O que significa amar e ser amado

É claro que há gente que ama e é amado, já que um sentimento não exclui o outro, mas isso acontece apenas em raras vidinhas perfeitas. Você ama uma pessoa, essa pessoa te ama de volta. Lo que la sociedad nos impone. Desde que nacemos, nos encontramos con una serie de normas u obligaciones morales que debemos seguir para adaptarnos a la sociedad. Un ejemplo de ello sería la obligación de no molestar, contrariar o incomodar a otros. O bien, se nos enseña lo adecuado que es complacer a los demás, ser solícitos, y a ser valorados en función de lo que otros piensan de nosotros. Pode parecer uma atitude hedonista e narcísica, mas não é. Somente teremos plenas condições de amar aos outros depois que estivermos fortalecidos, amando o nosso próprio ser e aceitando nossa existência do jeito que nos foi concedida. Me parece que a melhor forma de se amar é entendermos o termo “amor” através do termo “cuidados”. Amar es un verbo que significa; tener amor a alguien o algo. Entendiendo al amor como un sentimiento profundo de afecto, inclinación y/o entrega. El que se ama a sí mismo y al prójimo es feliz. Conoce que es amar; el concepto, definición, significado, la descripción y todo lo que que significa amar y ser amado. O que se tenta é explicar o significado de amar. Costuma-se dizer que é uma reação química criada em nosso organismo. Esta avaliação biológica se traduz em palavras e são os poetas aqueles que mais se dedicam em exaltar o amor, assim como lamentá-lo em certos momentos. Amar de graça. Amar e ser amado é muito bom, mas quando aprendemos o valor de amar sem esperar nada em troca, de amar pessoas de graça é simplesmente incrível. Quando fazemos algo sem esperar nada em troca nós nos doamos por inteiro e de uma forma sincera, e a intensidade do amor que colocamos naquilo acaba sendo muito maior. O amor reconhece as necessidades do ser amado e tenta atender a elas. O amor perdoa e esquece as faltas do ser amado. Quando nos pedem para «amar-mos o próximo como a nós mesmos”, a implicação desta afirmação é evidente: o que fizermos pelo nosso próximo deveremos primeiro e também fazer por nós mesmos. O que significa amar ser amado? 3,010. Ser amado e amar significa “entrega em intimidade”, isto é, sintonia das emoções. Quando entregamos uma parte do nosso espaço e tempo à pessoa amada, não significa que perdemos nossa individualidade.

Contardo Calligaris, "Cartas a um jovem terapeuta", cap. IV, 2007

2020.07.17 04:50 clathereum2 Contardo Calligaris, "Cartas a um jovem terapeuta", cap. IV, 2007

"Caro amigo,
Você me perguntou: 'O que faço, se me apaixono por uma paciente?'. E lhe respondi laconicamente: 'Será que é uma questão urgente?'. Você replicou: 'Desde o começo de minha formação, pratico (só de vez em quando, não se preocupe) um devaneio em que curo milagrosamente uma moça emudecida por sua loucura e, lógico, nos amamos para sempre.' Depois disso, decidi levar sua pergunta a sério.
Talvez você se lembre de que, na minha primeira carta, falei um pouco da admiração, do respeito, e, em geral, dos sentimentos que destinamos às pessoas a quem pedimos algum tipo de cura para nossos males.
Comentei que era bom que fosse assim, pois esses afetos facilitam o trabalho de um terapeuta. E acrescentei que isso é especialmente verdadeiro no caso da psicoterapia, com a exceção de que, neste caso, espera-se que o encantamento se resolva, acabe um dia. Sem isso, a psicoterapia condenaria o paciente a uma eterna dependência afetiva.
Repare que, às vezes, sentimentos negativos, como o ódio, permitem e facilitam o trabalho psicoterápico, tanto quanto o amor. Mas é certo que o amor é a forma mais comum dos sentimentos cuja presença assegura o começo de uma psicoterapia. Ou seja, é muito frequente que um/uma paciente se apaixone por seu terapeuta.
A psicanálise deu a essa paixão um nome específico: amor de transferência. O termo sugere que o afeto, por mais que seja genuíno, sincero e, às vezes, brutal, teria sido “transferido”, transplantado. Ele se endereçaria ao terapeuta por procuração, enquanto seu verdadeiro alvo estaria alhures, na vida ou na lembrança do paciente. Você já deve ter ouvido mil vezes: o amor de transferência, grande ou pequeno, é a mola da cura.
Primeiro, ele possibilita que a cura continue apesar dos trancos e dos barrancos. Segundo, ele permite ao paciente viver ou reviver, na relação com o terapeuta, a gama de afetos e paixões que são ou foram também dominantes em sua vida; essa nova vivência, aliás, é a ocasião de modificar os rumos e o desfecho dos padrões afetivos que, geralmente, assolam uma vida, repetindo-se até o enjôo. Terceiro, ele pode, às vezes, ser o argumento de uma chantagem benéfica: o paciente pode largar seu sofrimento por amor ao terapeuta, para lhe oferecer um sucesso, para ganhar seu sorriso, para fazê-lo feliz. Esse terceiro caso apresenta alguns inconvenientes óbvios: o paciente que melhorar por amor a seu terapeuta nunca se afastará dele, pois parar de amar seria para ele largara razão pela qual se curou, ou seja, voltar a sofrer como antes ou mais ainda.
Você deve também ter ouvido mil vezes que um/uma terapeuta não pode e não deve aproveitar-se do amor do paciente ou da paciente. Você pode ter carinho e simpatia por seu/sua paciente, mas transformar a relação terapêutica em relação amorosa e sexual é mais do que desaconselhado.
Por quê?
Nota: para simplificar, no que segue, falarei do terapeuta no masculino e da paciente no feminino. Mas o mesmo vale seja qual for o sexo do terapeuta e seja qual for o sexo do paciente, incluindo os casos em que esse sexo é o mesmo.
Um argumento que é usado tradicionalmente para justificar essa interdição é o seguinte: o afeto que uma paciente pode sentir por seu terapeuta é fruto de uma espécie de quiproquó. O terapeuta não é quem a paciente imagina. A situação leva a paciente a supor que seu terapeuta detenha o segredo ou algum segredo de sua vida e que, graças a esse saber, ele poderá entendê-la, transformá-la e fazê-la feliz. Ou seja, a paciente idealiza o terapeuta, e quem idealiza acaba se apaixonando.
Conclusão: o apaixonamento da paciente é um equívoco. E não é bom construir uma relação amorosa e sexual sobre um equívoco. Se paciente e terapeuta se juntarem, a coisa, mais cedo ou mais tarde, produzirá, no mínimo, uma decepção e, frequentemente, uma catástrofe emocional, pois a decepção virá de um lugar que pode ter sido idealizado além da conta.
Esse argumento, na verdade, vale pouco. Explico por quê: a paixão de transferência é, de fato, igual a qualquer outra paixão. Em outras palavras, os amores da vida são fundados num qüiproquó tanto quanto os amores terapêuticos. Quando nos apaixonamos por alguém, a coisa funciona assim: nós lhe atribuímos qualidades, dons e aptidões que ele ou ela, eventualmente, não têm; em suma, idealizamos nosso objeto de amor. E não é por generosidade; é porque queremos e esperamos ser amados por alguém cujo amor por nós valeria como lisonja. Ou seja, idealizamos nosso objeto de amor para verificar que somos amáveis aos olhos de nossos próprios ideais.
Então, se o amor de transferência não é muito diferente de qualquer amor, será que está liberado? Pois é, não está liberado: há outros argumentos contra, e são de peso; eles não se situam do lado do paciente (cujo amor é bem parecido com um amor verdadeiro), estão do lado do terapeuta.
Por que um terapeuta toparia a proposta amorosa de uma paciente? Por que ele se declararia disponível e proporia um amor quase irrecusável a uma paciente já seduzida pela situação terapêutica? Há três possibilidades.
1) A primeira é perfeitamente explicada no auto-de-fé do ex-presidente Clinton, quando, em suas memórias recentemente publicadas, ele narra e tenta entender seu famoso envolvimento com uma estagiária da Casa Branca, Monica Lewinski. Com notável honestidade e capacidade analítica, Clinton não justifica seus atos pelo transporte da paixão, mas declara que ele se deixou seduzir ou (tanto faz) que ele seduziu Lewinski simplesmente 'porque podia'. Ele acrescenta (admiravelmente) que, de todas as razões possíveis, essa é a pior, a mais condenável.
'Transar porque pode' não significa só transar porque é fácil, porque o outro é acessível. Significa transar pelo prazer de poder. É como se a gente gostasse de bater em enfermo porque isso dá a sensação de ser forte.
O consultório do terapeuta tomado por essa fantasia se transforma num templo (ou num quarto de motel), em que as pacientes são chamadas a participar de ritos que celebram a potência do senhor.
Esse abuso dos corpos produz estragos dolorosos, porque ele se vale de uma oferta generosa de amor: “Posto que você me ama, ajoelhe-se”. É uma situação próxima à ‘ do abuso de uma criança, quando os adultos que ela ama e em quem confia se revelam sedentos de demonstrar sua autoridade pelas vias de fato, na cama ou a tapas.
Invariavelmente, o terapeuta deslumbrado pela descoberta de que ele 'pode' agir do mesmo modo com as pacientes com quem ele transa e com aquelas com quem ele não transa. A fantasia de abuso invade todo seu trabalho terapêutico, ou seja, ele não analisa nem aconselha, ele dirige e manda, pois ele goza de e com seu poder.
2) Mas há terapeutas, você me dirá, que se apaixonam mesmo por uma paciente e até casam. Concordo. Aliás, essa é a segunda possibilidade.
O curioso é que, em regra, os analistas que se apaixonam pelas pacientes que os amam são recidivistas. Eles se casam com várias pacientes, uma atrás da outra. Um psicanalista famoso, de tanto casar com pacientes, ganhou o apelido 'Divã, o Terrível'.
Conheço as desculpas: a gente trabalha duro e não tem tempo para sair na noite, onde a gente encontraria uma companheira? Afinal, não é banal que as pessoas encontrem suas metades no ambiente de trabalho? Além disso, o terapeuta se apaixona por alguém que ele conhece (ou imagina conhecer) muito bem; essa não é uma garantia da qualidade de seus sentimentos? Pode ser. Mas resta uma dúvida, que se torna quase certeza à vista da repetição.
Esses psicoterapeutas ou psicanalistas que se juntam com verdadeiras séries de pacientes devem ser tão cativos da situação terapêutica quanto suas pacientes. Explico. A paciente se apaixona porque tudo a leva a idealizar seu terapeuta. O terapeuta deveria saber que é útil que seja assim, mas também deveria saber que, de fato, sua modesta pessoa não é o remédio milagroso e definitivo que curará os males de sua paciente. Ora, é provavelmente disto que ele se esquece. O terapeuta, seduzido pela idealização de sua pessoa, como o corvo da fábula, acredita no que diz o amor de sua paciente, ou seja, acredita ser a panaceia que tornará sua paciente feliz para sempre.
Generoso? Ingênuo? Nada disso, apenas vítima, por exemplo, de uma obstinada esperança de voltar a ser o neném que, por um mítico instante, no passado, teria feito sua mãe absurdamente feliz.
A série continua porque a decepção é garantida. O terapeuta (como homem e companheiro) não é uma panaceia (ninguém é). A paciente com quem ele se casou, uma vez feita essa descoberta trivial, manifestará sua insatisfação e, com isso, fará a infelicidade do nené caprichoso com quem casou. Pronto, acaba o casamento. Entretanto, como disse, a esperança do terapeuta é obstinada; não é fácil desistir do projeto de ser aquela coisa que traz ao outro uma satisfação absoluta. Por que não tentar outra vez?
Os terapeutas recebem regularmente, em seus consultórios, os cacos desses dois tipos de desastres: o das abusadas e o das casadas e abandonadas por não se terem mostrado perfeitamente satisfeitas. São cacos difíceis de serem recolados. A decepção amorosa da paciente é violenta: afinal, ela foi enganada por um objeto de amor ao qual atribuía poderes e saberes quase mágicos.
O pior desserviço desses desastres é que, de fato, eles impedem que as vítimas encontrem a ajuda da qual precisam. Frequentemente, ao tentar uma nova terapia, elas não param de esperar que se engate uma nova relação erótica (pois lhes foi ensinado, por assim dizer, que a cura virá de um amor correspondido com seu terapeuta). Outra eventualidade é que elas nunca mais consigam estabelecer a confiança necessária para que um novo tratamento se torne possível.
3) Existe uma terceira possibilidade para os amores terapêuticos. É possível que se apaixone por sua paciente um terapeuta que não queira apenas gozar de seu poder e que não seja aflito pela síndrome de fazer a 'mamma' feliz. E é possível que uma paciente se apaixone por seu terapeuta sem acreditar que ele seja o remédio a todos os seus males.
Afinal, não é impensável que dois sujeitos, que tenham algumas boas razões de gostarem um do outro, se encontrem num consultório. Todos sabemos que um verdadeiro encontro é muito raro, e é compreensível que um terapeuta não faça prova da abnegação profissional necessária para deixar passar a ocasião. Mas, convenhamos, se esse tipo de encontro é tão raro, é difícil acreditar que possa repetir-se em série... Como diz o provérbio, errar é humano, perseverar é diabólico. Ou seja, pode acontecer uma vez numa vida. A partir de duas, a série é suficiente para provar que o terapeuta está precisando de terapia.
Abç."
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2020.06.11 03:26 LittleCato5001 Só amor não é suficiente para que um relacionamento prospere; causar dor ao outro pode, no fim das contas, ser um grande ato de compaixão.

A verdade é sofrível: só amor não é suficiente para que um relacionamento prospere. Eu, na minha ingenuidade, sempre pensei o contrário, mas hoje tenho a concepção de que um laço afetivo necessita de muito mais que o mero sentimento de amar o outro e sentir-se amado. Mas como pode o amor, sentimento mais profundo e intenso que existe, não ser o suficiente? Acontece que o amor não abrange tudo. Outros atributos são essenciais para que uma relação evolua, tais quais sinceridade, fidelidade, generosidade, lealdade, bondade, compreensão, entre outros fatores de suma importância.
Aprendi também que amar o outro não se resume a estar sempre ao lado da pessoa amada; descobri que, as vezes, a maior prova de amor existente é saber deixar o outro ir embora. É saber despedir-se, quando, em um relacionamento, não existir mais nada. Nada, só amor. Porque como disse, apenas amor não sustenta a felicidade. Não sustenta a nada. Batalhar pelo bem daquele que amamos não gira sempre em torno das palavras de compreensão, suporte e críticas construtivas, pois nem sempre o outro quer ser ajudado de verdade, ou se nega a aceitar que está sendo prejudicado por si próprio. É, por vezes, preciso um profundo impacto emocional, a fim de fazer com que o outro, quem sabe, finalmente olhe pra dentro de si. Terminar um relacionamento nem sempre significa o esgotamento do amor, muito pelo contrário. Abrir mão dos nossos desejos, planos e sonhos ao lado de outra pessoa acaba por corroer-nos por dentro. Mas quando sobrou apenas amor, é a partir dele que devemos agir. E, as vezes, afastar-se é o melhor para ambos.
Dei adeus como último recurso, para que, se Deus quiser, a lua enfim brilhe e prospere. Para que deixe de esconder suas crateras, e aprenda com elas. Para que o sol, toda vez que se por, possa vir a se orgulhar de vê-la ascendendo, e pintando o céu com sua luz. A verdade, por mais sofrível que seja, é que decidi pelo adeus, justamente por amá-la mais que tudo no mundo. A dor é também um aprendizado. Causar dor ao outro pode, no fim das contas, ser um grande ato de compaixão.
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2020.06.06 16:53 clathereum2 Psicanálise e protestos, I, dinâmica libidinal e revolta

Em seu texto "A moral 'cultural' sexual e o nervosismo moderno' Freud oferece um panorama da dinâmica libidinal na cultura atual, a qual é "baseada na repressão dos instintos" (p. 256). Esta percepção da cultura é justificada pela argumentação trazida neste texto, de 1908, e pode fornecer substratos para entender o movimento de passagem ao ato (acting out) que as manifestações no Brasil, Hong Kong, EUA e outros lugares, têm tomado.
A moral sexual "cultural" é a influência que reduz as formas de nervosismo à neurose pela repressão dos instintos sexuais. Temos o nosso gozo interditado em diversas áreas de nossa vida, no entanto isto não acontece de forma absoluta e em igual intensidade para todo mundo. Diz o pai da psicanálise:
A força original do instinto sexual provavelmente varia conforme o indivíduo: certamente oscila o montante que dele se presta à sublimação. Imaginamos que a organização inata do indivíduo decide primeiramente o quanto do instinto sexual se revelará sublimável e aproveitável; além disso as influências da vida e o influxo intelectual sobre o aparelho psíquico conseguem levar à sublimação mais uma parcela dele. Mas tal processo de deslocamento não pode prosseguir indefinidamente, não mais do que a transformação de calor em trabalho mecânico nas nossas máquinas. p. 257
Há diversos elementos interessantes nesta citação. Nela há um caráter hereditário ou atávico; algo de um teor mais constitucional e determinístico, onde temos um espaço de possibilidade parcialmente delimitado por nossas condições de nascimento (i.e.: recursos genéticos, socioeconômicos e, diria, até, imaginário atrelado ao conjunto destes dois). Naturalmente é possível a suposição de que, portanto, a população preta em geral, bem como a LGBTQI+ possuem uma dinâmica libidinal afetada pela forma com que nossa cultura é estruturada.
Temos também outra ideia de interesse neste breve trecho. Não é só a constituição que determina o quão aptos a sublimação nós seremos, mas também nossas experiências em vida. Temos, então, duas fontes que podem fortalecer nossa capacidade de sublimação caso precisemos de tal. Diz-se muito que a psicanálise mostra um retrato despojado das farsas humanas e, portanto, triste, mas vemos aí, na pluralidade de meios de sublimar a libido que não pode ser usada nos instintos sexuais, também a constituição mesma da resiliência humana, dizendo que suportamos muito. Mas é só isso: suportamos muito. Ainda há um limite.
E é precisamente o dito na continuação do parágrafo: sempre há uma perca de energia; conversão completa, com um n de 100%, um rendimento perfeito, não existe. O que isso significa em termos de teoria da libido? Significa que, por maiores que sejam as proezas de um certo grupo de indivíduos no manejo de sua própria libido, há um limiar de insatisfação. E há uma necessidade mínima de prazer. É preciso um mínimo de atividade sexual (vale lembrar que no jargão psicanalítico, "sexual" significa aquilo que nos dá prazer, e não só a atividade genital em relações íntimas). "Eu posso usar minha raiva e frustração para criar isso ou aquilo, mas se eu não puder me divertir, esse manejo de minha energia não será suficiente e desejarei expor meus ressentimentos de outra forma"
Afinal, o trabalhador assalariado que não gosta de seu trabalho, de usar transporte público, de sua casa e da escassez das ditas "commodities" se manteria são por quanto tempo sem descarregar sua libido na atividade sexual da cerveja do fim de semana? ou do futebol? O mesmo sendo válido para os estudantes com suas calouradas e férias. É digno de nota que podemos definir "festa" como um grupo de excessos permitidos socialmente. Podemos dar vazão à libido frustrada e impedida de atingir sua meta que vai se acumulando com as exigências de nossa cultura atual. "O instinto sexual humano não serve originalmente aos fins de procriação, tendo por meta, isto sim, determinadas formas de ganho de prazer" (p. 258). Tomando o sentido de "sexual" freudiano, uma vida "assexual" é insustentável para a psique humana.
Somos levados a remanejar nossa libido desde a infância. E, deveras, nesse período primevo talvez esse manejo seja benéfico, uma vez que, não podendo executar nossas funções genitais ainda, inevitavelmente a pulsão sexual manifestaria-se usando a libido de outra forma, de modo que a educação, por exemplo, inibe esta excitação. Mas uma vez percorrida esta evolução da pulsão sexual que se inscreve na função oral, sádico-anal, fálica, latente e genital, em que situação ficamos em relação a nossa cultura atual? Naturalmente, as restrições de Viena na época de Freud tinham suas particularidades, mas a lógica da fenomenologia libidinal mantém-se de pé se permutarmos as características da cultura europeia pela de nosso mundo e, mais especificamente, pela do Brasil.
Relativamente a essa evolução do instinto sexual, poderíamos diferenciar três estágios culturais. O primeiro, em que a atividade do instinto sexual ultrapassa livremente as metas de reprodução; o segundo, em que tudo no instinto sexual é reprimido, excetuando o que serve à reprodução; e o terceiro, em que apenas se admite como meta sexual a reprodução legítima. Este terceiro estágio corresponde à nossa presente moral sexual "cultural". p. 258
Que fique claro: no terceiro estágio apenas se admite o gozo para a reprodução. Isso não significa que não gozavam em outras situações, como com licores, bordeis e jogos de carta, por exemplo. Estas ultimas atividades sexuais apenas não eram tidas como bem reputadas socialmente, mas não eram materialmente inexequíveis. Claro que muitos, ao realizá-las, sofreriam o mal da lei social tácita que afetaria seus psiquismos - e essa dinâmica é válida até hoje.
Por mais que estejamos numa organização mais liberal no sentido de que não é mais socialmente condenável outras atividades sexuais que não apenas a atividade sexual reprodutiva, temos também outros meios de impedir nosso gozo em diversas esferas - quiçá todas.
No estado líquido de nosso tempo - há quem diga que já passamos do mundo líquido ao do gasoso - a interdição não se dá por uma repreensão pelo que fazemos, mas pela sensação de ser deixado para trás pelo que não fazemos. Todo mundo está trabalhando, formando-se numa faculdade, fazendo curso à distância, ioga, terapia, musculação, dieta, tudo ao mesmo tempo, e é exigida excelência em todas estas áreas: temos de ser laureados, fitness, "inalienados", conhecer todos os documentários da moda, teorias, séries e filmes, estar por dentro dos acontecimentos das redes sociais, estar ciente do quê 150 jornais estão dizendo,e ainda por cima saber cozinhar sopa croata pra entreter as visitas no jantar que damos. Mas não só isso. Além de sentirmos a obrigação de obter excelência em todos esses quesitos pra pensar numa vida "bem aproveitada", "bem vivida" - e pra quem não alcançou isso, ter a ilusão de que essa vida é boa, é sexual - temos ainda a obrigação de gozar. Divertir-se é agora, também uma obrigação, de forma que não é mais divertido.
Se é exigida excelência e gozo abundante em todas as nossas esferas de experiência humana, perguntemo-nos: as condições possibilitadoras da excelência e do gozo, que são tidas como ideais pelo sistema governamental, econômico e social, são distribuídas de forma justa e igual para todas as pessoas, para todos os grupos de pessoas?
Por intermédio da interdição sistemática à excelência e à descarga da pulsão sexual para a população negra, um montante cada vez maior de libido vai tornando-se deslocada e busca outra saída para obter prazer, gozo. As exigência sexuais, portanto, obrigam a um recalque da pulsão sexual,perturbando a libido, sendo que este recalque não é um completo sucesso, donde virá a conclusão de que a cultura - tanto a de Freud como a nossa - é falha.
Prossegue o autor:
Sendo o instinto sexual mais pronunciado, porém perverso, dois desenlaces são possíveis. O primeiro, que não será discutido, é aquele em que os afetados ficam pervertidos e têm de suportar as consequências de seu desvio do padrão da cultura. O segundo caso é bem mais interessante - consiste em que sob a influência da educação e das exigências sociais, é obtida uma repressão dos instintos perversos, mas um tipo de repressão que não o é propriamente, que seria mais bem designado como um fracasso da repressão. Os instintos sexuais inibidos não se manifestam como tais; nisso consiste o êxito - mas se manifestam de outra formas, que para o indivíduo são igualmente nocivas e que o tornam tão inutilizável para a sociedade como ele ficaria com a satisfação inalterada dos instintos reprimidos; nisso está o malogro do processo, que, a longo prazo, mais que contrabalanceia o êxito. p. 260
Passado um certo limiar de tempo suportando a opressão e a dissimulação do racismo que subjaz à estrutura falsamente democrática, os meios de realocar a libido, os meios de ser resilientes, não dão mais conta da frustração e interdição à descarga da libido da pulsão sexual. Disso vem que essa descarga dar-se-á por uma outra manifestação. Os protestos atuais, incluindo os que não se contentam apenas com o discurso falado e/ou escrito, são uma indicação do abuso persistente às condições aceitáveis para um organismo sexual, que precisa, para se manter saudável, ter oportunidade de gozo, de ser amado e de amar, de acessar serviços que promovam, mesmo que ilusoriamente, satisfação.
A experiência ensina que há, para a maioria das pessoas, um limite, além do qual sua constituição não pode acompanhar as exigências da civilização. p. 260
Quando um sujeito que ocupa um lugar que exerce maior poder, como um policial, um governante, etc., exige que minorias adotem um comportamento igual aos dos grupos que têm muito mais oportunidade de gozo e de excelência, muitas coisas estão acontecendo: pede-se o injusto; estrutura-se um discurso falacioso de permissão de retaliação por "insubordinação"; constrói-se, para os que estão numa relação de amor com essas figuras de autoridade, um alívio na consciência e reafirmação de preconceitos em relação a essas minorias, que podem fundamentar um terreno afetivo caótico o suficiente para uma revolta civil, etc.
Todas [as minorias] que querem ser mais nobres do que sua constituição lhes permite sucumbem à neurose; elas estariam melhores, se lhes fosse possível ser piores. p. 260
Este trecho deve ser interpretado com cautela se podemos, num exercício interpretativo, incluir, dentre a "maioria das pessoas", as minorias. Um indivíduo negro que tenta se alienar das desigualdades de acesso às condições de excelência e gozo entre ele e um branco, corre sérios riscos de adoecer psiquicamente porque a realidade se lhe mostrará muito distinta do que imaginou. E se ele se pensa como tendo as mesmas facilidades (como por exemplo, mesmo nível de qualidade de ensino, dieta adequada, tempo para exercitar-se, qualidade de sono, segurança, autoestima, etc.), ao falhar, poderá sofrer uma desestruturação de sua imagem, poderá perceber-se como burro, feio, incapaz, etc. Na recusa desta imagem pode ser acometido de sintomas neuróticos que vão dificultar sua vida ainda mais.
"...elas estariam melhores, se lhes fosse possível ser piores", ou seja: seria mais saudável colocar pra fora as moções pulsionais que foram interditadas. Seria melhor protestar, mesmo lutar, do quê, à custa da saúde psíquica, continuar tentando ser positivo e negando a injustiça incutida nas veias do organismo brasileiro dentro do qual estamos.
É uma evidente injustiça da sociedade que o padrão cultural exija de todas as pessoas a mesma condução da vida sexual, que algumas, devido à sua organização, conseguem sem maior esforço, mas que a outras impõe enormes sacrifícios psíquicos - uma injustiça que, a bem dizer, geralmente é compensada pela não observância dos preceitos morais. pp.260-1
Naturalmente, temos características, na nossa cultura, dos três estágios supracitados. Apenas analisei mais detidamente o terceiro porque, em termos de restrições tácitas, implícitas, podemos enxergá-lo mais presentemente que os outros dois. É evidente que dispomos de mais meios, hoje, para a descarga da pulsão sexual, mas esse aumento não sobrepõe as condições para sermos bem-sucedidos e/ou felizes (leia-se por essas condições: restrições). Então, ainda em relação ao terceiro estágio da cultura, o aumento das doenças mentais (leia-se: neuroses, para o contexto do texto), Freud alfineta:
Quem é capaz de penetrar nos determinantes da doença neurótica, logo adquire a convicção de que o seu aumento em nossa sociedade vem do crescimento das restrições sexuais. p.262
E, ainda:
...devo insistir no ponto de vista de que a neurose, não importando o seu alcance e a quem atinja, sempre consegue fazer malograr as intenções da cultura... p. 269
Onde isso nos deixa? Há um desenvolvimento linear nessa elevação das tensões afetivas, segundo Freud. E se mudanças não advirem dos protestos atuais, talvez não haja outro movimento libidinal de retorno a um estado equilibrado, como houve depois das manifestações contra Dilma. Nesse caso,
...é fácil prever o que acontecerá se a liberdade sexual continuar sendo restringida e a exigência cultural for elevada ao nível do terceiro estágio... p.261
Isto é: no caso em que prevaleça a situação de configuração do poder que originou estes protestos e continue-se a demandar de minorias e da população negra restrições sexuais incabíveis, é cabível esperar por protestos mais violentos como os que estão acontecendo nos EUA.
Diz Jean Paul Sartre, em "Orfeu Negro" (cito-o com o propósito de empatia, não de lugar de fala):
Quando removeste a mordaça que mantinha estas bocas negras caladas, o que esperavas? Que lhe cantassem louvores? Pensaste que quando se erguessem de novo, lerias adoração nos olhos dessas cabeças que nosso pais forçaram a abaixá-la até o chão? Eis os homens negros, de pé, olhando-nos, e espero que você - como eu - sinta o choque de ser visto. (tradução livre)
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2020.05.09 22:13 DanteNathanael Una resumidísima lista de consejos para manejar emociones

Para que escriba algo tiene que pasar por un proceso mental que la verdad es muy divertido. Con esto quiero dar a entender que no lo escribo nadamás porque se me vino a la cabeza. Hay cosas que ciertamente son así, cuando trataba de modificar algo en alguien, pero en este caso no hay nadie a quien cambiar, ni nada que me moleste en este momento. Cada quien tiene una vida diferente, y cada quien percibe las cosas diferentes. Esta solo ha sido mi experiencia y no trato de proveer una panacea, si no una simple base sobre la cual ustedes puedan construir una nueva versión de si mismos, no porque necesiten cambiar desde mi perspectiva, si no por si quieren ustedes mismos generar otra visión de su vida debido a su sufrimiento, para que puedan tener una mayor libertad en su vida y sus relaciones, sin sentirse presionados de más.
A son de mar:
En mi propia experiencia, parece ser que soy muy emocional. Siempre decía que mis emociones me controlaban mucho, porque cuando era feliz no lo estaba por tanto tiempo, pero también, cuando estaba triste o enojado, me llevaban por un tour de force hacía la completa autodestrucción. Siempre me pregunté porqué era esto. También, en ciertas ocasiones, sentía algo "negativo en mi interior," con respecto a mí o a algún hecho o algo que alguien hizo, dijo, o me hizo o dijo, y siempre traté de huir de esos sentimientos, pensando en que no estaba bien sentirme así, etcétera, etcétera.
Por una parte, si, claro que no está bien sentirse de esa manera. Pero por la otra, no significa que no deban de ser "sentidas." Pero entonces, ¿por qué tenemos tanto miedo de experimentar ciertas emociones, de caminar ciertos caminos dentro de nosotros? Bueno, para empezar, no sabemos hacía donde nos podría llevar esa emoción. Lo que pasa cuando, por ejemplo, en mi caso, veía que una persona actuaba de cierta manera, era activar algo llamado complejo dentro de mí. Este complejo es un elemento psíquico y físico, es decir, están conectados—es por esto que, por ejemplo, cuando sentimos ansiedad, movemos las manos, nos hormiguean los pies, sentimos dolor o malestar en el pecho, estómago o quijada, y muchas otras cosas más. En nuestro interior, cuando el complejo es activado, lo que activa en si es el sistema de pelea o huída, el que se activa cuando algo nos puede dañar, como un ladrón, o un borracho violento. Por supuesto, que esto suceda en estos casos es lógico y racional, pero cuando sucede, digamos, cuando mencionan el nombre de alguien, un evento, lo que sea, no es para nada racional . . . pero si es lógico. Y es lógico porque tiene sentido reaccionar de la manera en que lo hacemos a algo que nos dejo marcados.
Este problema se empieza a regar por todos lados, porque al no querer escucharnos, el propio sentimiento empezará a ser más fuerte, y dejara los confines de su experiencia para expresarse de maneras más generales con el pasar del tiempo. Así, es mi caso, mis malas experiencias con exes terminaron en sentirme insuficiente para el amor. Y por más que lo intentaba, no funcionaba.
Ahora, podría decir algo, pero sería un poco insensible, pues esto es en los casos más superficiales. Si esto no es tu experiencia, no significa que no pueda cambiar, solo que sería mucho mejor, si sientes que necesitas de ayuda, profesional o no, para enfrentarte a tus sentimientos más profundos. Pero vuelvo un poco.
¿Por qué de un simple malentendido llegué a sentirme insuficiente y huir, como tal, del amor y del cambio? bueno, porque nunca quise sentir lo que sentía. Tenía la creencia de que si no estaba bien en mi interior, nunca nadie podría amarme, y por lo tanto, que me amaran. Y bueno, ¿ahí donde queda lo del amor propio, y que si no te amas no puedes amar? En una mano, hay muchos tipos de amor, y puede haber un problema con un solo tipo de amor y no amor en general. En la otra, no es que no puedas amar, o que no te puedan amar. Claro que se puede. Muchas personas te van a amar a pesar de cómo estés (y esas personas son grandiosas y una luz en esta tierra), y tú podrás amar muchas cosas de esa manera, pero el problema nace en que lo vamos a "evadir, repeler, evitar." Nunca vamos a poder aceptar el amor de alguien si tenemos dudas internas—aquello que dicen que nunca serás suficiente para alguien que no sabe lo que quiere—lo vamos a distorsionar, la primera y más fácil es que simplemente vamos a decir que no nos ama, pero también podemos crear escenarios para sostener nuestra estúpida teoría/miedo . . . que todo es una apuesta, que nos están mintiendo, que realmente son ellos los que están mal porque cómo podrían amar a alguien como nosotros, e-te-ce.
Si alguien se ha quedado ahí por más de un mes, es porque probablemente seamos nosotros los que no comprendemos que esté pasando.
Y bueno, ¿entonces cómo me enfrento a mis miedos o cómo sé qué emociones crean mis miedos?
Un ejercicio muy fácil es simplemente tratar de imaginar lo que queremos. Si queremos una relación, tratar de imaginarnos en una relación, si queremos una casa grande donde quepa nuestro corazón, nos imaginamos en esa situación. Si no podemos y nos sentimos mal, entonces seguimos ese sentimiento para saber de dónde viene. Puede crear una imágen o un escenario en nuestra cabeza, y esto nos va a demostrar que está pasando en nuestro interior. Esto es sentir la emoción.
Otro ejercicio es simplemente ver a lo que reaccionamos en la vida. En esa publicación de FB qué nos molesto, en esa película, en la calle, en la conversación con mamá o papá o quien sea. Vamos a ver que hay emociones lógicas y racionales, como enojarse debido a alguien matando, tristeza por alguien enfermo, lo que sea. Pero habrá otras irracionales, como porqué reaccionamos así a esa publicación melosa entre esa pareja, o porqué nos molesta que la gente disfrute de su vida. Todos estos son ejemplos que solamente tratan de pintar el escenario, no están reducidos a solamente esto.
Todo esto trata de darnos una idea de porqué sentimos lo que sentimos y nos molesta sentirlo y por eso lo evitamos a toda costa. Porque claro, es mucho más fácil seguir por la vida sufriendo, porque si, nuestro corazón sufre y a veces nadie lo entiende. Tenemos miedo de decepcionar, de fallar, que mejor no hacemos nada. En ese caso, no tengo nada qué decir, si es la decisión que han tomado, está bien. Porque no importa cómo estemos, nunca significará que nadie nos va a querer. Cambiemos o no, lo único que debemos cambiar es la creencia de que nadie nos va a querer por nuestro estado actual, dejar de presumir saber lo que está pasando cuando todo lo estamos armando en nuestra cabeza.
Finalmente, este no es un post para decir que debemos cambiar, si no simplemente aceptarnos cómo somos y lo que sentimos, pues tenemos nuestras razones, pero no tenemos ninguna para sabotear lo que queremos. Cambiar es una decisión de cada quien y queda muy lejos de mi responsabilidad, control u opinión. Lo que hago hincapié en es que no debemos de tener miedo a sentir lo que sentimos, por miedo a lo que otros dirán, o cómo nos tratarán, especialmente con personas que nos presumen querer y amar.
Con ello, aquí está la lista:
  1. Reconoce qué sientes y acepta que está bien sentirse así.
  2. No presumas saber que otras personas sienten, pues realmente las estás viendo a través de tus creencias, las cuales fueron generadas por tus sentimientos y emociones.
  3. Nunca te niegues la posibilidad de cambiar, mejorar o sentir, si se presenta la oportunidad. Puedes ser amado y querido en tu estado actual. Todo lo que hayas hecho o lo que te hayan hecho no debería de afectar tu visión de ti mismo y lo que mereces.
Ahora, en los casos donde un abuso fue sufrido, las cosas son mucho más complicadas, pero el principio es el mismo: reconocer la profundidad en la que estamos y subir, bajar, o quedarnos ahí, sin basar nuestra vida alrededor de ello. Todo nuestro sufrimiento, no importa que tan pequeño, grande, imposible de superar o simple capricho es real. Pero así como eso es real, el amor allá afuera también lo es.
Empero, ñuede haber muchas cosas malas con nosotros mismos, pero esto no significa que no podamos tener las cosas que queremos, especialmente con las personas: si alguien nos ama, no lo alejemos porque no estamos bien, esa persona nos quiere más de lo que muchos lo harán. Merecer algo es una mentira si se trata de nosotros, pues nada puede quitarnos el derecho de merecer algo más que nosotros.
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2020.04.28 20:46 DanteNathanael "El Arte de Amar" de Fromm E.

La concentración es mucho más difícil de practicar en nuestra cultura, en la que todo parece actuar en contra de la capacidad de concentración. El paso más importante para aprender a concentrarse es aprender a estar solo consigo mismo, sin leer, escuchar la radio, fumar o beber. De hecho, poder concentrarse significa estar solo con uno mismo—esta capacidad es precisamente una condición para la capacidad de amar. Si estoy apegado a otra persona porque no puedo mantenerme en pie, él o ella pueden salvarme la vida, pero la relación no es de amor. Paradójicamente, la capacidad de estar solo es la condición para la capacidad de amar. Cualquiera que intente estar solo consigo mismo descubrirá lo difícil que es. Comenzará a sentirse inquieto, nervioso, o incluso a sentir una ansiedad considerable. Será propenso a racionalizar su falta de voluntad para continuar con esta práctica al pensar que no tiene valor, es simplemente una tontería, que lleva demasiado tiempo, y así sucesivamente. También observará que le vienen a la mente todo tipo de pensamientos que se apoderan de él. Se encontrará pensando en sus planes para más adelante en el día, o en alguna dificultad en un trabajo que tiene que hacer, o dónde ir por la noche, o sobre cualquier cantidad de cosas que llenen su mente—en lugar de permitirle vaciarse. Sería útil practicar algunos ejercicios muy simples, como, por ejemplo, sentarse en una posición relajada (ni encorvado ni rígido), cerrar los ojos y tratar de ver una pantalla blanca delante de los ojos, e intentar eliminar todas las imágenes y pensamientos que interfieren, luego tratar de seguir la respiración; no pensar en ello ni forzarlo, sino seguirlo—al hacerlo, sentirlo; además, tratar de tener un sentido de "yo"; Yo = yo mismo, como el centro de mis poderes, como el creador de mi mundo. Al menos, se debe hacer un ejercicio de concentración cada mañana durante veinte minutos (si es posible, más tiempo) y todas las noches antes de acostarse.
La primera vez que leí El Arte de Amar sabía que me encontraría con cosas que no me gustaría encontrarme, porque si, sabía que podía amar—soy dulce, cariñoso, considerado, romántico, detallista, ya saben, lo usual que todos quisieran ser o tener—pero sabía que me faltaban ciertas cosas para poder expresarlo de una manera coherente y completa en el espíritu del Amor. Todas esas cosas no son cosas especiales, realmente—lo que es especial es el porqué y cómo se hagan.
Una de las cosas que sabía que me faltaban era el estar solo, el aprender a estar conmigo mismo. Muchos llegamos a creer que "aprender a estar solos" es simplemente no entablar relaciones íntimas, sexo casual y cosas de esa índole con alguien. Claro que es algo honorable, pero eso es solo la mitad del camino. Lo que hace falta después es literalmente aprender a estar solo, a amar estar solo, a saber que hacer cuando se está solo, a querer pasar tiempo solo. Solamente así aprendemos realmente que es lo que somos, y el cómo actuamos: vemos claramente las demandas que hacemos sobre otros como efectos causados por nuestra inhabilidad de simplemente estar sentados unos minutos sin hacer nada, sin "pensar activamente," sin planear nada, solamente estando en el momento.
¿Y para qué estar en el momento? Hace mucho escuché el audiolibro narrado por su autor, Eckhart Tolle, de El Poder del Ahora (también me lo recomendó una chica desconocida con la cual estoy muy agradecida, pues su mensaje me llevó a lugares los cuales me han salvado de muchas tragedias). El libro básicamente trata todo sobre el porqué ahora y para qué: el hoy, el ahora, es la única manera de llegar al futuro y al pasado. No podemos avanzar si no estamos en el ahora, no podemos regresar a sanar si no estamos en el ahora. Así, por consiguiente, no podemos amar realmente si no estamos en el ahora. ¿Por qué? porque estaremos muy enfocados en lo que esperamos de esa persona, o lo que nos hizo, nunca en lo que es.
Estoy enamorado de una chica—todos sabemos [K]uien es—simplemente por lo que es. En el ahora podemos ver a la persona como es, sin apariencias, sin filtros, su presencia sola en un momento inherte debe de brillar. Como tal, no espero que me ame de vuelta (si lo hace lo hará), no espero que haga otra cosa más que sea ella misma. Estoy siendo paciente, pero no en el sentido de que espere a que me responda, pero en el sentido de que cada día estoy aprendiendo más y más a amarla como yo quiero amarla. Pensar en que algún día algo pasará, sea bueno o malo, es dejar de vivir en el ahora. Claro que hay cosas que merecen de planeación en el futuro, pero los sentimientos no son algo así, el arte no es algo así, pues como dice Fromm, es algo que se aprende indirectamente, con paciencia y concentración, que después se práctica por (cliché) "amor al arte," amor al amor.
Entonces, el arte de amar, en este sentido, lo he estado enfocando solamente a el amor de pareja, pero este amor se extiende a todo tipo de relación, donde haya más de un elemento: un amigo, un familiar, un objeto, o nosotros mismos (porque también nosotros al observarnos somos observado y observador—dos, aunque uno realmente). . . . Y esa es la clave: uno aunque sean dos.
En contraste con la unión simbiótica, el amor maduro es la unión bajo la condición de preservar la integridad, la individualidad. El amor es un poder activo en el hombre; un poder que rompe las paredes que separan al hombre de sus semejantes, que lo une con los demás; el amor lo hace superar la sensación de aislamiento y separación, sin embargo, le permite ser él mismo, conservar su integridad. En el amor ocurre la paradoja de que dos seres se vuelven uno y, sin embargo, siguen siendo dos.
Es aparente que al ser humano no le gusta que una cosa sea dos cosas a la vez. Decimos que no amamos si odiamos, decimos que no somos buenas personas si hacemos cosas malas. Lógicamente tiene sentido: A ≠ B; A + B = C ≠ A, B; A = A ≠ B. Pero en realidad, en sistemas más grandes (hablo más de esto en 12RPV: enderézate y mantén los hombros hacía atrás ) todo forma parte de otro todo, y por lo tanto, en ese nivel organizacional, A es A y también es B, pero no dejan de ser A y B—ambas son ambas y si mismas a la vez. Así, los límites, en el amor, como en cualquier arte, entre el amado y el amante, son invisibles: se vuelven uno y siguen siendo dos. Al amar, estás amando a la otra persona, a ti mismo y a ustedes. Si no sabes amarte, tu amor por la otra persona se verá acortado. Sigue teniendo valor, pero no es un arte, pues todo el proceso para que llegue a serlo corre corto.
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2020.03.05 03:09 Galactic-Awaken JESÚS SANANDA: nuestro gran HERMANO

JESÚS SANANDA ANUNCIA ‘YO SOY EL QUE VIENE, SOY SU GRAN HERMANO DEL AMOR’ Amados:
‘Yo Soy Aquel a quien llamas tu Gran Hermano del Amor’.
Para unos Soy Sananda y para otros Jesús, pero en cualquier caso ¡Yo Soy El Que Es!
He venido a traerte mi Amor, también vengo a decirte que siempre estaré presente para cada uno de ustedes, porque entre nosotros ¡no hay distancia, ni separación!
Vine hace dos mil años a intentar la apertura de todos mis hermanos humanos, a otra Consciencia, la del Amor Universal. Hoy vengo a decirte que tú también puedes ser lo mismo que Yo he sido hace dos mil años. Ahora te delego Mis Habilidades para amar, te entrego el Poder de ofrecer Amor que ha sido Mío.
¡En cierto modo, te estoy liberando de tu propio encierro!
¡Te estoy liberando del desconocimiento de lo que realmente eres!
¡Si me dejas tener acceso a tu corazón, depositaré algunos Tesoros que en su momento te serán revelados y te transformarán!
¡Te delego el Poder liberador de amar!
Hace dos mil años, sembré muchas pequeñas Semillas que florecieron, y muchos de los que me siguieron en ese momento, ahora están reencarnados, significa que algunos de ustedes me han conocido cuando estuve presente en la vida terrenal.
¡En ese momento y en este Ahora todos son mis Discípulos!
¡Todos ustedes tienen la Misión de sembrar estas Semillas de Amor donde sus pasos los lleven!
¡Te doy el Poder de amar, te doy el Poder del Amor!
¡Siempre tengo la gran felicidad de verte caminar como el Ser puro que eres!
¡Estoy muy feliz de ver a todos mis hermanos, tanto a los que amé mucho durante mi encarnación en la Tierra, como a los que no estuvieron Conmigo, porque los amo a todos!
¡Estoy muy feliz de ver como florece el Amor en sus corazones!
¡Te veo de una manera que tú no puedes percibirte y te amo a más allá de lo que puedes concebir como Amor!
¡Lo que veo en cada uno de ustedes es maravilloso, día a día, percibo el crecimiento de su Luz y Amor!
¡Todos están creciendo y ahora son como pequeños capullos de rosa que están floreciendo para conformar a una hermosa flor!
¡Estás embarazado de la inmensa transformación que experimentas día tras día!
¡Sabe que Yo, me llames o no, no represento a ninguna religión excepto la del Amor y te acompaño junto a los muchos otros Hermanos de la Luz!
¡Sabe que estás caminando a Mi lado, entonces no tengas miedo!
¡Sabe que, si caminas a mi lado, crecerás a gran velocidad en Amor, tu Consciencia se abrirá y tus habilidades de percepción se multiplicarán por diez!
¡Si me aceptas en tu interior, realmente podré ayudarte a transformarte, te delegaré Mis Poderes y Mi Misión como Sembrador de las Partículas del Amor y de la Luz!
Todas las pequeñas Luces que siembres y todo el Amor que des a tu alrededor, las cuantificaré en su regreso a ti, porque estaré contigo dondequiera que vayas, junto a los muchos otros Seres de Luz que también están acompañándote a todos lados. No me consideres como un Ser inaccesible, ya que el Amor que compartimos no tiene límites, simplemente Es Lo Que Yo Soy.
Soy el Representante del Amor, Soy el que lo ofrece y el que lo delega.
¡Yo Soy quien te da siempre la fuerza de la Luz y te refuerza con las nuevas frecuencias que recibes!
¡Yo Soy El Que Viene a través de ti!
No cierres la puerta de tu corazón, ni de tu vida cuando te sientas desanimado, ¡sólo piensa y recuerda que camino contigo. Camino a tu derecha o a tu izquierda, detrás o delante de ti, adentro o fuera de ti, siempre estoy allí contigo. Nada me limita, esencialmente Soy inmaterial, pero también puedo materializarme y mostrarme cuando quieres verme, con la imagen que tienes de Mí o como un Ser de Luz. Me percibirás de acuerdo con la Consciencia que tienes de Lo Que Soy, sobre todo recuerda que Soy Luz y Soy Amor, y que puedo manifestarme a cada uno de ustedes de manera diferente.
En primer lugar, ¡Yo Soy El Que Es, Yo Soy El que te acompaña y te ayuda!
Estoy aquí, cerca de cada uno de ustedes, y como no Soy materia, puedo venir a dispersarme y a inundar su corazón con el inmenso Amor que hay en Mí y que les ofrezco. Para recibirme, vacía tu mente y abre tu corazón, trata de entender que Soy Infinito, que estoy aquí y en otro lugar a la misma vez, pero que una parte de Mí mismo te está inundando con Amor.
¡Te estoy ofreciendo esta parte de Mí, para que te despiertes y te transformes!
¡Si lo deseas, comunícate Conmigo, así sientas en tu corazón, a la Luz Infinita y el Amor Sagrado que te ofrezco!
Te acompañaré durante tu sueño, pondré en ti muchas cosas que te serán útiles que se irán manifestando poco a poco, durante tu viaje en el planeta Tierra. Antes de quedarte dormido, trata de darte cuenta de que estoy cerca de ti, me percibirás como una Luz, sentirás una sensación de felicidad, si no experimentas nada, sólo sabe que igual estoy cerca tuyo.
¡Continuaré contigo y con todos, en los trabajos que efectúen en sus vigilias!
¡En los días y meses venideros, comenzarán a sentir un poco diferentes, percibirán que quieren amar y ofrecer más de este Amor a quienes los rodean, al planeta Tierra, a su Padre el Sol, simplemente, a toda la vida!
¡Estarán cada vez más conectados con los grandes Seres de Amor de los cuales Yo Soy parte y que los estamos ayudando!
Benditos sean, los amo, Soy Jesús, a través de Monique Mathieu.
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2020.02.26 04:30 CrackerDragonBlue BTS - The Truth Untold

BTS - The Truth Untold
https://www.youtube.com/watch?v=IjBpqsHLSrk

https://preview.redd.it/9dtai90bs6j41.png?width=743&format=png&auto=webp&s=27df42d342b601fe1b14a688870d35bbcbac32e3
Cove en español BTS BTS ARMY ( Jungkook V Jimin Suga Jin RM J Hope ) Jungkook de BTS V de BTS Jimin de BTS Suga de BTS Jin de BTS Rap Monster de BTS J Hope de BTS
EXPLICACIÓN The Truth Untold está inspirada en la historia "La Città Di Smeraldo" que tiene lugar en una pequeña ciudad de Italia, entre los años 1500 y 1600. Esta historia habla sobre un hombre que era 'feo' y a causa de su aspecto, recibió mucho odio y crueldad, así que decidió encerrarse en un viejo castillo. Su única felicidad consistía en plantar flores en su jardín. Un día apareció una mujer, saltó la verja del jardín y robó una flor, haciendo enojar mucho al hombre. La mujer volvió por más flores durante las noches siguientes, así el hombre comenzó a esperarla y sentir curiosidad, hasta que un día notó que la mujer vendía aquellas flores para ganarse la vida. Desesperado, él quiso ayudarla, quería enseñarle técnicas para plantar flores, quería enseñarle todo lo que sabía sobre jardinería, pero tenía miedo de que le aterrorizara su aspecto. Llegó a la conclusión de que la única manera en que podría ayudarla era dejar que siguiera robando flores de su jardín. Además decidió crear una flor única y nunca antes vista, para que pueda ser vendida a un elevado precio. Después de muchos intentos fallidos lo logró y llenó su jardín con aquella creación única en el mundo, la Flor Smeraldo, pero la mujer dejó de venir, por más que esperara noche tras noche ella no aparecía. Al tener miedo de que se marchara, decidió ir al pueblo a buscarla, cubriendo su rostro con una máscara, pero descubrió que la mujer había muerto. Se lamentó por no tener el valor de hablarle en aquel entonces, ya que ella murió a causa de su pobreza. En la historia el hombre no se amaba a sí mismo y tenía miedo de que ella lo rechazara por su apariencia. Si se hubiera amado a sí mismo, podría haberle mostrado su rostro a la mujer y haberla ayudado antes.


https://preview.redd.it/f8lsk4jrs6j41.png?width=740&format=png&auto=webp&s=a34408d33ebd1376556a8cb75e5b2263cfcae1cc

1era Historia] El desafortunado encuentro con “Smeraldo” prologo de la historia

Hola, soy el florista “Testesso”
La razón por la cual abrí este blog es para presentarles una flor muy particular llamada “Smeraldo“. Estoy alistando todo para abrir mi florería especializada en Smeraldo, por mediados de Septiembre.
Algunos de ustedes van a pensar que este blog es sólo para promocionar mi florería, pero creo que mi encuentro con Smeraldo no es meramente por negocio

La primera cadena de mi destino con Smeraldo tiene lugar hace 5 años. Estaba estudiando en el extranjero en Dakota del Norte, en el centro de Norte América, decidí viajar a Virginia para participar en “Flores del 2012” patrocinado por una escuela de floristas americanos. Me tomó más de cinco horas ir de Dakota del Norte a Virginia, y de mi dormitorio a la escuela me tomaba más de 7 horas.
Esta es nuestra “Escuela de Smeraldo” especializada en Smeraldo ( https://www.facebook.com/The-Smeraldo-Academy-1372227712830663/ )
Pero después de un largo viaje, lo que descubrí en el recinto fue un póster que decía “Los Origenes del Juego de Cartas”. Debido a que el evento de “Flores del 2012” ya había terminado una semana antes y en ese tiempo, la escuela Americana del Juego de Cartas estaba teniendo un evento ahí. No escribí la fecha en mi diario. En aquel entonces, estaba nervioso y pasmado, pero echo un ojo al pasado, creo que todo estaba destinado a suceder. Estaba tan cansado que no tenía la fuerza de ir a ningún otro lugar, así que simplemente me senté ahí y atendí a la lectura. Afortunadamente, fue una lectura demasiado interesante y la parte que hablaba sobre una flor, me fascino muchísimo más, probablemente porque trabajo como florista. Ustedes tal vez lo hayan adivinado ya, esa flor era… “Smeraldo”
Como pueden ver en la foto, Smeraldo tiene esa atmósfera cálida. La forma romántica de sus pétalos con un profundo y misterioso color ¿no sienten como si hubiera una historia triste detrás? Así es. Smeraldo es una flor con una historia desgarradora. Ustedes pueden saber la historia a través de el lenguaje de esta flor, “non potevo dire la verittà”, significa “La verdad que no se pudo contar” en español. Mirando este significado, puedes descifrar que esta historia es sobre amor, sobre un amor trágico ¿no es así?
De ahora en adelante, voy a revelar poco a poco la historia sobre Smeraldo y el Juego de Cartas a través de este blog.

[2da Historia] ¿Qué es “La Flor Smeraldo”?

La mayoría de la gente piensa que “Las Flores” sólo se utilizan para días especiales. Antes de que me convirtiera en florista, tenía el mismo pensamiento. Pero un profesor que solía darme clases en América dijo esto:
No es que necesitemos flores para los días especiales, la existencia de las flores hace los días especiales”
Cuando decidí traerme un Smeraldo a Corea, esas palabras se volvieron mi fortaleza. “Incluso si no es conocido, espero que ellos puedan sentir la felicidad de tener un Smeraldo…” Con ese deseo en mi mente, decidí abrir mi florería especializada en las flores “Smeraldo”, este septiembre.
a vista del interior de “Flower Smeraldo” en construcción para la inauguración en Septiembre.
El interior de “Flower Smeraldo” será algo minimalista con un color blanco de tema para resaltar la belleza del Smeraldo. Los Smeraldos estarán acomodados en el mostrador de la ventana de forma diferente de acuerdo a la atmósfera de cada día, como un regalo de la felicidad momentanea de la vida cotidiana para aquellos quienes pasen por afuera del local. (Soy muy simple ¿No es así…….?)
La tienda sigue en preparativos para la inauguración, pero en caso de que lo necesiten, ofreceré servicio de entregas a algunas zonas. Pero por favor, comprendan que la cantidad será limitada. Smeraldos pueden expresar varias atmósferas, así que lo más importante que deben decirme, es que tipo de atmósfera desean, claro depende mucho de quien las va a recibir y la situación. Debido a la oferta y la demanda de los Smeraldos, algunos pueden estar no disponibles, tomaría como una semana más o menos, en caso de que necesite importar o buscarlas, así que por favor, ordenen con 2 semanas de anticipación. (Por supuesto que voy a hacer todo lo posible para encontrar las que más encajen a la temporada.)
El clima es sofocante todos los días. Debido a que los Smeraldos crecen en las granja del norte de Italia, en una zona con extremo cuidado en la temperatura, se traen a Corea para evitar que las flores se marchiten, serán tratados con delicadeza para no afectar su diseño. De esa forma, Smeraldo podrán permanecer frescos y hermosos.
Para más información, por favor, dirigirse al correo de abajo. Gracias!! [[email protected]](mailto:[email protected])

[3ra Historia] ¿Cómo fue descubierto “Smeraldo”?

Hoy les voy a contar como “Smeraldo”, alguna vez considerada “La Flor de legenda”, pudo venir al mundo
En realidad, hace 5 años, cuando escuché la historia en el evento del “La Academia del Juego de Cartas”, ya se había establecido que Smeraldo sólo aparecía en las legendas. (Voy a publicar sobre la conexión entre el juego de cartas y el Smeraldo, más adelante.) Pero un día de verano en 2013, una noticia impactante llegó a mí. Ese recuerdo sigue viviendo muy fresco en mi mente. Estaba lavando mi cara después de haberme levantado cuando el teléfono sonó. Era la llamada de una amiga, a quien conocí en el evento del Juego de Cartas.
Asistimos a las lecturas juntos por accidente y estuvimos igual de fascinados por el Smeraldo, así que después de eso, nos mantuvimos en contacto. Yo vivía en Dakota del Norte mientras ella en San Francisco, nos gustaban las mismas cosas, así que la distancia no fue un problema. Regresando al tema, lo que ella me dijo fue que aparentemente Smeraldo fue descubierto en la vida real. No pude decir nada por un rato. Gritamos al mismo tiempo en el teléfono.
📷
La foto de arriba fue cuando Smerldo fue descubierto por primera vez. Incluso ahora, mi corazón late tan rápido cuando veo la foto.
En ese entonces, “amtest (amare_0)”, era un famoso viajero en Instagram, subían fotos de flores que descubrían por accidente mientras viajaban por el norte de Italia. “amtest(amare_0)” en realidad no sabía sobre Smeraldo, sólo pensó que era una flor única y muy hermosa, que se habían encontrado mientras viajaban. Pero algunas personas en Instagram vieron esa foto y señalaron que era muy parecida a Smeraldo, y la historia se difundió como pólvora. Los historiadores locales revelaron información decisiva, el nombre antiguo del lugar donde las flores fueron descubiertas era ‘La Città di smeraldo’.
‘La Città di smeraldo’ en español significa “La ciudad de Smeraldo” . De acuerdo con los historiadores, el lugar era una un pueblo floreciente durante la época medieval, pero después de La Peste Negra pasará por ahí, quedó abandonado y se convirtió en el bosque que es hoy en día. Después de eso, muchos expertos de academias de floristas y academias de biología de todo el mundo fueron enviados al campo y publicaron que esas flores se creía eran Smeraldo.
En ese momento, Smeraldo creó una salvaje sensación en Europa y América. Cada país intentó plantar su propio Smeraldo, pero solamente pueden florecer en “la ciudad de Smeraldo”, nadie pudo tener éxito al cultivarlos en otras áreas. Había varias razones pero ninguna ha sido revelada aún. Incluso ahora, Smeraldos solamente pueden ser plantados en las granjas del norte de Italia y exportarlas a Europa, América y a una parte de Asia en cantidades pequeñas.
¿Quieren saber cómo una flor como Smeraldo creó una gran sensación?
Te contaré en la siguiente publicación.

[4ta Historia] La leyenda de “Smeraldo”.

¿Crees que eres hermoso? Una vez vi un experimento donde a la gente les preguntaban cual sería la puerta que abrirían, la que tenia escrito “Soy hermoso” o la que tenia escrito “No soy hermoso”. Si ustedes fueran ellos ¿Cuál elegirían? La razón por la que menciono esta historia, es para comenzar con la historia de amor de Smeraldo.
La historia de Smeraldo empezó en un lugar rural en el norte de Italia, entre el siglo 15 y 16. En la villa llamada ‘La Città di smeraldo’, había un pequeño castillo aislado. En ese lugar vivía un hombre con una apariencia grotesca.
📷 ▲ La villa en el norte de Italia en la cual se dice que estaba ‘La Città di smeraldo’.
No había nada para saber con certeza sobre el hombre. “Era el hijo del amor de un duke de una familia poderosa en Pyrenees, el duke se enamoró de la hija del jardinero y dieron a luz a un niño amado, la madre murió cuando se desangró durante el parto, la esposa y el hijo del duke querían matar a aquel hombre, así que el duke lo mandó muy lejos para que escapara.” Había muchísimos rumores pero la verdadera historia nunca fue revelada.
El hombre se escondió en el viejo castillo, solitario. Tal vez fue debido al odio y el rechazo que recibió desde que nació y cuando creció no abrió su corazón a nadie, estaba amargado y si alguien intentaba acercarse, se escondía. Su única alegría era ver crecer las flores que cultivaba en su jardín. Pero un día, una chica apareció cerca del castillo. La chica con su ropa maltratada, se puso de puntitas, saltó una barda para entrar al jardín y robó algunas flores. Al principio el hombre estaba que se lo llevaba el diablo, pasó toda la noche cuidando el jardín. Pero en un momento de somnolencia, la chica recogió flores otra vez y huyo. Esto sucedió muchas veces, hasta que una noche el hombre fingía dormir y miró como la chica huía. La curiosidad lo invadió. Sin darse cuenta, el hombre siempre esperaba por la chica, y un día la siguió. Se cubrió con una capa y después de seguirla, el hombre descubrió que la chica débil y pobre, estaba vendiendo las flores para sobrevivir.
El hombre quiso ayudar a la chica. Quería enseñarle cada método que sabía para el cultivo de flores, quería enseñarle como cultivar flores hermosas. Pero no podía acercarse a la chica, tal vez ella se asustaría por la apariencia de aquel hombre, ella nunca podría amar su apariencia grotesca. Al final, la única cosa que pudo hacer fue cultivar y cuidar de las flores para que así ella continuara visitando su jardín.
El hombre decidió crear una flor fuera de este mundo. Comenzó a hacer una flor que la chica pudiera vender a precios caros. El hombre se encerró en el castillo para hacer la flor. Después de innumerables intentos, hizo una flor que nunca había existido en el mundo y llenó su jardín con esa flor.
Pero la chica dejo de aparecer, no importó cuanto espero, ella no visitó más el jardín de aquel hombre. La preocupación se apoderó del hombre y fue a la villa con la cara cubierta, la chica estaba muerta.
📷
Esta es la historia de Smeraldo. Nadie sabe si es real o es una historia creada por alguien mientras observaba la flor, pero cada vez que veo las Smerlado, esta historia viene a mi mente y me llena de muchos pensamientos. ¿Qué hubiera pasado si el hombre se hubiera armado de valor, mostrando su cara y revelando la verdad? ¿Hubiera huido la chica? o ¿Se hubiera enojado?. El valocoraje no es una cosa sencilla.
En realidad, he pasado por algo similar, también. Fue con mi amiga que conocí en la Academia del Juego de Cartas, a quien mencioné al principio de esta publicación. Tenia un crush con esa amiga. Ella era brillante, tenía un carisma hermoso y estaba llena de luz. Después de escuchar sobre el descubrimiento de Smeraldo, hablamos sobre flores y prometimos ir a ‘La Città de smeraldo’ juntos. No creo que ella no haya sentido nada por mi, porque ella me dijo que debíamos ir juntos también.
Aún hay ocasiones en las que pienso que hubiera pasado entonces. Su cara brillaba con curiosidad y anticipación, se escabullía llevando una gran mochila, organizando la ida, reservando los boletos de avión y hablando sobre el calendario con mucha emoción.
Hay momentos que nunca voy a ser capaz de olvidar. Es una herida que el tiempo no va a poder curar.

[5ta Historia] “Las cartas de Ashbless”

Ya les he contado la historia de Smeraldo en la publicación anterior. ¿Siguen recordando el lugar donde fui la primera vez para conocer más sobre Smeraldo, la academia del Juego de Cartas? ¿Tienen curiosidad sobre la conexión entre Smeraldo y el Juego de Cartas? Hoy, voy a contarles sobre la figura relacionada con las cartas, William Ashbless.
No hay mucho que decir sobre Ashbless, aparte de que él era un hombre de la nobleza italiana y un poeta. Ashbless también era un experto jugando cartas, lo cual empezó a ganar popularidad en Europa por el siglo 16. Hacia el juego de cartas para el palacio y los salones de las mujeres de la nobleza, después se dijo que se enfermo por estar demasiado inmerso en su trabajo.
Eso fue cuando él se fue al campo para cambiar de aires. Mientras buscando por una calurosa primavera y lugares con aire fresco para recuperar su salud, Ashbless se encontró con Smeraldo. Al borde de la villa rural donde sólo estaban las ruinas de un castillo abandonado, una flor con una belleza más allá de este mundo, floreciendo estaba. Preguntó por el nombre de la flor, pero nadie en la villa lo sabia. Entonces una mujer vieja le contó la historia de amor sobre la flor.
Probablemente se habrán dado cuenta cuan inmerso estaba en el juego de cartas, Ashbless era una persona romantica. La historia de amor de un hombre feo y una chica pobre, conmovieron su corazón. Ashbless nombró la flor y creo ahí el lenguaje de las flores. La flor fue nombrada “Smeraldo” después del nombre de la villa, ‘La Città di smeraldo’, y su lenguaje de la flor es ‘the truth that couldn’t be told (non potevo dire la verità)’. Después de regresar a su lugar, hizo “La carta de la Flor” inspirada en Smeraldo y fue incluida en “las cartas de Ashbless”.
Sus significados verticales son “Fructificado”, “Floración” y sus significados invertidos son “Caida”, “Fin” y “Nuevo Comienzo”.
Carta de Ashbless
Se dice que las cartas de Ashbless fueron la sensación en Europa. Pero no muchos lo recuerdan ahora. La razón fue debido a que la familia Ashbless perdió su poder en la lucha entre la nobleza, por lo que como castigo se les borró de la historia. Conjunto a eso, la carta de Ashbless y la historia de la flor de Smeraldo fueron olvidadas también.
Pero como toda hermosa leyenda, hubo una cosa, una cosa que carga toda esta historia, que no pudo ser borrada y es aún recordada. La historia de amor y la historia de Ashbless serán revividas nuevamente. Les hablaré sobre eso en la próxima publicación.

[6ta Historia] “Madam Lenormand” y “La carta de la flor”

Hay una pintura llamada <Madame Lenormand On The Salon> de un artista francés, Jean-Francois Rolland. Madame Lenormand se dice era una astróloga francesa atesorada por la esposa de Napoleón, la reina Josefina. Antes de que se convirtiera en astróloga para la reina Jofesina, era ya famosa por leer el tarot para las mujeres de la nobleza, acumulando una fortuna significante. Su ‘Lenormand Oracle Card’ es conocida por influenciar un numero considerable de barajas. Incluso ahora, la baraja de las cartas del oráculo se sigue agotando en muchos lugares del tarot.
Pintura de Madame Lenormand en la corte de Napoleón
Como Madame Lenormand era una famosa astróloga, hay muchas pinturas de ella sosteniendo o leyendo las cartas. La pintura de arriba es una de ellas también. Pero en lo que nos tenemos que enfocar aquí no es en la pintura de arriba, sino en la pintura llamada .
Pintada por el artista francés Jean-Francois Rolland, es una pintura de aceite con toques delicados y una atmósfera lírica peculiar, pero se perdió durante un incendio en la mansión de el recolector. El dueño de la mansión fue famoso por poseer documentos y pinturas que mostraban la alta sociedad de la época de Napoleón, así que inmediatamente buscó la pintura en la escena del incendio y la restauró. Muchas punturas y documentos fueron restaurados pero desafortunadamente, solo la parte de la carta de pudo ser salvada.
Esa parte fue la pintura que les presente en la publicación anterior. La carta con “La Flor” escrita en ella, como se pueden dar cuenta, es una de las cartas que Ashbless hizo basándose en Smeraldo. Esto es lo único que queda de Smeraldo y Ashbless.

[7ma Historia] “La verdad que no se pudo contar” / “The Truth Untold”

En realidad, mi familia no es tan rica. Tuve dificultades estudiando en América, era un extranjero y mi inglés no era fluido. No podía tener un futuro.
El día que prometimos ir de viaje juntos a Italia, estaba esperando por mi amiga en el aeropuerto, cuando la vi a través de la ventana de vidrio, ella estaba bajando del autobús con un chico muy atractivo. Inmediatamente me escondí. ¿Por qué hice eso?… No lo sé tampoco.. Yo sólo por instinto me escondí, me di la vuelta y me fui. Estaba como “Tienes razón, no hay forma en que nosotros dos podamos viajar a Italia. Para ella soy sólo un extranjero penoso que no sabe nada.
Ella me llamó pero yo no le contesté. Estaba aturdido frente al espejo de los baños del aeropuerto. Reservamos el vuelo juntos así que ella tenía que estar en algún lugar del avión, pero no la busqué. Sólo esperé. Esperé que ella se diera la vuelta y viniera a buscarme. Pero incluso después de que el avión voló el Atlántico, sobre el cielo de Italia y llegando al aeropuerto.. nadie vino a buscarme.
‘La Città di smeraldo’ fueron recuerdos dolorosos y felices para mí. La flor Smeraldo era tan hermosa que lloré. Y esa noche, algo raro sucedió. Estaba durmiendo en una casa de huéspedes, cuando me despertó un sonido extraño. Mi cama estaba bajo una ventana, pero seguía escuchando un sonido como si alguien estuviera tocando la ventana. Estaba en el segundo piso y afuera estaba tranquilo. Fue pasando la media noche, las cortinas se cerraron y no pude ver nada afuera.
No tenía miedo, simplemente fue extraño. Pensé en levantarme y abrir la ventana para ver quien estaba tocando la ventana del segundo piso, pero me detuve. Descubrí que eran las ramas las que estaban golpeando la ventana por el viento y me obligué a regresar a la cama y dormir, pero no pude dormir bien. Seguía escuchando ese sonido y me acosté en silencio como si estuviera forzando algo.
Era cerca de la noche el siguiente día cuando recibí una llamada de esa amiga. No, no era una llamada de ella. Él dijo que era su hermano, mi amiga estaba siguiendo a alguien con prisa en el aeropuerto y se accidentó, comenzó a tener problemas para respirar la media noche del día anterior y se fue al otro mundo. ​ Antes de dejar el dormitorio, abrí la ventada junto a mi ventana. El sol estaba brillando y muy lejos se veían los Smeraldos. Miré las flores, me senté bajo el sol y sentí el viendo soplar. Fue solo por un momento pero se sintió como si ella estuviera parada en la ventana viendo los Smeraldos junto a mí.
En el camino del aeropuerto a mi casa, después de regresar de América, recibí la noticia con la que había estado soñando por un largo tiempo, se hizo realidad. Mi florería Smeraldo en Corea fue aprobada por la Academia de Smeraldo. Como Smeraldo es una especie rara, la academia controla las ventas en el extranjero de forma muy estricta, así que me registré en la asociación y fue aprobada. Después de… 3 años que han pasado hasta la inauguración de ‘Flower Smeraldo’ en Corea, pero sigo pensando que las noticias de la Academia son la ultima cosa que mi amiga dejo antes de irse.
Ella me dijo ‘the truth that couldn’t be told (non potevo dire la verità)’ y se fue a otro mundo.
Esta es la cadena que me une a Smeraldo, como lo mencioné en mi primer publicación.

[8va Historia] Recibí el primer pedido oficial de un “Smeraldo” en Corea

Debido a que “Flower Smeraldo” está planeado su apertura para mediados de Septiembre, he estado muy ocupado planeando el método de entrega y de cobro de Smeraldo.
Es por eso que no podía entrar a este blog ya hace algún tiempo. Así que he regresado a revisar como es que el evento terminará pronto, vi que mucha gente está interesada en Semeraldo. Muchos participaron en el evento también. Muchas gracias a todos.
En realidad, hoy es un día muy feliz para mi. Han hecho el primer pedido!! Fui a la tienda donde aún están construyendo y un joven estaba observando y entró a la tienda. Esto suena raro, pero mi corazón se aceleró. Es como si me fuera a reunir con alguien que conocía ya de hace mucho tiempo pero que ha sido olvidado. Se supone que no debería ir a la construcción hoy, pero de alguna forma tenía muchas ganas de ir ahí desde la mañana, tal vez fue por el encuentro con esta persona. Me asusté un poco también, no lo sé, de todos modos es muy raro.
Y lo más sorprendente es que, la flor que este cliente vino a buscar fue Smeraldo!Él dijo que no sabía que esta era una tienda especializada en Smeraldos, que acababa de llegar como si una fuerza superior lo atrajera.Es el destino ¿no es así?Finalmente, recibí una orden de Smeraldo de él.Es oficialmente, mi primera orden en Corea.
nota de la primera orden de Smeraldo en Corea, la recibí del cliente. No he visto la forma de entrega aún así que use el post-it que llevaba conmigo.
En realidad, debido al calor en estos días, la oferta y la demanda de Smeraldo no es fácil. Le dije al cliente que probablemente no podría entregarle su ramo hasta finales de agosto, y después de pensar un rato, dijo que sería un momento perfecto, así que el pedido se pudo tomar sin ningún problema. Pero viendo la expresión del cliente cuando dijo eso, me di cuenta. Era un regalo para alguien importante.
Entonces le dije. “Quiero darte una tarjeta con el dibujo de Smeraldo, ¿qué te gustaría que se escriba?” Dudó un momento y luego escribió algunas oraciones. ¿Qué escribió? No puedo decírtelo, ya que es un asunto personal. Le pregunté de nuevo. “¿Pero por qué debe ser Smeraldo?” Su respuesta fue “Porque quiero ser una buena persona”. Supongo que se refería a que “quiere ser una buena persona” para a quien le vaya a regalar ese ramo de Smeraldo ¿no es así?
Después de que se fue, pensé mucho sobre lo que sucedió hace mucho tiempo. ¿Qué hubiera pasado si le hubiera contado mis sentimientos sinceros a mi amiga como ese cliente? Pero obviamente decir “qué hubiera pasado si” no tiene sentido. La perdí como un idiota, pero espero que ese cliente pueda expresar sus sentimientos sinceros y ser feliz.
El evento es el mismo, fue creado con el propósito de entregar los sentimientos sinceros de la gente a aquellos que significan mucho para ellos. Terminará a las 10PM esta noche y los ganadores se anunciarán en breve. Por favor, esperen con ansias. Me enviaron muchas historias aquí, por lo que podría tardar un tiempo, por favor les pido comprendan.

[9na Historia] Finalmente hoy entregaré el primer pedido de “Smeraldo”

El Smeraldo finalmente pasó por aduana y llegó a mis manos. Pronto se harán las entregas. Me siento feliz, emocionado y con una sensación de dolor reprimido al mismo tiempo. Estoy escribiendo esta publicación para dejar esta sensación aquí.
¡Además, se han entregado todos los arreglos de flores y regalos a los ganadores del evento de la semana pasada! Espero que todos los que reciban las flores sientan la sincera acción del remitente 📷 (Lamentablemente, dos ganadores no respondieron, así que no pude entregar los ramos de flores y regalos ㅠㅠ)
fUENTES INVESTIGADAS:
https://www.youtube.com/watch?v=IjBpqsHLSrk COVER EN ESPAÑOL
https://www.youtube.com/watch?v=8JVytJm8X2g ORIGINAL
https://btsqueretaromexico.wordpress.com/2018/07/06/la-historia-de-flower-smeraldo/
HERMOSO TEMA QUE PUBLICO ALGUIEN QUE DESCUBRÍ TIENE MAGIA EN SU INTERIOR.
Y DECIDÍ INVESTIGAR ESTE TEMA HASTA EL FONDO.
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2020.01.22 22:25 elpadrinosaurio09 Las Cuatro Clases de Amor

¿Qué es el amor…? ¿Un bello sentimiento? ¿Una impulso hacia la acción bondadosa…? ¿Una energía creadora? Yo también, como cualquier otra persona, hemos pensado, sentido, hablado, escuchado, leído, reflexionado, disfrutado, sufrido, llorado, implorado, trabajado, luchado, nos hemos enfermado y hasta aliviado por algo, que después de todo sigue siendo un hermoso misterio: “el amor”.
En las religiones, en la filosofía, en la literatura, nunca falta el mágico ingrediente: “el amor”. No cabe duda que el amor, o la falta de él, es lo que hace la diferencia entre la felicidad o la desgracia, literalmente, entre la guerra y la paz. Los humanos somos seres sociales, y para serlo necesitamos amor. Los religiosos, los escritores, los músicos, los artistas, necesitan “el amor” para poder trabajar, es su materia prima.
Para poder entender lo que es el amor, me conviene discernir cuantas clases de amor hay. Por su importancia y magnitud, es claro, para mi personal entendimiento, que hay solo cuatro clases.
PRIMERO EL AMOR DIVINO
El amor está en todas partes: es la razón del Universo. Todo lo que existe, tuvo necesariamente que ser creado con amor. Todo lo que existe, sigue siendo “recreado” por amor. Todo está en movimiento. Las estrellas siguen brillando, el Sol sigue encendido y la Tierra girando en torno a él. La Luna sigue dándonos vueltas, pero cuidándose de que nunca veamos una de sus caras… ¿Qué oculta? La vida, vegetal o animal, indudablemente fue creada y sigue existiendo por amor.
Indudablemente que el amor es atracción. Existe la “atracción universal”, es la fuerza de gravedad. Naturalmente que si estamos reflexionando sobre el amor, y comienzo a escribir sobre la fuerza de gravedad, usted siente la irresistible necesidad de aventar este papel a la basura. NO LO HAGA POR FAVOR. Concédame el beneficio de la duda. El beneficio de la duda es: “no te creo; pero te doy la oportunidad de que me lo expliques”. ¿Me concede el “beneficio de la duda…?
Decíamos que el amor es atracción, y que gracias a la atracción vivimos. La primera ley de la atracción universal dice: “Todos los cuerpos se atraen entre sí, en razón de sus mazas, y en razón inversa al cuadrado de la distancia entre sus centros”. Si no existiera la fuerza de gravedad, no existiría la Tierra, los millones y millones de toneladas de materia que la forman estaría dispersas por el espacio infinito; y no hubieran formado esta enorme esfera que es nuestro hogar. Sin la fuerza de gravedad tampoco existiría el Sol, esa enorme esfera, un millón trescientas mil veces más grande que la Tierra, y que es nuestra energía, es lo que nos da vida. Sin la fuerza de gravedad, el Sol no nos mantendría a las distancias adecuadas, sin morir achicharrados ni congelados. La fuerza centrífuga, que en su movimiento de translación alrededor del Sol, genera nuestro planeta, nos llevaría a perdernos en el espacio infinito, pero mágicamente, la atracción gravitacional que Sol ejerce sobre nosotros es igual, y gracias a ese equilibrio nos mantenemos a las distancias adecuadas siempre. Si los océanos existen es porque la fuerza de gravedad mantiene sus aguas en su lugar. La vida vegetal y animal existe gracias a la fuerza de gravedad; hay el concepto de “arriba” y “abajo”. Para “arriba” el tronco, las ramas, las hojas y las flores, para “abajo” las raíces. Para “arriba” la cabeza, para “abajo” los pies. La fuerza de gravedad es lo que permite la unidad y el orden al que debemos la vida. La fuerza de gravedad es algo mágico y misterioso, es una de las infinitas y amorosas manifestaciones de Dios.
El amor es atracción. La vida existe gracias a la atracción. Atrae el óvulo al espermatozoide. Todas las células de los seres vivos, animales o vegetales, se atraen. Esa atracción es amor. Nuestra piel está enamorada de nuestro corazón y de nuestros pulmones, sin ellos no tendría alimento, ni oxigeno: moriría. Nuestro brazo izquierdo está enamorado de nuestra pierna derecha (y también de la izquierda). Es inmenso el amor que cada célula y órgano de nuestro cuerpo siente por los demás. Nuestro aparato digestivo procesa el alimento, y amorosamente lo envía, por medio de la sangre y el corazón hasta nuestro cerebro, aunque éste esté tan distraído en chismes, resentimientos y miedos, que ni se da cuenta del amor que por él siente el estómago e intestinos. Nuestras células y órganos se aman entre sí. Verdadero amor mutuo. No quieren separarse, quieren vivir siempre haciendo “la unidad”, literalmente “hasta que la muerte los separe”, y no como ciertas parejitas que yo conozco.
Todos los seres vivos están llenos de amor. Dios se los dio. Los campos ofrecen sus cosechas a quien los siembra. Los manzanos ofrecen sus frutos a los demás. Los caballos entregan sus vidas al servicio. Las abejas viven en unidad y servicio a sus hermanas.
La concientización de que existe un Supremo Creador, y que el Universo es la prueba de su amor; despierta en mí la profunda sensación de que Dios me ama, y se confirma por la realidad que me rodea.
SEGUNDO: EL AMOR QUE YO SIENTO POR MI MISMO
El resultado inmediato de la concientización del Amor Divino, es entender que yo fui creado por “algo o alguien” para “algo”. Como que mi vacío existencial comienza a llenarse. Mi vida empieza a tener sentido. Mi egoísta y solitaria voluntad ya no está tan sola. Soy una pequeña parte de un gran todo; pero sin mí, el Universo no estaría completo. Comienzo a valorarme y amarme porque El Divino Creador me valora y me ama. ¿La prueba…? Estoy vivo, en la medida que yo me dé cuenta de que lo estoy.
Es importante reflexionar sobre el bien supremo: la vida considerada en general; y en particular, lo más que es, literalmente, vital para mí: MI VIDA.
MI VIDA significa mi participación en el Universo. Aparentemente comenzó cuando nací y, tal vez terminará cuando me pongan “la pijama de madera”. Mis brazos, mis piernas, mis ojos… todo lo realmente valioso que tengo, me fue dado a cambio de nada; me fue dado por amor. Es evidente que el amor que generó el Universo en general, y el amor que me puso en este planeta proviene de la Divinidad… Dios, como cada quién lo conciba.
Soy libre en la medida que concientice que lo soy. Disfrutaré de todo y de todos, en el momento que yo entienda que es lo que no me permite ser libre. Comienzo a valorarme a mí mismo, y a valorar el potencial que hay en mi vida. Ya no pido nada a nadie, no soy dueño de nada, solo soy usuario del Universo. Digno Usuario del Universo. Dios me quiere como soy, porque soy como El me quiere. La magia de la Creación se sigue manifestando: comienza a surgir la segunda clase de amor: El amor por mí mismo. Faltan otras dos.
TERCERO: EL AMOR QUE YO SIENTO POR LOS DEMÁS
El amor por los demás, surge como resultado natural de un estado de satisfacción, e íntimo sentimiento de gratitud por estar vivo. Surge dentro de nosotros la alegría de vivir; que no es sino la capacidad de amar. Sentir amor por todo y por todos. Este amor subsiste en cada uno de nosotros, acompañado siempre por el egoísmo que es innato, pero por fin, ya comenzamos a tenemos amor por los demás; aunque ese amor necesite siempre de atención y mantenimiento.
“Amor es amar, no ser amado”, el amor, siendo un sentimiento, no puede estar sino dentro de las personas, y que el beneficio de tenerlo es, sola y exclusivamente de la persona que lo tiene y siente.
CUARTO Y ÚLTIMO:
EL AMOR QUE LOS DEMÁS SIENTEN POR MI
Llevados, o mejor dicho, arrastrados por el egoísmo, muchas veces insistimos, con enfermiza obsesión, en buscar “que los demás nos amen”. ¿Con que derecho violamos la intimidad de los demás, buscando en su personal y exclusivo interior, algo que nos falta a nosotros mismos?
No sólo perdemos el tiempo, sino que ofendemos a los demás, porque pretendemos incursionar en “sus” sentimientos, que solamente son de ellos. Todas las personas tenemos el “derecho” a tener nuestros sentimientos. Y como dijo un amigo de Oaxaca: “El respeto al derecho ajeno es la paz”.
Y ultimadamente, ¿Cómo vamos a saber o sentir eso que está dentro de otra persona? Además, en caso de que me amen… ¿De qué me sirve “ese” amor?
Un caso típico de que el amor que los demás no sirve para nada, es el suicidio de Marilyn Monroe. A pesar de que todos la amaban (yo, en especial) ella nunca se beneficio de ese amor, pues no sentía el Amor Divino, no se amaba a ella misma y probablemente no amaba a nada ni a nadie.
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2019.07.19 06:39 the_big_d_himself Medo e (falta de) amor próprio

Pela primeira vez na vida posso afirmar que sou feliz. Mais que isso, posso afirmar que estou contente de modo geral com a minha vida. Que me sinto satisfeito por eu ser quem eu sou. Que eu não preciso me odiar e que tenho feito um bom trabalho, apesar de tudo. Mas ainda assim, nesses últimos tempos tem havido uma inquietação na minha alma. Anseio por aquilo que todo humano necessita: amor e carinho. E confesso que já cansei de tentar me convencer de que isso é algo que eu não preciso; que é só uma ideia boba que logo mais passa pra nunca mais voltar. Preciso ser sincero e admitir que é algo que eu quero. E daí que não é algo que eu preciso? Também não preciso viver, mas cá estou, não é mesmo? Porque eu quero viver e não quero morrer. E eu quero amar e ser amado.
Mas por que tanto receio em admitir isso? Por que foram-se anos e anos numa tentativa falha de se convencer que você estava acima da necessidade de jogar esse jogo? Por que a recusa em insistir que você é humano? Por medo. Medo da rejeição. Medo de confirmarem essa sua suspeita de que você não tem nenhum valor e que não merece ser amado. E aí você se isolou, afinal, dói menos desistir do que tentar falhar, não é mesmo? Não é mesmo? Claro que não, que ideia estúpida. Tentar e falhar é uma coisa completamente normal! E por que justo você, que está tão acostumado com a falha, passou a temer com tanta intensidade o medo da falha no amor? Por que o medo de ser rejeitado por outras pessoas quando você não tem o menor medo de tirar zero numa prova, de ser perder, ou de cair e se machucar? Medo de confirmarem que você não tem valor e que não merece ser amado? Mas você vê outras pessoas falhando amorosamente, assim como vê outras pessoas errando em todas as outras áreas da vida. E nós dois sabemos muito bem que isso não significa que elas não tem valor; por que significaria isso justo para você? Tudo bem, não precisa dar uma resposta concreta. Eu não te culpo. Eu não me culpo. Eu claramente vivi boa parte da minha vida com uma visão equivocada de mundo, e isso me prejudicou em certos aspectos. Paciência. Felizmente para isso há remédio, assim como pra quase tudo nessa vida. E de agora em diante eu me recuso em ter medo de tentar, seja lá o que for. Mais que isso: me proponho ativamente a mudar minha situação. E se não der certo, paciência. Se eu morrer amanhã, não vou ficar mal por saber que nunca tive uma namorada. Mas vou ficar mal por saber que fui bobo a ponto de não tentar por medo de falhar. Por ter deixado um medo bobo, que eu sei que não faz o menor sentido, tomar o melhor de mim. E não quero chegar ao meu fim, olhar pra trás, e pensar que deveria ter feito as coisas de maneira diferente. Não mais. Eu sinto necessidade de ter alguém, eu quero ter alguém, e eu vou tentar ter alguém. E se eu falhar, não tem problema. Contanto que eu possa deitar a cabeça ao travesseiro toda noite, contente comigo mesmo por saber que eu tentei, vou ficar feliz.
Mas como? Pergunta complicada, vamos tentar de novo.
Mas como não? Ah, isso já é bem mais simples. Não tenha autoestima; a maneira mais fácil de fazer com que ninguém te ame, é com você também não se amando. Se olhe no espelho todo dia e enumere todos seus defeitos, afinal, eles te tornam um subhumano, não é mesmo? Quer dizer, claramente ninguém além de você tem defeitos. Não é mesmo? Bote na cabeça que não vale a pena tentar porque não daria certo de qualquer jeito. Mas não ouse citar medo como justificativa —afinal, ninguém gosta de ter medo— e ao invés disso, tente dizer para si mesmo que é melhor assim para todo mundo; que é menos incômodo. Diga para si mesmo que está fazendo um grande favor ao mundo ao não tentar; que todos estão melhor assim, com a situação atual das coisas. Sinta pena, muita pena de si mesmo: todo mundo precisa sentir algo a respeito do seu próprio eu, e pena não é tão ruim quanto ódio —a pena não vai te causar e repulsa eventualmente e te forçar a fazer algo— mas ainda assim é algo que vai te deixar completamente inerte. Em suma, bote na cabeça que você é um ser sem o menor valor; que sua existência é tudo que há de mais ruim no cosmo, e que não importa o que você faça, você nunca será digno. E voilà, assim fica fácil jamais arranjar alguém.
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2019.07.19 01:01 juanezequieljerez RELATO DE MI VIDA(INICIO)SUFRIMIENTO PERSONAL"BAJA ESTIMA"

MI nombre es JUAN EZEQUIEL JEREZ TENGO 30 AÑOS soy del signo leo soy del pais de argentina tucuman, contare mi historia de vida tal vez para AYUDAR EN ALGUNAS SITUACIONES DE LA VIDA DONDE SE GENERAN CIERTAS PREGUNTAS CIERTOS PROBLEMAS QUE SEGÚN EL TEMA DEL PROBLEMA "NO SABEMOS COMO TRATAR EL TEMA"
-NACÍ en la provincia de buenos aires hace 15 años vivo en tucuman, he ido a la escuela, mi punto central se desarrolla en la escuela donde inicia mi PUNTO DE PARTIDA DE VIDA, HE SUFRIDO discriminación por mi forma de ser no he sido aceptado, a medida que los años pasaban crecia dentro de mi BAJA ESTIMA que significa falta de valoración y fundamento propio, a raíz de esa baja estima he sufrido por años costandome ACEPTANDOME Y AMANDOME A MI MISMO Y SEGUIR ADELANTE EN LA VIDA, ETC ,Tambiem he sufrido mucho pero he aprendido a amar a valorar a mis padres a ser autosuficiente y ENTENDER QUE ESTE MUNDO NO ES FACIL ENCONTRARSE CON UNO MISMO Y UN LUGAR EN EL MUNDO DONDE NOS CONSIDEREMOS FELICES , me mude a raiz de una decision personal en una charla que mantuve con mi AMADO PADRE, a medida que el tiempo iba pasando en ese otro lugar iba descubriendo que no me adapataba al ritmo de vida que se llevaba en ese barrio donde naci,debido al entorno tan perjudicial en el entorno y la comunidad de mi ex-barrio, segun iba pasando los años yo creia desde chico que las personas siempre eran buenas ambles y sinceras, etc , a medida que fui creciendo fui comprendiendo que NO TODO EL MUNDO ME ACEPTARIA NO TODOS ME AMARÍAN HE ENTENDIDO que la sociedad los valores van cambiando y nos cuesta adaptarnos al modelo de sociedad en el que vivimos, tanta tecnologia, internet medios de comunicaciones.
Cuando se produjo mi viaje definitivo alcance a encontrarme y HALLARME personalmente con otras personas con otro entorno mas amable mas favorable etc desde lo estético hasta lo estetico edilicia mente,etc he aprendido a .desenvolverme solo y tomar la vida de una manera mas tranquila,y finalizando el tema el mensaje que dejo es este"SI ALGUIEN ESTA SUFRIENDO DE BAJA ESTIMA Y SE SIENTE SOLO QUISIERA DECIRLE A ESA PERSONA QUE ERES ÚNICO O UNICA QUE CADA PERSONA EN EL MUNDO ES UNICA Y VALEMOS MAS QUE TODO EL ORO DEL MUNDO PORQUE CADA PERSONA EN EL MUNDO ES ÚNICA E IRREPETIBLE,debemos aprender a amarnos valorarnos y perdonar y perdonarnos a nosotros mismo porque de cada error se APRENDE,muchas gracias.
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2019.02.11 22:26 smigolina Não tao confusa com minha sexualidade assim

Olá, se vc seguiu minha historia e jornada no post anterior (Confusa com minha sexualidade) voce dever ter acompanhado minha novela, decidi criar esse post pra contar a todos como está essa nova temporada.
Vamos la, decidi pedir ajuda profissional um dia que havia um psicologo pelo SUS na cidade, contei boa parte do que Estava passando e ela me falou que é tudo normal, e pelo q eu descrevi eu me enquadro na orientaçao PANSEXUAL que resumindo significa que eu me atraio nao ao genero da pessoa e sim pelo que ela é, so depois meu cerebro processa se é homem ou mulher, mas ai ja estou lascada ne? enfim vamos la ao que tem acontecido em minha vida nessa area nos ultimos dias.

Como descobri qual minha sexualidade (na vdd ainda estou descobrindo, requer tempo), decidi mudar muitas coisas, uma dela foi com a garota do outro post, (como acho que vcs que estao aqui ja leram o post anterior todo, vou dar continuade achando isso ok?) decidi me afastar pq claramente ela se enquadra na orientaçao hetero e decidi respeitar isso, e seguir apenas amiga dela com menos chamegos é claro, apenas uma amizade "normal", eis q muita coisa mudou desde entao, eu descobri q estou doente, nada de muito grave, apenas requer cirurgia meio arriscada, e como ela eh minha melhor amiga, contei a ela e nao teve jeito, ela passou o fds todo me cuidando e paparicando, o que fez meu nivel de amor por ela explodir la em cima, ela dormiu comigo todos esses dias, sempre mto atenciosa e carinhosa, eis que vamos dormir e as caricias picantes começam de novo, dessa vez com mais intensidade e mais quentes, acredite dessa vez foi diferente, ela participou bem mais nas caricias, nao só me provocou como ela era costumada fazer, muitos beijos quentes no pescoço, bochecha, e orelha (por sinal quente demais, teve uma hora q vi a respiraçao dela parar enquanto eu beijava e passava a lingua em toda a orelha dela) eis que chego no queixo, (melhor parte por sinal), beijei mto, ela tbm o meu, beijei bem beijado, mordi, ate q ela comecou a me provocar enquanto eu mordia ela ia puxando a cabeça pra mais perto da boca e depois tirava, ficamos um bom tempo nesse joguinho, ate q entendi q ela so queria provocar e nao queria a açao em si, ai decidi parar e falei pra ela se ela queria dormir, eis q ela responde que eu deveria aproveitar, e aproveitar bem, ai eu caia na labia dela e voltavamos as caricias, mas sempre chegando perto da boca e nunca nela, e acreditem eu tentei me aproximar de todas as formas, ate q ambas começamos a ficar sonolenta, e ela ficou mais mole e nao resistiu tanto, mas ambas sempre acordadas, antes de dormir decidi dar mais uma caricia nela e no queixo, só que dessa vez eu acabei pegando o labio inferior dela junto, na hora agi como se nada tivesse acontecido, mas depois q vi q ela nao se importou e ate ficou ofegante, decidi pegar de novo, nao acidental agora, perguntei se ela estava acordada e se queria q eu parasse, ela disse q estava acordada e que nao queria que eu parasse nao (lembrar que consentimento é tudo hem), foi ai que decidi beijar o labio dela, morder de leve, dar selinho na boca toda, e aproveitar, (estou sem ar pq isso aconteceu ate agora, pernas bamabas) mas beijo que é bom mesmo nao rolou, pq ela ficou parada igual estatua, nao respondeu aos meus carinhos em seus labios nem nada, logo em seguida achei q ela nao tivesse curtido e parei, falei q tinha adorado aquilo e q iria deixar ela dormir, ai ela so deu boa noite e virou, de manha cedo ambas acordamos como se nada tivesse acontecido, vi q ela estava mais arredia, talvez ela tenha se arrependido? tenha feito isso por dó da minha doença? talvez eu tenha passado do limite e a afastado? meu maior medo é perder minha amiga, mas confesso q foi muito bom e nao paro de pensar nisso, tanto que tive q compartilhar com voces.
Agora nao sei como agir, oq fazer, se toco no assunto, se tento de novo, acredito que voltei a estaca zero e aceito conselhos.
Edit 1: Muitos me falaram pra criar coragem e conversar já que não saíamos do lugar sozinhas, então eu decidi abrir meu coração ontem, e solucionar esse problema. Ontem seria nossa última noite juntas pois vou viajar hoje pra tratar da minha saúde e fazer minha cirurgia, caricias rolaram novamente a noite toda, bem quentes, ela adora morder meu queixo e q eu morda o dela, numa dessas nossas bocas se encostaram mas não beijei pq vi q ela tirou, ai só beijei o cantinho msmo e decidi conversar sobre o acontecido dos últimos dias e de hoje, bem eu coloquei meu coração pra fora, pedi desculpas por ter "passado" dos limites e ela disse q não tinha problemas, então comecei a despejar tudo, comecei dizendo q tinha me empolgado mas que tinha um motivo, que eu gostava de verdade dela não só como amiga, falei q adorava a companhia dela e que pra mim estava sendo difícil lidar com tudo por sermos mulheres, mas que depois de tudo q passei na área da saúde q eu tava decidida correr atrás da minha felicidade e ela era a minha, falei tbm que o sentimento eh recente e que não queria assusta-la, que entendia a orientação dela, mas q ela precisava saber de tudo q eu sentia, confesso q estou mais leve, conseguir se declarar pra alguém do mesmo sexo requer mta coragem e força, mas eu consegui, só não estava preparada pra reação dela, que foi silêncio total, ela disse q não tinha ideia, e falou q tava processando tudo q estava meio q em choque, ai ela só me abraçou e disse q ia ficar tdo bem, que um dia eu encontraria um amor de vdd, falei pra ela q entenderia se ela achasse estranho, se quisesse ser afastar, ou quisesse q as carícias acabassem por conta disso, ela disse q não, eu ainda disse q isso não mudava em nada nossa amizade, q eu sempre estaria lá por ela. Desde então não falou mais nada, dormimos abraçadas como sempre e na hora de acordar foi diferente, dava de ver q ela estava assustada, me abraçou, me desejou boa viagem e partiu, partiu levando meu coração com ela, que no momento está em pedaços pq estou devastada, dor de amor dói demais gente, talvez eu tenho feito tudo errado, forçado a barra e metido os pés pelas mãos, ou talvez realmente não era pra ser, mas enfim, pelo menos agora eu sei. Algum momento eu vou parar de chorar, pq agora preciso focar na minha saúde, amar e não ser amado de volta é um sentimento tão ruim q não desejo a ninguém. Mas sei que algum dia tudo passa. Tem que passar. Obrigada a todos pela dicas, mas agora vida q segue. Até mais.
EDIT FINAL: gente sei que muitos me acompanharam e deram força, por isso vim aqui contar o capítulo final. Após minha cirurgia uns 2 meses depois ela foi me visitar e acabamos indo viajar juntas já q era férias dela, tudo normal no começo foi estranho após eu ter desabafado tdo aquilo e ter sido rejeitada eu já estava acostumada com a ideia de sermos apenas amigas, mas aí veio a viagem o compartilhamento da cama nos hotéis, as mesmas brincadeiras voltaram e etc, só q dessa vez não teve jeito, a gente não se aguentou mais e uma noite acabamos nos beijando mas apenas selinho, na noite seguinte tbm, até numa noite não paramos no selinho e nos beijamos de vdd, foi lindo, mágico, com direito a frio e borboletas da barriga e tudo, foi de torar o fôlego, ficamos juntas o resto da viagem, nos entregamos a nossa vontade e fomos felizes, até andamos de.maos dadas na rua, pois ninguém nos conhecia, voltamos da viagem e seguimos juntas, porém na nossa cidade seguimos discretas e não assumidas ao público nem nossa família, não vejo problemas nisso pq acredito q nem eu e nem ela estamos prontas pra assumir pro mundo nosso relacionamento, que nem sei pra onde vai, estamos descobrindo juntas oq queremos e pra onde vamos, só sei q eh bom, estou feliz, mesmo sendo apenas em 4 paredes sou a mulher mais feliz do mundo, vivemos como um casal a 4 paredes, ela dorme aqui todo dia, passamos todo nosso tempo vago juntas e isso eh bom, beijo é sensacional, mas pra chegar na hora H Muita coisa aconteceu, mas isso é assunto pra um próximo post, obrigada por me acompanhem até aqui, até mais.
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2018.02.28 12:50 hoppean Pra saber amar é preciso de experiência?

Tenho 21 anos e nunca namorei.
Acho que quando isso ocorrer, se ocorrer... farei o possível para corresponder a esse amor da melhor forma possível, mas eu tenho muito medo de errar, de me apegar demais, de me machucar ou machucar outro alguém. Mesmo que eu nunca tenha namorado, isso não significa que eu nunca tenha amado, e em todas as vezes em que amei eu sofri demais, uma dor forte no peito que não existe outra igual, até mesmo se eu sofresse um hematoma na pele a dor seria mais suportável do que aquela no coração que eu nunca esqueci. Eu acho que talvez por eu nunca ter vivido algo recíproco com alguma mulher isso vá contribuir para que eu não saiba agir da forma correta. Gostaria de saber qual é a opinião de vocês a respeito disso, se a experiência no amor é importante, ou se apenas o simples ato de amar verdadeiramente e sermos quem realmente somos já pode ser suficiente.
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2017.07.01 17:29 ifuckinghatecorridor [Motivacional] Dias não zerados

Tenho passado por umas barras pesadas ultimamente e, para minha 'sorte', esbarrei neste texto, um dos comentários que mais recebeu reddit gold até hoje, que é a uma resposta a este post. Acho que vez ou outra, todos nós passamos por um momento desse e, para mim, o texto do Ryan me ajudou bastante, então, resolvi adaptar. Para quem tem preguiça de ler, o resumo está mais pra baixo, mas recomendaria ler com calma e atenção, considero o tipo de informação que pode ajudar você, no mínimo, a passar por um momento difícil.
Dias Não Zerados
Parece que você está passando por umas poucas e boas. Isso é um saco mesmo. Eu já estive assim também, então eu sei bem o que você está passando/sentindo. Eu já estive nessa montanha-russa de sobes-e-desces, nessa espiral de dúvida, frustração e tédio. Não é nada legal. Eu sei. Se não se importar, vou te contar algumas coisas. Você pode ler se quiser, ler mais uma vez depois se sentir que deve. Mas, sério, se eu passar todo esse tempo traduzindo isso tudo pra você e você não deixar acender pelo menos uma fagulha nesse seu fogo, vai ser um vacilo pra mim e pra você. E você NÃO precisa fazer isso. Você NÃO precisa fazer nada. Mas você escolhe. ( Quem sou eu? Eu sou o Felipe [ medium.com/@kei2 ], estou apenas adaptando o post do Ryan).
Regra número Um — Chega de dias zerados. O que é um dia zerado? Um dia zerado é quando você não faz porra nenhuma em direção a qualquer merda de sonho, objetivo ou literalmente qualquer coisa que você pretende. Chega de zeros. Eu não tô falando pra você escrever uma dissertação por dia, não é esse o ponto. O ponto é que você tem que prometer pra você mesmo que o novo sistema que você vive é um sistema de NENHUM DIA ZERADO. Não fez nada hoje e são 23:58? Escreva uma frase. Uma flexão. Leia uma página. Uma. Só uma. Porque um não é zero. Entende? Quando você está nessa super espiral te levando pra baixo, seu padrão de comportamento continua alimentando a espiral, que é o que você tá acostumado a fazer. Não tem como se transformar no super-ultra-megablaster da produtividade nessa espiral. Só é possível depois de VÁRIOS DIAS NÃO ZERADOS. Essa é a regra número um. Não esqueça.
La deuxieme regle — É eu sei francês(mentira). Eu acho uma língua foda(mentira²). Regra número 2. SEJA AGRADECIDO PELOS SEUS 3 EUS. Como é? 3 eus? Parece auto-ajuda de quinta categoria. Saca só, existem 3 tipos de eu. Tem o eu passado, o eu presente e o eu futuro. Se você quiser amar alguém e ser amado, você precisa amar a si mesmo primeiro, e os 3 eus são a chave pra isso. Seja AGRADECIDO ao eu do passado, pelas coisas positivas que fez. Faça favores ao eu do futuro como se fosse seu parceirão. Se sentindo um merda hoje? Pare um momento, pense nas boas decisões que você já fez. Salada com peixe no lugar do x-completão? VALEU EU DO PASSADO. Ontem foi um dia não zerado porque você escreveu 200 palavras( ei, foi o que deu pra fazer)? OBRIGADO. Segunda parte dos 3 eus é que você precisa fazer um favor pro seu eu do futuro, como faria pra aquele amigão (não tem um? Agora você tem. Tem 2, aliás, o eu passado e o eu futuro). Tá cansado pra caralho e não consegue sair da internet/games/porns? Vai se fudê, eu do presente, essa aqui é pro meu parceirão eu do futuro, vou dar uma caminhada de meia hora. Eu tô fazendo isso pelo meu eu do futuro. Despertador tocou e a cama tá quentinha e confortável? VTNC eu do presente, essa aqui é pro meu camarada eu do futuro. Vou fazer umas 30 abdominais aqui ( ou 5, ou 3, só não pode ser nenhuma). NÃO SE ESQUEÇA DE AGRADECER AO SEU EU DO PASSADO por detonar em cada melhoria pra sua vida. O ciclo de fazer algo para alguém ( eu futuro )e agradecer alguém por algo bom que nos foi feito ( eu passado ) é a chave para construir gratitude e produtividade. Não duvide. Com o tempo, você irá espalhar gratitude para outras pessoas que te ajudaram no caminho.
Regra número 3 — Relaxa, essa vai ser mais curta ( pegue um lápis e um pedaço de papel. Não, é sério, pega mesmo, você precisa fisicamente escrever isso ) PERDOE-SE. É sério. Talvez você tenha todo o know-how, dinheiro, habilidade, força e talento pra fazer qualquer coisa que queria fazer. Mas vamos dizer que não esteja fazendo. Agora está se sentindo um merda por não fazer o que tem que fazer, ou ser o que quer ser. Se liga Amigão, estar desapontado consigo mesmo te deixa menos produtivo. Tentou o máximo pra não ter um dia zerado e não conseguiu? E daí? Perdoe seu eu antigo. Mas hoje? Hoje é um dia de dar o meu melhor para seu eu futuro. Essa é pros meus parceiros lá da frente. Usa o perdão, cara. Eu te perdoo. Fala aí em voz alta mesmo, sem vergonha.
Última regra, número 4, é a mais fácil e tem 3 palavras apenas. Exercícios e livros. É só isso. É um conselho bem básico, mas quando você se exercita diariamente, você fica mais esperto. Quando você faz algum exercício físico, você libera endorfinas(valeu, corpo/cérebro!). Você limpa sua mente e faz um grande favor pro seu eu do futuro. Exercícios é uma perna de um tripé. Se não tiver, não fica em pé, saca? Agora os livros. Quase tudo que eu sempre pensei, senti ou passei, quis, ou quis saber como fazer, já foi descoberto por alguém. Leia livros, cara. Tirou um tempo pra vir ler esse textão? Ótimo! Sabe o que você podia fazer também? Ler 7 hábitos de pessoas bem sucedidas. Aprender sobre inteligência emocional, ler “De bom para ótimo”, ler “Pensando rápido e devagar”. Ler livros que te ajude a entender as coisas. Ler conteúdos fitness e incorporar nos seus exercícios(como que é mesmo aquela flexão lateral?). A leitura é a porra da flauta do Mario Bros 3. Te leva pro próximo nível muito mais fácil. É isso, cara. Tem muito mais pra aprender sobre como transformar os dias não zerados em super dias não zerados. Mas não é o momento pra isso. Sua missão agora é: dias não zerados, perdão e gratidão. Você tem 36 trabalhos pra fazer em meia hora? Seu eu do passado te deixou na mão…mas, cara, Eu te perdoo. Faz o que você conseguir nessa meia hora e vamos pra frente. Eu espero ter te ajudado um pouco. Eu podia escrever sobre isso pra sempre, mas eu me prometi que eu ia correr uns 15 minutos ouvindo a 9ª sintonia de Bethoven. Tenho que ir. Mais uma coisa. Independente dessa leitura te ajudar hoje ou não, se você não se lembrar essas 4 regras que escrevi, por favor, POR FAVOR, leia mais uma vez. E de novo.
Tenha um ótimo dia!
ML/NL(Muito grande, não li, vulgo resumo);
  1. Dias não zerados o máximo possível.
  2. Os 3 eus, gratidão e favores.
  3. Perdão.
  4. Exercício e livros (o que é uma maneira de se auto-melhorar, física e psicologicamente. Emocional e mental.
Bonus:
Como conseguir transformar dias não zerados em um puta dia não zerado. É apenas uma simples verdade, mas é MUITO DIFÍCIL DE ENTENDER E PRATICAR. O negócio é o seguinte: você se torna o que você pensa(tipo essa ideia). Isso não significa que se você pensar em ser uma goiabeira, você vá estar dando goiaba em setembro. Significa o MODO que você pensa, as COISAS que você pensa e as IDEIAS QUE PERMANECEM NA SUA MENTE define o total de tudo que faz você. Você procrastina o tempo todo e fica com medo e preocupado por alguma coisa? Você está se tornando um procrastinador. Continua pensando o quanto você quer correr uma meia maratona e vencer? Tá pensando nisso o tempo todo? Tem alguma coisa que define suas AÇÕES e influenciam nas suas DECISÕES? Se tem, então você está se tornando o campeão que sonha ser. Sonhar com isso ajuda. Pense e assim será. Mas não esqueça que as ações são filhas dos pensamentos. Pensamentos sem ações não são nada. Tenha fé no que quer que você colocar na sua cabeça. Tenha fé e siga agindo.
“Legal, Felipe, que texto legal, bacana e supimpa. Mas como que isso ajuda a eu transformar um quase dia não zerado pra um puta dia não zerado?”
Você acredita no que acabou de ler? Faz sentido pra você que você pode SE TORNAR O QUE VOCÊ PENSA? Pergunte a si mesmo: “O que eu penso?” Quando você chega em casa, o quão rápido você liga o computadocelular? Ligar o computador te deixa mais próximo dos seus sonhos? O Que deixaria? No ponto de ônibus. No intervalo. Pra que direção você está focando suas intenções? Se você é como eu era a alguns anos atrás, a resposta é: sem direção, ou qualquer coisa que me chame atenção por agora. Mas sem stress, perdoe a si mesmo. Agora você sabe a verdade. E saber a verdade significa que você pode observar seus hábitos, ler livros sobre como pensar e agir e finalmente começar a mudar seu comportamento. Lá vai um exemplo: Se sentindo um mané porque tem dias zerados e dias quase não zerados? PENSE NO QUE ESTÁ FAZENDO e mude um pouco, só um pouquinho, apontando pra qualquer direção que esteja indo ou queira ir.
Créditos(redundantes): Ryan
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2017.01.09 10:14 Dadimel_Presentes CAMPANHA "LENDO DE CARREIRINHA O NOVO TESTAMENTO". Lendo o Novo Testamento Em Sequencia Todo Dia.

Começamos mais uma semana refletindo sobre o assunto mais comentado por João em suas cartas: o amor ao próximo. É inconcebível quem se identifica como cristão, não amar o seu irmão. Na reflexão de hoje, João isso nos ensina em detalhes. Continue lendo:
09/01 - REFLEXÃO DE HOJE PARA INCENTIVO DE LEITURA NA 1ª CARTA DE JOÃO: ” Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos. Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados. Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros.”(1ª João 4.7-11).
Todos acreditam que o amor é importante, mas ele geralmente é tido como um sentimento. Na verdade, o amor é uma escolha e uma ação. O verdadeiro teste referente ao nosso amor por Deus é a forma como tratamos as pessoas bem à nossa frente: família, amigos, colegas de trabalho e irmãos na fé. João não está nos dizendo QUANTAS PESSOAS amar, mas O QUANTO AMAR as pessoas que já conhecemos. Nossa tarefa é amar fielmente as pessoas que Deus nos deu para amar.
Deus é a fonte do nosso amor. Não podemos amar o Senhor verdadeiramente, e ao mesmo tempo negligenciar o amor àqueles que foram criados à Sua imagem.
Jesus é o nosso exemplo do que significa amar, e o Espírito Santo nos dás poder para amar. Ele mora em nosso coração e nos torna mais semelhantes a Cristo. O amor de Deus sempre envolve uma escolha e uma ação, e nosso amor deve ser igual ao dele. Como você demonstra o seu amor por Deus nas escolhas que faz e ações que realiza?
(Bíblia de Estudo Leitura Diária)

NovoTestamento #Biblia #JesusCristo #EvangelhodeCristo #SemBarganhasComDeus #CristoOCentroDaVerdade #Cristianismo

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2015.05.01 13:11 IndepoendienteLibreA Mas allá de la política, por Jean Klein. Importante sentir estos comentarios de un Sabio en estos momentos difíciles para centrarnos y seguir caminando con fuerza, lucidez y conciencia.

Más allá de la Política, Por Jean Klein Cuando se habla de una Europa unida hay que ver primero qué significa estar unidos. La realidad subyacente de todos los seres humanos es una conciencia única manifestada de formas muy similares. Tanto si somos negros, blancos, amarillos, rojos, británicos, alemanes, belgas o franceses, todos tenemos la misma estructura corporal, el mismo hígado, el mismo aparato respiratorio, y éstos se ven afectados de igual manera por idénticos temores: rabia, odio, celos, necesidades sexuales, ansiedades, etc. El cuerpo puede ser tratado de manera universal, la psique y el alma pueden ser curados de manera universal. La humanidad es en lo profundo, una. En cualquier caso, estamos unidos. Sólo se necesita que seamos conscientes de ello. Sin sentir esta unidad nunca podremos alcanzar una Europa unida. Hay dos aspectos de la unidad que quiero señalar aquí: unidad real y multiplicidad en la unidad. Lo más importante es el reconocimiento de que nuestra raíz, nuestro origen, es uno. No es una unidad compuesta, realmente es unidad. Recibe muchos nombres: conciencia, tranquilidad, naturaleza original. Está presente cuando todos los aspectos de la individualidad están ausentes. Cuando ya no hay objeto, está ahí como presencia en la ausencia de cualquier otra cosa. Sin embargo, somos educados para percibir la ausencia de objetos como una ausencia de conciencia. Esto es un profundo error. Nos hemos identificado con un mundo de referencias y sólo nos conocemos a nosotros mismos en relación a los objetos. Conocemos sólo el "yo" calificado como yo soy inglés, francés, hombre, mujer, etc. Pero nuestra naturaleza original, que es común a todos, se manifiesta cuando el yo permanece sin calificación. Este yo no calificado es presencia, conciencia. Es nuestra raíz de donde surge toda existencia fenomenológica y a la cual regresa. Antes de poder estar unidos, o incluso realmente relacionados, debemos aceptar intelectualmente, antes incluso de tener la experiencia vivida de ello, que nuestra raíz es una. Es la única condición a priori que puede funcionar para resolver el conflicto en nuestra sociedad mundial. Es la única estructura sobre la que trabajar porque es la única verdad. De ella nace la autoridad. La verdad es la única soberana. La verdad es ética, funcional y estética. Es el conocimiento fundamental de que la conciencia sin objeto es nuestra naturaleza original y que el tomarnos por personas individuales es la única causa de conflicto y sufrimiento. Cada empresa que acometa la naturaleza humana debe tener como telón de fondo aquello que nos mantiene unidos, que todos tenemos en común, que da soporte al mundo fenomenológico, llamado conciencia. La expresión de esta convicción profunda es amor, apertura, humildad, y el ver los hechos tal y como son; no ver el resultado del deseo y la ilusión basados en una concepción errónea de la existencia de una entidad personal. El verdadero pensamiento surge del no-pensamiento, del silencio, de la tranquilidad, de ese terreno. El pensamiento que surge del pensamiento está basado, obviamente, en la memoria, en condicionamientos pasados. Y todo pensamiento creativo debe ser fresco, nuevo y libre de ideas preconcebidas. No es el pensamiento el que puede cambiar a la sociedad, más bien es el alejar la mirada del pensamiento. En el nivel de los objetos y las ideas no puede haber solución a ninguna situación. Giramos en el círculo vicioso de una mente dividida, atrapada sin fin en una elección y toma de decisiones arbitraria, arbitraria porque la premisa es arbitraria ―el que hay alguien que elige, alguien que decide. No puede haber autoridad basada en la arbitrariedad. Cuando nos tomamos a nosotros mismos por individuos, nos tomamos por una fracción. No hay situación que pueda ser vista desde un punto de vista fraccionario. No se pueden poner sobre la mesa con claridad hechos, si están nublados por la idea de la persona. En ausencia de una entidad personal la situación se despliega en todas sus posibilidades y se presentan los hechos. La persona no puede nunca dar una solución. Es la propia situación la que da la solución, la solución correcta. Puede no ser agradable al ego, pero será ética, funcional y estética. La verdad nunca es personal. El pensamiento correcto, la acción correcta y el sentimiento correcto no son personales. Esta visión impersonal es la base de toda armonía. Una sociedad armoniosa tiene que estar basada en el estado interior de cada ser humano. Este estado interior no consiste en una apropiación de reglas morales, espirituales y funcionales sino en la construcción de unos pilares interiores basados en el conocimiento y el amor. Al observar la semilla de la verdad, la unidad surgirá inevitablemente, no como algo elaborado por la mente de manera arbitraria como si de un tratado escrito se refiriese, sino como un hecho orgánico. Una Europa unida es algo inevitable. En 1.928 los estudiantes en Berlín, incluido yo mismo, estaban manifestándose en las calles por la unidad europea. Nuestro deseo más profundo es estar unidos. Si no es hoy será mañana, porque forma parte de la supervivencia de la raza humana el unirse, el unirse en el amor. Así que antes de embarcarnos en unir Europa, la perspectiva tiene que ser clara. La perspectiva de una Europa unida no puede estar clara de la noche a la mañana. Es algo así como vivir juntos, vivir con la pregunta, la inevitable pregunta. Cuando la perspectiva es clara se resuelven todas las cuestiones prácticas. La unificación económica y política no puede ser exterior sino que será el resultado de una perspectiva clara basada en la unidad de la humanidad. El segundo aspecto de la unidad es el de la multiplicidad en la unidad. Está claro que cuando nos damos cuenta, en la ausencia de la noción de individuo, de que el origen de toda existencia fenomenológica es la conciencia y que todos nosotros somos básicamente uno, desaparece la causa del conflicto. La mayoría de los conflictos surgen de la supervivencia psicológica, del intento de proteger el ego individual o nacional en sus múltiples formas y extensiones. En ausencia de la persona como el que elige, juzga, compara hay una aceptación de la vida y todo lo que ella nos presenta. Esta aceptación y apertura es amor. Sólo en el amor puede la definitiva diversidad de manifestaciones de la vida coexistir en armonía. El amor no es algo que se adquiere o que se alcanza. Es lo que fundamentalmente somos. Cada persona y cada nación deben llegar a entender este principio subyacente llamado amor. Se trata de una experiencia sin experimentador. Cuando el experimentador está ausente no hay más conflicto. Las diferencias se afrontan de un modo puramente funcional sin que intervenga lo psicológico. Se respetan las diferencias. Cuando una nación mira a otra con memoria histórica, no psicológica, hace un llamamiento a su grandeza, a su riqueza de cultura, lengua y tradición. El poder de una Europa unida se basa en mantener las diferentes tradiciones, culturas, lenguas, mitos de cada país. Es el dinamismo de un país lo que lo mantiene vivo, viril y poderoso, en caso contrario se fosiliza y pierde toda vitalidad e interés. En cualquier caso, la verdadera cultura no pertenece a nadie y pertenece a todos. Es la misma humanidad en muchos aspectos. Tanto si se expresa a través de la religión, el arte o el lenguaje, el origen es el mismo. Orquestas, pinturas, etc. hace tiempo que son multiculturales. Se necesita una confluencia de las mentes privilegiadas de las artes, ciencias, leyes y filosofía para exponer las semillas de la cultura en cada país. El identificarse con las tradiciones es el comienzo de la unificación. Sólo al conocer y respetar a los grandes pensadores y artistas de nuestros respectivos países, podemos aprender a admirar las culturas de otras naciones. El basar la unidad en la economía está condenado al fracaso, porque pone el énfasis en el objeto y no en su origen. En una sociedad basada en la adquisición, la ambición y el consumismo, ha nacido un tipo de competición que nada tiene que ver con la producción creativa y la belleza. Pero cuando vivamos con inteligencia, sin anticipación ni a la búsqueda de un resultado, las raíces de nuestra sociedad cambiarán. El objeto dejará de tener prioridad y se pondrá el énfasis en el origen del que procede. Un nuevo renacimiento sólo es posible si el arte y la ciencia son una ofrenda a la realidad última. Sin un sentimiento de realidad última no es posible crear una cultura y una sociedad feliz. Y ninguna sociedad puede ser feliz si está culturalmente estancada, si no tiene nada que ofrecer, nada de que enorgullecerse o nada que admirar. En la adoración sin embargo, hay unidad. Al escuchar música hay unidad. En el acto de admirar somos uno sin admirador ni admirado. Al decir realidad última no me refiero a un dios personal o conceptual. Aunque en el Renacimiento éste fue un buen pretexto para la creatividad y las ofrendas, el "Dios" del lenguaje actual es puramente conceptual, un estorbo que impide nuevo conocimiento y nuevos descubrimientos. Dios sólo puede ser descubierto, nunca alcanzado. El Dios europeo es un ser adormilado, responsable de dos grandes guerras en este siglo. Hoy debemos, encontrar lo que está más allá de los objetos y para encontrarlo debemos mirar más allá, donde el pensamiento no ha lugar. Cada uno de nosotros debe buscar su verdadera naturaleza, no basada en unas creencias y una moralidad arbitrarias. Ella es la única soberana. La soberanía basada en la auto-imagen religiosa, política o de cualquier otra clase es totalmente hipotética, una ilusión. Acarrea el conflicto de manera inevitable. Hoy no hay ninguna nación en el mundo que pueda vivir aislada. La soberanía real no se basa en la competitividad y la auto-imagen sino en el conocimiento y el amor. Es la soberanía no sobre los demás sino sobre uno mismo. Sólo existe la soberanía espiritual. La autoridad temporal fluye de este conocimiento, sólo de él. A lo que estamos llamados es a un intercambio entre gente competente, con conocimiento y experiencia en los distintos aspectos de la cultura. Necesitamos una especie de Academia de personas; con raíces en esta autoridad espiritual, educadas y cultivadas y que vean los hechos tal y como son, libres de la interpretación y el deseo. La Europa unida, hoy en día tan a debate, es un montaje puramente intelectual, sin base en un conocimiento real, sin base en la realidad. Goethe dijo a Lirmé: "Da hast du die Teile in der Hand, fehlt leider das geistige Band" (tienes en tu mano los detalles pero desafortunadamente sin unión espíritual). El papel actual de la burocracia en la que los llamados líderes están desprovistos de cultura, autoritarios sin autoridad y actuando desde un punto de vista personal, nunca puede aportar armonía. No se puede construir la unidad a nivel fenomenológico. No hay salida mental o fenomenológica para la situación en que nos encontramos. Sólo la unidad basada en el principio no fenomenológico tiene consistencia. Sólo hay una autoridad soberana, pero no es autoritaria. Amar y dar a los que nos rodean debe ir más allá de lo personal, tal y como ocurría en el Renacimiento. Una Academia que abordase las cosas a partir del conocimiento, la belleza, la bondad y el amor es el único camino hacia una Europa unida. Porque la Belleza posee su propia autoridad. La educación surgirá entonces del amor. Aprenderemos porque nos gusta. Entonces seremos capaces de dar, de compartir aquello que hemos amado y aprendido y que es herencia de toda la humanidad. Finalmente, cuando hayamos actuado según el principio que nos mantiene unidos como seres humanos no habrá naciones y la cultura y las tradiciones permanecerán en toda su riqueza. Cuando nuestra errónea manera de pensar, un pensamiento que está basado en la adquisición, se corrija, viviremos en el ofrecimiento y la apertura. El nuevo Renacimiento se basará en aquello que es real, en el conocimiento real, no en la acumulación de hechos básicamente no relacionados. Cuando dejemos de considerarnos a nosotros mismos como una imagen, en oposición inevitable con otras imágenes, no se hablará más de mezclar lo práctico con lo espiritual, porque la espiritual es la única vía práctica. Ninguna otra cosa funciona. Santa Bárbara 12 agosto 1.993
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2015.01.28 22:12 qryq EL NACIMIENTO DEL AMOR Platón, El Banquete, 203 b - 204 b

Es más largo -dijo Diotima- de contar, pero, con todo, te lo diré. Cuando nació Afrodita los dioses celebraron un banquete y, entre otros, estaba también Poros, el hijo de Metis. Después que terminaron de comer, vino a mendigar Penía, como era de esperar en una ocasión festiva, y estaba cerca de la puerta. Mientras, Poros, embriagado de néctar -pues aún no había vino-, entró en el jardín de Zeus y, entorpecido por la embriaguez, se durmió. Entonces Penía, maquinando, impulsada por su carencia de recursos, hacerse un hijo de Poros, se acuesta a su lado y concibió a Eros. Por esta razón, precisamente, es Eros también acompañante y escudero de Afrodita, al ser engendrado en la fiesta del nacimiento de la diosa y al ser, a la vez, por naturaleza un amante de lo bello, dado que también Afrodita es bella. Siendo hijo, pues, de Poros y Penía, Eros se ha quedado con las siguientes características. En primer lugar, es siempre pobre, y lejos de ser delicado y bello, como cree la mayoría, es, más bien, duro y seco, descalzo y sin casa, duerme siempre en el suelo y descubierto, se acuesta a la intemperie en las puertas y al borde de los caminos, compañero siempre inseparable de la indigencia por tener la naturaleza de su madre. Pero, por otra parte, de acuerdo con la naturaleza de su padre, está al acecho de lo bello y de lo bueno; es valiente, audaz y activo, hábil cazador, siempre urdiendo alguna trama, ávido de sabiduría y rico en recursos, un amante del conocimiento a lo largo de toda su vida, un formidable mago, hechicero y sofista. No es por naturaleza ni inmortal ni mortal, sino que en el mismo día unas veces florece y vive, cuando está en la abundancia, y en otras muere, pero recobra la vida de nuevo gracias a la naturaleza de su padre. Mas lo que consigue siempre se le escapa, de suerte que Eros nunca ni está falto de recursos ni es rico, y está, además, en el medio de la sabiduría y la ignorancia. Pues la cosa es como sigue: ninguno de los dioses ama la sabiduría ni desea ser sabio, porque ya lo es, como tampoco ama la sabiduría cualquier otro que sea sabio. Por otro lado, los ignorantes ni aman la sabiduría ni desean hacerse sabios, pues en esto precisamente es la ignorancia una cosa molesta: en que quien no es ni bello, ni bueno, ni inteligente se crea a sí mismo que lo es suficientemente. Así, pues, el que no cree estar necesitado no desea tampoco lo que no cree necesitar.
 COMENTARIO 
<>
El mito que sigue es, sin embargo, uno de los más cortos de la obra de Platón. Retengamos los elementos simbólicos más reveladores ¿De dónde viene el amor? ¿quién lo ha engendrado?
La escena trascurre el día de nacimiento de Afrodita, aquí presentada más como diosa de la Belleza que del Amor (203 c): Eros no nace de Afrodita, como lo dejan entender numerosos relatos mitológicos; nace bajo el signo de la Belleza. Por ello, sin ser Bello, será aspiración a la belleza.
Es hijo de Poros (Recursos), hijo a su vez de Metis (Sabiduría, Inteligencia práctica). La personificación de este nombre que significa primero <>, <>, no es invención de Platón, pero toda la encantadora descripción de la figura paternal nos remite a la idea de una naturaleza inventiva y astuta, siempre al acecho, buscando o cazando. Ingenioso (Porimos), Poros es aquel que sabe encontrar los medios (los <>) de obtener el objeto deseado. El riesgo y la aventura no le dan miedo: es básicamente buscador, cazador, conquistador.
Ha sido concebido por Penía, pobre mendiga que aprovechó el pesado sueño de Poros para unirse a él, esperando tener algún alivio a su miseria. todo aquí lo caracteriza negativamente: pobreza, indigencia, vida errante sin techo ni ley. todo su ser es carencia, sin los medios que le permitirían colmarla. Es el anti-Poros, ya que es Aporía.
Eros hereda simultáneamente de sus dos progenitores; es, en resumen, una mezcla afortunada ya que no armoniosamente estable: mendigo y buscón, inquieto y apasionado, pobre en bienes reales pero rico en recursos potenciales, no tiene nada pero quiere mucho. De ahí su naturaleza dinámica pero inestable, su carácter ardiente pero lunático, su ingenio inventivo pero siempre insastifecho. Está en la miseria, pero conoce su miseria; quiere salir de sí mismo y tiende constantemente hacia más saber, belleza y fecundidad.
El Amor, Intermediario y Mediador
Platón extrae tres consecuencias que subrayan su estatuto de <>: no es mortal ni inmortal, ni indigente ni opulento, ni ignorante ni sabio; es un <> que participa en estos contrastes sin confundirse con ninguno de ellos. La última pareja de estos contrastes es particularmente interesante e implica una conclusión significativa. Por ser un término medio entre la ignorancia y el saber, el amor es filósofo: el dios no filosofa porque sabe; el ignorante no filosofa porque ni siquiera sabe que ignora; no tiene, por tanto, ni necesidad ni deseo. Eros, en cambio, es consciente de la carencia y tiende a colmarla con todo su ser: parte a la conquista del saber y esta búsqueda o conquista -la alegoría de la caverna así nos lo ha enseñado- se llama filosofía.
Por ello Sócrates se le parece tanto. Existe una sorprendete analogía entre esta descripción de Eros y el retrato de Sócrates que esbozará Alcibíades en la tercera parte del diálogo (215-222): como Eros, Sócrates no es guapo ni feo, sino seductor y encantador; es pobre y va descalzo, pero siempre a la busca de enriquecimiento interior; es inocente, pero hábil cazador de verdades. Por su rareza y el <> que se desprende de su naturaleza contrastada, es un daimon, mediador y vínculo entre los hombres y los dioses. Así, la filosofía es amor, el amor es filósofo, y Sócrates es el prototipo consumado de estas dos mediaciones salvadoras. El elogio de Sócrates en el discurso de Alcibíades es el broche final de El Banquete.
El mito del nacimiento del amor marca una cuestión suplementaria. En contra las banalidades de Agatón sobre las virtudes soberanas del amor, Diotima pone de relieve sus contradicciones y su fragilidad siempre amenazada y su inestabilidad fundamental (ni esto ni aquello, tanto esto como lo otro, a la vez esto y su contrario). En contra de Pausanias, sostiene que por ello no es doble, sino uno, de una unidad compleja y rica en virtualidades. En contra de Aristófanes, cuyo mensaje parece sin embargo tan cercano, el amor no es sólo un encuentro con el alma hermana de la que antaño fuimos separados y reclusión en una felicidad reconquistada; es innovador y fecundo. Estimula al ser amado, lo incita a crear y a superarse. Con Artistófanes, el amor se recluye en la pareja reencontrada y en una hipotética unidad que repite la de nuestros orígenes. Con Diotima nunca está sastisfecho con lo que tiene, exige más y acaba siempre por hallar los medios para sus fines: elemento motor y dinamizante, conduce a lo inédito, inventa novedades y se prolonga a él mismo en una creación original.
Creación, procreación, engendramiento y parto: el texto noi utiliza áun estos términos ni el mito estas imágenes. La revelación de Diotima está sólo en sus inicios. Pero ya estamos listos para la continuación: <>. El amor expresión de nuestra fundamental indigencia, será también el trampolín privilegiado para acceder a lo esencial: la contemplaciópn de lo Absoluto.
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