amor do passado 12 anos depois / Parte 3

Galera, finalmente postando a última parte da saga. Depois de pensar para caralho, resolvi falar com ela pelo Facebook e marcamos de nos encontrar num café pertinho da praça onde nos esbarramos. Para quem não conhece a história desde o começo:
Parte 1 - TL/DR: sou casado, reencontrei uma garota por quem eu era apaixonado há 12 anos e só nesse reencontro eu percebi como eu fui um imbecil com ela. Em resumo, nós éramos grandes amigos, eu fiquei com medo de me declarar, meti o pé do curso de inglês que fazíamos sem dar nenhuma explicação e desapareci completamente da vida dela.
Parte 2 - TL/DR: comecei a me perguntar se aquela garota que eu reencontrei realmente era ela, já que ela parecia tão mais velha. Depois de dezenas de tentativas, achei ela no Facebook e sim, realmente era ela. Descobri que um amigo meu já tinha saído com uma prima dela há muito tempo e soube que ela teve uma vida bem escrota, foi abandonada por um marido meio babaca e agora basicamente vivia só pelo filho na casa dos pais.
Parte 3 - Taí. Nos reencontramos. Foi uma experiência que eu não sei classificar. Foi feliz, foi triste. Foi amargo, foi doce. Foi impressionante. A gente chorou um pouco junto. Escrevi um pouco ontem à noite e terminei hoje de manhã.
Só queria agradecer a todos os conselhos e dicas que recebi aqui. Reencontrar alguém do passado é uma coisa que mexe muito com a gente, faz com que nosso coração se sinta naquela época novamente. Essas quase três semanas foram muito estranhas. Foi quase uma viagem no tempo por coisas que eu achava já ter esquecido completamente. Infelizmente não posso dividir muito disso com amigos próximos, então fica aqui o desabafo.
Esse último ficou mais longo do que eu esperava. Honestamente, a gente conversou tanto que acho que resumi até demais. Como da primeira vez, fiz em formato de conto. Novamente, obrigado a todo mundo que deu um help nessa história, que finalmente se fechou.
Era um café bonito. Novo da região, era um daqueles negócios em que você vê o coração de um sonho do dono. As mesas rústicas de madeira, as lâmpadas suspensas que desciam do teto em fios de prata, como teias de aranha tecidas por vagalumes. O quadro negro cuidadosamente preenchido com os preços e até desenhos estilizados de alguns pratos. No fundo, um jazz instrumental marcava presença de forma tênue. Também era um daqueles negócios que você sabe que não vai durar muito. Que você bate o olho e pensa: “com essa crise, é melhor eu dar um pulo lá antes que feche”.
Eu presto atenção a cada detalhe ao meu redor. À roupa preta das atendentes, ao supermercado do outro lado da rua que vejo pela vitrine. Aos clientes que entram e saem de uma loja das Casas Pedro. Eu não quero esquecer de absolutamente nada. Era um ritual meu que fiz pela primeira vez aos 14 anos. Sempre tive boa memória, mas naquela época eu me esforcei para colocá-la inteiramente em ação. Era um verão e eu estava prestes a reencontrar uma prima que, anos atrás, fora minha primeira paixão. Ela nos visitava de anos em anos e, três anos após trocarmos beijos juvenis debaixo do cobertor, ela havia acabado de chegar à casa dos meus avós, onde se hospedaria.
Naquela noite, eu não consegui dormir. Por volta das 4h da manhã, peguei meu cachorro e caminhei 15 minutos em meio à madrugada até a casa da minha avó. Não, não fui fazer nenhuma surpresa matinal ou pular a janela em segredo. Eu apenas fiquei do outro lado da rua e observei tudo ao meu redor. “Eu vou lembrar desse reencontro para o resto da minha vida”, pensei, do alto dos meus 14 anos. “Eu quero lembrar de cada detalhe”.
E até hoje eu lembro. Da rua cujo chão estava sendo asfaltado, mas onde metade da pista ainda exibia os bons e velhos paralelepípedos. Das plantas da minha avó balançando ao vento, o som singelo dos sinos que ela mantinha na varanda e davam àquilo tudo um clima quase de sonho. Do meu cachorro, fiel companheiro que viria a morrer dois anos depois, sentado ao meu lado com metade da língua para fora. Do frescor da madrugada que precedia o calor inclemente das manhãs do verão carioca.
Mas não é dessa memória - e nem dessa paixão - que eu falo no momento. Eu falo dela. Dela, que eu reencontrei depois de tanto tempo. Que eu julgava já ter esquecido. Que, apenas mais de dez anos depois, eu percebi que tinha sido um babaca ao desaparecer sem qualquer despedida. Mesmo que ela jamais tivesse segundas intenções comigo, mesmo que fosse apenas uma boa amiga, eu havia errado. E aquela era o dia de colocar aquilo, e talvez mais, a limpo.
Foram três semanas de tortura comigo mesmo. Desde que achara seu perfil no Facebook e ouvira de um amigo em comum notícias de uma vida triste, seu rosto não me saía da cabeça. Ao menos uma vez por dia, eu pagava uma visita ao seu perfil e mirava aqueles olhos. As fotos, quase todas ao lado da mãe e do filho pequeno, tinham um sorriso fugaz encimado por olhos dúbios, tristes. Eles lembravam-me de mim mesmo. “Você tem um olhar de filhote de cachorro triste, por isso consegue tudo que quer”. “Você parece feliz, mas sempre que para de falar por um tempo, parece ter uns olhos tão tristes”. “Essa cara de pobre-coitado-menino-sofredor é foda de resistir, dá vontade de levar para casa e dar um banho”. Eu já havia perdido a conta de quantas vezes ouvira aquilo das minhas ex-namoradas e ficantes da faculdade. Os dela não eram muito diferentes. Quando ela finalmente apareceu, com sete minutos de atraso, eu pude perceber.
Meu coração parou por uma fração de segundo e depois disparou, como se os sineiros de todas as catedrais que haviam dentro de mim tivessem enlouquecido. Era engraçado como algumas pessoas passavam vidas inteiras sem mudar o jeito de se vestir. Ela ainda parecia com aqueles sábados em que nós nos encontrávamos no curso de inglês: os tênis All-Star, a calça jeans clara, uma camiseta simples - de alcinha, branca e com corações negros estampados - e o cabelo com rigorosamente o mesmo corte. “Talvez por isso que foi tão fácil reconhecê-la, mesmo depois de todo esse tempo”, pensei. Ou talvez eu reconhecesse aquele rosto e aqueles olhos - antes tão vivos e alegres - em qualquer lugar. Eu jamais saberia.
Como qualquer par de amigos que não se vê há milênios, falamos de amenidades no começo. Casei, separei. Sou funcionária pública, ela dizia. O relato do meu amigo, eu descobria agora, não estava perfeitamente certo. Ela não havia se demitido do trabalho, apenas se licenciado por algum tempo. “Fui diagnosticada com depressão”, ela admite, sem muitas delongas ou o constrangimento que tanta gente tem sobre o tema. “Meu casamento estava indo muito mal e eu desabei. Mas agora tá tudo bem”. Não estava, não era necessário ser um especialista para notar aquela tristeza escondida no canto do olhar.
Falei da minha vida para ela também. Contei que a minha ex-namorada que ela conheceu não deu certo e que, naquela época de fim da adolescência e início da vida adulta, eu tinha muita vergonha de falar sobre o que eu passava. Ela praticava gaslighting comigo, tinha crises de ciúme incontroláveis, me fazia sentir um crápula por coisas que eu sequer havia feito. “Você parecia tão feliz com ela”. “Eu finjo bem”, admiti. “E eu tinha vergonha de mostrar para os outros o que passava. Homem dizendo que a mulher é abusiva? Eu não queria que ninguém soubesse”.
Após quase meia hora de amenidades, eu exponho o elefante na sala de estar. Na verdade, quem começa é ela. Quando a adicionei no Facebook, falei que tinha esbarrado com ela na rua e que ficara com vergonha de cumprimentá-la na hora. Mas que queria muito revê-la depois de tanto tempo, tomar um café, falar sobre a vida. “Por que você sumiu?”, ela pergunta, no meio de um daqueles silêncios que duram mais do que deveriam. Eu tremi por dentro, mas não havia como continuar escondendo.
No começo, falei o básico. Que era de família humilde, como ela bem lembrava, e que o parente que pagava meu curso havia descoberto um câncer. Poucos meses depois, eu perdi meu emprego. Tudo isso num intervalo curto, de três ou quatro meses e perto da virada do ano. “Me ligaram do curso e ofereceram um desconto. Eu era pobre, mas sempre fui orgulhoso. Naquela época, era mais ainda. Burrice minha. Se bobear, eles iam acabar me oferecendo uma bolsa”. “Eles iam”, ela responde. “O Francisco - dono do curso - era maluco por você. Você era um ótimo aluno”. Ela dá um gole no mate que pediu. Meu café esfria ao meu lado. “Mas por quê você não falou nada comigo?”, ela continua.
Eu sabia que estava num daqueles momentos em que poderia mudar radicalmente o dia. Porque eu poderia ter mentido. “Eu não falei porque fiquei com vergonha de ter perdido o emprego”. “Eu não falei porque eu estava muito triste: parente próximo com câncer, desempregado, meu relacionamento com uma pessoa abusiva”. Eram mentiras com um pouco de verdade, mas não revelavam o grande problema. Naquele fim de tarde, eu escolhi não mentir. Nem me esconder. E eu já tinha ensaiado essas palavras dezenas de vezes nas últimas semanas.
“Olha, eu não sei se dava para reparar na época ou não. Não sei era muito óbvio, sinceramente. Mas eu era completamente apaixonado por você naquele tempo. Eu passava a semana inteira pensando no dia em que a gente ia se encontrar, trocar uma ideia no curso, caminhar junto até a sua casa. E eu tinha uma vergonha absurda disso. Eu tinha namorada, você tinha namorado e estava para se casar. Então eu achava errado expor aquilo, ser claro. E eu achava que você não gostava de mim. Eu tinha auto-estima muito baixa e esse relacionamento com essa ex-namorada abusiva só piorou as coisas. Eu me sentia um lixo, então achava que você não ia ligar se eu sumisse. Que ninguém ia ligar se eu sumisse. E foi o que eu fiz. Mas, se você quer uma versão curta da resposta, é essa: eu era completamente apaixonado por você naquela época e quis sumir, sair correndo”.
Enquanto eu falava aquilo tudo, a boca dela se abriu em alguns momentos. Às vezes parecia surpresa, às vezes parecia que ela tentaria falar alguma coisa que se perdia no caminho. Eu fazia esforço para olhá-la nos olhos, mas era difícil. Mesmo depois de todos esses anos. Tentei dar a entender com o tom de cada palavra que aquilo era uma coisa do passado, que não me incomodava mais, que agora eu queria apenas revê-la e saber como andava a vida.
O desabafo foi seguido de um silêncio que tornava-se mais pesado a cada segundo. Havia alguma coisa fervendo dentro dela, dava para ver. Foi aí que os olhos dela brilharam mais do deveriam, lacrimejando. Quando vejo aquilo, sinto que o mesmo vai acontecer comigo, mas me seguro. Ela vira o rosto e olha para além da vitrine, onde um ponto de ônibus está lotado com os clientes do supermercado e estudantes recém-saídos de suas escolas, o trânsito lento e infernal. A acústica é tão boa no bar que o caos de fim de tarde do outro lado do vidro parece uma televisão ligada no mudo. Quando ela me olha de volta, vejo que ela não faz qualquer esforço para esconder os olhos marejados.
“E você nunca me contou nada? Nem pensou em me contar?”.
Eu não sei quantos de vocês já ficaram sem notícias de um parente ou de alguém que você ama por muitos anos. Aconteceu comigo uma vez, com uma tia que desapareceu por quase 10 anos no exterior e reapareceu após ser mantida em cárcere privado por um namorado obsessivo. A sensação é estranha. É como descobrir que um livro que você tinha dado como encerrado tinha uma continuação secreta. As memórias de hoje se misturavam com as de 12 anos atrás, da última vez que li esse livro. Ela começou a contar tudo.
Ela, como eu já disse antes, era o meu ideal de felicidade. Casara cedo, tivera filho cedo, empregara-se no serviço público cedo. Era tudo com o que eu sonhava. Eu sempre quis constituir uma família, ter uma vida simples, ter um filho cedo para poder aproveitá-lo ao máximo. Mas a falta de dinheiro e a busca por uma parceira ideal sempre ficaram no caminho, assim como a carreira. O problema é que ela tinha uma vida muito diferente do que eu imaginava, muito mais parecida com a minha à época.
Acho que já deixei claro o quanto eu era apaixonado por ela no passado. Ela não era bonita nem feia, tinha o tipo de rosto que se perde na multidão sem ser notado. Filha de pai negro e mãe branca, era morena e tinha o cabelo liso levemente ondulado, quase até a cintura. Quando éramos adolescentes, ninguém a elegeria a mais bela da turma, mas dificilmente negariam que tinha seu charme. Eu a achava linda.
Mas ela, como eu, era o tipo de pessoa que tinha a auto-estima no fundo do poço. Como eu, também cresceu em um lar bem humilde. Também colecionou desilusões amorosas. E, como todo mundo já sabe, isso te transforma em um alvo perfeito para relacionamentos abusivos. O namorado dela, assim como a minha namorada à época, era muito bonito e manipulador. E ela achava que ele era a única pessoa que gostava dela, o único que lhe daria atenção. E isso fez com que, por anos, ela suportasse tudo que aconteceu entre eles. Traições, brigas, mentiras, chantagens, ameaças de abandono, ciúmes doentios. A história deles dois era tão parecida com a minha história com minha primeira namorada que eu fiquei assustado. Só que, diferente de nós, eles casaram. Eles colocaram um filho no mundo.
Ele só piorou com o nascimento da criança. Ele não era mau com o filho, ela dizia. Era um pai carinhoso, inclusive. Mas o pouco amor e bondade que ele tinha por ela transferiu-se todo para a criança. Vivia para o trabalho, para o filho e para os amigos.
“A gente chegou a ficar sem se falar por meses”.
“Morando na mesma casa e sem se falar?”.
“Sim. Nem bom dia. Nada. Eu me sentia um fantasma”.
Na contramão dele, ela dobrava-se para dentro de si própria. Abandonou a faculdade para cuidar do filho enquanto o marido formou-se com seu apoio fiel. Vivia para o filho e tinha seus problemas conjugais menosprezados pela família. “É coisa de garoto, ele vai melhorar”. “Homem quando acaba de ter filho é sempre assim”. “Vai passar”. Mas não passou, só piorou. As traições recorrentes evoluíram para uma equação desequilibrada de álcool e uma amante fixa no trabalho que ele sequer fazia questão de esconder. Ele anunciou que ia deixá-la, convenceu-a de que era um bom negócio vender o apartamento que eles haviam comprado. Racharam o dinheiro e ele foi viver a vida. Ela voltou a morar com a mãe, agora viúva.
O filho, nitidamente a coisa mais importante daquela mulher, tornou-se a única razão para viver. A pensão que a mãe recebia era baixa, o salário dela também não era bom. A pensão que o marido dava ajudava a manter uma vida extremamente funcional e sem luxos. As roupas eram das lojas mais baratas. Viagens não existiam. O único gasto relativamente alto era com uma escola particular de qualidade para o filho. O resto era sempre no básico.
Contei para ela sobre o meu sonho de casar cedo, de ter uma vida tranquila e estável. Falei que eu admirava muito a vida que ela escolheu no começo, que era a vida que eu queria ter vivido. A grama realmente é mais verde no jardim do vizinho, ao que parece.
“Mas a sua vida parecia tão tranquila, tão perfeita”.
“A minha?”.
“A sua namorada naquela época era uma menina tão bonita, eu lembro dela. Loira, bonita de corpo. Até lembro que ela fazia medicina e ainda era dançarina. Eu achava ela linda, perfeita. E você… você era sempre tão fofinho. Carinhoso e atencioso com todo mundo. Inteligente pra caralho, nem estudava e tinha as notas mais altas em tudo. Todo mundo gostava de você, todo mundo queria ser seu amigo e você nem se esforçava para isso”.
“Eu não lembro disso…”.
“Porque você não se achava bom. Você tinha 16, 17 anos e sentava para conversar de igual para igual sobre cinema e livro com uns professores de 40 e poucos anos. Você parecia fluente conversando com os professores em inglês e espanhol enquanto a gente tentava chegar perto disso. Passou no vestibular de primeira. Você não percebia, mas você era o queridinho de todo mundo. Você não era o garoto malhado bonitão, você era o garoto charmosinho e inteligente que todo mundo gostava. Eu gostava de você também. Gostava mesmo, de verdade. Eu tinha uma paixãozinha por você. Mas eu achava que eu não tinha a menor chance. Eu achava que eu merecia o meu namorado. Que eu era feia, ruim. Que ele estava certo em me falar aquelas coisas”.
“Eu era completamente apaixonado por você”, eu respondo. “Eu pensava em você todo dia”.
Engraçado como as pessoas se veem de maneira tão diferente. Eu me definia de três formas quando a conheci: eu sou gordo, eu sou feio, eu moro num dos bairros mais pobres e violentos da cidade. No dia seguinte, de manhã, eu olharia minhas fotos de 12, 14 anos atrás e me surpreenderia com quem eu via ali. Eu era bonito, só um pouco acima do peso. Com 16 anos, eu já era o barbado da turma antes de barba ser coisa hipster. Na foto do colégio, uma das últimas do terceiro ano, eu parecia tão dono de mim, tão no controle. Eu tinha aquela cara de inteligente e rebelde. Por dentro, eu era completamente diferente. Inseguro, assustado, sem auto-estima alguma e com uma namorada abusiva.
São sete e meia e a noite já começa a cair no horário de verão. Educadamente, uma das atendentes nos indica que a galeria onde o café funciona vai ser fechada em breve. Eu pago a conta e nós ficamos meio perdidos, sem saber o que fazer. Ela ainda tem os olhos inchados, eu também. Os funcionários da loja nos olham de forma surpreendentemente carinhosa, não sei o quanto eles escutaram do desabafo.
Saímos em silêncio do café, ela atendeu a uma ligação da mãe. Minha esposa estava fora do estado e só voltaria dali a alguns dias, então eu estava bem relaxado em relação às horas.
“Não sei se você precisa voltar para a casa por causa do Hugo, mas tem um bar aqui perto que é bem vazio a essa hora. A gente pode sentar pra conversar”, eu digo.
“A gente tem mais coisa para conversar?”. Ela pergunta sorrindo, não vejo nenhum traço de mágoa no seu rosto.
“Claro que tem. Doze anos não se resolvem em duas horas”.
Fomos para um bar pequeno ali perto, um que eu costumava frequentar nos tempos de faculdade. Nos tempos em que eu pensava nela e não me achava capaz de tê-la. Ele pouco havia mudado de 12 anos para cá: a mesma atmosfera que fazia dele aconchegante e levemente depressivo ao mesmo tempo. Era um bar das antigas, com azulejos portugueses azuis e poucos frequentadores. O atendimento era excelente e o preço razoável para a região, mas aquela estética de 40 anos atrás parecia espantar os frequentadores mais jovens. Os poucos que iam lá, no entanto, eram fiéis. Como eu fui no passado.
Nos sentamos no fundo do bar vazio em plena terça-feira e desnudamos nossas vidas um para o outro. “Eu quero saber quem você é”, eu comecei. “A gente falava sobre um monte de coisa, mas eu não sei nada sobre você. Sobre sua família. Sobre sua infância, quem você é. E você não sabe nada sobre mim”. Ela riu. “Você é maluco”. “Não, só quero te conhecer melhor. Compensar por ter sido um babaca há doze anos”.
A conversa foi agridoce. O que mais me assustava era como tínhamos origens semelhantes, desde a família até a criação. Os dois criados no subúrbio do Rio de Janeiro, os dois de famílias humildes que, por conta da pobreza e da necessidade de contar uns com os outros, permaneciam unidas. Primos de terceiro ou quarto grau criados próximos, filhos que casavam e formavam suas famílias nas casas dos pais. Assim como a minha família, a dela investiu tudo que tinha para que ela estudasse em um colégio particular até que eventualmente ela passou para uma escola pública de elite.
Nossas duas famílias tinham essa estranha tradição carioca que mistura catolicismo, umbanda e espiritismo, um sincretismo religioso que eu, como ateu, tenho dificuldade em entender - mesmo tendo crescido nesse meio. Assim como eu, achava-se feia, indesejada na adolescência. Isso fez com que rapidamente trocasse o mundo cor de rosa pelo rock e pelos livros. No meu caso, eu acrescentaria videogames e RPG, mas o resto não mudava muito.
“Na minha escola, tinha muita patricinha, muito playboy. Eu não aguentava eles. E eles sabiam que eu era pobre, então não se misturavam muito comigo”. Contei a minha versão para ela. “Eu gostava de ler, RPG e jogar videogame. Mas eu era muito pobre, fodido mesmo. E isso tudo era coisa de gente com grana na época, né? Então eu acabei ficando amigo dos nerds na época por conta dos gostos comuns. Eu tive sorte, demoraram a perceber que eu era pobre. Eu tenho toda a pinta de gente com grana, essa cara de europeu que engana. Quando perceberam que eu era duro, foi só no segundo grau. Ali eu já era um pouco mais cascudo, tinha bons amigos”. Ela não.
Era tudo tão igual que, em dado momento, eu parei de falar que havia sido igualzinho comigo. Eu esperava ela terminar a parte dela. Falava a minha. E intercalávamos nossas histórias, os dois surpresos com as semelhanças. Provavelmente a grande diferença era a vida dela após ter o filho e abandonar a faculdade. Ela trabalhava em uma repartição pública onde tinha 20 anos a menos do que a segunda funcionária mais nova, se afastou dos amigos. Era estranho conversar com ela. Não usava redes sociais praticamente, apenas para trocar mensagens com parentes distantes e mostrar fotos do filho para eles. Não via séries, não tinha Netflix - só novelas. Não conhecia bandas novas, não era muito de ir ao cinema. Era uma sensação estranha, mas parecia que boa parte da vida dela tinha parado em 2006 ou 2005. Os hábitos dela e poucos hobbies pareciam os de uma pessoa de 50 e poucos anos.
Me doeu imaginar o que poderia ter sido, o que poderíamos ter feito juntos, como poderíamos ter sido bons um para o outro. Pensei na minha esposa, que tem um perfil familiar radicalmente diferente do meu. Ela vem de uma família de classe alta, só com engenheiros e funcionários públicos de elite. O mundo dela era muito diferente do meu, tão diferente que às vezes me assustava. Famílias que não se falavam e que, mesmo endinheiradas, brigavam por herança e cortavam laços de vida por conta de bens que eles não precisavam. Todos católicos ou evangélicos, sem exceção. No máximo um ou outro ateu escondido no armário, como eu.
Essa diferença nos causava estranhezas, pontos de atrito que me surpreendiam. Quando eu elogiava a decoração de uma festa, ela falava do preço e da empresa que a produziu. Ela sentia uma obrigação social em aparecer em eventos familiares ou do círculo social deles, de ser e parecer uma boa esposa. Eu só queria estar onde eu estava afim e quando eu estivesse afim, nunca vi a família como uma obrigação social. Eles discutiam herança entre irmãos com os pais bem vivos, nós nos preocupávamos em fazer companhia à minha mãe quando meu pai morreu. Já era meio subentendido que abriríamos mão de qualquer coisa e deixaríamos tudo para minha mãe, tendo direito ou não.
Havia uma preocupação com patrimônio, normais sociais e aparências que, por muitas vezes, me assustavam. Muitas vezes ela parecia desgastada ou enojada com isso também, mas fazia porque alguém na família tinha que fazer, porque era tradição, porque sempre foi assim. Eu assistia àquilo atônito, impressionado como uma família tão numerosa quanto a minha - com literalmente dezenas de primos e tios até de terceiro grau que moravam em um mesmo bairro - era tão mais simples e unida do que uma dúzia de endinheirados que pareciam brigar por coisas fúteis.
Ela, que estava ali do meu lado, não. Tudo que ela me contava soava como uma cópia fiel da minha família, apenas em escala ligeiramente menor. Pensei em como as coisas seriam simples ao lado dela, despreocupadas, tranqulas. Que eu não passaria a vida sendo julgado pela família da minha companheira como o ex-pobre com pinta de hipster que conseguiu ganhar algum dinheiro, mas não tem muita classe nem é muito cristão, como nos últimos anos.
As palavras que saíram da boca dela depois de uns dois ou três copos de cerveja poderiam muito bem ter sido lidas do meu pensamento. “Você acha que a gente teria sido um bom casal? Que a gente ia se dar bem?”.
“Não tem como saber”, eu respondi. “Mas a gente pode imaginar”. E a gente começou a brincadeira mais dolorosa da noite, imaginando como seria se tivéssemos ficado juntos 12 anos atrás.
“Eu jogava videogame para caralho, você ia se irritar. E eu ia te pentelhar para jogar comigo”, eu comecei.
“Eu gostava de videogame, só não jogava muito. Eu ia te arrastar para show da Avril Lavigne e da Pitty, você não ia gostar”.
Eu sorri. “Eu não tenho nada contra as duas”.
“Britney e Justin Timberlake também”.
“Porra, aí você já tá forçando a barra, amor tem limite”.
Falamos sobre meus primeiros estágios, sobre como eu era maluco e fazia dois estágios e faculdade ao mesmo tempo. Saía de casa às cinco da manhã e voltava às onze da noite. Tudo para conseguir ter uma grana legal, já que na minha área os estágios eram ridiculamente baixos. Ela falava sobre a rotina de estudos para concurso, sobre como foi difícil conciliar a faculdade - que ela eventualmente abandonou por causa do filho - com o recém-conquistado emprego público. Eu falava do meu início de carreira, que foi bem melhor do que eu jamais imaginara, como subi rapidamente. Como eu achava estranho ganhar a grana que eu ganhava - que não era nada extravagante, garanto - mas meus hábitos simples faziam com que eu mal gastasse metade do salário. Ela falava da depressão que tomou conta dela ao perceber que estava num emprego extremamente burocrático e ineficaz, deixando-a incapaz de buscar outras alternativas. Falamos sobre a morte dos nossos pais, que parecem ter conspirado para falecer no mesmo ano.
Em algum momento, a cabeça dela repousou no meu ombro. Eu não soube o que fazer. Pensava apenas na minha esposa, em jamais ter traído ela nem nenhuma outra mulher. Foi aí que eu percebi que ela chorava e, novamente, eu chorei também.
“É engraçado a gente ter saudade de algo que a gente não teve”, eu disse, lembrando de um livro que eu li há muito tempo.
“Acho que a gente seria um casal do caralho”, ela disse, com um inesperado sorriso entre as lágrimas.
“Ou talvez a gente se detestasse e desse tudo errado, a gente nunca vai saber”.
“A gente nunca vai saber”, eu repeti, mentalmente. Como um vírus, a ideia se espalhou dentro de mim rapidamente. “Eu posso fazer uma diferença na vida dessa mulher, na vida do filho dela, na própria família dela. Eu posso ter uma vida mais tranquila ao lado dela, sem essas picuinhas de família rica. Minha esposa pode encontrar um homem muito melhor para ela. Um cara rico, cristão e que tenha a classe e pose que a família dela tanto quer. Isso pode acabar bem para todo mundo”.
Mas não podia. Lá no fundo, eu sabia que não podia. Eu tinha quase uma década de história com minha esposa. Eu tinha um casamento plenamente feliz atrapalhado por alguns poucos problemas familiares e inseguranças minhas. Tínhamos uma química ótima, gostos parecidos para livros e filmes, nos dávamos bem na cama. Valia a pena jogar aquele relacionamento tão bom e funcional - algo que me parece cada vez mais raro hoje em dia - por uma aventura fugaz? Um remorso do passado? Em um relacionamento com uma estranha que eu estava voltando a conhecer havia algumas horas?
“Você nem a conhece”, dizia a cabeça. “Ela é igual a você”, dizia o coração.
No fim das contas, eu segui a cabeça. Conversamos até quase dez da noite. Pegamos um Uber e fiz questão de deixá-la em casa, um prédio pequeno em um bairro abandonado do subúrbio. Quando o carro parou, ela se demorou um pouco do meu lado e, por impulso, eu segurei a mão dela. Ela me encarou assustada e ansiosa. Eu pensei em beijá-la, em ligar o foda-se e jogar tudo para o alto ali mesmo. Mas eu só desci do carro com ela na rua deserta e caminhamos juntos para dentro do prédio, sem saber exatamente o que a gente estava fazendo. Pedi para o motorista me esperar e disse que depois acertava uma compensação com ele.
“Eu vi o seu Facebook. Você é casado com uma mulher linda. E inteligente. Você não vai me trocar por ela. Nem eu quero acabar com o seu casamento”.
“Você acha ela linda e inteligente?”.
“Você sabe que ela é”.
E então eu desabafei. Falei que passei as últimas semanas reavaliando meu casamento e meu futuro, encarando a foto dela no Facebook de tempos em tempos. Que meu coração quase parou quando encontrei-a pela primeira vez. Que eu gostava de tudo nela. Da dedicação como mãe, da simplicidade, dessa aura de pessoa correta que ela exalava sem fazer esforço, desse espírito suburbano e familiar que ela tinha. Dos olhos dela, tão animados no passado e tão tristes agora. De como eu estava me segurando para não beijá-la naquele dia todo.
“Você é linda. Eu sei que você se acha feia, eu sei que você acha que ninguém vai se interessar por você. Mas você é uma mulher foda, e nem preciso subir para saber que você é uma mãe foda, uma filha foda. Não deixa a vida passar. Eu tenho certeza que tem mais gente que, igual a mim, já percebeu isso em você e não sabe como falar. Não faz de novo a mesma coisa que a gente fez lá atrás. Eu só queria que você soubesse disso porque eu acho que você merece ser muito mais feliz do que você é agora. E você não tem ideia de como você me deixou maluco esses dias todos. Eu sou bem casado com uma mulher linda sim, mas só de encontrar você eu tive vontade de jogar tudo para o alto”.
Foi um monólogo mais longo do que eu esperava. De novo, ela chorou. Dessa vez, eu contive as lágrimas. O abraço que partiu dela foi um dos melhores e mais tristes que já ganhei na minha vida. Havia ali uma história de amor não vivida, saudades de uma história que jamais colocamos no papel, de um mundo que nunca existiu. Ela me apertou forte e eu sentia minhas mãos tremerem.
Encostamos as laterais do rosto um do outro, aquele prenúncio de um beijo adiado. E que tive que usar todo auto-controle do mundo para manter adiado. Me afastei, olhei nos olhos dela, sorri e fui embora. Quando o Uber saiu, ela ainda estava parada na portaria e minhas mãos ainda tremiam.
Eu não sei se essa história acaba aqui ou não. Mas eu tenho quase certeza que sim. Algum dia eu vou contar tudo isso para a minha esposa, mas vou esperar esse sentimento morrer primeiro. Eu conheço ela o suficiente para saber que, em um bom momento, ela não ficaria triste com essa história. Eu até consigo imaginar a reação dela, repetindo a frase que ela me diz desde que a gente casou. “Eu te conheço. Você não vai me trair com alguma gostosona oferecida por aí. Se alguma coisa acontecer, você vai se apaixonar por alguém. Eu te conheço, você é romântico. Mas a gente se resolve”.
Quando cheguei na minha casa vazia, sentei e escrevi quase tudo isso de uma tacada só. Sem revisão, sem pensar muito. Eu acho que eu poderia escrever dezenas de páginas sobre os detalhes da conversa, mas isso aqui já está longo demais. Antes de dormir, eu vejo que tenho uma mensagem no Whatsapp.
“Foi muito bom encontrar você”.
Toda aquela tentação de falar algo mais grita dentro de mim, se debate.
“Foi bom te ver também :) “.
Por via das dúvidas, coloquei o celular em modo avião e suspirei. “Eu tô feliz ou triste?”, me perguntei. Parece uma pergunta simples e relativamente objetiva, mas eu não soube responder. Eu custei a dormir, com medo de sonhar com ela. Quando eu acordo no dia seguinte e me preparo para ir ao trabalho, a impressão que eu tenho é de que tudo foi um sonho. Vê-la, reencontrá-la, chorar, abraçá-la.
E, como quando a gente acorda de um sonho triste, eu volto a viver minha vida normal para esquecer. Hoje tem reunião com cliente. À noite, preciso pegar minha esposa no aeroporto.
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2016.09.15 13:07 PM_ME_LESBIAN_GIRLS Eu traduzi um video para um projeto. Alguém pode me dar feedback?

link do video
Vocês se conhecem em uma festa. Vocês são jovens, provavelmente por 17-19 anos. Vocês já transaram com outras pessoas, mas sempre foi um pouco… Desajeitado. Vocês acham desculpas para andarem juntos, e fingem ser amigos. Ela tem uma pequena marca de nascença no pescoço que você repara, mas não menciona. Você começa a pensar nela um pouco, depois bastante, daí o tempo todo. Você para de dormir direito, e de comer direito, e qualquer música que você está escutando naquela época vai ser tão vinculada a ela que em 20 anos essa música vai tocar e, por somente um segundo, você vai se lembrar exatamente como você se sente agora. E em algum ponto, provavelmente envolvendo álcool, vocês vão tirar as roupas, e agora você está fodido de verdade, porque você não pode mais se esquecer dela. Você não tinha ideia que você poderia se importar tanto com uma pessoa, e nada pode arruinar isso, e qualquer pessoa que te diz o contrário é um idiota. Você não tem nem sequer 20 anos e você já achou o amor de sua vida, quanta sorte é isso? Você provavelmente está negligenciando seus trabalhos, não está dormindo o suficiente, mas isso não importa. Você conhece bem os pais dela, e ela conhece os seus, e vocês já tentaram todas as posições sexuais que existem, e agora o sexo é mais relaxado, ao contrário de antes, que era algo que vocês pensavam em fazer o tempo todo. Vocês tem grandes planos, e nada pode arruinar isso.
Ela te mostra novas músicas que você provavelmente não iria dar menor importância antes, mas que agora você meio que gosta. Você conta para ela sobre suas coisas, e ela finge se importar de maneira bem convincente. Vocês começam a morar juntos, porque… Bem, porque não? Vocês ficam acordados até tarde, vocês bebem, vocês transam, às vezes você a vê dormindo de manhã e de repente toda aquelas poesias de bosta que você precisava ler na escola começam a fazer sentido.
Você não acredita em destino ou merdas como isso, mas você começa a entender o porquê de algumas pessoas acreditarem. E um dia ela olha para outra pessoa, dá uma risada, ou ri e você sente essa ferroada no seu cérebro. Bem vindo à inveja, é meio que normal. Você não menciona para ela, pois você não é completamente insano. Ela provavelmente se sente da mesma maneira sobre você, e isso é legal.
Vocês dois arranjam trabalho, vocês se estressam, vocês se cansam, vocês assistem bastante TV juntos, vocês não transam tanto, mas ei, o que você esperava? Vocês conversam sobre arranjar um cachorro, ela menciona um certo cara no trabalho que manda uns e-mails engraçados, e você decide mata-lo, mas rapidamente se lembra que isso é ilegal. Você começa a correr de tarde, e você começa a reparar nessa garota, que geralmente está correndo na mesma hora que você. Ela é meio bonita, mas foda-se. Vocês dois passam menos tempos juntos de tarde. Você se esqueceu como é a sensação de borboletas no estômago. Você menciona isso para um cara que está casado há anos que você conhece, e ele diz que isso é o que acontece, você não pode ficar preso à esses sentimentos para sempre. Isso te assusta um pouco, mas tudo bem, tudo vai ficar bem, e nada pode arruinar isso.
Você está nos meados dos 20 anos, e alguns dos seus amigos da escola estão virando arquitetos, médicos, e você… Não está. Você queria ser um… Sei lá, mas você não praticou isso em anos. Você começa a praticar, ou começa a planejar a fazer um comércio, ou fazer mestrado. Ela parece completamente desinteressada nisso. Ela começa a fazer piadas de bebê, ou começa a falar sobre comprar uma casa. Você não quer uma casa ou um bebê ainda, porque você ainda não é aquela coisa que você queria ser. E você já tem 25 anos, e 30 é um número bem grande que parece que está se aproximando rapidamente.
O sexo meio que virou rotina agora, e você começa a se perguntar se virou uma tarefa para ela. Vocês ainda ficam juntos, e isso é legal, mas você começa a se preocupar que têm algo faltando. Os dois experimentam com lingerie, vão em aventuras elaboradas, e isso é divertido por um tempo. Você começa a correr mais, e você vê aquela menina no parque. Tem algo meio que sobrenatural sobre ela. Ela para para respirar, e você também. Você diz oi, ela diz olá. Ela é inteligente, meio que te fala quando está exagerando, e você gosta disso nela. Você volta a correr e tenta tirar ela de sua cabeça, mas agora você se lembra da sensação de ter borboletas no estômago.
Você volta pra casa. Você cozinha a mesma janta que você cozinhou na noite anterior, e na noite antes dessa. Vocês conversam sobre nada, ela menciona que aquele cara do trabalho quer te conhecer, e você responde dizendo que aquele cara do trabalho pode se foder 1.000 vezes no inferno. Vocês ficam com um silêncio constrangedor por um tempo, daí vocês assistem um pouco de TV. E mais TV. E vocês vivem assim por mais um ano, e isso é tranquilo, e nada pode arruinar isso. Nunca.
Um de vocês transa com outra pessoa. Ou perde a paciência de vez. Ou menciona que vocês deveriam dar um tempo, ou começam a ficar distantes, ou param de falar sobre o futuro, ou sei lá o que for. Seja você que tenha terminado com ela ou não, vocês nunca mais vão acordar juntos, ou tirar as roupas dela, ou ter um argumento bêbado sobre a União Europeia, ou se cães podem olhar para cima ou não. Você vai pra cama, e de repente a cama cheira como ela de uma maneira que você nunca tinha reparado. Musica é uma bosta, comida é uma bosta, e todo mundo é uma bosta, não importa o quão legais eles estão sendo com você. E você sabe que você fez um erro terrível. Nada poderia arruinar isso, e agora tudo está fodendo arruinado. Você bebe bastante whiskey, você não parece conseguir dormir mais de algumas horas. Alguém menciona que ela está andando bastante com sei lá como é o nome daquele cara. Você brevemente imagina eles transando, e você decide fazer outra coisa. Você começa a jogar bastante videogames, e você descobre que sim, na verdade você tem amigos, e eles estão pacientemente esperando por você por fodendo anos agora. Eles escutam a sua baboseira educadamente pois já tiveram términos antes. Eles oferecem uma atitude bacana, coisas como “Existem outros peixes no oceano”, etc. Mas você não acredita neles porque eles não amaram como você amou. Ninguém amou como você amou.
Você e ela trocam mensagens passivo-agressivas sobre você pegar sua guitarra de volta ou qualquer coisa assim, e vocês se encontram para trocarem seus pertences. É uma boa sensação ver ela de novo, afinal você já superou ela, e ela não tem menor poder sobre você, e você vai logo continuar com sua vida. Vocês transam, e literalmente um minuto depois você percebe a cagada que você fez. Vocês continuam a transar por mais um tempo. Você começa a pensar em voltar o relacionamento com ela. Ela faz umas cagadas pra cima de você, ou você pra cima dela, e de repente você para de pensar em voltar o relacionamento com ela.
Vocês argumentam. Você diz coisas horríveis à ela, o tipo de coisa que você nunca iria se imaginar falando para seu pior inimigo. Você joga mais videogames, você bebe mais uísque, você escuta aquelas músicas que você gosta. As coisas estão indo bem com uma garota que você conheceu no trem, mas você não consegue se imaginar dormindo com outra pessoa. Você brevemente começa a comer saudavelmente, coisas assim, como benefícios de ter 17 seções de 1 hora de pornô por dia. Você começa a praticar aquela coisa que você ama. Você fica bem bom naquela coisa que você ama. Você se lembra como é se sentir humano. Alguém fala de uma morte que ocorreu na sua familia e você percebe que você não tem motivo algum para se sentir triste. Não de verdade.
Com o passar do tempo as pessoas te contam das próprias histórias de término de namoros, e algumas são bem, bem piores que as suas, e, de novo, você percebe que você não tem absolutamente nada sobre o que se sentir triste. Não de verdade. E, sutilmente, tão sutilmente que você nem percebe, você volta a ser você.
E um dia, do nada, aquela menina que você conheceu correndo te convida para sair. E você percebe uma pequena marca de nascença no seu ombro, mas você não menciona. Você para de dormir direito, e de comer direito, e qualquer música que você está escutando naquela época vai ser tão vinculada a ela que em 20 anos essa música vai tocar e, por somente um segundo, você vai se lembrar exatamente como você se sente agora. Música volta a ser boa. Comida volta a ter gosto bom. Nossa, o que era aquilo antes? Por que eu estava sendo uma bichinha? Logo logo vocês dois estão andando juntos todo dia, e você não consegue se lembrar a última vez que você se sentiu tão vivo. O tempo todo era isso que você precisava fazer? Ou talvez você só está repetindo o mesmo padrão de novo, mas cara, a sensação é tão incrível. Talvez tudo isso seja só um jogo estúpido, mas você não se importa. Você não se importou última vez, porque agora, você está certo disso. Mais certo que tudo que você já fez na sua vida, e qualquer pessoa que te diz o contrário é um idiota. E nada pode arruinar isso. E nada pode arruinar isso. E nada pode arruinar isso. E nada pode arruinar isso. E nada pode arruinar isso. E nada pode arruinar isso. E nada pode arruinar isso.
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