Início de um relacionamento ansiedade

Na ânsia de fazer um relacionamento dar certo, no entanto, muita gente acaba metendo os pés pelas mãos. Resultado: etapas atropeladas e expectativas frustradas. Inspire-se nas sugestões abaixo para driblar a ansiedade típica do início. Como Namorar alguém com Ansiedade. Embora os transtornos de ansiedade sejam comuns e controláveis, ter um relacionamento com uma pessoa ansiosa ainda pode ser um desafio. Ao mesmo tempo em que deve prestar apoio, é necessário estabelecer e... Como acalmar a ansiedade no início do relacionamento. Acalme seu coração. Dar um passo atrás, para dar a ele espaço para chegar até você, é sabedoria e escolha inteligente. Impedir-se de viver esses momentos lindos do início de um relacionamento é realmente uma grande perda de oportunidade. Para retomar seu autocontrole, medite. Como lidar com a ansiedade do início de um relacionamento. Posted on 14 de Fevereiro de 2020 by Sheila Rigler. Quando estamos no começo de um namoro, uma explosão de sentimentos e preocupações começam a tomar conta da nossa cabeça. Isso porque ainda não conhecemos suficientemente nosso parceiro (a) e suas reais intenções. Podendo transforma-se em um transtorno de ansiedade causado por um relacionamento problemático. Como evitar a ansiedade no relacionamento . Há duas coisas que você tem que perguntar a si mesmo no início, muito antes de você decidir corrigir o seu relacionamento: ... Terapeutas compartilharam 6 orientações para manter sua ansiedade sob controle no início de um relacionamento e à medida que ele avança. Brittany Wong 02/24/2019 01:00am -03 Ninguém é perfeito. O segredo de um relacionamento feliz é você aprender a conviver com os defeitos do seu parceiro e ele com os seus; Tempo de relacionamento. Começar um relacionamento na pressão de quanto tempo seu relacionamento vai durar, se ele será para a vida inteira ou não, vai aumentar a sua ansiedade.

Não sei mais oque é real

2020.10.12 06:00 vini_paviotti Não sei mais oque é real

Antes de tudo, eu queria poder conversar com alguém, alguém que não me julgasse, e não me conhecesse também. Bem, faz algum tempo que fui diagnosticado com ansiedade, desde criança eu tinha alguns sintomas, mas agora nos meus 18 anos isso se agravou, creio que evoluiu para um quadro de depressão, ainda não sei bem, pois ainda vou no médico, e tudo piora com as minhas experiências de vida, que vou conta algumas aqui. Já faz um tempo, eu tinha namorado uma garota, ela tinha vários problemas também, e um deles era anorexia, eu tentei de tudo para ajudar, e ela obteve uma melhora, mas depois de tantas brigas, e discussões, a gente optou por terminar, isso me desgastou demais, enfim, cada um foi pro seu canto. A pouco tempo, conheci outra garota por um amigo meu, que havia ficado com ela, quando a gente começou a se falar eles já não se falavam mais, e bem, posso dizer pra vocês, no início, quando estávamos ficando eu não queria nada sério, porém, ela sim queria, e no fim eu acabei namorando com ela, acabei gostando muito dela, pode se dizer, que eu comecei a amar de verdade, mas eu, mais uma vez, fiz merda, e terminamos pelo mesmo motivo, pois sou uma pessoa triste, e paranóica demais, eu acho que sempre estão contra mim, ou que estão me traindo, mesmo que eu não tenha motivo nenhum para acreditar nisso, enfim, ela terminou comigo perto do meu aniversário, no início não doeu tanto, mas depois, acabei ficando muito mal, por conta de mentiras que falaram pra mim sobre ela, acabei ficando muito mal, até que resolvi esclarecer tudo um dia, que era justamente o dia do meu aniversário, e de longe foi o meu pior dia, ela me ligou e meus amigos estavam todos preocupados, pois nesse dia, eu tentei me matar, engoli muitos remédios, por sorte ou azar, eles não eram tão nocivos assim, só senti muito sono, quando eu voltei do hospital, todos, inclusive ela, tinham me mandado várias mensagens, nesse dia eu não parava de chorar. Desde então, eu e ela nos falamos as vezes, e hoje em especial, eu tava muito mal, e resolvi mandar uma mensagem pra ela, ela disse que queria conversar comigo também, disse que se eu sentisse no meu coração, eu e ela podíamos se falar pessoalmente, ela disse que não sabia quando, mas teria que ser em uma sexta, a mãe dela antes não queria que a gente se falasse quando terminamos, mas agora, ela disse que eu e ela poderíamos conversar pessoalmente, eu falei coisas muito rudes pra essa garota, mas cara, eu sinto de verdade que eu gosto dela, só não sei se ela gosta de mim ainda, ela disse que quer falar comigo pessoalmente, só não sabe quando, pois segundo ela, temos que esperar a poeira abaixar, ela fala que gosta de mim aínda, e que nos podíamos até retomar o relacionamento, mas eu não sei, pois todas as pessoas a minha volta eu não consigo confiar, cada um conta a sua versão, sobre mim, sobre ela, enfim, esqueci de mencionar, mas eu tenho vários vícios, drogas, pornografia, e por aí vai, e isso tá acabando comigo, eu não sei mais oque é real, e oque não é, estou confuso, eu essa garota iremos fazer uma chamada terça, eu disse para ela me chamar, vou esperar dela isso, mesmo se por ventura ela ligar pra mim, eu não sei se eu devo encontrar com ela novamente, ela disse que iria me ouvir, e se eu me tratasse, e buscasse ajuda, eu e ela podíamos reatar, eu não quero me alimentar com falsas esperanças, mas eu ainda amo muito ela, e não sei se devemos ter essa conversa mesmo, minha cabeça tá uma confusão, eu não sei mais em quem acreditar, não vejo mais motivos para estar aqui, eu de verdade, tô muito mal. Desculpa pelos erros de português, e perdão se ficou meio confuso, afinal, a minha mente tá uma confusão...
submitted by vini_paviotti to desabafos [link] [comments]


2020.10.09 18:29 sujeitoqualquer Vida assexual forçada

Relato de meus problemas de ordem mental e sexual desde a adolescência.
Passei minha adolescência 12-17 anos envolto por ansiedade social ou fobia social (não diagnosticada) e possivelmente estados depressivos (não clínicos, mas reação depressiva normal por não conseguir superar a fobia social). Aos 17 anos de idade tive um evento de forma brusca de depressão/despersonalização que durou mais ou menos 2 anos da minha vida, dos 17 aos 20. Me sentia alheio, não sentia nada, anedonia e apatia generalizada; incapacidade de sentir qualquer prazer ou interesse por qualquer atividade (antes ouvia música e sentia de forma intensa tudo que ouvia, mas depois disso foi como ouvir qualquer barulho, não fazia diferença). Tive inclusive impotência sexual.
Não foi apenas "não sentir", foi perder a capacidade de ação e decisão. Quando o emocional não aponta uma direção comportamental, tudo fica estagnado. Então, antes que alguém possa julgar que isso é "bom", a minha sensação era de estar anulado na própria vida. Preferiria sem dúvidas ter morrido a ter vivido todas essas coisas, principalmente naquela idade, fim da adolescência e início da vida adulta quando tantas coisas novas e boas poderiam acontecer e fazer eu melhorar da minha fobia/ansiedade social (Tinha começado a fazer um curso universitário, mas que acabei abandonando). Mas infelizmente tudo passou a ser ao longo desse período (17-20), senão até hoje, inconcebível. Acredito que possa ter algo a ver com a fobia social (que era um auto-diagnóstico), mas realmente não sei.
Dos 20-27 esse estado de despersonalização amenizou. Mas minha qualidade de vida nunca melhorou. Nunca fui capaz de desenvolver qualquer amizade, menos ainda qualquer tipo de relacionamento afetivo, menos ainda relaciomento sexual. Gostaria muito de ter vivido minha juventude mas era como se meu próprio corpo me sabotasse para que eu não pudesse viver.
Tentei viver com isso até hoje, ainda que com uma qualidade de vida a nível de sobrevivência, já que não tinha meios nem dinheiro para recorrer a médico até os 24 anos. Remédios antidepressivos foram por mim descartados no momento em que soube que um dos efeitos colaterais que eles causam é a apatia (problema em que luto em superar), impotência sexual (problema em que luto em superar), raciocínio lento e resposta sensorial a estímulos lenta (problema que luto em superar). Mas tentei fazer ainda assim, pela prescrição médica INDISCRIMINADA de medicamentos psiquiátricos, tentei usar 3 tipos de remédios por curtos períodos de tempo sem sentir nenhuma mudança positiva, apenas efeitos colaterais.
Me questiono se remédios psiquiátricos não fazem eu sentir minha libido alta e minha vontade de viver melhorada, então qual é a utilidade para mim? Acredito que pessoas com ansiedade generalizada e depressão severa precisem desses medicamentos. O que não é o meu caso. Não tenho crises, nem surtos. Tenho emprego e trabalho na medida do meu possível e na medida que a ansiedade social que ainda tenho me permite; me sinto muito melhor quanto a sensação de despersonalização, não tenho mais os sintomas que tive aos 17-18.
Sexualmente, aos 27 anos nunca tive uma relação sexual que pudesse sentir satisfação. Aos 24 anos, senti uma melhora no meu humor e tentei me relacionar com uma pessoa por durante um mês, tive várias oportunidades de praticar sexo, mas nunca consegui de forma satisfatória. Pude me testar quanto a isso. Tenho ereções, fracas, mas tenho insensibilidade no pênis e não consegui sentir prazer nenhum na penetração porque não conseguia ejacular. Com masturbação consigo ter ejaculação e algum prazer nas raras vezes em que me masturbo. Fui usuário de pornografia e masturbação da adolescência até agora, mas nunca fui compulsivo. Mas acredito que isso possa ter acentuado essa apatia pelo sexo real. Ainda que me masturbava poucas vezes entre os 17-27, nunca diariamente, e certamente menos que 4 vezes por mês quando muito. Parei de usar pornografia e masturbação por até 6 meses ou mais, várias vezes ao longo desses anos, e no momento não me toco já faz quase um mês e pretendo não me tocar o quanto for possível. Todas vezes em que me masturbei foi como uma forma de escape ao tédio, não sinto interesse real pelo sexo, mesmo com pornografia, sexo interpessoal para mim parece ser algo impossível agora.
Não sou assexual. A ideação e o desejo sexual forte que senti durante minha adolescência me fazem acreditar que não. Eu sinto alguma atração sexual, ainda que fraca, mas não da forma como sentia. Não sinto mais excitação no penis quando penso em sexo, nem sinto algo diferente no pênis quando vejo uma pessoa que desejo (ou desejaria) sexualmente, mas sinto em certa medida alguma atração ainda.
Poderia por outro lado trabalhar para eliminar totalmente meu interesse sexual (como os celibatários fazem), eliminar a possibilidade na minha vida de desenvolver qualquer tipo de relação íntima (sexual, amorosa, namoro, relação estável) com alguém e focar apenas em desenvolver amizades. Aceitar a solidão de viver sozinho e poder ter algum tipo de afeição amistoso apenas. Sem contato físico, sem experimentar abraços, beijos, sexo, e qualquer coisa que venha disso.
Ontem fui em um urologista, tentei relatar de forma breve meu caso aqui acima descrito, e a resposta que tive foi muito do que já vi pela internet, que poderia ser insegurança. Me foi receitado um remédio para impotência sexual (que acredito não resolver já que atua só no pênis, dando ereções artificiais, e não no problema em sentir libido, tesão.). E outro remédio antidepressivo, mesmo eu questionando se o próprio não acentuaria mais ainda os problemas que tenho.
Não sei o que faço. Passei a noite pensando em abraçar a vida celibatária forçada. Sei que sexo não é tudo, mas acredito que afeta muito a qualidade de vida, e é por meio de sexo que conseguiria desenvolver relacionamento amoroso, afetivo e ter uma relação íntima com alguém. Encontrar uma pessoa que aceite uma relação amoroso sem sexo é quase impossível, e ainda que poderia encontrar uma pessoa que dispense sexo mas que queira ter uma relação romântica, eu acredito que não conseguiria me sentir satisfeito em ter nunca relação sexual, até porque, como eu disse, não sou assexual, apenas perdi a capacidade de experimentar sexo.
Agradeço a atenção de quem leu até aqui.
submitted by sujeitoqualquer to desabafos [link] [comments]


2020.10.09 17:19 sujeitoqualquer Vida celibatária forçada

Relato de meus problemas de ordem mental e sexual desde a adolescência. Texto longo.
Passei minha adolescência 12-17 anos envolto por ansiedade social ou fobia social (não diagnosticada) e possivelmente estados depressivos (não clínicos, mas reação depressiva normal por não conseguir superar a fobia social). Aos 17 anos de idade tive um evento de forma brusca de depressão/despersonalização que durou mais ou menos 2 anos da minha vida, dos 17 aos 20. Me sentia alheio, não sentia nada, anedonia e apatia generalizada; incapacidade de sentir qualquer prazer ou interesse por qualquer atividade (antes ouvia música e sentia de forma intensa tudo que ouvia, mas depois disso foi como ouvir qualquer barulho, não fazia diferença). Tive inclusive impotência sexual.
Não foi apenas "não sentir", foi perder a capacidade de ação e decisão. Quando o emocional não aponta uma direção comportamental, tudo fica estagnado. Então, antes que alguém possa julgar que isso é "bom", a minha sensação era de estar anulado na própria vida. Preferiria sem dúvidas ter morrido a ter vivido todas essas coisas, principalmente naquela idade, fim da adolescência e início da vida adulta quando tantas coisas novas e boas poderiam acontecer e fazer eu melhorar da minha fobia/ansiedade social (Tinha começado a fazer um curso universitário, mas que acabei abandonando). Mas infelizmente tudo passou a ser ao longo desse período (17-20), senão até hoje, inconcebível. Acredito que possa ter algo a ver com a fobia social (que era um auto-diagnóstico), mas realmente não sei.
Dos 20-27 esse estado de despersonalização amenizou. Mas minha qualidade de vida nunca melhorou. Nunca fui capaz de desenvolver qualquer amizade, menos ainda qualquer tipo de relacionamento afetivo, menos ainda relaciomento sexual. Gostaria muito de ter vivido minha juventude mas era como se meu próprio corpo me sabotasse para que eu não pudesse viver.
Tentei viver com isso até hoje, ainda que com uma qualidade de vida a nível de sobrevivência, já que não tinha meios nem dinheiro para recorrer a médico até os 24 anos. Remédios antidepressivos foram por mim descartados no momento em que soube que um dos efeitos colaterais que eles causam é a apatia (problema em que luto em superar), impotência sexual (problema em que luto em superar), raciocínio lento e resposta sensorial a estímulos lenta (problema que luto em superar). Mas tentei fazer ainda assim, pela prescrição médica INDISCRIMINADA de medicamentos psiquiátricos, tentei usar 3 tipos de remédios por curtos períodos de tempo sem sentir nenhuma mudança positiva, apenas efeitos colaterais.
Me questiono se remédios psiquiátricos não fazem eu sentir minha libido alta e minha vontade de viver melhorada, então qual é a utilidade para mim? Acredito que pessoas com ansiedade generalizada e depressão severa precisem desses medicamentos. O que não é o meu caso. Não tenho crises, nem surtos. Tenho emprego e trabalho na medida do meu possível e na medida que a ansiedade social que ainda tenho me permite; me sinto muito melhor quanto a sensação de despersonalização, não tenho mais os sintomas que tive aos 17-18.
Sexualmente, aos 27 anos nunca tive uma relação sexual que pudesse sentir satisfação. Aos 24 anos, senti uma melhora no meu humor e tentei me relacionar com uma pessoa por durante um mês, tive várias oportunidades de praticar sexo, mas nunca consegui de forma satisfatória. Pude me testar quanto a isso. Tenho ereções, fracas, mas tenho insensibilidade no pênis e não consegui sentir prazer nenhum na penetração porque não conseguia ejacular. Com masturbação consigo ter ejaculação e algum prazer nas raras vezes em que me masturbo. Fui usuário de pornografia e masturbação da adolescência até agora, mas nunca fui compulsivo. Mas acredito que isso possa ter acentuado essa apatia pelo sexo real. Ainda que me masturbava poucas vezes entre os 17-27, nunca diariamente, e certamente menos que 4 vezes por mês quando muito. Parei de usar pornografia e masturbação por até 6 meses ou mais, várias vezes ao longo desses anos, e no momento não me toco já faz quase um mês e pretendo não me tocar o quanto for possível. Todas vezes em que me masturbei foi como uma forma de escape ao tédio, não sinto interesse real pelo sexo, mesmo com pornografia, sexo interpessoal para mim parece ser algo impossível agora.
Não sou assexual. A ideação e o desejo sexual forte que senti durante minha adolescência me fazem acreditar que não. Eu sinto alguma atração sexual, ainda que fraca, mas não da forma como sentia. Não sinto mais excitação no penis quando penso em sexo, nem sinto algo diferente no pênis quando vejo uma pessoa que desejo (ou desejaria) sexualmente, mas sinto em certa medida alguma atração ainda.
Poderia por outro lado trabalhar para eliminar totalmente meu interesse sexual (como os celibatários fazem), eliminar a possibilidade na minha vida de desenvolver qualquer tipo de relação íntima (sexual, amorosa, namoro, relação estável) com alguém e focar apenas em desenvolver amizades. Aceitar a solidão de viver sozinho e poder ter algum tipo de afeição amistoso apenas. Sem contato físico, sem experimentar abraços, beijos, sexo, e qualquer coisa que venha disso.
Ontem fui em um urologista, tentei relatar de forma breve meu caso aqui acima descrito, e a resposta que tive foi muito do que já vi pela internet, que poderia ser insegurança. Me foi receitado um remédio para impotência sexual (que acredito não resolver já que atua só no pênis, dando ereções artificiais, e não no problema em sentir libido, tesão.). E outro remédio antidepressivo, mesmo eu questionando se o próprio não acentuaria mais ainda os problemas que tenho.
Não sei o que faço. Passei a noite pensando em abraçar a vida celibatária forçada. Sei que sexo não é tudo, mas acredito que afeta muito a qualidade de vida, e é por meio de sexo que conseguiria desenvolver relacionamento amoroso, afetivo e ter uma relação íntima com alguém. Encontrar uma pessoa que aceite uma relação amoroso sem sexo é quase impossível, e ainda que poderia encontrar uma pessoa que dispense sexo mas que queira ter uma relação romântica, eu acredito que não conseguiria me sentir satisfeito em ter nunca relação sexual, até porque, como eu disse, não sou assexual, apenas perdi a capacidade de experimentar sexo.
Agradeço a atenção de quem leu até aqui.
submitted by sujeitoqualquer to sexualidade [link] [comments]


2020.10.08 22:05 InsertAJoke Eu (27 mulher) estou perdidamente apaixonada pela minha melhor amiga (26 mulher)

Somos amigas a 16 anos, estivemos uma do lado da outra em tudo que você conseguir imaginar na vida. Ela é hétero, mas diz se atrair por mulheres fisicamente. No início da pandemia a gente se aproximou como nunca, uma ligação num nível espiritual. Só que eu não tinha entendido que estava apaixonada por ela.
A gente está planejando sair do país, e começamos a planejar uma vida juntas. Queremos ter uma filha (já escolhemos até o nome), vivemos falando sobre como queremos passar o resto da vida juntas, que somos alma gêmeas, que não existe uma sem a outra, que o dia que uma morrer, a outra vai acabar morrendo também, porque é quase impossível pensar a vida sem a outra existir, coisa normal de melhores amigos né? Na minha cabeça sim.
Sempre que estávamos juntas eu ficava louca de vontade de beijar ela, mas eu sempre fui muito bem comportada e respeito o espaço dela. Num momento de muita cachaça eu perguntei a ela se ela faria um ménage comigo. Ela disse que sim. Ela está apaixonada por um cara do trabalho dela, então decidimos que ia ser com ele (nós duas somos muito livres, e pra gente tem uma diferença muito grande entre sexo e sentimento, e entre nossa relação e outras. Ela disse que sente que não há ninguém no mundo que seja uma ameaça a gente, e eu sinto o mesmo. Mesmo quando eu estou apaixonada por outra pessoa, ou ela, nada é afetado no que a gente tem, então não tenho ciúmes nenhum do cara, inclusive adorei ele).
Foi nesse dia que eu entendi que estava apaixonadíssima por ela, e decidi contar tudo. Meu plano era me afastar dela até que eu conseguisse esquecer esse sentimento e voltar a gostar dela só como amiga, afinal, eu não queria de jeito nenhum que nada prejudicasse nossa amizade.
Fomos para o motel e ele bebeu, passou mal e dormiu. Comecei a contar a ela dos meus sentimentos, mas antes de eu falar, ela me disse que está APAIXONADA POR MIM. Eu não consigo acreditar até agora. Eventualmente ele despertou (ele inclusive já estava sabendo que ela está apaixonada por mim), transamos os três (foi um pouco estranho, mas provavelmente porque eu mal o conheço, e eu e ela não temos proximidade física, mas a química entre eu e ela era bem forte. A química com ele foi bem legal também.)
Passamos o dia juntos na praia, depois fomos pra minha casa para ela trocar de roupa (ela estava ficando uns dias lá). Lá ela disse que precisava de um tempo pra processar tudo que aconteceu e desapareceu. O cara do ménage tem conversado comigo no whatsapp e pelo que eu estou vendo, eles estão no mínimo querendo um relacionamento a três. Ela não falou nada comigo desde então, e não respondeu a mensagem que mandei (um meme).
Eu não estou confortável com a ideia do relacionamento por algumas coisas. 1- eu mal conheço ele. 2-eu e ela precisamos colocar os sentimentos no lugar, entender o que a gente é, pra depois pensar em ter uma terceira pessoa, e pra isso a gente precisa conversar.3-eu não gosto da ideia de um relacionamento. Mesmo com ela, eu gostaria que continuasse como a gente já é, só que com sexo envolvido. Eu preciso realmente gostar muito dele para querer entrar numa relação. Eu tenho aversão a ideia de briguinha, cobrança, ciúmes, drama, etc, e ela gosta dessas coisas, por exemplo: Quando eu estava fazendo oral nele e ele estava quase gozando, percebi que ela estava incomodada com alguma coisa, então parei. Mais tarde, ele comentou que ninguém nunca tinha feito ele gozar com oral, e que minha amiga estava tentando a meses, e que se eu não tivesse parado ele teria gozado. Se ele tivesse gozado isso iria virar um drama e provavelmente ela ficaria lembrando disso, tipo "pede pra InsertAJoke te fazer gozar então", e eu não tenho paciência pra esse tipo de coisa.
Eu não sei o que vai acontecer, se ela vai dizer "ah não, sou hétero mesmo kkk, beijos" e eu vou entrar na sofrência, ou se vai ser "ah, sexo só a três" (nada contra, pretendo fazer o ménage com ele mais vezes, mas quero poder transar só nós duas também), ou o que vai acontecer a partir de agora. Estou morrendo de ansiedade, mas acho que a gente só vai se ver sábado. Me ajudem a entender essa bagunça.
submitted by InsertAJoke to desabafos [link] [comments]


2020.09.21 04:36 devilred42 Desabafo pós crise...

[F 25] Eu sinto que a morte está sempre comigo. Não importa o que eu faça ou onde esteja, sinto que ela sempre está aqui, me esperando ter coragem. Tenho uma filha de 4 anos que vive com o pai, no início desse ano consegui sair do emprego de merda que tinha no interior, vim morar perto da capital com o meu atual namorado e mesmo assim, tenho a sensação de que só estrago as coisas... Sempre tive depressão, ansiedade e sei lá quantos outros transtornos. Mas ultimamente tem sido pior, eu sinto que sou um peso para os outros, sinto que estou adoecendo o meu namorado e estragando o melhor relacionamento que tive. Eu simplesmente me tornei uma pessoa extremamente sem sentimentos, não consigo nem sentir dor se não for algo realmente forte (tipo quando caí de uma escada há duas semanas atrás e torci feio o tornozelo). Cada vez mais parece que eu sou um desperdício de recursos, que eu só estou aqui vagando, esperando que a morte me encontre e que seja gentil ao me levar sem sofrimento. Não tenho coragem de me matar por não querer traumatizar minha filha e meu namorado, tenho medo do que isso pode causar na vida deles. Mas ao mesmo tempo, não consigo parar de pensar no quanto as pessoas estariam melhores sem mim, por mais que eu tente, não consigo encontrar motivos para a minha existência. Eu gostaria de que por mágica, eu pudesse impedir a minha existência. Não aguento mais ser um peso até para mim mesma. Me desculpem por isso, só precisava falar.
submitted by devilred42 to desabafos [link] [comments]


2020.08.30 03:54 Teshugou "Preso" ao relacionamento?

Bom, pra começar, tenho 19 anos e nunca fui de ter amigos, relações, nem nada (hoje percebo que eu era beeem estranho socialmente, talvez seja por isso xD). Estou mudando aos poucos, pensamentos, ideias, concepções, sinto que estou me tornando alguém melhor.
Mas o que eu quero falar mesmo é: tem essa menina, fui me aproximando dela e criando sentimentos por ela, até que, cerca de 3 anos atrás, eu já sentia que rolava algo legal entre a gente e fiz um pedido de namoro com flores, surpresas e blablabla, só que ela sempre acabava evitando o assunto e nunca me deu uma resposta, e aí só voltou com o ex dela. Enfim, tristeza, chorei, não superei, afinal, foi uma das primeiras pessoas que eu pude compartilhar felicidades, ansiedades, angústias, sabe? Amizade, eu acho. Tempo passando, a gente se falava beeeeem raramente.
Agora, no início desse ano, a gente foi voltando a se falar e ficando bem próximos (de novo : ). Ela reconhece essas irresponsabilidades dela nesse passado, já pediu desculpas. Meus sentimentos por ela não passaram não xD. Só que dessa vez estou sendo bem transparente quanto ao que sinto por ela, demonstro meu carinho e afeto (já tive problemas por não demonstrar o que sinto, não quero repetir com ninguém). Do mesmo jeito que antes, ela nunca diz como ela se sente em relação a nós dois, também não parece demonstrar sentimentos por mim. A gente já saiu algumas vezes desde então, 3 ou 4 vezes desde o início do ano (quarentena boyz), e ficamos abraçados e de mãos dadas, mas não tocamos no assunto.
Mesmo assim, a gente ainda não namora e, na minha cabeça, isso não vai nem acontecer, sinto que só eu estou me abrindo e tudo vai ser um replay da última vez. Ficamos fazendo companhia um ao outro pelo discord todo dia, mas acho que ela não gosta tanto assim quanto eu. Eu infelizmente só falo com ela, não tenho mais ninguém com quem compartilhar coisas. São sentimentos muito novos pra mim, nunca namorei, nunca beijei, nunca fiz nada :S. Não sei muito bem o que fazer. Por conta disso, me sinto "preso" ao meu relacionamento com ela e sei que no final só vou acabar me machucando novamente.
(tentei dar uma resumida pra não ficar tão grande, só que mesmo assim ficou enorme :c )
submitted by Teshugou to desabafos [link] [comments]


2020.08.18 01:59 EuRoddy Sou rejeitado por ser fora dos padrões

Amigos, preciso de ajuda.
Sou homem, carioca, tenho 28 anos, sou negro e gay. Embora eu seja uma pessoa normal, não tenho traços bonitos, meu rosto é coberto de cicatrizes e manchas de acne e foliculite, sou alto e desengonçado e sempre tive dificuldade em ganhar peso. Ou seja, sou feio. Talvez isso não seria um problema se minha vida não fosse tão triste...
Desde muito pequeno, sempre soube que era diferente. Embora gostasse de "coisas de menino", sempre percebi que a figura masculina me atraia muito mais que a feminina. Mas, por conta do enorme preconceito do ambiente familiar e na escola, tentei, por muitos e muitos anos, refrear qualquer tipo de sentimento homoafetivo. Sempre busquei me aproximar dos homens apenas como forma de amizade. Felizmente, pude ter alguns amigos ao longo dos ensinos fundamental, médio e superior. Apesar disso, o bullying foi uma constante na minha vida. Sempre fui humilhado, ridicularizado e até agredido fisicamente na minha infância e adolescência por ser um menino sensível, péssimo nos esportes e, sim, feio. Não bastasse a humilhação por parte dos meninos, também era rejeitado por muitas meninas. Na minha tentativa fracassada de tentar ser hétero, acumulei apenas frustrações. Conclusão: terminei o ensino médio, com 17 anos sem sequer ter beijado na boca.
Entre 2010 e início de 2012, passei um dos períodos mais solitários da minha vida. E foi nesse período que minha saúde mental piorou. Ao ter meu primeiro contato com a pornografia gay, me dei conta de que por mais que tentasse, era impossível mudar a minha natureza. Ou seja, eu era gay e teria que me conformar. Porém, logo me dei conta de que ser gay não seria fácil. Além de ter a certeza de que jamais poderia me assumir por conta da religião da minha família, me dei conta de que o meio gay tem um gosto em que não me encaixava: homens brancos, musculosos e bonitos. Exatamente o contrário do que sou.
Quando comecei a faculdade, felizmente encontrei um ambiente diferente de tudo que até então tinha experimentado. Mantendo minha sexualidade escondida, fiz amizades, fui respeitado, saí, me diverti. Porém, faltava algo. Nunca havia namorado. Sequer tinha ficado com alguém. Estava eu com 23 anos sem sequer saber o que era tocar em uma pessoa. Até que, por influencia de amigos, cometi um dos piores erros da minha vida. Tentei namorar uma amiga, a única pessoa que, até então, demonstrou abertamente ter gostado de mim como homem. Meu desespero em me sentir uma pessoa normal falou mais alto, e eu investi nesse relacionamento desde o princípio fadado ao fracasso. Foi nela em quem dei meu primeiro beijo. Mas foi só isso. Embora eu tentasse, não sentia atração sexual por ela. Por mais carinhosa que fosse, eu sabia que não era aquilo que eu queria pra mim. Mas eu não poderia dizer porque tinha vergonha e medo demais para assumir que era gay. Até que um dia, tivemos uma discussão por conta de um amigo que ela não gostava e nossa tentativa de ficada acabou poucos meses depois. Pelo menos eu saí da faculdade tendo beijado na boca. Mas ainda virgem. Aos 25 anos...
O tempo passa. Me limito a saciar minha sexualidade com pornografia e masturbação. Mas só quando dava, porque dividia o quarto com meu irmão. Em 2018 entro no mestrado. Pouco mais de um ano depois, começo a escrever minha dissertação, termino meu estágio numa boa empresa e agora tenho tempo de sobra pra ficar em casa. E foi aí que a coisa piorou mais ainda. Novamente solitário, vieram a ansiedade e os sintomas de depressão. Não tinha ânimo para nada, sentia apenas o desespero por viver uma vida de merda, sem emprego, fazendo algo que detestava, e sem nunca ter tido a oportunidade de ser quem eu realmente era. Até que, decido a finalmente viver minha sexualidade, criei uma conta em um app de encontros gay, o Grindr. Tentando ter minha primeira experiência sexual, já aos 27 anos, acabei dando de cara com outra realidade: a do preconceito no mundo gay. Sendo negro, pobre, magro e fora de qualquer ideal estético, só encontrei mais rejeição. Algumas poucas e raríssimas vezes, tive momentos de felicidade ao não ser bloqueado por alguns caras, a maioria desses apenas por causa do meu pênis, certamente a minha única qualidade reconhecida pelos gays. Por quatro meses, busquei me relacionar com alguém, sem nenhum êxito. Até que em 4 de março desse ano, tive a chance que mais queria. Perder a virgindade. Mas o que parecia bom, foi na verdade uma das piores sensações da minha vida. Ao chegar na casa do rapaz, que morava a uns 500m da minha casa, me foi dado apenas o direito de fazer sexo oral e receber o esperma dele. Migalhando um pouco de prazer, me arrisquei fazendo sexo sem camisinha com um cara que nunca tinha visto na vida. Não rolou beijo, não rolou conversa, não rolou carinho. Apenas tive 10 minutos de sexo e fui pra casa. Uma semana depois, conheci outro cara, de 38 anos, lindo. Definitivamente a melhor coisa que poderia acontecer. Quando nos encontramos, ele pegou na minha mão, conversou comigo e me deixou à vontade. E transamos. Ou melhor, tentamos. Dessa vez, a minha total inexperiência me brochou. Ele gozou, eu não. Aliás, também não gozei na minha primeira transa. Perguntei a esse cara se eu o tinha decepcionado, ele disse que não, que deu errado pelo nervosismo. Acreditei nisso. Até que um dia, ele me chamou para ir à casa dele, à noite. Por medo de dar errado de novo, e pra não gerar desconfiança em casa, não fui. E o cara que eu achei compreensivo, e o primeiro homem que beijei, aos 27 anos, passou a me ignorar. Semana passada, tive uma das piores crises de ansiedade que já senti. Chorei de domingo a sexta. Tentando me aproximar dele de novo, pedi sua ajuda. Disse que estava me sentindo mal. Perguntei a ele se ele tinha me achado realmente atraente, se ele sentiu tesão em mim. Ele disse que iria responder, que estava digitando e que mandaria a resposta quando pudesse. Até agora nenhuma resposta. Me senti rejeitado de novo. Mas nada está ruim que não possa piorar...
Continuando minha busca por viver minha sexualidade, encontro cada vez mais nãos. Quando inicio uma conversa enfiando foto, sou bloqueado. E nas situações em que a conversa passa do oi, todo interesse do outro lado acaba quando mostro meu rosto e meu corpo. Cada vez mais minha autoestima diminui. Me sinto um lixo. Desde janeiro faço academia, já ganhei peso (embora ainda magro), tenho cuidado da pele do rosto e já até adotei um penteado mais moderno, mas tudo que eu tento fazer para ser alguém atraente de nada adianta. Sou preterido por ser fora dos padrões. Me sinto feliz por saber que ao menos uma vez pude beijar e me relacionar com alguém. Mas a certeza de que dificilmente irei encontrar alguém com quem possa dividir bons momentos me entristece demais. Aos 28 anos, nunca namorei. Nunca soube o que é me apaixonar. Não sei o que é sair com um namorado. Não sei o que é ser amado. E por mais que eu tente ser bom nas outras áreas da minha, a solidão é dolorosa demais. Sinto vontade de morrer. Minha comunidade me rejeita.
Sou infeliz.
submitted by EuRoddy to desabafos [link] [comments]


2020.08.17 02:59 gimme-that-potato Uma das melhores decisões que tomei foi começar a tomar remédio para depressão

Olá, meus queridos.
Como o título sugere, venho aqui compartilhar minha experiência, pois acredito que possa acabar ajudando alguém aqui. No mais, vou poder pôr algumas ideias em ordem e poder dar uma desabafada. Tentarei ser breve, mas sei que não vai rolar rs, e acredito que meu texto não será tão linear.
O negócio é o seguinte: nunca fui apaixonado pela vida, de modo geral. Sempre fiz minhas coisas e tudo mais, mas essa tendência já me fez ficar para baixo (talvez algumas vezes depressivo) em algumas partes de minha vida. Nada disso me impediu de viver normalmente, sentir alegria, felicidade, paixão, correr atrás do que gosto, etc.
Acontece que ano passado estava em uma época braba. Havia terminado a faculdade, saído do emprego para prestar um concurso que não passei, e estava desempregado. Porra, estar desempregado é foda. A sensação de ficar em casa sem produzir é péssima.
Chegou uma hora que quis me cortar. Nada de suicídio, e nunca acreditei que pudesse fazer isso (apesar de estar com a constante sensação de querer nunca ter nascido), mas não deixa de ser um sintoma bem preocupante. Quando comecei a me dar uns pequenos cortes (escondidos), entendi que era hora de voltar pra terapia. Voltei para a mesma psicóloga que conheço há uns anos e confio bem.
Cabe aqui fazer um parênteses sobre depressão: há vários jeitos de melhorar esta doença. Contudo, tem um estudo recente que analisou a mistura entre dois tratamentos variados (ioga com psicólogo; meditação com psiquiatra; prática de esportes com meditação; etc.), e a melhor combinação de tratamento encontrada foi: acompanhamento psicológico junto com psiquiátrico. Não significa que tem que deixar outros tratamentos de lado, mas essa foi a melhor fórmula comprovada para combater.
Outra coisa: se você quer buscar um psicólogo, o que super recomendo, não importa a linha que ele ou ela segue. Freud, Lacan, Jung... nada disso importa. São ferramentas elaboradas para chegar em um mesmo objetivo. O que importa é você encontrar alguém que você vá com a cara. Alguém que você confie em desabafar. Não adianta conversar com um psicólogo pica das galáxias se você não se sente à vontade com ele.
Enfim. Começando a terapia, comecei a perceber diversos outros sintomas. Já não estava com a mesma concentração de antes. Me perdia no meio de frases. Estava me desconectando do mundo. Até atividades mais prazerosas estavam soando trabalhosas ou cansativas demais para mim. Meu prazer em coisas comuns, como comer algo bom, estava diminuindo. Foi a primeira vez que minha psicóloga sugeriu eu procurar um psiquiatra para me ajudar.
De início me senti mal, pois nunca tomei remédios para a cabeça. Mas depois veio um certo alívio: eu simplesmente estava doente, como uma gripe, e talvez precisasse só tomar um remédio. Você tem ideia de como é um alívio entender que sua mente te prega peças, e o motivo de você estar mal pode ser simplesmente algo fora de seu controle? Como uma mera desregulação hormonal, ou falta de algum receptor no cérebro, algo assim.
Falando com o psiquiatra, ele me passou um remédio relativamente novo, que, a grosso modo, estimula a produção de receptores de certos neurotransmissores na minha cabeça. Em outras palavras, ele estimula o cérebro a "captar mais prazer", ao invés de criar o prazer em si (como uma droga ilícita geralmente faz). Tanto é que é um remédio de tarja vermelha, e que não vicia (apesar de dar efeitos colaterais).
O início do tratamento foi bem ruim. O primeiro efeito colateral era a sensação de estar sonhando, ou na beira de uma grande ansiedade. Como se eu estivesse caindo, mas aquela sensação de "estar caindo" tivesse durando minutos. Isso me fez aprender a deixar rolar, sabe? Eu sabia que era um efeito do remédio, então não podia fazer nada, senão deixar acontecer, seguir com a maré. Eu diria até que eu pude aproveitar minha ansiedade. Sentia que era o remédio que me causava essa aceleração, mas que era ao mesmo tempo ele que me possibilitava ter esse "freio".
Outro efeito ruim foi o sono. Na verdade era mais uma vontade incontrolável de bocejar em si do que sono.
Como um outro possível efeito era falta de libido, óbvio que nos primeiros dias a primeira coisa que fui testar foi a masturbação. Confesso que foi bem difícil chegar no orgasmo, parecia que eu ia criar fogo com as mãos hehe. Por outro lado, um tempo depois minha libido até melhorou, pois minha depressão me fazia não querer buscar sexo. Minha namorada me apoiou durante tudo isso e entendeu, quando conversamos, que o sexo poderia piorar, o que felizmente não ocorreu.
Depois esses efeitos melhoraram (acredito que em até 2 semanas). O de sono e bocejo passou por completo, assim como o da ansiedade. Eu sentia que o remédio era um freio para minha ansiedade. Se eu fosse um carro, era como se o remédio colocasse uma trava na velocidade máxima. Sentia ele me ajudando.
Uma coisa que demorou para melhorar foi meu fluxo intestinal. Estava acostumado a ir ao banheiro todos os dias, às vezes até duas vezes (aqui cabe ressaltar que sou homem e, quando comecei a tomar o remédio no ano passado, estava com 26 anos). O remédio me fodeu com isso. Comecei a passar uns dias sem ir ao banheiro, ou ficar totalmente desregulado. Hoje, meses depois, isso já melhorou 100%.
Umas semanas depois comecei a ter um pouco de insônia, que até hoje vem e volta, mas nada que me atrapalhe.
Mas nada disso chega perto ao que o remédio me proporcionou: a capacidade de sentir prazer banal, no dia a dia, como ao ver um pôr-do-sol, ouvir uma música foda, ou comer algo gostoso. Hoje nem parece que eu tomo remédio. Faz parte da minha rotina: eu acordo, tomo meu comprimido, meu café, e sigo com o dia. Às vezes penso que deveria ter buscado um psiquiatra antes.
Claro que o tratamento é temporário. Eu sinto um pouco de falta de poder "curtir mais minha angústia" quando não tomava remédio, pois isso me ajudava a compor música ou escrever algo. Hoje me sinto melhor sabendo que estou mais pronto para terminar o tratamento (que demora no mínimo 6 meses, se não me engano até 2 anos). Também sei que, se voltar a ficar mal daquele jeito, tenho mais ferramentas para usar ao meu favor.
Se você está mal, não tenha vergonha de procurar um psiquiatra. Não coloque barreiras que não existem. Se você estivesse com febre, você iria no médico. Pode ser que sua depressão seja simplesmente uma reação física de seu corpo, e não uma mera falta de vontade (aliás, acho que nunca é, pois vontade de estar bem todo mundo tem). Até porque, uma pessoa com a vida 100% boa pode sofrer de depressão. Como falei, pode ser por algo idiota, como uma desregulação de seu corpo, algo hormonal, etc.
Pense nos remédios como uma rodinha extra numa bicicleta: ele vai servir de apoio para seu cérebro reaprender a andar sozinho, e, então, quando estiver pronto, vai poder andar ser as rodinhas.
Uma questão é que eu dei sorte. Um dos meu melhores amigos demorou uns bons anos para encontrar o remédio certo para ele. Ele tentou de tudo, várias terapias, e finalmente achou esse remédio (que é o mesmo que o meu, por coincidência), junto uma terapeuta de confiança. O cara até conseguiu assumir ser gay e hoje está namorando e feliz em um relacionamento, o que me deixa muito feliz.
Quando compartilhei essa história com outro amigo, ele confessou que estava tomando remédios para a ansiedade. Ele disse que era incrível poder sentir o prazer do presente ao andar de ônibus.
Comecei um trabalho novo em janeiro, e venho enfrentando altos e baixos por conta do isolamento da pandemia (não estar fazendo exercício vem ferrando com meu corpo). Mas sei que hoje tenho mais recursos para me cuidar. Ainda tomo remédio e faço acompanhamento psiquiátrico, e parei com a terapia pois não queria fazer online, embora eu ache que volte logo menos e faça por videochamada mesmo.
Enfim, espero ter ajudado alguém, ou ao menos estimulado a empatia, caso conheça alguém que esteja depressivo, ou com receio de começar a tomar remédios. Sempre fui muito mente aberta com muita coisa, inclusive terapia e psiquiatria. Mas ainda dava uma julgada com quem "parecia bem" e mesmo assim estava tomando remédio. Hoje vejo isso com mais empatia, pois nem todo mundo que parece bem está de fato bem. Quem sou eu para saber o que o outro sente, quando às vezes nem eu mesmo sei dizer o que sinto...
Se você tem algum amigo com depressão, ofereça seu apoio. Não julgue. Quando puder, insista na amizade. E não vomite suas próprias histórias. Não fale que "é falta de vontade", ou que é "frescura", ou que você conhece um "óleo essencial" para depressão. Às vezes a pessoa só precisa de alguém para desabafar, ou ao menos saber que você está lá para ela (como eu estive para esse meu grande amigo). Apesar de a tristeza poder ser um sintoma da depressão, depressão não é tristeza. Depressão é o oposto de vitalidade.
Por fim, deixo como dica de leitura o que acredito ser uma espécie de "guia definitivo" para a depressão (só não digo "definitivo" pois é uma área da ciência em constante evolução, e, CARAMBA, como eu sou grato por nascer nesta nossa época e não há 50 ou 100 anos, quando havia muito mais estigma e muito menos remédios...). Trata-se do livro O Demônio do Meio-dia, de Andrew Solomon. É um documento jornalístico que conta a história, em primeira pessoa, do escritor e sua luta para entender a própria depressão e a Depressão em si como doença. Nele há muito sobre questões emocionais, como os diferentes remédios funcionam, como a depressão afeta diferentes grupos de diferentes formas, etc. Foi o que me ajudou para ganhar conhecimento e lidar melhor com esse meu amigo (e, depois, lidar comigo mesmo). Esse mesmo jornalista faz um TED Talk muito bom aqui.
Obrigado a quem teve o saco de ler até aqui. Não sei se vou responder todas mensagens, mas tentarei. Se tiverem alguma dúvida, será um prazer tentar ajudar na medida do possível. Um grande abraço e tenha uma boa noite!
Edit: o remédio é Venlafaxina.
submitted by gimme-that-potato to brasil [link] [comments]


2020.07.20 16:00 lizjulie Minha mente transformou meu ex em um mostro que me gera muito panico.

Namorei um rapaz em 2018, foi meu primeiro relacionamento sério por assim dizer e eu estava realmente apaixonada. No começo ele era um cara legal, mas depois passou se mostrar muito ciumento, ignorante e extremamente manipulador, ele sempre era o certo e eu a culpada. Implicava com minhas roupas, com meus melhores amigos, até msm em certas coisas da minha família. Eu não percebia o que eu estava passando, nem que eu estava em um relacionamento abusivo até o fim disso tudo quando ele simplesmente terminou sem explicar o pq e me fazendo se sentir culpada. Cheguei a pesar 45kg, tive um aumento de ansiedade que mudou minha vida me transformando em uma bomba de sentimentos e pensamentos ruins, entrei em um início de depressão horrível. E graças aos meus amigos a quem eu devo muito e a minha familia consegui me recuperar. Quando comecei a namorar um rapaz maravilhoso, ESSE TREM RESSURGIU DO BUEIRO DO INFERNO pra me atormentar querendo voltar, eu muito boa decidi conversar e resolver para dar um ponto final pois não gosto de guardar rancores e assim se fez então finalmente tive paz. POREM... Quando terminei, o trem apareceu dnv literalmente feliz por me ver solteira e veio com um papo que queria tentar dnv, mas sem eu ter amigos e que seria só nos dois (ZERO NOÇÃO ESSE MULEQUE), eu fui sincera que não queria mais nada, deixei claro mais de uma vez e mesmo assim não adiantou!. E agora desde o começo do ano ele tenta ter acesso nas redes sociais (nas quais em todas ele é bloqueado), faz fakes, infernizou minha melhor amiga de td que é jeito pra ela me convercer a voltar, ela chegou até a ameaçar ele, e mesmo assim ele continuou, me achou até no tiktok, manda msg do whatsapp da mãe e do messager dela fingindo ser ela, de todo modo ele quer saber da minha vida. E ele tem uma energia tão ruim que só de estar perto dele vc sente um desconforto, minha melhor amiga chega a ter panico tbm quando ele reaparece, só de tocar no nome dele minha pressão cai. Tive um ataque de panico no meu trabalho dps que ele mandou uma msg se passando pela mãe dele. Minha mente imagina ele me seguindo, tentando me causar algum mal, tudo isso gerado pelo panico na minha mente (algo que eu não tinha antes dessas tentativas nas redes sociais). Não sei se é a minha cabeça, se criei um monstro ou se ele realmente é todo esse mal, isso me tortura, me faz ter pânico. Primeiro desabafo aqui, gostaria de saber oq vcs acham.
submitted by lizjulie to desabafos [link] [comments]


2020.07.04 08:50 fuq_daniel Não consigo esquecer uma pessoa e seguir em frente com a minha vida

Eu tinha postado isso a um tempo no advice mas fui completamente ignorado, descobri esse em pt-br e espero que aqui seja diferente, desculpem a preguiça mas eu só fiz copiar e colar mesmo texto e joguei no tradutor, então se tiver algum erro espero que consigam entender o contexto, caso tenham alguma dificuldade o texto em inglês e "mais legível" está aqui, obrigado pelo tempo de vocês!

Em 2015 eu entrei no ensino médio, logo no início do ano eu vi uma garota de uma sala de aula que estava antes da minha aula, era como se eu me apaixonasse instantaneamente, nunca tinha sentido isso antes, mas sou muito tímida e insegura comigo mesmo e o tempo passou e passou e foi só depois de quase um semestre inteiro que tive coragem de entrar no quarto dela e ligar para meu colega para dizer que o professor estava chegando, felizmente o grupo de pessoas com quem ele estava falando era o mesmo grupo de amigos que essa garota e, em seguida, ele me apresentou ao grupo, e assim minha amizade com eles cresceu, a um nível em que passei mais tempo no quarto deles do que no meu, e um dia tive coragem de conversar com a garota Eu estava secretamente apaixonado, ela estava sentada na última cadeira com a cabeça sobre a mesa, então perguntei se ela estava bem e ela disse que não e que queria ficar sozinha. Entendi a mensagem e a deixei. com o passar do tempo, tentei conversar com ela e quando estava chegando perto do final do ano já éramos melhores amigas, como eu disse, passei mais tempo na sala de aula dela do que na minha, consequentemente não participei de aulas na escola e repeti o ano enquanto ela passava.

Em 2016 eu estava fazendo meu primeiro ano do ensino médio novamente e ela estava no segundo ano, ela começou a namorar e eu ainda não tinha falado sobre meus sentimentos, mas todo mundo sabia que, no fundo, eu gostava dela, eu era o cara que as pessoas apontaram e disseram que fizemos um ótimo casal, o cara que as pessoas apontaram e disseram "esse cara gosta dela", mas a única coisa que eu sabia fazer era negar esse sentimento, com medo de que, se eu me abrisse para ela, nós acabávamos nos afastando um do outro, e eu gostava tanto dela, que ainda me lembro de um pensamento que tinha naquela época: "Eu gosto muito dela, por poder estar perto dela, de poder vê-la todos os dias na escola, já me sinto a pessoa mais feliz do mundo ", um pouco depois aconteceu algo muito importante, eu estava tocando no celular dela e abri as conversas com o namorado no WhatsApp, eu tinha um amigo no do lado e ela começou a gravar um áudio dizendo que a garota que você gostava era muito gostosa e eu comecei a dizer simi Além disso, esse áudio deve ser cancelado, mas em vez de arrastar o dedo para o lado e parar de gravar, minha amiga tirou o dedo da tela e enviou o áudio. Naquela época, a função de excluir mensagens era apenas um sonho, e o namorado dela ouviu o áudio. Outro dia na escola, a garota que eu gostei estava muito chateada comigo e disse que tinha terminado de namorar, ela disse que acreditava que eles ainda estavam namorando, mas o tempo passou e passou e eles não namoraram novamente, e mesmo assim eu ainda não disse que eu gostava dela. O fim do ano estava chegando e, novamente, passei mais tempo na sala de aula dela do que na minha própria sala de aula, e não passei no ano novamente, e na escola que estava estudando na época, se você não passasse o ano duas vezes você será transferido para o turno da noite.

Em 2017, cursando o primeiro ano do ensino médio no terceiro ano e ela no último ano, mas no turno da manhã, participei de um quarto das aulas e depois pedi para me transferir para outra escola onde estudaria pela manhã e o horário para a minha aula ela terminava antes da aula da minha amiga, então quase todos os dias eu a visitava ao sair da escola, mas por alguns meses eu parei de visitá-la e, quando meu aniversário, na terceira semana de setembro, eu a visitei e felizmente consegui vê-la, ainda me lembro do abraço que ela me deu hoje, foi o melhor abraço da minha vida, fiquei tão emocionado com esse abraço que comecei a chorar e, a partir desse momento, as coisas começaram a mudar, ela me convidou para sair em 27 de novembro de 2017 e, naquele dia, tivemos nosso primeiro beijo, e logo depois ela disse: "Acho que se não tivesse feito, você não teria coragem de fazê-lo", e foda-se, ela estava certa, eu passaria o resto da minha vida escondendo esse sentimento.

Em fevereiro de 2018, começamos a namorar e agora eu tinha certeza de que era a pessoa mais feliz do mundo, finalmente estava namorando a pessoa com quem sempre queria estar, e assim o ano continuou, quando no final do ano a irmã que ela descobre que está grávida e, um pouco mais tarde, acaba perdendo o bebê, e então as coisas começaram a ficar complicadas, toda a atenção estava focada nela, um pouco mais tarde, no início de 2019, seu tio faleceu e, em seguida, os pensamentos e seus comportamentos depressivos começou a se intensificar e acabei na mesma situação, paramos de conversar com a mesma frequência e, no início de agosto, alguns dias antes de completarmos um ano e meio de namoro, encerramos o relacionamento e a partir daí tempo aqui eu tenho tentado esquecê-la, eu tive alguns relacionamentos rápidos durante esse período, mas nada que realmente me pegou, em janeiro deste ano eu conheci uma garota muito legal e em fevereiro começamos a namorar, fizemos bem, mas devido para COVID-19 e a quarentena, paramos de ver cada ot ela e eu entramos em uma depressão leve novamente, voltei a ter ataques de ansiedade e pensei que ela não merecia isso e na semana passada terminamos.

Embora todo esse tempo tenha passado e esteja prestes a completar um ano desde que terminamos, eu nunca consegui tirar essa garota da cabeça completamente, e sempre me pergunto se devo chamá-la para falar, sinto muita falta dela, não me sinto mal por perder uma namorada, me sinto mal por perder minha melhor amiga, preciso de conselhos para seguir em frente, o que devo fazer? Ligar para ela para conversar ou tentar seguir em frente com a minha vida? E se sim, como devo fazer isso? Estou quase desistindo de tudo
submitted by fuq_daniel to desabafos [link] [comments]


2020.06.26 20:08 MulherdaWeb Como usar QUIABO para DERRETER a GORDURA DA BARRIGA

Como usar QUIABO para DERRETER a GORDURA DA BARRIGA

Como usar quiabo para emagrecer
Como usar quiabo para emagrecer e perder toda gordura da barriga de forma simples e eficaz. Além disso, o quiabo possui substâncias que te ajudam a emagrecer de forma rápida e eficaz. O quiabo tem um sabor suave e uma textura única, com um penugem de pêssego por fora. Dentro do casulo há pequenas sementes comestíveis. LEIA TAMBÉM↓↓: → Poderoso AFRODISÍACO NATURAL está mudado a vida de mulheres FRIGIDAS Como EMAGRECER 23kg SEM cirurgia nem exercícios.... Método PSICOLÓGICO é capaz de RECUPERAR QUALQUER RELACIONAMENTO em... Composto que "Seca Barriga" e Tira Inchaço Vira Febre em São Paulo! Como REDUZIR 96% das RUGAS Rapidamente Sem... → DESCOBERTO Método NATURAL que ELIMINA Sintomas de MENOPAUSA Tratamento NATURAL está realizando o sonho de mulheres serem mães rapidamente
Este artigo analisará o conteúdo nutricional do quiabo, seus possíveis benefícios à saúde, algumas dicas de receita e possíveis riscos à saúde, e Como Usar Quiabo Para Emagrecer.

O que é quiabo?

O quiabo é uma planta que é conhecida em muitas partes do mundo como ladyfinger ou bhindi, é muito apreciada por causa de suas vagens. O nome científico desta planta interessante é Abelmoschus esculentus. Embora sua origem ainda não esteja clara, a pesquisa diz que poderia ter sido originária do sul da Ásia, da África Ocidental ou da Etiópia, mas o júri ainda está de fora. Além disso, aprenda agora nesse artigo Como Usar Quiabo Para Emagrecer

Origem do quiabo:

O quiabo, conhecido como gumbo em algumas partes da América, é um vegetal de vagem e de erva-moura. O nome científico do quiabo é Abelmoschus esculentus, mas às vezes também é chamado de Hibiscus esculentus. A maioria das pessoas o usa para fazer pratos crioulos, cajun e sopas grossas devido à sua capacidade de aumentar significativamente a consistência do prato. No entanto, o quiabo tem vários benefícios à saúde devido aos muitos nutrientes que contém.

Valor nutricional do quiabo:

O quiabo contém uma grande quantidade de fibra solúvel, que tem contribuições significativas para a boa saúde. Além disso, meia xícara de quiabo cozido ou fatiado fornece pelo menos 10% da ingestão diária recomendada de ácido fólico, vitamina B2 e vitamina B6. O quiabo também contém quantidades significativas de magnésio, vitamina C, vitamina A, potássio, cálcio, ferro, proteínas e carboidratos.

Como usar o quiabo?

O quiabo é usado em pratos em todo o mundo. Sua popularidade está aumentando o tempo todo, principalmente devido aos seus vários usos. Os diferentes usos incluem:
  • Como um vegetal em conserva;
  • Como ingrediente em sopas e acompanhamentos;
  • O óleo extraído do quiabo também pode ser utilizado como óleo vegetal;
  • A água de quiabo é usada como uma terapia alternativa e tradicional para o diabetes.

Benefícios do quiabo para saúde:

1. Melhorar a digestão: Um estudo mostrou que extratos de Como Usar Quiabo Para Emagrecer inibem a adesão de Helicobacter pylori no intestino. Isso impede que as bactérias se espalhem no intestino. Assim, o quiabo pode ajudar a prevenir uma série de complicações digestivas. Além disso, outro estudo mostrou que o quiabo ajudou a diminuir as contrações musculares gástricas no início da digestão e aumentou depois de três horas. Isso ajuda significativamente na absorção adequada de nutrientes. O mesmo estudo também mostrou como usar quiabo para emagrecer diminui o tempo que leva para o sistema digestivo se esvaziar. O quiabo é rico em fibras insolúveis, essencial para manter intacta a saúde do trato intestinal. Devido ao seu alto teor de fibras, o quiabo é útil para auxiliar o laxamento. A fibra aumenta o peso das fezes, o que facilita a defecação. A fibra também pode prevenir a constipação porque, ao adicionar o peso das fezes, a fibra diminui o tempo que leva para as fezes passarem pelo trato intestinal. 2. Prevenir diabetes: Vários estudos demonstraram que extratos de como usar quiabo para emagrecer possuem atividades anti-hiperglicemia, que podem ser extremamente úteis no combate ao diabetes. O alto teor de fibras do quiabo é eficaz na regulação do açúcar no sangue, o que tem implicações significativas na saúde de indivíduos que sofrem de diabetes. A fibra afeta a taxa na qual o corpo absorve o açúcar do trato intestinal. Um estudo mostrou que a fibra também ajuda a reduzir os níveis de açúcar no sangue, retardando o processo de assimilação do açúcar, que ocorre no intestino. Um grande estudo multiétnico realizado no Havaí demonstrou que a alta ingestão de fibras na dieta reduziu significativamente o risco de diabetes tipo II. Também foi estabelecido que o quiabo pode ajudar a prevenir doenças renais associadas ao diabetes. Estudos demonstraram que quase 50% dos danos nos rins geralmente são resultado de diabetes. LEIA TAMBÉM↓↓:
→ Nova fórmula emagrecedora choca labóratorios brasileiros e..
. Fertilidade acessível: Casais de baixa renda apostam em...
→ Casal EMAGERCE 86KG com a "Ajudinha" de Cápsulas 100% Naturais...
→ DESCOBERTO: Composto 100% NATURAL que Revoluciona a libido Feminina!
→ Mãe de dois filhos perde 20kg em 22 dias e dá um susto na família... 3. Reduzir doenças cardíacas: O quiabo é uma boa fonte de fibra alimentar, e estudos mostram que a fibra reduz o risco de doenças cardíacas nas coronárias e de doenças cardiovasculares. Isso ocorre porque ajuda na redução dos níveis de LDL, que é o colesterol ruim. É importante notar que a fibra pode reduzir os níveis de LDL no sangue sem afetar os níveis de colesterol HDL, que é o bom colesterol. Em particular, o quiabo contém uma quantidade significativa de fibra viscosa, a pectina, que estudos mostram que reduz os níveis elevados de colesterol no sangue, regulando a fabricação de bile no organismo. Também foi demonstrado que a fibra reduz os níveis de pressão arterial em indivíduos que sofrem de hipertensão. A pressão alta é um fator de risco significativo para doenças cardiovasculares. 4. Melhorar a visão: As vagens de quiabo são ricas em vitamina A e beta-caroteno, e estudos demonstraram que esses nutrientes são essenciais na prevenção da degeneração macular relacionada à idade. Além disso, o quiabo contém quantidades significativas de vitamina C, o que ajuda na formação de colágeno nos olhos e evita o estresse oxidativo no tecido ocular. O quiabo também contém luteína e zeaxantina. Que são os únicos carotenoides encontrados na retina e na lente. Esses nutrientes evitam danos oxidativos na retina alimentar de carotenoides pode diminuir significativamente o risco de degeneração macular relacionada à idade. Os quiabos contêm carotenoides, como zeaxantina, luteína e beta-caroteno, além de vitamina A e C, os quais têm um papel importante na manutenção da saúde ocular. 5. Eliminar os radicais livres: Outro estudo também descobriu que as sementes do quiabo eram ricas em compostos fenólicos, que demonstravam atividades significativas de eliminação de radicais livres. O quiabo também contém altos níveis de vitamina C, que é considerado um dos antioxidantes mais importantes do corpo. Ele elimina os radicais livres no corpo e evita danos oxidativos e estresse. Os quiabos também são ricos em luteína e zeaxantina, que provaram ser antioxidantes eficientes, especialmente nos olhos. 6. Beneficiar mulheres grávidas: O quiabo é um alimento rico em cálcio, e um estudo mostrou que a ingestão de alimentos ricos em cálcio durante a gravidez leva ao nascimento de crianças com maior conteúdo mineral ósseo. O quiabo também é rico em folato, e pesquisas mostram que mulheres grávidas com maior status de folato durante a gestação deram à luz crianças com maior densidade mineral óssea. Estudos também indicam que um aumento na ingestão de folato durante a gravidez tem efeitos benéficos no tempo de gestação, no peso da placenta e no peso do recém-nascido. Pesquisas também mostraram que o folato é essencial quando se trata do crescimento e desenvolvimento adequados do cérebro do feto. 7. Prevenir contra substâncias toxicas: Foi demonstrado que o quiabo possui propriedades hepatoprotetoras contra alguns dos produtos químicos comuns que causam doença hepática. Um estudo mostrou que o quiabo reduziu significativamente o nível de tetracloreto de carbono no organismo, oferecendo hepatoproteção. Os quiabos também contêm vitamina C, e investigações científicas revelaram que a vitamina é eficaz na proteção do corpo contra toxicidade por chumbo, arsênico, cádmio e mercúrio. 8. Fortalecer os ossos: O quiabo contém uma quantidade significativa de cálcio, quase 5% da ingestão diária recomendada de minerais. O cálcio da dieta é essencial na promoção de alta densidade mineral óssea em pessoas, principalmente em mulheres na pós menopausa e idosos. Estudos mostram que uma dieta rica em cálcio em mulheres grávidas contribui para um melhor crescimento esquelético e densidade de massa óssea na prole. Outro estudo publicado mostrou que crianças que sofriam de deficiência de cálcio apresentavam maior risco de desenvolver fraturas antes da puberdade. Vários estudos demonstraram que a alta ingestão de alimentos ricos em cálcio pode ajudar na prevenção de perda óssea, fraturas e osteoporose em adultos. Estudos demonstram que a disponibilidade de cálcio é essencial para a mineralização óssea e sua deficiência resulta em raquitismo em crianças e osteomalácia em adultos. 9. Ajudar a emagrecer: Devido ao seu alto teor de fibras, o consumo de quiabo pode ajudar no controle de peso. Estudos demonstraram que a fibra é eficaz no aumento da saciedade e saciedade, o que pode ajudar as pessoas a evitar excessos, o principal contribuinte para o ganho de peso e a obesidade. Estudos também mostraram que a ingestão regular mais alta de fibra pode ajudar a diminuir o peso corporal e que as pessoas que ingerem mais fibras em sua dieta geralmente pesam menos do que aquelas que ingerem pouca fibra. Pesquisadores demonstraram que a ingestão alimentar de cálcio de fontes alimentares, como o quiabo, reduz diretamente os níveis de gordura armazenados no corpo. Os cientistas também especulam que uma deficiência alimentar de cálcio no organismo pode resultar em aumento da fome, o que pode afetar as tentativas de perda de peso. 10. Aliviar os sintomas da TPM: Devido ao seu alto teor de cálcio, o quiabo pode ajudar a prevenir ou controlar os sintomas da TPM. Estudos demonstraram que o aumento da ingestão de cálcio na dieta reduz as flutuações de apetite, fadiga e depressão em mulheres com TPM . O quiabo também contém quantidades relativamente altas de vitamina B6 e magnésio, cujos estudos mostram que são eficazes na redução da gravidade da síndrome pré-menstrual. Esses sintomas incluem depressão, ansiedade, dor de cabeça, dor lombar, inchaço e micção frequente. Estudos demonstraram que um aumento na ingestão de magnésio durante a menstruação pode ajudar a reduzir o ataque de enxaqueca. O triptofano, um aminoácido essencial encontrado nos quiabos, é eficiente no tratamento de sintomas relacionados ao Transtorno. Esses sintomas incluem irritabilidade, alterações de humor e disforia.

Como quiabo ajuda a emagrecer?

Como usar quiabo para emagrecer é uma dúvida frequente. O conteúdo de gordura no quiabo é de 0,3 g, ou menos de 1% do valor diário de 65 g do USDA. A gordura é um nutriente que fornece um alto número de calorias na dieta 9 para cada grama de gordura. Em comparação com 4 para carboidratos e proteínas. Incluir não mais do que a necessidade diária de gordura na dieta é importante para evitar o ganho de peso. Como mencionado anteriormente, o quiabo é rico em fibras. A fibra encontrada no quiabo atua como combustível para as boas bactérias encontradas em nossas barrigas, que auxiliam na digestão da gordura. A fibra ajuda a transportar a gordura para fora do corpo e, ao mesmo tempo, ajuda a regular o açúcar no sangue. O quiabo também tem a capacidade de absorver água, o que significa que, quando você come quiabo, retém o excesso de colesterol, bílis e toxinas e ajuda a eliminá-las através de processos normais do corpo. Ele também é uma grande ajuda na prevenção de constipação, inchaço e gás.

Receita com quiabo para emagrecer:

Água de quiabo para emagrecer:

Ingredientes:
  • 500 g de quiabo
  • 350 ml de água
Modo de Preparo: 1. Apare as pontas de 4 quiabo e faça uma fenda longa em cada uma.2. Enxágue 4 quiabo e coloque-os em uma tábua.3. Em seguida, use uma faca para cortar as duas extremidades de cada quiabo. 1. Descarte as pontas e faça 1 fenda longa e rasa em cada quiabo.4. Coloque o quiabo em um copo de água.5. Despeje a água em temperatura ambiente em um copo grande e coloque o quiabo nele.6. Deixe o quiabo de molho durante a noite em temperatura ambiente.7. Você pode colocar uma tampa no copo ou cobri-lo com filme plástico para que nada caia na água.8. Deixe o quiabo por cerca de 24 horas para amolecer e infundir a água.9. Esprema a mucilagem em um copo novo.10. Despeje a água infundida no copo novo e mexa a mistura.11. Despeje lentamente a água que o quiabo absorveu no copo com a mucilagem.12. Em seguida, mexa delicadamente para que a mucilagem seja incorporada. LEIA TAMBÉM↓↓:
→ Nova fórmula emagrecedora choca labóratorios brasileiros e...
Fertilidade acessível: Casais de baixa renda apostam em...
→ Casal EMAGERCE 86KG com a "Ajudinha" de Cápsulas 100% Naturais...
→ DESCOBERTO: Composto 100% NATURAL que Revoluciona a libido Feminina!
→ Mãe de dois filhos perde 20kg em 22 dias e dá um susto na família...
submitted by MulherdaWeb to u/MulherdaWeb [link] [comments]


2020.06.10 05:39 allydunno Completamente perdida no vazio.

Aviso: desabafo muito grande e desorganizado cronologicamente e até ortograficamente. Sei que já exclui esse post várias vezes e coloquei novamente, peço perdão.
Não tenho tanto a reclamar da minha vida apesar de não querer ela, ela nunca foi extremamente ruim, tive os brinquedos que queria e de início uma família reunida. A memória mais vivida que tenho é do bullying. Entrei em uma escola aos 11 anos e foi lá que tudo começou a desandar. Fiz um grupo de amigas inicialmente que no fim eram tudo menos minhas amigas de verdade. A minha "melhor amiga" nesse grupo sempre teve problemas psicológicos (tinha problemas com a aparência dela) e sempre tentei ajudar apesar de ser bem ingênua na época mas, acho que não fiz o suficiente ou talvez não tenha sido uma amiga boa o suficiente. Ela dizia na minha cara que me odiava, me fez sentir mal muitas vezes mas ainda sim eu sentia compaixão e empatia por ela, não por pena mas sim porque eu a considerava minha amiga de verdade. Ela chegou a quase me enforcar um dia na escola, e depois passei a entender que talvez ela me odiasse de verdade. Um dia disse que se ela morresse a culpa seria minha e até hoje eu simplesmente não consigo esquecer isso. Não quero pintar ela como a vilã pois sei que ela estava lidando com conflitos internos mas ainda sim, a forma como fui quebrada e estraçalhada nessa amizade é irreversível. Sofri bullying por outras garotas na escola, minhas outras duas amigas desse grupo me humilharam algumas vezes e foi nessa escola que fui literalmente um objeto para satisfação alheia, não importa o quanto aquelas pessoas me machucassem eu ainda estaria ali por elas firme e forte. Eu passei a me arrastar para ir a essa escola, tomava remédios de ansiedade porque toda vez que eu via aquelas pessoas eu ficava extremamente ansiosa (tive problemas físicos com isso), nunca contei nada a minha mãe e para minha vó porque nunca achei que fosse importante. Inclusive gostei de um garoto (perto do meu último ano nessa escola, passei 4 anos lá) mas hoje em dia me pergunto se gostei dele de verdade ou se senti isso porque todos falavam que a gente dava certo junto, e bem, eu queria agradar todo mundo né?...
Aos 15 anos fui para outra escola começar o ensino médio, de início foi incrível uma das melhores coisas, perdi grande parte da minha timidez e parei de tomar remédios para ansiedade. Comecei a gostar de outro menino e com ele tive meu primeiro namoro e meu primeiro beijo, no começo foi mágico mas depois tudo começou a desandar. Ele queria me forçar a fazer sexo/a ter desejos sexuais, me criticava por não conseguir demonstrar meus sentimentos e afirmava que eu não o amava por causa disso tudo. Me destruiu psicologicamente pois me fez perceber o quão fraca e covarde eu sou. Foi nesse mesmo ano que me machuquei pela primeira vez. Novamente, achei que não era importante então não contei a ninguém.
No mesmo ano comecei a gostar de um garoto, um garoto que me amava de verdade, um garoto que teve uma decepção amorosa anterior e que se tornou meu melhor amigo. Em pouco tempo a gente se aproximou, demais. Beijei ele mas decidi acabar tudo antes de começar porque tive medo, medo de machucar ele assim como eu me machuco, medo de não demonstrar sentimentos e ele se decepcionar, medo de perder tudo. Ele se afastou e parou de falar comigo para sempre, até mudou de escola, me senti a pior pessoa do mundo e me sinto até hoje. Novamente não achei importante, fiquei calada
No ano seguinte, no meu segundo ano do ensino médio, comecei a namorar um garoto que todos falaram que não valia nada mas eu precisava desesperadamente de alguém para me ouvir, me abraçar e ele pelo menos disse que faria isso, mas nunca o fez. Lembro até hoje do dia que tive uma crise na escola (por causa de uma briga familiar) e ele ficou do meu lado olhando o celular o tempo inteiro, me senti uma ridícula por estar chorando e sendo uma namorada ridícula e fraca. Ele também insista na questão do sexo e até chegamos a fazer certas coisas nada muito além mas fiz apenas para agradar, não me sinto bem até hoje com isso. Novamente, fiquei calada.
No final do mesmo ano, tive outro relacionamento, fomos amigos de início mas logo começamos a namorar, de início foi bom -como sempre- mas conforme o tempo foi passando tudo piorou. Ele também insistiu na questão do sexo e bem, foi nesse relacionamento que sofri com estupro e diversos outros toques que me incomodaram. Certos toques eu simplesmente deixei porque ele gostava então achei melhor, melhor para ele mesmo eu não me sentindo nada confortável. No estupro, não tinha muita força para entender e minha mente se tornou um clarão mas impedi ele de ir bem além porque sei que ele iria. Estou com esse menino até hoje porque não consigo terminar, tenho medo, medo de machucar ele parece ridículo mas é verdade, me tornei dependente emocionalmente e mesmo querendo muito terminar não consigo fazer isso, agora irá demorar mais ainda com a quarentena. Enfim, não achei nada disso importante suficiente para falar então fiquei quieta.
Houveram outras coisas no meio desses anos, no meu último ano do fundamental meu pai se separou da minha mãe e nunca mais apareceu, não fala comigo, tentou tirar a casa que eu, minha mãe e meu irmão moramos, passou a viver com a nova família dele, não teve coragem de falar comigo nem para dizer que minha avó paterna havia falecido (isso aconteceu no finalzinho do ano passado).
Meu irmão (quando ainda eramos pequenos provavelmente uns 10 anos e ele uns 15) parou de falar comigo, talvez por raiva, tristeza, não tenho a mínima ideia hoje em dia só trocamos diálogos simples porque moramos na mesma casa, ele e minha mãe brigam várias vezes e parecem dois estranhos entre si ao invés de mãe e filho. Sinto falta dele e das conversas que tínhamos, do abraço dele, das risadas, dos momentos que tivemos mas hoje em dia ele está bem diferente, se tornou muito ganancioso e egoísta. Acho que não tive muita sorte com homens na minha vida sinceramente kkkk
Minha mãe e minha avó são os únicos motivos para eu continuar vivendo aqui, sei que as duas não suportariam viver sem mim então continuo aqui. Minha vó sempre se apoiou em mim e minha mãe também então não seria justo simplesmente fazer elas sofrerem por minha causa.
Me tornei um mar de angústia e desespero, me perdi de mim mesma, olho para o espelho e não sei quem está la mas sei que não tenho orgulho dessa pessoa. Sinto saudades da minha infância quando tudo era diferente, hoje em dia, me tornei destruída, sinto um grande vazio no meu peito. Já senti tristeza por mim, vazio, angústia, até mesmo ódio hoje em dia não sinto nada, sinto um grande vazio num imenso mar de solidão, angústia e silêncio. Não acho meus problemas importantes suficientes por isso nunca falo, acho que outras pessoas sofrem bem mais então não devo ficar falando sobre coisas fúteis como as minhas, falei aqui porque não conheço ninguém, ninguém me conhece e vocês serão como as pessoas que vejo na rua, prestarei atenção mas não nos veremos novamente por isso é mais fácil falar. Sinto essas coisas a muito tempo, desde pequena nunca contei nada para ninguém, talvez tenha sido influência do meu pai porque ele sempre foi uma pessoa fria então talvez me tornei assim também. Me acho um monstro por não conseguir sentir as coisas, faço praticamente tudo porque os outros querem me ver fazer ou gostam, usei diversas vezes roupas para agradar os outros, penteados para agradar os outros, enfim... Me perdi de verdade, não consigo mais organizar meus pensamentos porque tudo está se tornando um borrão. Sou extremamente racional então não irei tentar nada sério, apesar de pensar, me seguro aos meus pensamentos sãos. Talvez futuramente eu procure um psicólogo quando for maior de idade, assim não tenho que dar justificativas para minha mãe não estou preparada para contar tudo isso agora. Aos 17 anos me sinto extremamente perdida, não sei se irei conseguir amar alguém de verdade, não sei quem sou mais tenho apenas leves resquícios meus nesse borrão que eu vejo no espelho, não consigo falar o que sinto, sinto compaixão por todos menos por mim mesma, perdi minha humanidade comigo e não consigo mais encontrar, me sinto um objeto para satisfação alheia. Enfim, essa é só uma parte dos meus pensamentos desorganizados, nunca fui boa para escrever sobre isso mesmo, esse é meu desabafo sobre quase tudo.
Obrigada por ler, se estiver sentindo algo parecido comigo, pare um momento e olhe para o céu: olhar para as estrelas e sentir o vento gelado me ajuda às vezes, espero que te ajude também. ❤️
submitted by allydunno to desabafos [link] [comments]


2020.04.19 19:59 Rubens322 9 razões pelas quais seu parceiro se recusa a fazer sexo

9 razões pelas quais seu parceiro se recusa a fazer sexo

Baixa libido sexual!
O início do seu relacionamento ou durante a lua de mel, você era como duas pombas inseparáveis, não tiravam os olhos um do outro ... mas com o tempo, tudo mudou. Segundo um estudo recente, atração física e sexo são sinais de um relacionamento saudável. Mas como o nível de intimidade sexual entre parceiros mudou ao longo dos anos? "Para os homens, diminuir o desejo sexual é um processo natural", diz o Dr. Gene O'Connell.
Segundo estudos em homens, a atividade sexual começa a declinar aos 45 anos e continua a diminuir a cada ano. O fundo hormonal desempenha um papel importante nesse processo. Outros fatores podem ser a saúde do homem, dificuldade em atingir o orgasmo, falta de autoconfiança no leito e diminuição da libido. É possível fazer todo o possível para manter o grau de excitação no quarto, mas ao mesmo tempo sinta que seu parceiro está cada vez menos atraído por você. Segundo especialistas, as principais razões para isso são:

1. A carreira dele pode estar deprimindo outras áreas da vida dele.

Você pode começar a suspeitar que seu parceiro tenha uma amante. Mas é possível que a "amante", que absorve toda a atenção e tempo de sua amada, seja algum tipo de atividade ou hobby. "Quando os homens se entregam a toda a sua paixão por suas carreiras, eles podem suprimir a excitação sexual que geralmente é direcionada a seus parceiros", diz Sydney Serut, Ph.D. e neuropsicólogo. Reconhecimento, dinheiro e satisfação do próprio ego podem ser fatores determinantes para um homem. Tente conversar com seu parceiro sobre maneiras de equilibrar a vida profissional e pessoal e impedir que o trabalho dele seja prejudicado no quarto.

2. Baixa testosterona

Você sabia que, nos EUA, por exemplo, a testosterona é um dos agentes hormonais mais usados? Estudos recentes mostram que os níveis de testosterona nos homens diminuem drasticamente rapidamente com a idade. Além disso, cerca de 13% dos homens sofrem com os chamados. hipogonadismo, que bloqueia a produção de testosterona em quantidades suficientes. "Além da diminuição da libido, os sinais de baixos níveis de testosterona podem incluir diminuição da vitalidade, mau humor, fadiga, perda de massa muscular e até disfunção erétil", disse o Dr. Abraham Morgenthaler, professor de cirurgia de Harvard e urologista em exercício. Segundo ele, 97% dos homens que têm baixos níveis de testosterona mencionaram que esse fator teve um efeito negativo em sua vida sexual.

3. Ele pode estar sofrendo de menopausa

De acordo com a Clínica Mayo em Boston, esse fenômeno é chamado de "andropausa" e envolve uma diminuição nos níveis de testosterona nos homens. Não há nada de errado com os senhores, as coisas não são tão nítidas e intensas quanto as mulheres. O Dr. O'Connell nos aconselha a não animar o fato de nosso parceiro, que já estava pronto para rasgar nossas roupas, agora mal estar nos vendo de cueca nova. A razão para isso pode ser puramente fisiológica, não psicológica. Em vez de se fechar, converse com ele com mais frequência sobre seus sentimentos e necessidades sexuais. E para sua própria conversa, é claro!

4. Assistindo filmes eróticos por diversão

De acordo com estudos da Universidade de Indiana e da Universidade do Havaí, homens que assistem filmes eróticos têm um nível significativamente menor de satisfação com o sexo com seus parceiros. Para começar, vamos esclarecer por que um homem recorre à análise erótica ou pornô. "Homens solteiros geralmente não têm a oportunidade de se comunicar e ter intimidade com outras pessoas", diz o Dr. Seruto. No entanto, filmes adultos podem ser devastadores para um caso de amor. "Quando um homem desenvolve dependência desses filmes, ele começa a confiar neles, não em seu próprio parceiro", diz Les Parr, psicólogo de Seattle.

"Os neuroquímicos que enchem o cérebro quando se olha para o erotismo podem causar o mesmo vício em drogas. Estudos mostram que a pornografia provoca expectativas irreais de sexo em humanos ". É isso que reduz o nível de satisfação do parceiro com o homem. "Se você suspeita que seu parceiro se sente à vontade com filmes eróticos, tente encontrar uma solução, reconhecer o problema e discuti-lo, talvez ao visitar um sexólogo", aconselhou o Dr. Parr.

5. Ansiedade em um homem relacionada à sua baixa atração sexual

A ejaculação precoce ou retardada pode ser um problema comum para homens com disfunção erétil, o que também afeta sua confiança em si. "Pode haver várias causas de disfunção erétil, ejaculação precoce ou retardada, mas os fatores comuns são decepção, ansiedade e inferioridade que podem encerrar a relação sexual por completo", adverte Seruto. Portanto, é crucial que o tratamento de tais problemas (medicamentosos e psicologicamente) não seja retardado.

6. Problemas de saúde A

perda de atração sexual pode ser indicativa não apenas de problemas no quarto. "A baixa libido do seu parceiro pode indicar seus problemas de saúde", diz o Dr. Phil Nguyen, especialista em disfunção erétil. "O pênis é um tipo de detector para a saúde dos homens; portanto, novos problemas na cama podem ser sintomas de doenças muito mais graves, como diabetes, doenças cardíacas ou câncer de próstata", explica ele. Obviamente, diminuir a libido nem sempre é um sinal de doença, mas não será desnecessário compartilhar suas preocupações com seu parceiro e convencê-lo a ser revisto.

7. Excesso de peso

Sim, o excesso de peso pode diminuir a atração sexual de um homem. Um estudo descobriu que a obesidade e a falta de atividade física levaram a uma exacerbação da disfunção sexual em 43% das mulheres e 31% dos homens. "Diabetes e obesidade reduzem a atividade sexual", diz o Dr. Seruto. Segundo o Dr. Eric Plascher, autor de "100 Anos de Vida", a atividade física aumenta as endorfinas e pode fazer as pessoas se sentirem melhor. O mesmo vale para alimentos saudáveis. "As pessoas que comem alimentos pesados, gordurosos ou muito doces podem se sentir cansadas, relaxadas e privadas de apelo sexual", acrescenta ele.

8. Estresse

problemas financeiros e de trabalho podem realmente afetar a libido? "Sim, as pessoas estressadas geralmente perdem sua atração sexual temporariamente pelo parceiro", diz o Dr. Plescker. É claro que você não pode eliminar a fonte de estresse ou afetar o mercado de ações, mas pode inspirar um homem para algumas mudanças no estilo de vida que terão um bom efeito em sua saúde e libido. Quando seu marido é gordo demais para fazer sexo ... Os cientistas descobriram o que temos a dizer durante o sexo

9. Ele não recebe apego físico suficiente de você

Em geral, tudo aqui depende inteiramente de você. Este é um dos fatores mais simples que você pode mudar para melhorar sua vida sexual e fazer valer a pena. Segundo o Dr. Rafael Darvish, a falta de interesse em sexo pode ser devido ao fato de você não demonstrar afeto físico ao seu parceiro na vida cotidiana. Abrace e beije seu amado, mostre a ele que você precisa dele, deixe que ele sinta sua importância para você.
#libido #desejosexual #sexo #relacionamento
Fonte!
submitted by Rubens322 to u/Rubens322 [link] [comments]


2020.02.24 01:39 fuvkmylife Tudo está em declínio

Bem, olá, eu tenho 17 anos e tô no começo do 3 ano médio, tenho minha vida planejada até certo ponto, ent diferente de muitos, não estou aqui por n ter rumo na minha vida, mas sim pelo motivo q tudo relacionado comigo, nesse ano entrou em declínio
Falo principalmente de relacionamentos, tenho um péssimo com meu pai, ele reclama de td e ainda me xinga direto. além de o que eu pensei q ia dar certo com uma mina (meu primeiro relacionamento), nem chegou a dar msm certo, mas já começou a cair. (Eu fiz algumas merdas que vou citar mais abaixo do post) Com o resto de minha família tenho relacionamentos ainda piores
E, tudo isto, está me afetando, negativamente, desenvolvi crise de ansiedade, tive início de depressão (que graças aos meus amigos, consegui parar o desenvolvimento da doença) E como falei, fiz merda com a pessoinha acho q por eu ser imaturo e inexperiente no assunto ;-; Porém minha ansiedade não para de pensar em nenhum minuto nela ou se eu estou fazendo alguma merda novamente ou não. estou mentalmente exausto Desde já obrigado aos que tiraram um tempo pra lerem, e se quiserem responder ou perguntar coisas tá aberto pra quem quiser aí E por favor só fale se for algo construtivo, de negatividade acho q o ambiente que vivo já está cheio
submitted by fuvkmylife to desabafos [link] [comments]


2020.01.31 18:14 Urucatty Minha irmã sofreu violência doméstica por 6 anos

Meu coração está completamente despedaçado. No início desse ano, minha irmã terminou com o namorado dela bem do nada e ninguém sabia o que aconteceu, até essa semana. Alguns dias atrás, minha irmã sentou comigo e me contou toda a verdade.
Ela estava em um relacionamento abusivo desde o início da relação, mas ela não estava ciente disso porque ela não sabia o que era isso. Começou com pequenas ofensas e atitudes problemáticas, e foi gradativamente ficando pior com o passar dos anos.
Chegou ao ponto dela sofrer violência física. O desgraçado atirou uma garrafa de metal na cabeça dela, empurrou ela diversas vezes, ameaçou os amigos dela, a impediu de concluir o MBA que já faz 3 anos que ela tenta concluir. Tudo isso porque ele era surtado de tanto ciúmes. Ele xingou minha irmã de puta quando ela passou um esmalte vermelho. A gota d'água foi mês passado, quando ela começou a conectar com uma nova religião em busca de refúgio. Ele não queria que minha irmã fosse espírita, e começou a ameaçar a dona do centro espírita (que estava ajudando ela a perceber que essas coisas eram comportamento abusivos) e os frequentadores.
Minha irmã deu um basta e terminou com ele. Ela nunca contou nada a nossa família porque a relação é muito complicada. Meu pai só vê ela como um útero ambulante gerador de netos e minha mãe nunca acredita em nada que minha irmã diz. Por isso, ela não se sentiu confortável em compartilhar nada com a família. Ela só me disse porque eu não compartilho da mesma insesatez que o resto da família.
Esse ano está sendo tão difícil. Além dos abusos que a minha irmã teve que sofrer sozinha, eu também estou lidando com alguns problemas pessoas os quais não me sinto confortável para falar sobre ainda. Eu falei que 2020 ia ser diferente, mas tudo parece tão igual. A cada dia que passa eu sinto mais e mais vontade de morrer, pois quando acho que as coisas estão indo bem, surge uma nova bomba. Eu nunca pude fazer nada a respeito da situação da minha irmã. Os problemas que nós dois compartilhamos continuam se repetindo e nada parece mudar Minha ansiedade está nas alturas por causa de todas esses problemas. O medicamento não está fazendo mais efeito.
submitted by Urucatty to desabafos [link] [comments]


2020.01.10 19:16 apisbrasiliensis Acho que meu relacionamento está acabando por causa do apego/cuidado excessivo/inconveniência dos meus sogros.

Eu e meu namorado estamos juntos há 10 anos, sendo 2 desses anos, de noivado.
Ele é filho único. Meus sogros tiveram até que fazer tratamentos e fertilizações (durante 15 anos+-) para conseguirem ter o tão sonhado filho...Só com isso, já dá pra ter um “feeling” de como o moço é precioso pra família, né?!
Fará também 2 anos que moramos juntos. Decidimos “juntar os trapos” quando eu terminei a faculdade e porque meu noivo precisou se mudar para outra cidade (bem longe da nossa cidade natal) a trabalho.
Antes de morarmos definitivamente juntos, o belo moço já teve que se mudar para trabalhar. Meus sogros,como são aposentados, quiseram residir com ele, para não deixá-lo "sozinho". No início, não vi nada de errado nisso, mesmo por que, sou meio ciumenta e desconfiada (por já ter sido traída uma vez, mas perdoei e seguimos em frente). Então era bom ter alguém cuidando dele pra mim, kkkkk.
Pra começar, quando achamos um apartamento para morar, bem no dia da mudança, minha sogra fez uma choradeira. Sendo que iríamos residir a somente 400m da casa dos meus sogros.
Inicialmente pensei que seria mais de boa. Até achei que meus sogros voltariam a morar na cidade de origem deles, e deixariam eu e meu "namorido" vivermos a nossa vida a dois.
Me equivoquei feio! Meus sogros não querem apenas residir na mesma cidade que a gente. Querem dar pitaco em tudo; levam e buscam meu noivo no trabalho todos os dias, sem falta; toda quarta-feira vão almoçar com o filho; todo final de semana tem que ir almoçar ou jantar com eles ou fazer algum programa “em família”.
Meus sogros também me SUFOCAM! Tenho que dar satisfação de tudo o que faço: se vou trabalhar hoje, o que rolou no trampo, se tô saindo de casa, tem que falar onde vou… Se eles não me veem presencialmente, tenho que dar um sinal de vida pelo grupo da família no WhatsApp...Enfim, são vários inconvenientes que ocorrem aqui. Porém, meu noivo não enxerga o mal que os pais dele estão me causando e também causando ao nosso relacionamento. Hoje, percebo que meu noivo foi criado com muita dependência emocional dos pais.
Vou citar alguns exemplos dos rolos que aconteceram e gostaria de uma opinião de vocês, pois às vezes acho que eu posso ser implicante ou reclamona demais:
Tem muito mais coisa que eu queria contar, como não dá pra chorar a vida aqui, e pra terminar com chave de m**. Em fevereiro de 2019, eu e meu noivo, estávamos planejando uma viagem para comemorar nosso 1º ano de noivado. Pensamos em algo simples, uma cidade praiana bonita...Meus sogros fizeram a cabeça do filhão e foram junto pra atrapalhar nossa “trip” romântica e comemorativa. Felizmente, ficamos em quartos separados. No entanto, em todos os passeios, os coroas estavam lá pra “tomar conta, né”. PQP!
Graças a Deus, nunca me desentendi com meus sogros, tenho tentado ser paciente. Também não gostaria de me desentender com eles, seria muito ruim e doloroso. Mas, já tive que discutir sobre várias coisas com quem eu queria que fosse meu futuro marido... Já falei como eu me sinto mal com toda a situação. Já fui até parar no hospital com crise de ansiedade/nervosismo, por não saber o que fazer. Tô fazendo terapia e tudo o que dá...O relacionamento está cada vez mais desgastado, e a culpa é minha, que “não sei conviver” com a família dele.
Por favor! Conseguem me dar uma ajudinha? Opiniões? Eu quero salvar meu noivado! xD
submitted by apisbrasiliensis to desabafos [link] [comments]


2019.11.30 18:53 PolyglotSam Gosto de um amigo, talvez seja recíproco, mas ele namora, Não sei o que fazer.

Bom, não sei bem como começar um post aqui, é o meu primeiro post, na verdade.
Eu tenho 18 anos, masculino, sou bi e tô num ano infernal onde tudo tem acontecido, de bom e de ruim. No início desse ano, meu 3o do médio, mudei de unidade no meu colégio, fui pra uma sala relativamente nova, pq já conhecia gente lá. O ano começou comigo tendo um crush fodido num menino que eu sabia q iria estudar com, eu tinha quase certeza q ele era bi, nunca cheguei a perguntar, pq com o passar do tempo fui me condicionando a esquecer aquilo e seguir em frente.
Isso seguiu até mais ou menos o meio do ano, mas ter um crush nele não me impedia de ficar imaginando um relacionamentos com outra pessoas da sala, afinal, pensar não mata ninguém, e aquilo me deixava feliz de certa forma. Nisso, um dos casais mentais que eu criei envolvia um amigo meu, que eu comecei a ficar próximo depois das férias de meio do ano, visto que tinhamos um projeto final para fazer e tal, e ele é uma pessoa muito bacana de se conversar, ao meu ver, fisicamente atraente e tal, não dei muita bola pra nada porque: Primeiramente, ele namora, o que em si só já é o primeiro aviso pra manter distância e manter o respeito pelo relacionamento alheio, e além disso ele, por estar namorando uma menina, era hétero, ao menos na minha cabeça.
O que aconteceu pra eu mudar de opinião e começar a criar paranoias na minha cabeça foi: No meu aniversário de 18, esse ano em outubro, faz um mês, eu disse que tava afim de tomar umas cervejas, pq poderia comprar álcool legalmente e tal. Fomos nós dois pro bar que tinha perto da escola depois da aula, sentamos lá, conversamos sobre muita coisa, disse que não tinha chamado ele antes pra uma 'saída' que dei antes, pq ele parecia ser de outro grupo, o grupo dos meninos lá, héterotops, futebol e coisas assim, sempre sem outro conteúdo pra conversas. Ele disse que não, nas palavras dele: "Claro que não", depois disso, eu tava com aquela coragem q o álcool dá e perguntei " Você é hétero?", ele olha pra mim e diz que não, perguntei de novo " Você é bi?", ele respondeu que sim. Essa resposta me deixou surpreso pq foram poucas as pessoas que eu gostei, mesmo que de relance, que poderiam gostar de mim também.
Naquela hora tive que repassar todo o background dele. Q ele não era hétero, como eu pensava, mas que ainda sim namorava, e a namorada dele é o tipo de pessoa incrível, linda, e super alto astral. Respondi ele dizendo que eu também era bi, e a gente continuou a conversa não voltando nesse assunto.
A semana que se passou depois disso foi um inferno pessoal, porque eu admiti pra mim que sentia algo por ele, ao mesmo tempo que eu me sentia horrível por sentir algo por uma pessoa que tá feliz no relacionamento dela, que tá com a vida estável, me senti imoral. Minha ansiedade veio de uma maneira avassaladora, fiquei meio recluso por um tempo, viajando na minha cabeça, pensando em milhares de coisas, pensando se deveria falar pra ele isso, se isso mudaria alguma coisa, se abriria uma possibilidade. Porém quanto mais eu pensava sobre isso, mais eu começava a ter sonhos esquisitos, como se eu estivesse aprendendo algo com eles. Num desses sonhos eu parei num momento onde eu havia dito que gostava dele, ele tinha dito o mesmo pra mim, ele terminou o namoro e então me perguntou "E agora?", sinceramente foi um dos sonhos mais estranhos que eu já tive. Eu achei a resposta q eu tava procurando: Não valia a pena, me arriscar tanto assim, fazer ele arriscar algo ( sem nem saber se era recíproco também).
Avançando um pouco no tempo: segundo dia de ENEM, alguns colegas combinaram de sair depois da prova pra beber e desestressar da merda que foi a prova. Ele tinha ido, eu fui comprar bebida, bebi razoavelmente muito, o suficiente pra eu ignorar tudo que eu tinha construído sobre deixar aquilo de lado e seguir em frente. Esperei o momento onde eu estivesse à sós com ele, e comecei a falar, tudo, absolutamente tudo q eu sentia ( isso td em inglês pq eu n tinha coragem de falar em português, eu já tava alterado nessa hr) por um minuto eu achei q ele só ia perguntar pq q eu tava falando em inglês, mas na verdade ele começou a me responder em inglês. Eu não fazia ideia de que ele falava ingles, eu fiquei tipo: "ok, então quer dizer q vc enteneu tds as indiretas no twitter?", ele disse que sim.
Continuei a conversar, dizendo pra ele que eu gostava dele, q tipo, na minha opinião ele era incrível, que eu tava super afim dele, e que sabia que ele estava namorando, e por isso sabia que nada ia acontecer. Ele tava super tranquilo e falou que era normal, que a gente não controla quem a gente gosta, mas não surtou nem nada do tipo, foi uma resposta totalmente diferente da que eu tinha imaginado. Eu me senti muito melhor depois que falei pra ele, era muito ruim ter que manter aquilo só pra mim, afinal, vamos nos formar em dezembro, talvez não verei ele por muito tempo, que é quase certo. Precisava jogar nessa última chance, tinha q arriscar. Antes de encerrarmos a conversa, pq tinha amigos nossos vindo, perguntei pra ele: "Se você não estivesse namorando agora, vc ficaria comigo?", e ele respondeu que sim.
Eu absorvi a resposta e pensei que, achei q pessoa certa, mas na hora errada. Tô muito triste com isso, mas é um triste pq tudo dá certo pra todo mundo ao meu redor, geral consegue um relacionamento, alguém. Enquanto eu tô amaldiçoado a ouvir Jão e me identificar com as letras de sofrência pro resto da vida. É frustrante. Sei que meus amigos não aguentam mais me ouvir reclamar disso, e sei que se eu continuar reclamando vai ser irritante, eu sei disso. Só queria que, pelo menos uma vez, eu conseguisse ficar com alguém eu eu gosto, e gosto muito.
Desculpa pelo texto longo, eu precisava externalizar esse sentimento, que é uma mistura de coisas positivas com negativas.
submitted by PolyglotSam to desabafos [link] [comments]


2019.11.25 03:31 OneTickEat Depois de 23 anos eu descobri o problema

Eu me considero uma pessoa muito sortuda na vida. Nunca precisei passar por necessidade, sou realizado profissionalmente, tive namoradas que me dão orgulho, viajei bastante e tenho uma família amorosa. Mas, sempre teve algo de estranho comigo.
Eu me sentia um alienígena. Desde sempre, algo me separava das outras pessoas, e não de um jeito bom. Eu via todos se divertirem juntos, irem pra festas, fazerem amizades, terem relacionamentos e socializarem muito facilmente. Eu queria tudo isso, mas eu não conseguia chegar lá. Desde o colégio eu fui desenvolvendo mecanismos pra me tornar uma pessoa mais agradável, ou tentar dizer coisas inteligentes ou ser engraçado. Mas nunca funcionou de verdade. Era sempre uma casca de normalidade ao redor de uma pessoa socialmente desconfortável.
A ajuda veio de um canto inesperado. Eu tranquei a faculdade por conta do stress e do nervosismo, que estavam dando início a um processo de depressão. Eu saí disso bem, aprendendo a ler meus sentimentos e fazendo muita meditação, que me ajudava a entender o meu corpo e controlar as emoções. Isso faz mais de dois anos.
Foi então que, três semanas atrás, eu percebi que sempre ficava nervoso na hora de terminar uma conversa, porque eu não sabia direito a hora de me despedir. Percebi que também ficava nervoso quando encontrava alguém. Aí caiu a ficha: eu estava sempre nervoso quando falava com qualquer pessoa não-íntima. Sempre em situação de “fuga ou luta”. A expressão “ansiedade social” caiu como uma luva.
Eu posso não saber lidar com pessoas, mas eu sei lidar com ansiedade. Passei a testar essa hipótese, e toda vez que marcava ou encontrava algum conhecido, a primeira coisa que eu fazia era controlar o stress. E as coisas começaram a fluir: eu era naturalmente divertido, não gaguejava, falava de forma audível e, mais importante de tudo, eu comecei a gostar de interagir. Comecei a fazer small talk com estranhos, a sair mais com meus amigos e a mandar mensagens pra pessoas sempre que eu estivesse afim.
Eu sinto que uma outra etapa da minha vida acabou de começar. Mal posso esperar pra treinar esse novo “super poder”. Espero que alguém que tenha o mesmo problema que eu leia isso e descubra também o que lhe aflinge. Você não é esquisito/a, nem alienígena.
submitted by OneTickEat to desabafos [link] [comments]


2019.11.23 03:16 matheusraulsa Destruidor de Ejaculação Precoce Funciona?

Destruidor de Ejaculação Precoce Funciona?
EJACULAÇÃO PRECOCE TRATAMENTO CASEIRO
Definitivamente, a ansiedade é a condição mais propício para que um homem passe a ejacular rápido demais.
Exato, a ejaculação precoce ocorre com mais frequência do que imaginamos!
Ejaculação precoce ocorre quando nós homens temos um orgasmo antes do tempo. E isso é um problemão!
Porque quem sofre com este problema não satisfaz a companheira!
Se isso acontecer uma vez ou outra, não há com o que se preocupar, mas se isso é algo que está acontecendo com uma certa frequência, fique CALMO!
Tem diversos tipos de tratamento e hoje eu vou falar sobre um método caseiro que a gente pode fazer em casa mesmo que vai ajudar muito, senão resolver o seu problema de uma vez por todas!
Aqui eu vou falar sobre este novo método que está bombando na internet!
Um eBook muito conhecido como o “Destruidor de Ejaculação Precoce” que ensina práticas simples, mas que resolvem!
E o melhor de tudo é que se trata de um tratamento caseiro!! Sem que seja necessário cirurgias ou medicamentos pesados!
Sim, existem exercícios que podem ajudar o homem a controlar a sua ereção!
Quando estamos lidando com homens que ejaculam rápido demais, devemos sempre levar um termo como regra: ANSIEDADE.
EJACULAÇÃO PRECOCE CAUSAS
📷
Se você tem ejaculação precoce, ou não está satisfeito com o tempo que aguenta durante a relação. Pode ser os níveis de testosterona baixo!
Sente que está deixando sua parceira na mão na hora H, primeiramente você precisa entender o que está causando essa disfunção erétil!
As técnicas que serão apresentadas aqui elas podem ser aplicadas para todos os homens que sofrem de ejaculação precoce causada por:
Lembrando que os fatores biológicos também podem ser levados em consideração na hora de aplicar o método caseiro para acabar de vez com a ejaculação precoce.
São considerados fatores biológicos que interferem na relação sexual os seguintes:
Como eu comentei anteriormente, a ejaculação precoce trata-se de uma condição na qual o homem não consegue ter uma relação sexual efetiva, ou seja, é incapaz de satisfazer sua parceira a ponto de fazer com que ela também tenha um orgasmo.
Segundo a Sociedade Internacional de Medicina Sexual, pode ser entendido como ejaculação precoce a ejaculação que, sempre ou quase sempre, ocorra antes de um minuto da penetração.
Se você tem este problema, NÃO SE PREOCUPE!
📷
TIPOS DE EJACULAÇÃO PRECOCE
Ejaculação Precoce Primária: Ocorre quando desde sempre o homem teve este problema.
No caso, serve para todos os homens que desde lá no início foram rápidos.
Ejaculação Precoce Secundária: Este caso é um pouco diferente do primeiro, na ejaculação precoce secundária surge com o tempo.
Neste caso específico, é de homens que sempre controlaram bem seu orgasmo e que com o tempo, passaram a notar uma disfunção no qual goza antes do tempo.
Ejaculação Precoce Situacional: É quando ocorre em apenas determinadas situações. Ou com uma parceira específica.
Ejaculação Precoce Variável: Ocorre quando de vez em quando a pessoa tem uma ejaculação precocemente, antes dos 5 minutos. Não chega a ser um problema na vida do homem.
Mas se passa a ocorrer com uma certa frequência, vai requerer uma certa atenção pra que o problema não se agrave.
Ejaculação Precoce Subjetiva: É caracterizada como Ejaculação Precoce Subjetiva quando o homem tem um certo controle, passar dos 2 minutos, mas após o segundo minuto de relação passa a perder o controle.
MÉTODO DESTRUIDOR DE EJACULAÇÃO PRECOCE
Entretanto o que mais chama atenção do método Destruidor de Ejaculação Precoce.
É que este método foi descoberto por Marcelo Nogueira Filho.
Isso aconteceu antes de escrever o livro, logo após descobrir o método natural para resolver o problema. Sim, o Destruidor de Ejaculação Precoce funciona mesmo!
📷
Marcelo conta que sofreu de ejaculação precoce por 5 anos segundo ele é 5 longos anos!
Contou que qualquer período que seja, pode ser uma semana, se você não consegue satisfazer uma mulher, parece uma longa semana! Imagina conviver com o problema por 5 anos!
No entanto, não pense que criar o método levou apenas 10 minutos de pesquisa no Google! Muito além disto!
Foram anos estudando, se reservou a estudar a anatomia do sistema reprodutor masculino.
Após um longo período de pesquisa e muitas entrevistas com diversos urologista, bem como conhecer cada detalhe do trabalho de todos.
Depois de passar um longo tempo estudando sobre o assunto, ele chegou ao método que fez com que ele durasse mais de 50 minutos!!
O Destruidor de Ejaculação Precoce, trata-se de um livro digital que ensina um método caseiro que coloca fim em todos os quadros de ejaculação precoce.
DESTRUIDOR DE EJACULAÇÃO PRECOCE BENEFÍCIOS
Confira os benefícios que você poderá garantir ao iniciar a leitura do material:
Ele já foi usado por diversos homens de todas as idades..
Indiferente da velocidade do metabolismo, ou tamanho, ou peso, ou altura, ou das horas diárias que a pessoa dorme ou indiferente mesmo da dieta que a pessoa faz.
Toda as pessoas que usaram até o momento, compraram e viram resultados suficiente pra mudar de vida!
Terminar de vez com a ejaculação precoce em casa, sem uso de remédios ou recorrer a cirurgias!
📷
DESTRUIDOR DE EJACULAÇÃO PRECOCE ONDE COMPRA
📷
Antes de mais nada eu já vou colocar que para maior segurança a venda é feita somente no Site Oficial!
GARANTIA
📷
Exatamente, isso acontece porque como você leu, este material tem garantia!
Então a comercialização dele fica somente via Site Oficial por conta de ter seus dados registrados, valores pagos, para caso você sentir-se insatisfeito, pode apenas mandar um e-mail informando que não esta satisfeito com os resultados que o valor será reembolsado sem qualquer questionamento.
📷
PRODUTO COM SEGURANÇA GARANTIDA
📷
Seus dados financeiros são secretos e protegidos por criptografia.
Os seus dados são pessoais, sigilosos e não são compartilhados.
Site 100% confiável e autenticado por empresas de segurança.
Entrega garantida no prazo combinado e política de devolução.
Acesse o site oficial clicando aqui: http://bit.ly/2CIb4f6
submitted by matheusraulsa to u/matheusraulsa [link] [comments]


2019.10.27 15:13 MaraCoastline Às vezes eu tenho medo das minha emoções

Sinto que não vou suportar, quanto mais eu tento mais pesado parece. Faz um mês e meio que meu primeiro namorado terminou comigo, alegando que não podia levar nosso relacionamento mais em frente e me magoar, porque eu gostava mais dele do que ele de mim, fora a distância e o tempo (ele trabalha o dia inteiro e estuda a noite). No começo eu fiquei meio anestesiada, acho que minha ficha não tinha caído, eu aceitei, afinal, era o certo, ele não mentiu para mim, ele gostava, mas não tanto assim...Não julgo, eu aceito, é o jeito...mas na minha cabeça íamos acabar vez ou outra conversando, que ia ter algo legal, que ele não ia se afastar tão rápido. Mas ele se afastou, parou de me seguir nas redes sociais, parou de me responder como ele sempre me respondia e eu caí num abismo. Separar quando as coisas não estão mais andando, quando o casal está em crise é mais natural, você sabe que tudo estava caminhando para aquilo, mas quando tudo parece está bem, quando nem sequer tal assunto foi levantado te quebra, uma ruptura abrupta te quebra. Num sábado tudo está maravilhoso, num domingo você faz planos, na segunda algo parece estranho, na terça tudo acabou. Nunca experimentei uma dor tão grande, já sofri por carinhas que eu gostei, mas sofrer por amor está sendo a primeira vez, eu não sabia que dava para doer tanto. Eu repito toda hora pra mim: não lembre de como foi o início, não lembre que uma semana antes vocês estavam fazendo planos, não lembre como ele era bom e inteligente, como a família dele era legal, como os amigos dele gostavam de te ter por perto, como ele te olhava, como te beijava, como tudo era bom, por favor não lembre, por agora você não pode fazer isso, se você continuar a fazer, você não vai sair daí. Entenda, ele te disse quando vocês eram apenas amigos: Eu não volto com ex. Machuca? óbvio, eu queria ele de volta, queria que nada disso tivesse acontecido, mas eu só tenho duas opções, ou continuar afundada nessa depressão ou tentar levantar e recomeçar, refazer tudo novamente. Ir atrás do emprego que eu sempre quis, fazer uma segunda faculdade, afinal só tenho 22 anos (ainda não pretendo parar os estudos). Eu preciso da minha calmaria momentânea, mas preciso de novos lugares e novas pessoas porque, de verdade, eu estou com medo de onde posso chegar com essa tristeza e crises de ansiedade. De Setembro para cá, várias coisas negativas andam acontecendo: perdi meu amor, perdi o emprego que eu tanto queria, perdi meu avô e sinceramente quando a gente não tem amigas por perto, lidar com tanta coisa pode sufocar. Às vezes sinto que preciso morrer um pouquinho para me reerguer. Eu sei que se eu não quiser de verdade, ninguém vai poder me ajudar. Eu queria tanto que tudo estivesse como estava até início de Setembro, que nada disso tivesse acontecido. Eu choro e peço forças, porque sozinha eu tenho medo.
submitted by MaraCoastline to desabafos [link] [comments]


2019.10.15 11:43 B34r_w1th_m3 Eu queria ter sido piloto

Peço perdão pelo tamanho, não esperava que fosse ficar tão grande.
Eu queria ter sido piloto...
Dois anos e meio atrás eu estava meio à deriva no mundo. Estava no segundo ano ensino médio e não sabia exatamente o que fazer da vida. Não me sentia pertencente a nenhum lugar, não tinha exatamente planos pro meu futuro, meu relacionamento com meus pais ia de mal a pior e ainda por cima me metia em brigas.
Eu estava irritado com o mundo, mas eu não podia socar o mundo (embora com certeza eu tenha tentado, ficado com marcas nas minhas mão até hoje para me lembrar de não fazer mais isso). Queria desaparecer, me desintegrar. Me mostraram uma prova que teria para à Academia da Força Aérea e eu pensei "Vou me tornar piloto e voar pra longe de tudo e todos".
Me empenhei como nunca, estudei como um condenado para a prova que viria um Junho, porém houve um problema: eu me apaixonei. Me apaixonei pela aviação. Isso não estava nos meus planos, não era pra isso ter acontecido, mas aconteceu. Eu entrei em contato com esse mundo e me encantei. Ser piloto, ser militar, fazer algo que eu sentia que me deixaria completo. Eu agora queria virar piloto, piloto de resgate ainda.
Me apaixonei também por uma garota, algo que também não estava nos planos. Eu já havia amado antes, mas isso era algo diferente. Era algo que eu não consigo explicar exatamente até. Pra ser sincero eu não sei nem exatamente explicar como que essa mulher entrou na minha vida, só sei que um dia ela estava lá eu eu não queria que ela fosse embora. Melhorei por conta dela. Larguei a raiva, as brigas, as frustrações. Tentei realmente me tornar um homem melhor por mim, pelos outros e, especialmente, por ela.
Por muito tempo as coisas na minha vida estavam boas. Realmente boas. No dia de fazer a prova da AFA, passei pra segunda fase (algo que eu honestamente não imaginei que fosse realmente acontecer). Comecei a treinar para os testes físicos que eu teria de fazer para provar que eu estava apto para me tornar um militar. Apto para me tornar um piloto. Meu relacionamento com a garota ia ficando cada vez melhor. Eu não acreditava que existiam pessoas feitas uma para as outras, mas comecei a acreditar. Comecei a acreditar nisso, logo eu que sou a pessoa mais cética que conheço.
No dia de fazer os exames físicos, fui reprovado por ter queimado a linha de largada de uma das provas. Serei sincero com você, reddit, doeu ter sido barrado naquele ponto, especialmente por uma coisa tão boba quanto pisar numa linha, mas foi uma dor momentânea. Eu agora sabia o que eu queria da minha vida. Eu queria ser piloto, queria continuar esse relacionamento com essa mulher que sabe-se lá como eu tive a sorte de ter na minha vida.
Virou o ano e comecei novamente a me preparar para a prova que teria em junho. Estava confiante e determinado. Foram seis meses de preparo duro, mas que valiam a pena. Eu enxergava na FAB e na mulher meu futuro. Chegando em junho eu fiz a prova novamente. Saí da sala de prova confiante que havia conseguido passar pra segunda fase. Passado cerca de um mês saiu o resultado. Fui reprovado.
Eu não atingi a nota mínima em matemática para passar para a segunda fase. Quando fui corrigir minha prova com o gabarito oficial, havia contado que havia tirado mais do que o necessário para passar. Até hoje suspeito que cometi um erro na hora de passar o gabarito. Posso estar errado, porém. Talvez eu tenha ido pra prova confiante demais sabendo de menos.
Fiquei desesperado, já que minha mãe havia me dado somente aquele ano para passar numa faculdade. Eu não consigo por a opção "Aviação" num vestibular. Não sabia para o que prestar. Mas não havia problema, já que a mulher que eu amava ainda estava comigo. Decidi, depois de muito pesquisar e conversar com amigos e meu pai, prestar engenharia mecatrônica. Era uma área que eu me interessava, mas, honestamente, não me imaginava trabalhando com ela. Decidi fazer isso, mas eu ia tentar a prova da AFA uma terceira vez no ano seguinte.
Chegando o final do ano, época de vestibulares, a ansiedade dos alunos está no seu máximo. Muitos sentem a pressão desse sistema injusto. Uma competição brutal, se me perguntar. Eu, tentando focar no meus objetivos, não fui afetado muito por ela, mas minha namorada foi. MUITO afetada. Sua ansiedade despertou de uma forma esmagadora. Ela se viu no conflito entre prestar o vestibular para a área que ela amava e prestar para a área que achava que deveria fazer, já que arte não tem renda tão garantida assim. Ela não queria mais sair de casa, ver seus amigos e a mim, fazer antes as coisas que amava. Ela foi definhando. A mulher que eu amava estava se afundando num buraco que sua própria mente cavava. Me doía ver aquilo. Eu tentava ajudar, mas a melhor ajuda que eu consegui fazer era manter minha distância.
Não muito tempo depois que isso começou, ela admitiu pra mim que não me enxergava mais como uma pessoa que lhe causava prazer, mas sim como uma responsabilidade. Ela se forçava a falar comigo para não me magoar, mesmo que a ansiedade dela fizesse com que ela quisesse se isolar de todos os seres do mundo. Ouvir aquilo me feriu de uma forma que nada até hoje chegou perto de fazer igual. Já levei muitos socos, chutes, cortes e diversos outros tipos de ferimentos, mas aquilo fez algo comigo que me fez questionar minha própria existência.
Eu estava falhando em proteger a pessoa que eu mais devia proteger nesse mundo. Estava fracassando na minha única missão que realmente importava, que era fazer ela feliz. Eu era um fardo pra ela, uma responsabilidade que só aumentava os seus sintomas.
Sabendo de tudo isso, fiz a última coisa que eu pensei que teria de fazer: terminei com ela. Cada célula do meu corpo dizia para eu não fazer isso, que íamos conseguir passar por esse momento delicado. Mas eu sabia que não íamos. Eu era uma das fontes da tristeza dela. Ignorando cada parte de mim que protestava, terminei com ela para o próprio bem dela. Ela tinha que melhorar a qualquer custo, mesmo que esse custo fosse o nosso relacionamento.
As coisas só pioraram então. No início do ano seguinte, 2019, fui diagnosticado com uma espécie de diabetes. Isso significava que mesmo que eu passasse na prova escrita da AFA eu seria reprovado nos exames médicos. Meu sonho de ser piloto se foi. O futuro que eu havia sonhado por um ano e meio se foi. A mulher que eu amava e as minhas asas. Talvez eu tenha sonhado demais. Talvez eu tenha sido Icarus e voado perto demais do sol e me queimado. Talvez eu podia ter evitado tudo isso se eu tivesse sido menos arrogante na hora de fazer a prova e se eu tivesse sido menos um fardo para a minha namorada.
Eu estava novamente perdido. O que que eu deveria fazer? O prazo imposto estava prestes a acabar. Tentei me recompor ao máximo e traçar um novo plano. Deixaria meu choro somente para as noites no meu quarto, porque de dia eu precisava trabalhar, pensar num novo rumo.
Passei pelo ENEM pra uma faculdade boa em outro estado para engenharia mecatrônica. Eu estava agora ficando com uma outra garota, porém nada tão intenso naquele momento quanto era com a minha ex. As coisas estavam tomando um rumo que havia potencial. Mas não era meu sonho.
Meses se passaram e cá estou, distante do estado de onde eu vim. Estou namorando essa nova garota faz um tempo já e as coisas estão indo muitíssimo bem. Eu estou gostando de fazer essa faculdade. Morar sozinho tem sido uma experiência fantástica. Fiz novos amigos e estou vivendo uma vida nova. Ainda assim eu ás vezes queria poder mandar uma mensagem pra ela e dizer "você ia amar o céu estrelado daqui", ou "eles rasparam meu cabelo no trote da faculdade!". Queria poder olhar para um avião no céu e não soltar um suspiro triste, pensando como a vista lá de cima deve ser bela.
Estou escrevendo isso, reddit, porque hoje descobri que ela está namorando um outro cara. Isso me abalou de início. Me senti injustiçado. " Por que que ele podia ficar com ela e eu não?" eu fiquei me perguntando por horas enquanto eu chorava em minha cama. Quando todo esse momento passou, eu pude refletir um pouco melhor. Estou feliz por ela, de verdade, até porque eu fui o quem seguiu em frente primeiro. Porém, o mais importante, isso mostra que ela está bem de novo. Bem o suficiente para confiar de novo em alguém da forma que ela confiava em mim. Isso é tudo que eu quero, que ela esteja bem. Devo admitir, porém, que, assim como eu invejo o piloto do avião, eu invejo esse novo cara. Tanto o piloto quanto ele tem uma vista muito bela diante deles.
submitted by B34r_w1th_m3 to desabafos [link] [comments]


2019.09.19 23:17 montbong Euforia e apatia - um ciclo escroto

Então estranhos, estou escrevendo na tentativa de ordenar meus pensamentos sobre o assunto e na esperança de alguém ter algo a compartilhar sobre.
Contextualizando: Sou homem, tenho 30, uma carreira bastante confortável e sofro de ansiedade.
Sou um cara intenso, muito intenso. Algumas coisas me causam empolgação e fascínio ao ponto de me aprofundar nelas e virar uma referência entre conhecidos como "nossa, fulano manja tudo de tal coisa hein?" para semanas/meses depois ser tomado por uma apatia em relação àquela mesma coisa e perder total o interesse sobre. Isso acontece com hobbies, aconteceu com faculdade, acontece com pessoas... e isso tem me incomodado bastante. Tive um relacionamento que durou perto de uma década e ele foi pontuado por essa paixão arrebatadora por um curto início e um desinteresse grotesco durante muitos anos, continuávamos juntos porque gostávamos do conforto e segurança que proporcionávamos um ao outro - acabou tarde, e acabou de uma forma bastante traumática para ambos. Solteiro novamente conheci mulheres pelas quais me apaixonei, uma em específico sei que amarei para o resto da vida e somos hoje grandes amigos, mas que rapidamente perdi o interesse enquanto ainda estavam apaixonadas e não consigo esconder minha indiferença quando ela vem, não sou grosseiro ou explícito sobre ela mas todo aquele furor inicial deixa de existir e isso é muito visível para todos. Invariavelmente encerro os relacionamentos de uma forma abrupta.
Já tentei modelos diferentes de relacionamento, me relacionei com homens e mulheres (e especificamente um homem e uma mulher em um contexto de poliamor). O desinteresse vem cedo ou tarde e lá estou eu pulando fora e deixando pra trás gente com cara de "?!". Um dos meus melhores amigos me disse ontem: "Cara, cada pessoa tem um custo em atenção/tempo, você quando está empolgado com alguém oferece o triplo do que ela vale, isso deixa as pessoas muito felizes, mas quando você desanima acaba não querendo pagar nem a metade do valor inicial". E eu me sinto assim, tudo que anseio na vida persigo de maneira obstinada e inteligente, acabo conseguindo e assim que fica certo que conquistei aquilo: perco o tesão.
Esse meu padrão de euforia/apatia tem me incomodado sobremaneira. Amo a euforia e detesto a apatia, somente muito recentemente comecei entender esse ciclo comportamental. Minha psicóloga normaliza isso, dizendo que sou intenso, razão pela qual as pessoas acabam curtindo conviver comigo, e que se isso me incomoda então deveria tentar viver um meio termo - infelizmente o meio termo para mim é sinônimo de apatia (tenho tomado remédios para ansiedade que me deixam nesse meio do caminho, detesto) mas ainda assim quero conseguir achar paz ou uma forma de não permitir que a euforia se desfaça em apatia - especialmente com as pessoas, porque gosto sinceramente de todos com quem me relaciono mas o interesse some e dá lugar a esse sentimento de fuga.
Tenho evitado relacionamentos novos porque sei que é muito difícil para as pessoas se relacionarem comigo nesses termos e eu sou empático aos sentimentos alheios, só não consigo continuar em contextos que me agridam... como disse, fiquei anos em um relacionamento pela sensação de segurança mas infeliz, após o término dele não consigo mais.
Enfim, é isso. Alguém se identifica? Alguém já viveu esses ciclos e conseguiu lidar com eles de uma forma sadia? Eu confesso que estou bastante cansado disso e hoje estou na parte negativa do ciclo, o que me faz escrever esse texto, mas sei que assim que estiver na parte de cima lerei esse relato e vou pensar "nossa mano, que exagero, é muito daora ser assim - woohoo!".
submitted by montbong to desabafos [link] [comments]


A ANSIEDADE ACABOU COM OS MEUS RELACIONAMENTOS 5 ERROS COMUNS NO INICIO DE UM RELACIONAMENTO! Em Um Relacionamento Abusivo Com A Ansiedade É Bom? DIÁRIO DE UM ANSIOSO #4: NÃO ROMANTIZEM A ANSIEDADE - YouTube Psicóloga fala sobre ANSIEDADE no relacionamento A Sua Ansiedade Pode Estragar Tudo! André Massolini - Ansiedade e impotência sexual. Dica para início de relacionamento!

Como Namorar alguém com Ansiedade (com Imagens) - wikiHow

  1. A ANSIEDADE ACABOU COM OS MEUS RELACIONAMENTOS
  2. 5 ERROS COMUNS NO INICIO DE UM RELACIONAMENTO!
  3. Em Um Relacionamento Abusivo Com A Ansiedade É Bom?
  4. DIÁRIO DE UM ANSIOSO #4: NÃO ROMANTIZEM A ANSIEDADE - YouTube
  5. Psicóloga fala sobre ANSIEDADE no relacionamento
  6. A Sua Ansiedade Pode Estragar Tudo!
  7. André Massolini - Ansiedade e impotência sexual. Dica para início de relacionamento!

• INSCREVA-SE NO CANAL: http://bit.ly/fredelboni • Dê um like e vem pra cá! ;) PS: Claro, tudo isso se você gostar hahaha ;) ** - LIVROS: • 'Um Sorriso Ou Do... Emissora: Rede Vida Programa: Tribuna Independente Data: 27/02/2014 Tema: Ansiedade no relacionamento Psicóloga: Pamela Magalhães ** www.pamelamagalhaes.com.br ** Frecuencia de la Felicidad, Musica para Liberar Serotonina, Dopamina, Endorfinas/Relajante Solfeggio - Duration: 1:15:20. Contraseña Records Recommended for you 1:15:20 Sem dúvidas este é um dos melhores livros já escritos sobre ansiedade, pois foi escrito por alguém que sofreu longos anos de ansiedade e superou, deixando exatamente tudo o que fez para poder ... 【 namorocomproposito.com 】No vídeo de hoje quero compartilhar erros comuns que os casais cometem no início de um relacionamento e espero ajudar você a não cometer esses erros. No vídeo de hoje eu conto um pouco do que passei enquanto descobria aos poucos a minha ansiedade... vale a pena lembrar que: CADA RELACIONAMENTO ACONTECE DE UM JEITO. cada pessoa tem uma forma de ... É natural estar em um início de relação e querer estar cada vez mais perto da pessoa, a exclusividade imediata, mas isso pode estragar tudo, pode espantar a pessoa! Essa exclusividade deve ser ...